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Pai e filho se reencontram e se tornam amantes | Capítulo 2: A surpresa

Um conto erótico de SmokeBear
Categoria: Gay
Contém 1571 palavras
Data: 09/09/2026 16:05:42

Nos vimos pouco durante aquele primeiro final de semana. Renato tinha coisas para fazer, amigos para encontrar e eu também tive alguns compromissos que me ajudaram a não pensar tanto naquela primeira noite. Aos poucos, fui esquecendo novamente de Flávio, meu ex-amante que compartilhava o fetiche do charuto comigo. A semana seguinte correu de forma tranquila. Tentamos nos encontrar para irmos juntos à academia mas, por conta do ritmo frenético do meu trabalho, acabou não dando certo.

Conseguimos jantar juntos quase todas as noites e fumamos charutos novamente em pelo menos duas delas. Conversamos a respeito de marcas e preferências. Ele tinha muita curiosidade de experimentar um Asylum, marca de Honduras muito famosa entre homens gays que tem o charuto como fetiche, e se empolgou quando comentei que eu conseguia alguns de vez em quando com amigos que viajavam com frequência para os Estados Unidos.

Na sua segunda semana em São Paulo, meu filho começou no emprego novo. Tentei tranquilizá-lo ao máximo, dizendo que daria tudo certo e que ele mandaria muito bem, com certeza. Ele me agradeceu com um sorriso tímido, enquanto eu passava a mão em seus cabelos. Antes de sair de casa, eu disse que teria uma surpresa para ele quando voltasse de seu primeiro dia. Ele me abraçou, me deu um beijo no rosto e disse: "te amo, pai!”.

Era a primeira vez que eu ouvia isso em muitos anos. Não consegui esconder minha emoção. Parece que de fato estávamos nos reconectando e de alguma forma compensando toda aquela distância, todo aquele tempo perdido. Retribuí o beijo em sua bochecha e respondi que também o amava, e muito, enquanto fazia um leve carinho em sua barba cheia e macia.

Naquela noite, fiz questão de voltar cedo para casa e preparar um jantar especial. Ele amava filé a parmegiana com batatas fritas quando era criança, esperava que isso não tivesse mudado. Renato chegou feliz e animado, tinha adorado o primeiro dia e se dado muito bem com todos do escritório — o que não foi surpresa para o paizão coruja aqui. Enquanto ele tomava banho, arrumei a mesa e abri um vinho. Servi o jantar e ele quase salivou quando viu o prato. Por um instante, aquele homem parecia um garotinho de novo! Comemos e bebemos enquanto ele me contava todos os detalhes.

— Pai, muito obrigado pela surpresa! Fiquei feliz que você se lembrou do meu prato preferido!

— Mas essa não é a surpresa — respondi rindo enquanto me levantava sob seu olhar atento, caminhava até o umidor de charutos e pegava um Asylum 13 8x80, um dos charutos de bitola mais larga — do jeito que ele gostava — da marca que ele ansiava experimentar. Os olhos do meu filho brilharam ainda mais do que quando viu o filé a parmegiana com batatas fritas.

— Olha o que eu consegui de última hora com um amigo para comemorarmos seu primeiro dia!

— Caramba, pai, não acredito! Nossa, muito obrigado! Mas você vai fumar comigo, né?, perguntou ele, enquanto levava o charuto ao nariz para sentir o aroma do tabaco.

— Sem dúvida! Eu nunca dispenso um bom Asylum, respondi enquanto pegava o cortador e o maçarico.

Deixei que ele conduzisse o ritual de acender o charuto enquanto nos sentávamos confortavelmente no sofá. Curiosamente, sem que ninguém falasse nada, desta vez os dois se sentaram um de frente para o outro, com as pernas cruzadas.

— Só tome cuidado na hora de tragar, tá? Esse charuto é bem mais forte do que os que a gente está acostumado a fumar.

Era como se eu não tivesse falado nada. Renato dava longas puxadas, baforava algumas, outras tragava, soltando a fumaça pela boca ou pelo nariz sem tirar o charuto da boca. Lembro de um momento em particular que meu filho deu pelo menos três longas tragadas seguidas antes de tirar o charuto da boca e soltar a fumaça. Como sempre, sem tossir, sem engasgar, sem dificuldade alguma. Ele me passou o charuto e, antes que eu começasse minhas tragadas, perguntei:

— Filhote, conta uma coisa pro pai… Você começou a fumar muito antes da faculdade, né? E a sua habilidade fumando charutos me faz pensar que você já faz isso há algum tempo…

Renato ficou vermelho e um pouco sem jeito. Fazia tempo que eu não o via assim. Um pouco receoso, ele me contou que fumou seus primeiros cigarros ainda na adolescência e que chegou a tentar fumar um de meus charutos na mesma época, sem muito sucesso.

— Você nunca reparou que de vez em quando sumiam uns cigarros do seu maço? — perguntou, quase abaixando a cabeça.

— Ah filho, como fumante você sabe que a gente não fica contando o tempo todo quantos cigarros têm ou não no maço, né? A não ser que você fumasse um maço inteiro por dia, eu provavelmente nunca repararia — respondi rindo e tentando deixar a conversa mais leve.

