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Aventura que eu nunca imaginei mudar o enredo.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 1527 palavras
Data: 09/09/2026 00:09:40

Sou o Lionel, mas pra quem me conhece bem sou o Lion ou o Alemão. Tenho 28 anos, sou engenheiro civil formado e moro em Porto Alegre numa casa muito grande e muito bonita de dois andares, com piscina, um jardim muito legal e garagem, só que eu ainda não tenho carro. Moro sozinho, sem namorada, mas com uma queda fudida pela minha melhor amiga, a Camila, faz tempo, e o pior é que nunca resolvi essa fita. Ela tem 26 anos, faz Letras, é bonita pra caralho e parceira para qualquer bosta. De vez em quando eu levava uma gostosa pra minha casa pra fuder muito, e teve uma vez que levei duas de uma vez, nós fudemos até o amanhecer, todos muito bêbado.

Na real eu tinha convidado o Felipe pra ir pra lá mas ele deu bolo. Nós sempre fomos unha e carne, amizade de homem mesmo, de sair junto, beber até cair e falar muita besteira. Foi que alguns dias atrás ele me falou uma coisa que me deixou de boca aberta: que ele é bissexual. Era sábado, eu estava só de cueca em casa bebendo umas cervejas, fumando um beck e assistindo a um filme porno. Foi aí que o Lipe chegou e não deu tempo de vestir uma bermuda, pois a porta estava apenas encostada. Ele entrou, me olhou sorrindo e encarou direto o meu volume. Fiquei sentado pra ele não ver, mas não adiantou nada, porque ele me pediu um copo de água e eu tive que levantar da cadeira pra pegar na cozinha. Ele ficou só olhando pra mim e dando risada da minha cara, criando uma tensão no ar que durou a semana inteira.

Naquela semana, ele tava louco estudando pros finais da veterinária, trancado nos livros. Para dar uma aliviada na cabeça dele, a gente resolveu passar o fim de semana na chácara da família dele, lá no interior. Só nós três. A ideia era simples: vazar de Porto Alegre, encharcar o pé na cachaça, comer qualquer porcaria, ficar no mato e esquecer faculdade, trampo e problema. Na sexta à tarde, fomos na caminhonete dele. Ele dirigia, eu ia na frente e a Camila atrás. Não deu nem meia hora de estrada e ela começou a cantar.

— Pelo amor de Deus, Camila, fecha o bico.

— Tô nem aí.

— Tu tá me ouvindo, mulher?

— Tô.

— Deixa ela, Alemão.

— Deixar o caralho. Essa mulher vai fazer o motor do carro fundir de tanto grito.

— Vai te fuder, Lionel.

— Tá vendo? Além de cantar mal, é agressiva.

— Eu vou te acertar de novo, seu merda.

— Tenta a sorte.

Ele só ria igual a um idiota dirigindo. A viagem inteira foi nessa chinelagem, um xingando o outro, ela cantando, eu resmungando e ele tocando o foda-se. Chegamos na chácara já era noite, jogamos as nossas mochilas no chão e fomos prosear. No sábado, acordamos tarde com um sol de rachar. Depois do mate, ele inventou de andar a cavalo. Fomos no curral, selamos os bichos e fomos pro campo. Mais pra frente tinha um açude cheio de barro. A Camila parou o cavalo dela, tirou a roupa e se atirou na água. Ele foi atrás e eu entrei também pra não ficar de fora. Em cinco minutos aquilo virou uma zona, um atirando lama no outro. Foi aí que o Lipe quis bancar o espertalhão, tentou montar num cavalo arisco sem sela e o bicho deu um pinote violento. O Lipe caiu de lado no chão seco e o joelho dele começou a inchar na hora. Tivemos que carregar o cara de volta pra casa.

No outro dia de manhã, a gente tava na cozinha tentando espantar a ressaca com um mate amargo. A Camila apareceu no batente da porta, espreguiçando, com a cara amassada de sono.

— Eu e o Lipe poderíamos contratar um vocal coach pra Camila kkk.

— Hahaha, que é isso?

— É preparador vocal, guri, isso é pra quem não sabe cantar nada, kkk.

— Acho que vocês poderiam pegar esse dinheiro pra aprender alguma coisa útil.

— Vocês dois sempre assim... sabem o que significa isso? É desespero! Lionel, tu já deu essa bunda pra alguém, seu nojento?

— Eu realmente acho que isso é só uma paixão reprimida de vocês!

— Deus me defenda! Eu sei muito bem o que o Lionel tem no meio das pernas, KKK!

— Ei, Camila, é grande o negócio?

— Pelo menos o que me falaram é enorme, kkk!

— Tá, tá, vamos parar com esse assunto, porra!

