Paulo estava aproveitando ao máximo a liberdade que conquistara ao liberar a esposa para outros homens. E, pelo visto, Valéria também, pois contara para o marido, em detalhes, como fora a transa dela com Alberto, um funcionário subalterno da editora em que trabalhava.
Paulo chegou ao condomínio onde morava no meio da tarde, contrariando seus hábitos, pois normalmente só ia para casa à noite ou até mesmo de madrugada. Havia um acordo tácito entre ele e Valéria de que não cobrariam nada um do outro.
Encontrou- a na garagem da casa, arrumando algumas caixas que continham artigos de limpeza. Estacionou o Honda Civic numa das vagas das três de que dispunham, e dirigindo-se à esposa, beijou-a fraternalmente.
Coincidentemente, era dia de um importante jogo do Flamengo com o Fluminense, disputando a Taça Guanabara. Valéria disse que havia convidado um colega da editora para vir à casa deles ver o jogo, pois, como eram da Diretoria, podiam ter horários livres. Valéria vestia um curto shortinho preto e um diminuto top lhe cobria os sensuais peitos. Paulo assentiu e dirigiu-se ao banheiro do casal para tomar uma chuveirada, pois, como justificou, “fazia muito calor naquela tarde”.
Poucos minutos depois, Marcos – assim se chamava o amigo – chegou, e Paulo e Valéria o receberam cordialmente. Acomodaram-se todos na ampla sala onde ficava o home-theatre e, naturalmente, o televisor de 50 polegadas, para assistir à partida de futebol. Marcos era um rapaz moreno, alto, musculoso, e bastante simpático. Paulo ficou bastante bem impressionado com o rapaz.
Os três acomodaram-se no espaçoso e confortável sofá branco e começaram a beber cerveja importada e uísque doze anos, enquanto assistiam ao jogo, que, por sinal, estava muito monótono, nada de sair gol. Conversa vai, conversa vem, Valéria e Marcos, sentados nas pontas do sofá, e Paulo enfiado no meio deles. De vez em quando, Paulo passava um dos braços por cima dos ombros da esposa e, ao mesmo tempo, apertava de leve o peitinho dela; e, surpreendentemente, que ousado!, punha a mão em cima das coxas de Marcos, assim como quem não quer nada, roçando de leve o seu pênis por longos minutos, até endurecê-lo. O convidado fingia que não notava nada.
Valéria, com os cabelos cortados curtos, é uma mulher com as medidas exatas nos lugares certos – puxando um pouco para “cheinha”. As nádegas são rechonchudas e durinhas; os seios não muito grandes, são firmes, vivem a tremular por baixo dos vestidos que ela usa ou das blusas finas ou camisetas justas. Porque uma das coisas de que ela mais faz questão, desde menina, era: abaixo o sutiã!
Há muito tempo que Marcos, apesar de considerá-la apenas uma colega, dizia, na hora do cafezinho, a quem quisesse ouvir, que queria porque queria comer Valéria. Fez até chantagem com ela, sem sucesso, durante um tempo, antes de ela e Paulo combinarem viver uma relação aberta. Mas, até este dia, ele não conseguira de jeito nenhum que a esposa de Paulo topasse transar com ele. Apesar de o casal ver ménages masculinos e femininos em filmes pornôs, Valéria, até então, não se entusiasmara.
Fim do jogo, todos haviam bebido muita cerveja e uísque. Valéria, já bem calibrada, puxou Paulo para o quarto, dando uma desculpa qualquer ao convidado, sob o pretexto de mostrar umas roupas que ela havia comprado. Mas o que ela queria mesmo era foder com o marido. Paulo, então, teve uma ideia louca. Falou para ela esperar por ele no quarto, que já voltaria. Dirigiu-se para a sala.
Acordou Marcos, que estava meio adormecido no sofá.
- Marcos, acorda, homem! - exclamou Paulo.
Marcos abriu os olhos, esfregou-os com as costas da mão e ficou ouvindo:
- Cara, sei que você não veio até aqui à toa, só para ver jogo de futebol.
- Sim..., sim..., mas... – balbuciou o rapaz.
Paulo continuou:
- Não me venha com desculpas. Sei que Valéria é uma mulher tesuda e que desperta o desejo dos homens! Além disso, não sei se ela te falou, a gente agora tem um casamento aberto...
- Certo, mas é que eu não sabia que você estaria aqui... – interrompeu Marcos.
- Isso não tem a menor importância. É até mais excitante – cortou Paulo. – Escute!
O plano: combinou com ele para esperar uns dez minutos e depois entrar no quarto do casal, sem fazer barulho, e que ele então iria comer a esposa! É claro que Marcos logo concordou.
Paulo voltou ao quarto.