Ele então contou que começou a fumar regularmente na faculdade, de fato. A maioria de seus colegas fumava, inclusive aqueles com quem dividia apartamento. Já os charutos viraram um hábito por conta de um ex-namorado. E aí veio a revelação que me deixou um pouco chocado:

— Lembra do dia que cheguei e você perguntou se eu estava saindo com alguém, e eu comentei que tive algo com um carinha da faculdade? Talvez você tenha pensado que foi um colega de turma, mas na verdade foi um professor… E foi com ele que comecei a fumar charutos.

— Um professor?? E quantos anos ele tinha?

— Ele deve ser uns dois, três anos mais velho que você. Tinha uns 50 na época, acho. Na verdade, os poucos homens com quem me relacionei até hoje eram bem mais velhos que eu.

Eu não consegui deixar de ficar surpreso com a ironia: enquanto eu gostava de caras mais novos que eu, meu filho gostava dos mais velhos. Eu estava me sentindo confortável ouvindo suas confidências e quase me senti confiante para revelar minha bissexualidade. Porém, achei que não era a hora mais adequada. Era momento de celebrar sua conquista fumando um bom charuto juntos.

Naquela noite, porém, algo me chamou a atenção na forma como meu filhote degustava seu charuto. Eu nunca tinha reparado como ele se entregava com tanto prazer, dando tantas tragadas seguidas, fechando os olhos e reclinando a cabeça levemente para trás. Como desta vez estávamos sentados de frente um para o outro, tive uma percepção diferente e me peguei pensando: será que Renato também sentia tesão fumando? O fato de ele conhecer os charutos Asylum, sem nunca ter fumado um até então, também era curioso. Como mencionei anteriormente, era uma marca muito popular entre fetichistas. Eu não me lembro de ter conhecido um apreciador comum de charutos que a conhecesse. Confesso que pensei em olhar entre as suas pernas para notar se havia uma ereção mas naquele momento isso ainda era impraticável para mim.

— Caralho, pai, valeu a pena demais! Acho que nunca fumei um charuto tão bom!

Tal comentário me fez acreditar que minha hipótese era real. Naquele momento, eu estava tão confortável e me sentindo tão em sintonia com ele que não pensei nas consequências do que diria a seguir:

— Olha, filhote, vou te contar uma coisa: eu fico com tesão quando fumo qualquer charuto, mas o Asylum em particular me deixa doido!

Renato arregalou os olhos, como se de repente eu tivesse descoberto um segredo seu. Imediatamente, como em outras ocasiões até aquele momento, me arrependi de ter falado qualquer coisa. Contudo, ele respondeu:

— Eu também fico excitado. Que bom saber que eu não sou o único — concluiu, rindo sem jeito.

Acredito que foi aí que as coisas começaram a mudar. Saber que pai e filho compartilhavam o mesmo fetiche nos aproximou mais um pouco e, até o charuto terminar, conversamos sobre o que sentíamos quando fumávamos: o tesão, a excitação, o sentir-se um macho alfa e o quanto tragar a fumaça fazia diferença nesse contexto todo, quase como se fosse algo proibido ou condenável. Ele confessou que buscava vídeos com homens fumando charuto para bater punheta. Eu segui guardando minhas preferências por homens para uma outra conversa. Assim que apagamos o toco, imediatamente nos levantamos. Já era tarde.

— Pai, muito obrigado mais uma vez, mas eu preciso dormir. Não quero chegar atrasado no trabalho logo no segundo dia. E eu ainda preciso dar uma aliviada, se é que você me entende — disse Renato com um sorriso safado.

— Super entendo, estou na mesma situação — respondi, um pouco constrangido pelo rumo da conversa, confesso, mas principalmente feliz pela confiança e abertura do meu filho. Eu realmente estava empolgado por encontrar outras conexões. Mais do que um papo de pai e filho, aquilo era também uma conversa entre machos.

Como de praxe, ele me abraçou e me deu um beijo na bochecha, desejando boa noite. Mas, desta vez, eu senti algo rijo pressionando minha coxa. E provavelmente ele deve ter sentido o mesmo em sua barriga, já que, após o charuto e aquela conversa inesperada, meu pau estava quase estourando o calção de tão duro.

Depois de fechar as janelas e desligar as luzes, fui direto para meu quarto, tirei o calção e deitei pelado na cama, batendo uma punheta feroz que me fez chegar ao êxtase em poucos minutos. Algum tempo depois, relembrando essa noite, percebi que a velocidade do gozo em partes teve a ver com a consciência de que meu filho fazia exatamente a mesma coisa no quarto ao lado.

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Foto de perfil genéricaSmokeBearContos: 10Seguidores: 14Seguindo: 5Mensagem Urso maduro, fumante, amante de ursinhos jovens maiores de idade

Comentários

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A atomfesta dessa casa deve ter ficado tesão puto rsrsrs! Não vejo a hora desses se comerem logo. Muito bom.

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Parece que vai rolar logo, hein... 👀

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Pra que fico ansioso e empolgado! Rsrsrs.

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