A conversa virou uma discussão feia. A Camila começou a reclamar que se sentia de fora da amizade, falou que eu vivia grudado nele e que ela não conseguia conversar direito com o Lipe por minha causa. O Lipe tentou acalmar as coisas e disse que ia pro quarto dormir pra deixar a gente conversando. A Camila surtou de vez, disse que o problema era ela, me mandou tomar no cu, disse que não queria nada comigo, bateu a porta do quarto dela com força e deixou nós dois sozinhos na cozinha.

Ficamos os dois na sala, num silêncio pesado. Fiquei olhando pra ele com cara de deboche, os dois entupidos de cachaça. Cheguei perto dele no sofá e soltei a provocação. Ele tentou esquivar, disse que eu tava louco de bebida, mas eu tirei a minha camisa ali mesmo na frente dele. O Lipe travou o olho no meu corpo. Em seguida desabotoei a calça e deixei cair. Ele gaguejou, mandou eu colocar a roupa e disse pra eu ir na cozinha pegar uma cerveja. Antes dele levantar mancando, segurei o braço dele, puxei pra perto e meti um beijo bruto na boca dele. Puxei o cara pro quarto, fechei a porta e joguei ele na cama. Arranquei a roupa dele, a gente se beijou feio, se lambeu inteiro e eu desci pra boca. Engoli o pau dele até o fundo, fazendo força com a língua até ele gemer alto e gozar direto na minha boca.

Subi em cima dele sem esperar nada. Encaixei e mandei direto pra dentro. O Lipe soltou um ronco grosso e cravou os dentes no travesseiro pra não gritar.

— Caralho, Lion... vai devagar, porra...

— Tarde demais, Lipe. Agora segura o baque.

Segurei os pulsos dele contra o colchão e mantive as estocadas fundas, sem dó nenhuma. Ele puxou meu pescoço e colou os dentes na minha orelha.

— Mais forte, caralho... mete essa porra direito.

Acelerei o ritmo na hora. Não tinha vergonha nem freio entre a gente. Puxei ele de vez e virei o cara de quatro na cama. Segurei firme no quadril dele e meti fundo de novo de uma vez só. O Lipe agarrou na cabeceira, curvando as costas.

— Puta que pariu, Lion... assim tu me quebra no meio...

— Tu não queria que eu metesse direto? Então aguenta.

— Vai, não para não... soca essa porra!

Cravei os dedos nele e mantive as metidas rápidas e fundas. A gente tava suado e arfando no escuro. A cada socada ele estremecia inteiro.

— Eu vou gozar de novo, caralho!

— Espera por mim, porra...

Ele se contorceu todo, disparando jatos na cama enquanto apertava tudo em volta do meu pau. Segurei o quadril dele com força total e gozei fundo dentro dele, descarregando tudo.

No dia seguinte, acordamos destruídos de ressaca. Fui ao banheiro de cueca e mijei de porta aberta. A Camila passou no corredor, olhou pra dentro e deu um assovio.

— Vai tomar no cu, mulher!

Fui pra cozinha e ela tava lá de shortinho jeans. Logo depois o Lipe veio mancando atrás. A Camila encarou nós dois.

— Hoje à noite é diferente. O Lipe vai arrastar o colchão pro meu quarto. Cansei de ficar sozinha naquele quarto escutando vocês rirem ou gemerem. Quero companhia.

— Tu tá louca da cabeça, Camila? O cara tá com o joelho estourado e tu quer que ele ande até teu quarto? Vai se foder!

A discussão pegou fogo de novo, ela me chamou de egoísta, perguntou se eu tava com medo de dividir o meu amiguinho gay e saiu batendo a porta. O Lipe olhou pra mim e disse que precisava conversar sério sobre nós dois. Fiquei gelado achando que ele tinha transado com a Camila, mas ele riu e disse que nunca faria isso.

A tarde passou arrastada. A Camila apareceu de mala pronta dizendo que queria ir embora pra Porto Alegre de ônibus. Fui atrás dela no pátio, segurei o braço dela e chamei ela de mimada. Ela surtou, disse que odiava nós dois e se trancou no quarto de novo. De noite, apaguei as luzes e fui pro quarto. O Lipe já tava deitado no colchão no chão. Me deitei do lado dele, passei a mão no rosto dele e ele sorriu.

— Amanhã voltamos pra realidade, tá ok, Lion?!

— Foda-se a realidade, Lipe! Chega pra cá, seu louco.

A gente se abraçou de novo no escuro e a festa continuou sem barulho pra maluca não ouvir. Na manhã seguinte, juntamos as nossas coisas e voltamos pra Porto Alegre. Deixamos a Camila na sua casa, ela desceu pisando duro, e fomos direto pra casa do Lipe passar o resto do dia e a noite inteira juntos.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 158Seguidores: 294Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

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