Conforme os dias foram passando a rotina nos envolveu e ela era melhor do que jamais foi e ainda melhor do que poderia imaginar. Como um casal “recém casado”, papai me comia intensamente pela manhã antes do trabalho, quando chegávamos em casa e antes de dormir.
Na empresa nunca fui tão produtiva no trabalho e nem tão profissional, pois se antes não tinha nada a esconder, passei a ter que evitar a proximidade física que antes tínhamos na frente dos outros.
Porém nada me fazia esquecer que eu estava cheia do sêmen de papai e nem teria como, pois sentia os lábios de minha vagina melados se esfregando a cada caminhar.
Eu trabalhava no que gostava, ao lado de quem amava e com mamãe aceitando a situação, então mentalmente já agradecia meu marido por me trair e por inventar aquela fantasia de puta lá na pracinha.
Enfim chegou o dia que papai pôde realizar meu pedido. Após uma reunião com clientes fora da empresa toda a manhã e após almoçarmos com eles, ao invés de retornarmos diretamente ao trabalho, papai me levou a um Motel fora da cidade.
Nunca tinha ido a um e mais do que tudo, ser um encontro sexual do chefe com sua secretária alimentou nossa libido já sempre altíssima. Foi a primeira vez desde a noite que papai me pegou como prostituta que ele gozou em meus três buraquinhos e tudo em apenas uma hora mostrando o quanto estávamos tarados.
Satisfeitos e felizes, me recompus, me maquiei e retornamos a empresa nos portando seriamente, mas por dentro eu estava nos céus. Mais feliz impossível cheia do esperma de papai por todos os lados.
A noite em casa fizemos amor novamente com papai cheio de tesão e ao terminar, deitados ele levou sua excitação ao limite.
– Amanhã é sexta-feira. Tire a tarde livre do trabalho e vá comprar roupas de puta para você e sua mãe. A noite vou deixar as duas lá na pracinha e dar uma volta e as contratar para uma noite. Vamos aproveitar pois será a última vez porque os riscos são grandes e só estou aceitando pois estarão em duas.
Minha bucetinha vazando seu esperma ainda teve a capacidade de pulsar de tesão.
– Compre também perucas coloridas para que ninguém as reconheçam além de mim. Se tiver tempo também já compre lingeries e roupas de Garotas de Programas para vocês duas para usarmos em outra oportunidade. Mais sofisticadas, mas sexy, com saia de couro bem curta para as duas com meia-calça.
– Ahhhh papai, você vai ter que me comer de novo. Pode ser de 4?
– Você pode tudo filha. Vou mandar sua mãe vir aqui amanhã lá pelas 5 da tarde. Vocês se trocam e colocam um casaco por cima para que eu não veja antes e vamos para a pracinha.
– E aqui no prédio papai? E se nos virem? Naquela noite te olharam feio.
– Agora já devem ter espalhado que gosto de putas, falou sorrindo. E da forma que vai estar ninguém vai reconhecer. Já estou procurando uma casa para morarmos juntos e termos mais liberdade.
Foi uma surpresa que mostrava que papai estava mesmo gostando da história de ter a filha e a ex como submissas nos querendo juntas. Papai me deixou muito excitada e minha reação foi já me colocar de 4 na cama.
Papai logo estava atrás ajoelhado pincelando minha bucetinha escorrendo esperma e meu cuzinho.
– Na buceta ou no cuzinho, perguntou me provocando.
– É tudo seu. Hoje no Motel você já comeu tudo mesmo e é você quem decide.
– Estou ordenando que você decida, falou me dando um tapa no bumbum.
Pá.
– No cuzinho. Quero o deixar bem acostumado com seu pau enorme, pois o adoro nele.
Papai o melou em minha fenda e o enfiou em meu rabinho com dificuldade e com algumas dores. Por já termos gozado, ficamos vários minutos com papai alternando entre me dar tapas, me segurar pelo cabelo, me puxar pelos ombros, apalpar meus seios e por fim segurar minha cinturinha nos levando a um orgasmo simultâneo delicioso.