Valéria já se encontrava nuinha em pelo e aguardava de quatro, feito uma cachorrinha, em cima da cama king-size. A posição era a preferida dela, e a de Paulo também, sobretudo quando ele comia a bunda dela.
Valéria disse que queria muito que o marido comesse só o cuzinho dela. Na verdade, ela não gosta muito de dar a xota, prefere levar na bundinha.
Paulo fingiu que trancava a porta, tirou a roupa e deu o pau para a vaquinha da esposa chupar, o que ela logo fez, gulosa que é! Depois de lambuzar e babar bastante o pênis de Paulo, Valéria virou a bunda para ele, que lambeu aquele delicioso cu, que estava até com um cheirinho de bunda não lavada, pois ela não tinha tomado banho de manhã, e com o calor que fazia...
Paulo enfiou o pênis com vontade. Ele também estava com muito tesão, principalmente ao imaginar o que viria depois. Passados mais ou menos os tais dez minutos, Marcos empurrou a porta, e entrou já de vara dura, sem fazer barulho, e ficou bem atrás de Paulo. Este continuava metendo nela, contendo-se para não gozar logo. Sua esposa estava meio bêbada, com a cara virada para a parede, e com o bundão se oferecendo... Paulo, pretextando querer mudar de posição, tirou o bilau do delicioso buraquinho dela.
Marcos, então, botou o pênis dele - Paulo notou que era bem maior e mais grosso do que o dele - naquele orificiozinho já melado. Valéria deu um gritinho, e recomeçou a gemer bem gostoso. Dizia que parecia que o pau do marido estava ficando maior! Paulo ia ao delírio, vendo Marcos, um estranho, finalmente, penetrar sua esposa – e por trás! É claro que se acabou numa vigorosa masturbação, ejaculando muito no tapete do quarto.
A sua esposa nunca gemera tanto, “acho que é porque a pica do Marcos deve ser mais gostosa que a minha, sei lá...” - pensou Paulo, meio desconsolado.
Depois de alguns minutos, Marcos urrou tão alto que até Valéria se assustou, enquanto rebolava com vontade no pau do colega, e ele se acabou e descarregou! A espessa porra dele escorreu pelas pernas da putinha da esposa de Paulo. O rapaz, então, silenciosamente se retirou para a sala, silenciosamente. Paulo ficou com a mulher, que passou a lhe dar uns beijinhos e dizia ter adorado a transa, que eles nunca haviam trepado daquele jeito tão gostoso...
Paulo, então, muito sem jeito, contou para a esposa tudo o que na realidade havia acontecido. Valéria ficou muito alegre, porque agora Marcos vai querê-la sempre, e ela havia provado para o marido machista que não era só ele que podia ser livre para transar com quem quisesse. Sentiu até um gostinho de vingança, ao se recordar dos casos anteriores de Paulo, e que ele sempre negava que tivessem acontecido.
Valéria apagou ali mesmo na cama, de tão bêbada e exausta. Pouco depois, Paulo conduziu Marcos até a porta, convidando-o a voltar sempre que quisesse. Marcos estava supercontente, e, no caminho para o Leblon, onde morava, ele imaginou que agora iria comer... a boceta dela!
***
Pois é isso. Marcos cismou de comer a boceta da colega. Ele já comera a bunda dela, com ela meio bêbada, sem que ela sequer desconfiasse. Será que ele deveria fazer aquilo na presença do marido dela, e embebedá-la, para ele poder penetrar a xota dela? Ele voltou a chantagear Valéria: contou para ela tudo o que de fato acontecera, que fora ele, e não o marido, Paulo, quem no final transara com ela, e dizia que, se ela não consentisse, ele espalharia na editora tudo o que havia sucedido naquele dia, na casa da Tijuca.
- Nunca mais você vai ter paz! – ameaçava. – E pode dizer adeus às promoções na empresa!
Valéria, no íntimo, bem que queria fazer amor com ele, mas fingia que não estava a fim.
Estava numa dúvida atroz. Tinha medo de que o marido, por ciúmes, resolvesse terminar o pacto de casamento aberto que haviam estabelecido, e, assim, ela perder sua liberdade sexual tão duramente conquistada. Mas, ao mesmo tempo, não queria parar de dar para o Marcos e para todos os homens que lhe interessassem.
***
Marcos passou a telefonar para o escritório de Paulo, e tomando muito tempo do advogado, insistindo com a ideia de que ele falasse com a esposa e a convencesse a dar a boceta para ele. Tornou-se ameaçador. Ele não deixava a advogado em paz com esse pedido incomum, e nunca mais parou de assediar Valéria no trabalho. Estava sentindo muita falta disso...
Afinal, certo dia...
- Bem, eu acho que vou tentar falar com jeitinho com a minha esposa para ela transar na boceta com você – concordou Paulo, atendendo a mais um telefonema do insistente garanhão. - Mas não vou forçá-la - avisou.
