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Nossa filha nossa tesão part2

Um conto erótico de Carlos
Categoria: Heterossexual
Contém 674 palavras
Data: 09/09/2026 01:10:17

Naquela sexta-feira a gente chegou esgotado. Trabalho pesado, trânsito, cabeça cheia. Tomei banho com a Ângela, abrimos o vinho e fomos para a sala. Três garrafas depois ela já estava rindo alto, solta, com aquele brilho no olho que eu conheço bem.

Bia já tinha ido se deitar. Era uma da manhã. Ela estava na nossa cama, de camisola fina, fingindo que ia assistir um filme. A gente sabia que ela escolhia aquele quarto de propósito. Depois daquela primeira noite — quando a gente se acariciou sem perceber que ela estava acordada, e ela gostou — o limite foi se deslocando. Ainda com cuidado. Ainda sem atravessar tudo de uma vez. Mas o tesão já tinha endereço.

Na sala a Ângela passou a mão na minha coxa e subiu. Meu pau já estava duro por baixo da calça. Ela se ajoelhou, puxou o tecido, tirou meu pau para fora e meteu na boca sem hesitar. Chupou fundo, molhada, gemendo em volta da cabeça. Abaixou o vestido e deixou os peitos à mostra. Uma mão no meu pau, a outra na própria buceta, se esfregando enquanto mamava.

— Tô louca pra dar o rabo — ela disse, com a boca cheia. — Quero sentar gostoso nesse pau.

Ficamos pelados no meio da sala. Ela sentou, rebolou, encaixou. Eu meti devagar no começo e depois mais fundo. A buceta dela estava quente, apertada, escorrendo. O som molhado preenchia a sala. Eu segurava a cintura dela e olhava para o corredor, sabendo exatamente quem estava no quarto.

Levantei a Ângela pela mão e fomos até lá.

Bia estava deitada, aparentemente dormindo. Mas a camisola tinha subido. A ppk dela estava à mostra, rosada, entreaberta. Um peitinho escapava da alça. A boca dela estava semiaberta. Os olhos fechados. A gente já tinha aprendido a ler aquele momento

Coloquei a Ângela de joelhos ao lado da cama. Ela voltou a me chupar a poucos centímetros da filha. Molhava, lambia, descia até o saco.

— Já pensou — ela sussurrou, olhando para mim, lambendo a cabeça do meu pau — se a Bia mamasse o papai também? Ela já mamou a mamãe também.

Olhou nos meus olhos.

— Você quer dar de mamar pra sua filha?

Olhei para a Bia. Ela continuava dormindo. Virada para a gente. Boca entreaberta. Respiração um pouco rápida demais para quem estava inconsciente.

Cheguei mais perto e passei o pau nos lábios dela. Quente. Macio. Quase entrei. Quase gozei ali mesmo, só de imaginar encher a boca da minha filha. Me contive. Recuei.

Deitei na cama com a Ângela. Virei ela de quatro, perto da Bia. Enchi o cuzinho da Ângela. Apertado, quente, ela gemia baixo para não “acordar” a menina. Eu não tirava os olhos da ppk da Bia, agora virada para nós, pernas um pouco mais abertas do que antes.

Tirei o pau do cu da Ângela e coloquei na boca dela para ela limpar. Depois falei baixo:

— Quero sentir a bucetinha da Bia.

A Ângela saiu de cima. Me posicionei entre as pernas da Bia com cuidado. Passei o pau pela fenda dela. Só encostei. Deslizei devagar. A buceta da minha filha estava quente, úmida. Ela não se mexeu. Não abriu os olhos. O suficiente.

Gemí. Mais alto do que deveria.

Chamei a Ângela. Ela se abaixou e passou a língua na fenda da Bia, bem devagar, bem rente ao meu pau. O quarto inteiro cheirava a sexo e vinho.

O tesão subiu de uma vez. Avistei.

Saí de entre as pernas dela, me posicionei ao lado, apontei o pau para a ppk da Bia e gozei. Espesso, quente, em quantidade. O leite escorreu pela fenda, molhou os lábios dela, manchou o lençol.

A Ângela olhou para aquilo e passou dois dedos, espalhando o que eu tinha deixado na filha.

Bia continuou de olhos fechados.

Mas o peito dela subia e descia rápido demais.

E a gente já sabia: naquela casa, o “dormindo” tinha virado o nosso jeito de ir um pouco mais longe — sem ainda dizer em voz alta o que todo mundo já estava sentindo.

Chama no telegran @Pefaria22

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Comentários

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Muto louco este conto, sou um coroa na casa dos 60 anos, PAN, fotógrafo eamo fazer book de casal, vamos conversar? falar de nossos desejos e trocr fotos? caso interessar me chame neste emil: euamoavida2020@gmail.com

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