Após sairmos do torpor pós-orgasmo, tomamos banho e voltamos nus para a cama, dormido apaixonadamente abraçados.
Papai não me comeu na manhã seguinte pois nossa noite seria intensa e pela manhã na empresa não conseguia deixar de pensar sobre a noite que teríamos.
Eu já tinha feito pesquisas na internet e após o almoço fui as compras extremamente excitada. Só não compraria a bota longa para mim, pois tinha guardado daquela noite. Sabendo que mamãe vestia o número acima do meu em todas as peças seria simples e loja após loja fui comprando o que usaríamos.
Com o cartão liberado e tendo tempo já comprei também as roupas e lingeries de GPs bem mais sensuais e provocantes e não via hora de usa-las em público ao lado de papai e depois voltarmos para casa fazendo o sexo imenso que nunca tive com meu marido.
Quando mamãe chegou em casa a tarde eu já a esperava e como papai ordenou trazia algumas malas com suas coisas pessoais. Papai não contou a ela o que aconteceria e quando revelei, ficou chocada, mas evidentemente excitada. Também preocupada de ser reconhecida, mas quando terminássemos de nos montar com as perucas, maquiagens pesadas e aquelas roupas ela ficaria tranquila como eu fiquei naquela noite que fui para a pracinha. Só mesmo papai para ter me reconhecido.
Nos trocamos juntas e para mamãe tinha escolhido o motivo felino com lingeries e uma microssaia de elastano curtíssima na estampa de onças. Para mim, rosa choque. As duas com blusinhas, que deixavam a barriga de fora, bem justas, a dela preta e a minha branca.
Já com a calcinha de renda asa delta minúscula na cor lilás, minha buceta escorria me lembrando como papai me tratou como puta o tempo inteiro. O sutiã meia taça fazendo conjunto deixava quase meia aréola aparente.
Mamãe não estava diferente com sua lingerie minúscula de onça. Conversávamos sobre o que aconteceria, eu contando de minha noite de puta com papai. Ajudando a outra enfim ficamos prontas e diante do espelho víamos duas putas de rua de acordo com o estereotipo e ficamos tranquilas porque ninguém nos reconheceria.
Tínhamos escutado papai chegar e com certeza já nos esperava. Colocamos os casacos longos de chuva que eu tinha e saiamos indo até a sala. Diante de papai, mamãe parecia envergonhada, apesar de excitada.
– Oi Marcelo, o cumprimentou.
Os olhos de papai brilhavam, sabendo o que faríamos logo mais. Ele percebeu que precisava tranquilizar mamãe.
– Com certeza absoluta ninguém vai te reconhecer e diferente do que aquele traste fez com nossa filha, não vou deixar vocês mais de 5 minutos lá. Quando entrarem nas personagens, deixem essa timidez de lado e se portem a rigor e não contenham palavras chulas, falou autoritário.
Balançamos a cabeça concordando e logo descíamos pelo elevador até a garagem e felizmente ninguém entrou. Papai nos contou que diferente de meu marido, nos deixaria na rua lateral, menos movimentada e mais difícil de passar um conhecido.
Ansiosas demais fomos quietas, quase dando para escutar nossos corações batendo. Mamãe mais do que eu pois seria sua primeira vez. Quando ele parou o carro onde nos deixaria, umas duas putas a uns 30 metros, me deixando menos insegura.
Tomando coragem, nos livramos do casaco e descemos e quando estávamos lá fora foi que papai nos viu pela primeira vez totalmente caracterizadas como prostitutas com nossas roupas colantes e curtas indecentemente.
Papai parecia abobalhado, talvez porque parecêssemos mesmo putas ou porque estávamos gostosas quase totalmente expostas. Assim que ele saiu com o carro, dei a mão a mamãe e ficamos assim.
Alguns carros com adolescentes passaram mexendo conosco, mas sem nenhum interesse. Eu curtia a excitação gigantesca me lembrando que foi daquele jeito que tudo começou. Tínhamos tomado um drink antes de sairmos do apartamento e logo mamãe começou a relaxar.
