Esta é a continuação e conclusão desta história com o Matt. Se você não leu os contos anteriores desta série, sugiro que leia, pois tudo fará mais sentido.
Depois daquela primeira vez com o Matt, nossa vida sexual se tornou ainda mais intensa. Ele nunca havia tranzado e descobrir aquilo comigo foi tão importante para ele como para mim. Até então eu nunca havia experimentado ser ativo, e confesso que gostei muito. Sempre que conseguíamos nos encontrávamos para dar uns amassos, e costumeiramente passava a noite alguns sábados na casa dele. Seu pai não se incomodava, pois dizia que assim sentia-se mais seguro sabendo onde e com quem ele estava. Assim, procurávamos não dar trabalho... o que significa " sem gemidos e cara de santos quando saíamos do quarto"... Mas claramente seu pai não era besta e sabia que seu filho estava se descobrindo.
O Matt era totalmente virgem, assim, qualquer coisa diferente que fazíamos era algo novo para ele. Não que eu fosse experiente, mas as coisas que eu já sabia fazer deixava ele doidinho de tesão. Como na primeira vez que o mamei:
... Foi na segunda vez que tranzamos. Havíamos nos entregado ao tesão exatamente da mesma forma como na vez anterior, comi ele novamente de ladinho e gozei no cuzinho dele, com a gente se beijando. Mas desta vez, mesmo punhetando sua rolona ele não conseguiu gozar em tempo, junto de mim. Depois de relaxarmos um pouco, nos beijamos bem devagar e ficamos nos curtindo. Ele me perguntou se eu havia gostado e eu respondi que sim, suspirando e respirando ofegante aindaPena que não consegui te fazer gozar desta vez... disse para ele enquanto lhe acariciava e com a outra mão segurava sua rola que ainda estava durona.
- Não tem problema, eu bato uma depois lembrando.
Nao disse nada, mas não deixaria aquele rapaz lindo ter de terminar na punheta...
- Vou te mostrar uma coisa... e fui me abaixando em baixo das cobertas até chegar no seu pau...
Comecei a mamá-lo de forma que ele suspirava alto. Parecia que se esquecia que seu pai estava no quarto ao lado. intensificava os movimentos e dava aquela passada de língua no buraquinho da rola, o que deixava os caras doidos. comecei a movimentar sua rola como em uma punheta, so que fazendo o movimento de sobe e desce do seu prepúcio dentro da minha boca. Ele se contorcia. Eu acariciava seu saco e suas pernas peludas. Adorava seu cheiro, aquele cheiro de pele suave e sabonete. Seus espasmos aumentavam e sentia que ele estava quase gozando. Então seus gemidos aumentaram e ele dizia: Para que eu vou gozar! Pare!... Senti que ele queria gozar, mas entendi que estava receoso de gozar na minha boca, como que tendo a obrigação de me contar para não gozar de surpresa. Assim, parei de mamá-lo poucos instantes para lhe dizer: Goze!... e voltei a mamá-lo. Aquilo deixou o garoto em estase. Rapidamente se sentiu desinibido e começou leves movimentos na minha boca. Segundos mais tarde seus jatos quentes de porra começaram a encher a minha boca. Tomei o seu leite, engolindo cada jato. Matt gozava bastante e era uma porra bem grossa. Depois disso ele me beijou com muito tesão e me disse que havia adorado aquilo.
Naquele dia, um pouco mais tarde, Matt me mamou pela primeira vez. Era natural que faltasse um pouco de experiência. Assim, aproveitamos que seu pai havia saído e fizemos um meia nove. Assim, eu podia mostrar para ele como fazer e ele repetia meus movimentos. Aquela aula foi muito proveitosa, pois em poucos minutos, com algumas dicas e correções, a mamada estava ficando perfeita. O tesão do garoto foi tanto que desta vez ele gozou na minha boca, me avisando com gemidos e enchendo novamente minha bocaCaralho, você goza muito!
- Desculpe! desta vez foi você que ficou sem gozar. ... Mas vou te compensar... Logo ele se virou e terminamos com um sexo bem gostoso. Desta vez experimentamos outras posições: Começamos de ladinho, mas logo fizemos de quatro e depois de frango assado. Acabei gozando novamente no cuzinho dele.
O sexo com o Matt era incrível a estávamos muito apaixonados. Mas era um tesão que ele vinha contendo por bastante tempo, e agora, depois destas primeiras vezes, queria tanto me retribuir como sentir prazer com o cara que estava apaixonado.
