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Juras de amor! Diante a moral.

Um conto erótico de Clecio
Categoria: Heterossexual
Contém 1568 palavras
Data: 01/09/2026 19:55:23

Juras de amor! Diante a moral.

Parte 4

Após seguirmos rumo as entregas, todas com horário marcado, repousei minha mão sobre sua perna grossa. Minha mãe me encara, tentou ficar séria, mas eu notei ela estar gostando.

Ela me disse tentando segurar o ânimo.

-Tira á mão daí garoto, cadê o respeito ? Esqueceu quem eu sou?

Após escutar o "sermão" aperto mais ainda antes de soltar.

Digo, te amo e ela diz que também me ama. Ficamos conversando sobre outras coisas, só para não ficarmos no silêncio.

Meu membro já estava duro, a tempos não sentia um clima de sacanagem.

Minha mãe me confessa que fazia tempo que não curtia um banho de açude! Desde sua juventude.

A perguntei se ela iria comigo e ela disse que sim.

Mas já estava de noite! Como só teríamos nós em casa. Meu pai havia ido pescar ( pela primeira vez) a gente estranhou, é claro.

Então, como estávamos em estrada rural, fomos em direção ao açude, mesmo a noite. Nenhum de nós tinha levado roupas de banho!

Durante o caminho, vou passando a mão em seu corpo, como se ele já fosse meu.

Mamãe só me olhava, nada dizia, com aquele sorriso sem mostrar os dentes, somente contente em ganhar carícias.

Chegamos até o limite onde o carro pode ir. Desci do carro, o sol já se foi, fui no carona e abrir a porta...

Minha mãe desceu, com seu chinelo rosa havaianas, pés 35, 155cm de altura, e sua bunda imensa e uma cintura fina.

Mesmo na penumbra da noite, deu para notar seu atributo. Dei uma bela secada, enquanto ela me olhava, percebendo que ainda é desejada.

Nossos olhos se encontram, um sorriso aparece, afim, damos sentido ao rumo do açude...

Nos juntamos a luz da noite, tiramos nossas roupas sem pressa. Quando retornei os olhos para Andreia, minha pupila dilatou, no mesmo instante... mamãe desce também a sua calcinha, que até esbarra em sua bunda com dificuldade para descer.

Mamãe sorrir e diz, não quero molhar minha roupa.

Ela coloca suas roupas em cima das minhas, não conseguíamos enxergar a nudez um do outro e vamos rumo a água fria. Entramos com dificuldade, tive um choque térmico ligeiro, já que meu corpo se esquentou durante o clima de sacanagem... entramos no rio, até o busto da minha mae e ficamos naquele limite, mamãe me olha nos olhos e diz!

-Porquê me olha desse jeito?

Você é a minha melhor amiga! Nao faz mal, faz ?

-A mamãe nao sabe, meu amor! Mas você me faz sentir uma menina.

-É estranho, não deveria fazer isso. Por mais que vivo longe do seu pai, um casamento exige respeito.

Mas estamos sem roupa aqui, mãe, não lembra?

Vou me aproximando, toco suas mãos e vou deslizando por fora do seu braço, até encontrar seu ombro, vou levando minhas mãos em seu busto e mamãe me encara mordendo os lábios e eu vou me aproximando mais, minhas mãos, vai deslizando para suas costas, em cima da bunda. Vou apertando mais, e minha mãe ja consegue sentir minha quente respiração em cima da sua testa, enquanto vou levando minha mão para cima da sua bunda com nudez, juntando a testura da água doce, com sua pele macia. Empurro meu rosto em direção ao seu olhos, onde nos encontramos mais uma vez, não digo nada e minha respiração, só aumenta.

Meu pau ja encostado em sua virilha, quente, grande e duro. Que faz Andreia se aconchegar mais, me apertando enquanto me olha. A puxo em minha direção, fazendo ela se agarrar com a perna em volta da minha cintura. Meu pau fica prensado que logo minha mãe se agonia e tenta encaixá-lo dentro da sua buceta, enquanto se queima em beijos ardentes comigo. Sua respiração, completamente sem ritmo, acelerada pela emoção, excitação. Reflete um desespero em me ter dentro dela. Meu pau é grosso e demorou a entrar, sua buceta não usada a muitos anos, se arrepende desse encontro sem hora marcada. Enquanto a água dificulta na penetração, meu pau firmemente começa a se ajeitar, dentro do seu calor, da sua felicidade, do seu momento de redescobrimento, onde surge um olhar maldoso em seu rosto angelical, de olhos verdes e cabelos loiros. Mamãe repete. - AIII, NOSSA, MEU DEUS!

Me agarrou em volta do meu pescoço, me beijou e mordeu meus lábios. Meti freneticamente, o quanto eu podia. Mamae

Gozou, eu senti sua adrenalina, acelerei e gozei dentro de mamãe. E ela retorna a gozar de novo. Foi bem rápido, intenso.

Parecia uma primeira vez! Ainda dentro de mamãe, duro, amolecendo, não me contive e a beijei novamente. Mamãe me beija mais calma, sorrir mostrando seu dentes perfeitos. Me beija novamente e faz carinho nos meus cabelos cacheados. Mais uma vez, nossos olhos se encontram, cheio de alegria, cumplicidade, e um olhar de quem quer mais, assim que meu pau começa a ficar duro, tentando entrar novamente em sua buceta. Um carro e uma moto na frente, vai passando pela estrada de terra! Onde ninguém nós vê e nem ao carro.