Antes com o corpo todo encolhido, se soltou e como eu começou a se expor sabendo que ninguém nos reconheceria. Alguns minutos depois vi o carro de papai virando a esquina e como se fosse um cliente, nos vendo parou a nossa frente ao lado da calçada e nos chamou.
Da outra vez nem tive chance de me portar como puta para ele, pois furioso me mandou entrar no carro, mas eu queria fazer todo o procedimento desta vez. Papai abriu o vidro e nos chamou com o dedo. Puxei mamãe pela mão e debruçamos nos apoiando sobre o vão aberto com o vidro abaixado expondo nossos bumbuns que certamente expunham nossas calcinhas minúsculas, mas não havia ninguém muito próximo. Então começou o diálogo.
– Quanto é o programa?
– Duzentos reais por 2 horas, respondi.
– Cada uma ou as duas juntas?
– Juntas é 500 pelo mesmo tempo.
– Quero sem frescuras e sem restrições. Tudo incluso. Qual o preço para as duas nessas condições? Ahh, e já me diz tudo incluso para passarem a noite comigo.
Papai parecia ter experiencia nesse tipo de negociação, mas ele me confessou que só uma vez contratou uma GP e foi por telefone.
Excitada, olhei para mamãe como se pedisse permissão e ela balançou cabeça concordando.
– Quinhentos para cada uma tudo incluso e mil cada uma tudo incluso para passar a noite.
Ohhh, deus, eu queria que papai parasse com aquela negociação e nos levasse logo para o apartamento e nos fodesse a noite toda. Mamãe com certeza também, pois sua mão apertava a minha com todas as forças, até doendo.
Eis que então papai veio com uma surpresa gigantesca e totalmente inesperada. Seu olhar nunca tinha sido tão safado.
– Pago dois mil cada uma, se além de tudo isso aceitarem que eu mande uma fazer sexo com a outra enquanto eu fodo uma das duas.
Com certeza papai viu olhando para ele dois pares de olhos estarrecidos. Depois de olharmos para ele, olhamos uma para a outra tentando saber o que a outra pensava. Eu tinha a certeza de ser totalmente hetero, mas a proposta de papai me deixou desorientada sem conseguir falar não de imediato, não pelo dinheiro é claro. Se não quiséssemos certamente, não aconteceria.
Me lembrei daquela noite onde ele não me deixou sair da personagem de puta e se eu fizesse sexo com mamãe como a puta que estava sendo contratada seria apenas mais um serviço. Trocar carinhos íntimos com uma mulher, mesmo linda como mamãe, não era minha praia, mas trocar carinhos com mamãe não deveria ser nada ruim.
Decidi aceitar sem saber se papai fazia aquilo apenas para nos testar ou se realmente queria fazer essa safadeza conosco, que aceitando ou não ele poderia nos obrigar já que éramos obedientes a ele.
Tomei coragem, olhei para mamãe e depois para ele.
– Nunca fiz isso, mas é uma proposta em dinheiro irrecusável. Eu aceito, mas não sei se minha amiga aceitará e não vou pressiona-la.
Mamãe me olhou ainda mais estarrecida do que estava não imaginado que eu aceitaria. Era um passo muito grande, mas ela já tinha feito sexo com papai em minha frente e logo estaríamos juntas em uma mesma cama com ele. Taradas olhando a outra sendo comida por papai, um dia poderíamos ceder a curiosidade e a excitação.
Não sei se foi o que ela pensou, mas voltando a olhar para papai, falou baixinho.
– Eu também aceito. Preciso muito desse dinheiro, falou dentro da personagem.
Papai parecia muito surpreso talvez nunca pensando na possibilidade que aceitaríamos.
– Combinado, então entrem.
Logo nos mexemos e felizmente em segurança fiz mamãe entrar na frente e entrei atrás no carro, invertendo a forma de como chegamos.
Papai partiu deixando a pracinha e no trajeto levou a mão ao interior das coxas de mamãe totalmente exposta pois a minissaia nada cobria.
