**Capítulo 9**
As injeções passaram a ser diárias.
Toda manhã, às sete em ponto, Fernando entrava no quarto de Duda com a seringa já preparada. O álcool frio na nádega direita. A agulha entrando. O líquido viscoso se espalhando sob a pele quente. Depois o creme sedoso nos seios, esfregado com as mãos grandes até os mamilos ficarem brilhantes e latejantes. À noite era Laura quem aplicava o segundo creme na virilha e no pinto pequeno, a textura fria contrastando com a temperatura sempre alta da pele de Duda. Os hormônios faziam o corpo responder cada vez mais rápido. Os seios pesavam. A pele ficava mais fina. Os mamilos não secavam mais. O pinto pequeno, mole e rosado, formigava o dia inteiro dentro da calcinha de renda.
Thiago foi colocado no quarto do fundo no mesmo dia em que aceitou o emprego. Fernando trancou a porta por fora. A gaiola de castidade de aço cirúrgico foi instalada no primeiro dia. O pau enorme, ainda impressionante, ficou preso, a cabeça rosada pressionada contra o metal frio. Fernando explicou com calma:
— Três meses sem contato. Sem mão. Sem boca. Sem nada. O tratamento precisa fazer efeito de verdade. Você vai tomar as mesmas injeções. O mesmo creme. Quando a gaiola sair, a gente vê o que sobrou.
Laura visitava o quarto duas vezes por dia só para aplicar o medicamento e verificar se a pele de Thiago estava reagindo. Duda ouvia os passos no corredor e sentia uma pontada estranha de saudade. O pau que a tinha aberto até doer agora estava trancado e, aos poucos, começava a diminuir. A cadela no cio sentia falta. E odiava sentir falta.
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Luana decidiu fazer uma festa na sexta.
As mesmas amigas do começo: Marina, Beatriz e Isadora. Chegaram rindo alto, os vestidos curtos, os perfumes doces. Quando viram Duda no meio da sala — seios novos marcados sob a blusa fina, a cintura mais curva, a pele luminosa — ficaram em silêncio por três segundos longos demais.
— Meu Deus… — Marina foi a primeira a falar. — Duda?
Isadora se aproximou e tocou o braço dela, a pele quente e macia sob os dedos.
— Você… ficou linda.
Beatriz riu, mas os olhos desceram até o volume quase inexistente sob a saia.
— A gente precisa chamar o pessoal.
Os homens chegaram meia hora depois. Amigos de faculdade, alguns que Duda mal lembrava. Fernando passou pela sala, olhou o grupo e parou ao lado de Duda. A voz saiu baixa, só para ela:
— Um vale pra você. Se quiser. Mas vai me pagar em dobro depois.
Duda sentiu o pinto pequeno latejar dentro da calcinha. Assentiu.
Viktor estava no canto da sala, quieto, conversando com Fernando sobre números que ninguém mais entendia. Os dois saíram para o escritório. Quando voltaram, quinze minutos depois, o aperto de mão foi longo demais. Negócios perigosos. Duda não ouviu os detalhes. Só viu o olhar satisfeito de Fernando e o sorriso contido de Viktor.
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Luana e as amigas subiram para o quarto dela por volta da meia-noite, rindo alto, as garrafas na mão. Duda ficou na cozinha pegando água. Viktor apareceu atrás dela, o corpo magro quase tocando o dela.
— Vem.
Ele a puxou para o banheiro social do térreo. Trancou a porta. Sem beijo. Sem conversa. Abaixou a calça. O pau longo e fino já estava duro, a pele clara, a cabeça rosada úmida. Duda se virou de frente para a pia, ergueu a saia e puxou a calcinha para o lado. Viktor entrou de uma vez. O comprimento alcançou fundo. Duda mordeu o próprio braço para não gemer alto. Cada estocada fazia os seios balançarem dentro da blusa. O pinto pequeno latejava mole entre as coxas, pingando no piso frio. Viktor gozou dentro dela com um grunhido baixo, os jatos quentes enchendo o cu. Saiu devagar. A porra escorreu imediatamente pela coxa interna. Ele ajeitou a calça e saiu sem dizer nada.