Essa passagem, nos serve para lembrar do alerta de onde estávamos.

Mamae e eu, encara a moto e o carro passando, para ver se eles viriam em nossa direção. Mas ninguém tomou nenhuma providência!

Ficamos inerte, quando o clima flagrante passou, a água fria começou a tirar nosso calor.

Minha respiração ainda forte, vou me ajeitando e minha mãe se solta da minha cintura, me olhando nos olhos e me chamando para ir embora.

Deixo ela indo na frente, onde consigo notar, com a visão já acostumada, sua bunda branca, um rebolado muito gostoso. Já me animo! Mas colocamos as roupas e seguimos rumo a nossa residência.

No caminho, repouso novamente minha mão sobre sua perna. E mamae me encara, sorrindente mas quieta.

Ao chegarmos em casa, nos deparamos com meu tio, com roupas de pesca, procurando por meu pai...

Mamãe fecha a cara, pergunta em tom sério e pergunta pelo meu pai, meu tio responde com sarcasmos e diz que ele estava com eles.

Mas sumiu, chegou para procurar pelo meu pai, já que deixou as coisas dele lá no acampamento.

Ficamos preocupado, mas havia entendido duas coisas, ele deveria estar com alguém, ou bem machucado por aí.

Logo minha tia, irmã do meu pai, aparece em seguida, dizendo que meu pai chegou na casa dela. Tomou um banho e saiu... não disse para onde foi, mas foi arrumado, de moto e perfumado.

Minha mãe solta um riso forçado, já sabendo do que se tratava. E foi em rumo ao banheiro, tomar um banho quente e eu fui para o quarto, ligar o computador e pensar no que aconteceu 1 hora atrás.

Me corroeu um arrependimento tão grande, que lágrimas tomaram conta das minhas bochechas rosadas, meus olhos se avermelharam, me culpando por me tornar idêntico ao meu pai, um traídor!

Minha mãe me chama do corredor, onde respondo sem olhar em direção a porta do quarto. E digo que logo compareço a cozinha!

Vou ao quintal, demoro um pouquinho, vou me banhar e repenso em tudo o que ocorreu.

Durante minha ducha, fico pensando, que merda que eu fiz?

Como vou encarar minha mãe, depois de tudo aquilo?

Termino meu banho, me seco, vou em direção a cozinha. Onde minha mãe fazia pão de queijo... mamãe me olhava nos olhos, com sorriso no rosto. Mas percebe minha voz falhar em cumprimentá-la.

-O que houve meu filho?

Mexeu a cabeça e perguntou.

-Se arrependeu de ter namorado a mamãe?

Nao se preocupe, seu pai deve estar fazendo coisa pior.

Só consigo pedir desculpas, voz baixa e nada animado.

Vou em sua direção e abraço!

Minha mãe se aconchega em mim, e no tom de brincadeira, me pergunta!

-Foi tão ruim? Eu gostei muito...

Me beijou a bochecha e o pescoço!

Não fique triste, mamãe vai querer de novo.

Dou um sorriso e aperto ainda mais ao meu abraço!

A airfryer notifica que terminou, pao de queijo! pronto. Café recém passado, tomamos na companhia um do outro sem disfarçar risos!

Logo solto a frase: eu não conseguir aproveitar. Foi muito rápido!

Mamae rir sem segurar o riso e me responde a altura.

-Da próxima vez, você segura mais.

Engraçado, você gozou primeiro.

Mamãe rir e retruca.

-Eu gostei e estava gostando, era só continuar que eu aguento. Não me lembro da última vez que me sentir desse jeito! Obrigada meu amor.

Me beijou na bochecha e me deu um selinho.

Eu rir durante o selinho e pedi mais outro.

Mamãe me dá outro selinho e pede para me arrumar para dormir.

Eu logo desanimei, fui em direção a frente da casa e fui verificar a tranca de toda as portas de acessos internos.

Fecho tudo, portão da garagem, porta do corredor, caminho até a porta do quintal e fecho também.

Vou ao banheiro, retorno ao meu quarto. O computador ainda ligado, somente na area de trabalho. Penso em inicia algum jogo mas o cansaço me vence!

Quando vou me deitar, mamãe aparece na porta.

Entra sem fazer barulho, mesmo sozinhos em casa, ela entra sem alarme, vem em minha direção, senta-se no pé da cama. E me pergunta sobre o meu choro que notou quando me chamou mais cedo no quarto.

-Eu nunca te vi chorando, hoje, foi estranho meu filho! Foi um dia bom, nao vi mal nisso, como eu posso te ajudar?

Continua...

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Comentários

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Pelo visto acabou que foi uma estratégia de ambos, até que filho conseguiu ficar com a mãe, mas aí mesmo tempo a mãe queria ficar com o filho.

Mesmo ele tendo se arrependido, ela quer continuar e isso ficou claro por isso ela foi ao quarto, só pra conversar com o filho.

Aguardando os próximos capítulos.

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A próxima parte vai ficar um pouco longa, apesar de que aconteceu bastante coisa. Tentei não deixar tão cansativa a leitura

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Fico no aguardo

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