– Você é muito bonita e gostosa para estar aí na pracinha, falou acariciando as coxas de mamãe que eu percebia pelo movimento de seus braços.
Com certeza o drink de mamãe tinha feito efeito e ela mostrou estar bem mais solta. Fora que saímos daquele lugar arriscado.
– Foi a situação financeira que me obrigou. É minha primeira vez, mas ela é minha filha e já esteve uma vez aí e arrumou um cliente muito bom e generoso que ajudou muito. Tem algum problema para você?
Papai virou o pescoço olhando para mim e depois olhou para a mamãe.
– Nenhum problema. Vai ser muito excitante ter mãe e filha juntas. Ela é muito linda e se parece com você. Nunca acreditaria que é sua filha, pois você tem um corpo de 25 anos. Eu com certeza, diria que você é a irmã mais velha.
Pela reação de mamãe, provavelmente papai tocou sua bucetinha por cima da calcinha.
– Ahhhnnnn. Obrigado.
– Por isso hesitaram em aceitar fazer sexo com a outra? Agora entendo. Se quiserem cancelar essa parte, vou entender.
Pelos gemidinhos de mamãe, papai brincava em sua fenda por cima da calcinha, me deixando excitadíssima. Achei que mamãe pudesse recuar, mas taradinha manteve o combinado.
– Ahhhuuuu. Não. Já aceitamos e precisamos do dinheiro.
– Certeza? Sou muito intenso no sexo e sabendo que estarei fazendo sexo com mãe e filha e elas entre elas, estarei muito excitado. Certeza que serei muito safado e mandarei vocês fazerem coisas muito safadas entre si também. Nada de machucar e humilhar, mas intensas.
Sem me tocar, papai me excitava imensamente e só o que eu queria era que mamãe não recuasse. Já pensava em tudo que papai poderia me mandar fazer com ela, e por incrível que pareça sabia que iria gostar por ser mamãe e por estarmos atendendo papai.
– Vamos manter o combinado. Eu esperava fazer 200 essa noite, talvez 400 se tivesse um segundo cliente e vou ganhar 2.000 e minha filha maisCom certeza absoluta, se fosse com outra mulher jamais aceitaria.
– Como vocês se chamam, papai perguntou enquanto já entrava na garagem do prédio.
Mamãe inventou 2 nomes.
– Eu sou a Analu e ela a Maju.
Quando paramos na garagem eu não sabia se era para vestir os casacos ou não. Como me desliguei do que aconteceu antes de começar aquela fantasia nem toquei no assunto e após papai tirar as mãos do meio das pernas de mamãe, saímos do carro e fomos para o elevador com nossas roupas escandalosas de putas e papai pouco se importou.
No térreo o elevador parou acelerando nossos corações e quem entrou foi um estudante com uma mochila nas costas. A porta se fechou e mesmo constrangido ele não conseguia tirar os olhos de mim e de mamãe percorrendo todo nosso corpo, infinitas vezes.
Ele ia descer antes de nós e surpreendentemente papai foi ousado, talvez querendo proteger nossa privacidade. Ele tinha cada uma de nós de um lado, nos abraçando por cima dos ombros.
– Está gostando, perguntou a ele.
Vermelho como uma beterraba ele não conseguiu responder.
– Se você prometer não contar a ninguém que me viu com elas, deixo você ver a calcinha de uma das duas. Aquela que você escolher, papai insistiu.
Desta vez o rapaz reagiu rápido.
– Eu prometo. Quero ver a calcinha dela, falou gaguejando apontando para mamãe.
Foi surpreendente provando o quanto mamãe é linda. Fiquei um pouco decepcionada, mas feliz da vida por ela ter sido a escolhida. Papai tirou o braço do ombro de mamãe que parecia tremer de excitação e agarrando a barra de sua microssaia de onça pouco precisou levantar para dar a visão de sua calcinha de onça também.