Duda ficou parada, as pernas trêmulas, o vestido ainda erguido, a porra do namorado de Luana escorrendo pelo ânus. Foi nessa posição que Laura abriu a porta.
— Os médicos marcaram — disse Laura, a voz calma. — Silicone mês que vem. Plástica da cintura e da bunda na mesma semana. Você aceita?
Duda olhou para ela. A porra ainda escorria quente pela coxa. Os seios latejavam. O pinto pequeno formigava. Ela assentiu.
— Aceito.
Laura sorriu e passou o dedo pela entrada dilatada, recolhendo um pouco da porra de Viktor e levando aos lábios de Duda.
— Boa menina.
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No dia seguinte as amigas voltaram para buscar Duda. Queriam ir a um bar. Fernando deu o aval com um olhar só. No bar, um dos amigos de Marina — alto, pele negra, ombros largos, o volume marcado na calça jeans — ficou olhando Duda o tempo todo. Quando as outras foram ao banheiro, ele se aproximou.
— Você é a Duda, né? A que mudou.
Duda sentiu o corpo reagir antes da cabeça. Os mamilos endureceram. O pinto pequeno latejou. Ela estava com saudade do pau de Thiago, que já diminuía dentro da gaiola, e a fome não esperava.
Eles saíram pela porta dos fundos. No carro dele, Duda subiu no banco do passageiro e abriu a calça. O pau saiu pesado, grosso, a pele escura, as veias saltadas, a cabeça larga já brilhante. Maior do que o de Thiago no auge. Ela o envolveu com as duas mãos e ainda sobrava. Levou à boca. O gosto era forte, masculino, quente. Ele grunhiu e puxou o cabelo curto dela. Depois a virou de quatro no banco de trás. A calcinha foi puxada para o lado. O pau enorme pressionou o cu ainda sensível da noite anterior e empurrou. A queimação foi intensa. Duda gritou contra o estofado. Ele estocou fundo, as mãos grandes apertando a cintura, o suor começando a brilhar na pele negra. Cada estocada fazia os seios balançarem livres dentro da blusa. O pinto pequeno latejava e pingava no banco. O orgasmo veio rápido, violento, o cu se contraindo em volta da grossura. Ele não parou. Continuou até gozar fundo, os jatos quentes enchendo-a. Quando saiu, a porra escorreu grossa pela coxa, misturada ao suor.
Duda voltou para a casa com as pernas bambas e o cheiro de sexo impregnado na pele. Fernando e Laura estavam no sofá da sala. Laura apontou para o chão.
— De quatro.
Duda obedeceu. Fernando entrou primeiro no cu ainda cheio da porra do homem negro. Laura se ajoelhou na frente e enfiou a língua no pinto pequeno, chupando o volume mole enquanto os dedos brincavam com os mamilos úmidos. Depois trocaram. Laura usou um cintaralho grosso e penetrou Duda enquanto Fernando enfiava o pau na boca dela. Os dois orifícios preenchidos ao mesmo tempo. O suor escorria. A pele de Duda brilhava. Os seios balançavam. O pinto pequeno latejava inútil entre as coxas. Eles a usaram até gozarem — Fernando na garganta, Laura dentro do cu — e depois a deixaram deitada no tapete, o corpo inteiro latejando, a porra de três homens diferentes escorrendo pelos mesmos lugares.
No quarto do fundo, Thiago ouvia os gemidos através da parede. A gaiola de aço apertava o pau que já não era mais o mesmo. Três meses. O tratamento estava só começando.
Duda, no chão da sala, com os seios pesados, os mamilos molhados e o cu dilatado, fechou os olhos. A cadela no cio tinha sido usada o dia inteiro. E ainda assim, no fundo da cabeça, a saudade do pau que estava encolhendo dentro da gaiola continuava latejando.