De alguma forma, eu ter tomado sua porra lhe desbloqueou uma nova curiosidade. Mais tarde acabei descobrindo que ele era tão safadinho quanto eu, e que seus desejos eram tão fortes como os meus. E mais, ele tinha computador em sua casa, e acesso à internet, o que nem muitos de nós tínhamos. Assim, ele alimentava sua mente vendo uns pornôs.
Naquela semana, estava tudo normal. Estávamos conversando na escada da escola, como sempre fazíamos nos intervalos. Matt e eu, claramente um casal, mesmo não estando agarrados, O Eloi e a Isa e uns amigos deles. Todos riam de alguma história absurda que o Eloi contava. Então Matt sussurra em meu ouvido: Vem comigo! E se levantou, indo pelo grande corredor, me levando junto. Eloi olhou para nós com sua cara que desconfiara de alguma coisa.
Na metade do corredor havia uma grande porta que estava sempre fechada. Ali era o teatro da escola. Quase nunca tinha gente ali, embora naquela época do ano muitas turmas o utilizavam para apresentar trabalhos e peças. Assim como a nossa que apresentamos. Matt sabia desaparecer na multidão com enorme maestria, assim, passando pela porta ele simplesmente entrou, como se seu caminho fosse exatamente aquele. Fiquei com receio, mas tentei fazer o mesmo, e entrei em seguida, sem olhar para trás. Era uma sala grande, as paredes pintadas de preto e com muitas cadeiras desarrumadas por toda parte, levemente escuro, com algumas luzes no teto acesas aqui e ali. A frente havia um palco razoavelmente grande e uma longa cortina vermelha fechada em um dos lados no palco. Matt continuou andando em direção ao palco onde havia uma pequena salinha à esquerda. Era um pequeno vestiário e uma pequena mesa de comando das luzes coloridas do palco. Entrei na salinha bastante desconfiado e fui pego pela cintura. Matt começou a me beijar com muito tesão... dizia que tínhamos pouco tempo e tinha uma coisa que ele queria muito fazer, e que não queria esperar até o próximo sexo... enquanto me beijava segurava meu pau por sobre a calça e em poucos instantes já estava com a mão dentro dela, colocando ele para fora. Me deu um último beijo e sem perder o fôlego começou a me mamar ali mesmo. Havia ensinado muito bem, sua mamada era muito boa. Sua boca era macia e quente, e ele passava a língua pela minha rola toda. Caprichou no vai e vem e me punhetava. Eu amava aquele garoto, sua mão macia na minha rola era a coisa mais gostosa que existia... agora era sua mamada, claro!... Comecei a gemer e a anunciar que ia gozar. Mas assim como eu fiz da última vez, ele apenas me disse: Goza, amor!... Entendi prontamente o que ele queria. Meu leite!
Assim, não hesitei! Relaxei me concentrando em não contrair o pau.. sentindo sua mamada até que meu orgasmo explodisse e a porra saísse forte em sua boca. Percebi que ele segurou a porra na boca até sentir que parou de sair e no final engoliu tudo de uma vez. Chupou mais uma vez meu pau para limpá-lo e me vesti. Ele me beijou e disse finalmente:
- Desde aquele dia que eu quero fazer o mesmo por você. Adorei tomar seu leite!
Saímos da salinha e meu coração quase saiu pela boca, havia alguém parado perto da porta do lado de dentro. Era o EloiNossa, vocês foram rápidos! Dizia ele!
- Como assim!? - Lhe perguntei tentando disfarçar algo.
- Relaxa, amor! Disse o Matt. ... Pedi pro Eloi vigiar a porta. Ele que me contou desse lugar!
- Ta relaxado, amor? ... Dizia o Eloi em tom de zombaria, como sempre fazia quando estava com o Matt.
Rimos muito e saímos dali.
Nos encontramos depois da aula naquele dia. Daí finalmente ele me contou que havia conversado com o Eloi.
- Eu estava falando com o Eloi estes dias, acho que na segunda-feira. Disse que seria bom ter algum lugar com mais privacidade aqui dentro da escola... o Eloi entendeu perfeitamente e me falou da salinha do teatro. Disse que durante o intervalo raramente tem alguém ali. Os professores estão comendo, os inspetores bem ocupados lá do outro lado... Ali era perfeito... e queria te fazer uma "supresa".
- Foi uma grande surpresa. - Mas será que o Eloi viu alguma coisa?
- Relaxa! dizia o Matt. Não acho que ele tinha algum interesse em ficar nos espiando.
- Vai saber né! o Eloi é uma verdadeira caixinha de surpresas. - Disse pensando no que havia acontecido na casa do Junior.