Pouco ela mostrava, mas os olhos do jovem pareciam que iam pular para fora dos olhos. Infelizmente para ele em 10 segundos seu andar chegou e a porta se abriu, mas tão concentrado na calcinha de mamãe não se deu conta, então papai abaixou a saia.
– Seu andar e não esqueça que prometeu.
– Não vou me esquecer. Obrigado, falou ainda gaguejando enquanto sai do elevador.
Quando a porta se fechou, papai a abraçou novamente.
– Não te falei que você era gostosa demais Analu. O rapaz te escolheu. Ficou excitada?
– Muito. A Maju é maravilhosa e ele me escolheu mesmo assim.
– Acho que fiz o melhor negócio do mundo contratando vocês duas. Ele deve já estar no banheiro batendo punheta, falou sorrindo
Papai sempre foi superprotetor e nunca teria imaginado que ele exporia mamãe daquele jeito, mas foi totalmente controlado e pelas roupas que vestíamos pouco a mais foi mostrado, porem tinha a certeza que se fosse eu a ter sido escolhida sua dificuldade em me exibir seria gigantesca.
Entrando no apartamento e trancando a porta estávamos na segurança e entregues aos desejos de nosso cliente. Eu já tinha vivido aquela experiencia deliciosa com papai e mesmo o querendo só para mim, deixaria mamãe usufruir um pouco mais do que eu.
Na outra vez papai logo me mandou fazer um oral se impondo como cliente e pensei que faria o mesmo nos pondo juntas para o chupar, porem ele tinha guardado muitas surpresas para aquela noite.
– Última chance de desistirem.
Olhamos um para a outra e respondemos juntas.
– Não vamos desistir.
Talvez para quebrar todas as inibições, papai foi direto.
– Quero que as duas se beijem. Não selinhos, mas beijos de pegada, fogosos, com língua. Depois uma leva a mão dentro da calcinha da outra ainda beijando e faz a outra gozar, falou me puxando pela mão e me colocando diante de mamãe, as duas diante do sofá onde ele foi se sentar.
Se eu tivesse recusado antes, naquela hora teria o obedecido por seu modo de falar e por saber que ele nos assistiria, quase me fazendo gozar sem ser tocada. Mamãe parecia na mesma situação, pois avançamos uma para a outra e nos abraçamos, nos olhamos e nos beijamos com os lábios, mas logo nossas línguas invadiram a boca da outra dançando uma contra a outra.
Na hora me dei conta que era mesmo só hetero, mas ao mesmo tempo tive a certeza que trocar carinhos com quem se ama sempre é maravilhoso. Mamãe devia estar sentindo o mesmo, pois se entregava aquele beijo diferente tanto quanto eu. Era um beijo entre iguais e não com aquele poder de dominação do homem que papai era.
Nunca tinha trocado beijos com uma garota e nunca trocaria, mas estava adorando beijar mamãe pelo beijo, mas também porque papai nos assistia. Depois de uns 3 minutos me deliciando com aquele beijo fui eu quem tomou a iniciativa de fazer primeiro o que papai tinha nos mandado fazer.
Ainda a beijando, levei uma das mãos entre nossos corpos, levantei sua minissaia, espalmei a mão em seu ventre e fui entrado por baixo de sua minúscula calcinha. Não demorou eu espalmava a mão sobre a vagina quentinha de mamãe, parecendo ter lábios fechadinhos como os meus me dando um prazer indescritível sabendo que foi por lá que vim ao mundo. Meu dedo se afundou em sua fenda abundantemente melada e escaldante, como a minha deveria estar.
– Ahhhmmmmmmmm, mamãe gemeu me beijando já levando sua mão entre nossos corpos.
Enquanto ela chegava onde desejava, comecei a acariciar aquela delicinha. Eu sabia como masturbar uma bucetinha, mas aquela estava diante de mim e não em mim e por isso minha mão ficava ao contrário.
Não demorou e seu dedo também se afundava entre meus pequenos lábios e uma acariciava a outra sem pressa e por isso evitávamos nos concentrar somente nos clitóris.