- Acho bom - respondeu Marcos. - Se não, vou ter de procurar outra fêmea para transar comigo, mas antes vou espalhar para todo mundo que a sua mulher é uma piranha, e você vai acabar se arrependendo!
***
A novidade é que Paulo achava que agora iria conseguir que a esposa transasse com Marcos, com ela sabendo realmente que era ele o comedor.
- O puto está me enchendo o saco todo dia com isso! – desabafava Paulo, com um amigo muito chegado, quando os dois iam beber num bar, após e expediente no escritório.
Pois não é que Valéria, que começara um caso com um bem-sucedido empresário que conhecera numa recepção no Leblon, descobriu fotos do marido no celular, e que mostrava cenas de uma “festinha” que o tal empresário organizara em sua mansão em Angra ... com rapazes!
Aí foi um pega-pra-capar! Então, de vingança, Valéria disse para Paulo chamar o Marcos para comer a boceta dela, desde que o marido estivesse junto! Ou seja: Valéria concordou em dar novamente para o colega, só de vingança!
Finalmente aconteceu. Tudo transcorreu mais ou menos 15 dias depois da "suruba" entre Marcos, Paulo e a esposa.
Paulo fez questão de ir buscar Marcos no trabalho. Paulo convencera-se de que a esposa arranjara um novo amante. “Que filha da puta!” – pensava, enquanto dirigia em direção ao Alto da Tijuca.
Ao chegarem, Valéria já os esperava. Vestia um shortinho muito curto e um top, a safada! Como ela já havia finalmente topado transar com o Marcos, para se vingar da traição do marido na mansão do tal empresário homossexual; além disso, Paulo, de tanto falar no assunto, pressionado por Marcos, acabou convencendo-a, falando que seria uma nova experiência, e que não abalaria a relação deles de tantos anos.
Bem acomodados na espaçosa varanda da residência, os três tomaram algumas doses de uma tradicional vodca polonesa, e, papo vai, papo vem, Marcos, de repente, mandou que Paulo ficasse só espiando. Em seguida, despiu, sem qualquer cerimônia, a calça e a cueca, e mostrou aquele pau enorme, já teso, para o casal. Valéria, apesar da presença do marido, ou por isso mesmo, não se fez de rogada e foi logo abocanhando e chupando o pênis dele, gulosamente, do jeitinho que ela aprendera com Paulo.
Paulo não aguentou a sensação erótica que a cena lhe provocava. A essa altura dos acontecimentos, ele já estava de pau duro, só de ver a esposa chupando a tora do rapaz.
Surpreendentemente, Paulo se agachou e também pôs-se a mamar o pênis dele junto com ela! Nunca havia feito isso antes!
Valéria ficou surpresa: quer dizer que seu marido, tão viril, nutria secretos desejos homossexuais! Então, a tal “festinha”, em Angra... Mal podia acreditar, mas não se deixou abalar com essa revelação.
Marcos, então, ordenou que a mulher ficasse de quatro, tirou o shortinho e o top dela, e enfiou a majestosa vara na vagina dela, por trás, feito um cachorro comendo uma cadela! Paulo ficou na frente da esposa, só chupando os peitos dela, para conseguir que ficasse bem excitada para o amante, tudo o que ele queria era que tanto ele quanto Valéria obtivessem muito prazer. Ela gemia como nunca, pois estava acostumada com as dimensões do pênis do marido, e o do rapaz, que ela só havia experimentado uma única vez, provocava algum desconforto, pois era muito maior e mais grosso.
Depois que todos gozaram - Paulo teve de contentar-se em se masturbar-se, e já refeitos, Marcos insistiu em comer novamente a bunda dela, agora que não estava bêbada, como da outra vez.
Valéria, já saudosa dos múltiplos orgasmos experimentara com o pênis do rapaz na sua gruta, logo concordou, e expôs desavergonhadamente aquele bundão para o colega, enquanto Paulo, pressuroso, arreganhava a bunda da esposa, para que Marcos pudesse acomodar melhor sua poderosa ferramenta.
Foi uma “festa” inesquecível. Ao fim, tomaram banho juntos, beberam mais um pouco e conversaram amenidades. Minutos depois, Marcos pediu licença para retirar-se, chamou um táxi pelo aplicativo, e despediu-se do casal.
Paulo ainda ficou na varanda conversando com a esposa para saber se ela havia de fato gostado, se tinha gozado muito, quantas vezes, essas coisas. Valéria admitiu que amara ser penetrada na xota pelo rapaz, e que queria repetir mais vezes aquela experiência compartilhada com o marido!
Paulo ficou em dúvida. Apesar do pacto, morria de ciúmes dela! E, agora, por que não dizer, do Marcos, também!!!