Mesmo sabendo que papai nos assistia devendo estar muito excitado e nos excitando, naquele momento nosso mundo se fechou somente em mim e mamãe. Não eram aqueles picos de prazer como com papai, mas fora aqueles nunca tive tanto prazer. Sem um pênis, mamãe me dava mais prazer do que qualquer relação que tive com meu marido. Interrompi um pouco o beijo porque queria dizer a ela como me sentia.
– Eu te amo muito mãe. Estou adorando fazer isso com você.
– Eu também filha, eu também, falou voltando a me beijar.
Era a realidade, mas não saímos da fantasia onde também éramos mãe e filha. Nos concentramos no clitóris da outra que eram idênticos parecendo que eu tocava o meu e não demorou nem um minuto gozamos com nossos corpos tremendo e só não iam ao chão, por estarmos abraçadas.
Foi tão bom que eu esperava que não fosse a única vez e mesmo não estando naquela fantasia de putas, papai poderia usar seu poder sobre nós e nos fazer repetir, de preferência com a participação dele. Pareceu que ele ouviu meu pensamento.
– Já que ouvi vocês falando que gostaram e eu preciso gozar imediatamente, venha se sentar aqui no sofá Analu.
Nos soltamos sem o orgasmo estar totalmente finalizado. Mamãe correu o atender e se sentou a seu lado. Papai tirou sua roupa e nu se ajoelhou diante mamãe e abrindo suas pernas a puxou até sua buceta estar bem na beira do assento.
Além das pernas arreganhadas, mamãe estava quase deitada no assento, só com o pescoço dobrado com a cabeça ainda apoiada no encosto. Parecia que papai iria a comer daquele jeito e eu ficaria assistindo, mas ele estava incontrolavelmente safado.
– Venha aqui Maju. Você não vai ficar só assistindo pois paguei caro por seu tempo.
Enquanto chegava ao lado deles, papai afastava a calcinha de mamãe, pois a saia já não cobria nada estando como uma cinta na direção de seu umbigo. A seguir pincelou na umidade de sua fenda e a penetrou com a glande e então parou.
– Maju, suba no sofá, passe uma perna por cima do corpo dela e dê sua buceta para ela lamber. Quando ela gozar, quero que goze com ela.
Olhei mamãe lá de cima e ela me olhava excitada da mesma forma que eu devia estar olhando para ela. Logo estava sobre seu rosto e obedecendo papai, afastei a calcinha e me abaixei ficando a distância de sua língua. Eu só via seus olhos fora de minha virilha. A percebi gemendo sabendo que papai a penetrava.
– Ahhhhhnnnnnnnnnn.
Assim que foi totalmente penetrada, ela lambeu diretamente meu clitóris sem me dar chances e no mesmo momento explodi em um orgasmo inimaginável, e ela também sentindo a penetração de papai, pois perdeu a sincronia em meu grelinho.
Não importava porque a situação era avassaladora fazendo sexo ao mesmo tampo com meu pai e minha mãe, nós duas em um sexo lésbico pela primeira vez por ordem de papai. Naquele momento nossa fantasia de sermos putas e fazermos aquilo por dinheiro nos acobertava, mas sabia que não tinha mais como evitar fazermos aquilo como pai, mãe e filha.
Não demorou e pelos movimentos do sofá e de mamãe eu sabia que papai a estava estocando com toda sua potente virilidade e em meio a nossos orgasmos sem fim, ele também gozou, com nós três tremendo ao mesmo tempo como se uma corrente elétrica tivesse nos atravessando.
– Que buceta deliciosa Analu. Valeu a pena. Ohhhhhhhhhhhuuuuuuu.
Fazer amor com quem se ama é a melhor coisa do mundo e eu estava fazendo com as duas pessoas que mais amava, incomparavelmente. Ter aquela intimidade com mamãe só nos deixaria mais próximas, o que seria bom, pois ambas pertencíamos a papai.
Quando terminamos saí de cima de seu rosto e me sentei a seu lado no sofá, enquanto papai se sentou no tapete onde estava ajoelhado. Estávamos todos imensamente satisfeitos e era só o início da noite.