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A menina incestuosa ep:109 - O grito de Mariana que fez o cu da prima trancar

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1043 palavras
Data: 08/09/2026 18:10:38

Meu cu trancou de um jeito que não passava nem vento.

Olhei desesperada pra cara da Mariana. Ela tava bêbada pra caralho, olhos vidrados, sorriso besta grudado no rosto. A sorte é que a Laura também tava altinha, a voz já enrolada, e pareceu não perceber nada. Continuou soltando detalhes do pau do meu tio, narrando como era sentir ele dentro, o tamanho, o jeito que enchia, como se estivesse contando receita de bolo.

Eu já tinha um assunto engatilhado pra quando ela terminasse a frase. Qualquer merda servia, desde que desvihasse o assunto. Mas a Mariana resolveu interromper o discurso com um grito:

— Igual ao do Tomtom!

E caiu pro lado rindo, como se aquilo tivesse uma graça enorme. A cama tremeu. O roupão dela abriu mais se enrolando no corpo e eu quis morrer ali mesmo.

A Laura parou. Respirou fundo. Balançou a cabeça desorganizada, olhando pro nada, contendo um arroto. Depois me olhou piscando com a voz embargada:

— Como que ela sabe como o pau do Tomtom é?

— Tá bêbada essa porra! — falei de imediato como quem dá o assunto por terminado.

Fechei o roupão da Mariana no peito dela com um puxão seco e comecei a empurrar ela pra fora da cama, sob protestos moles.

— Anda. Vai tomar um banho, que você tá falando merda.

Ela foi indo sob os meus empurrões até ficar de pé. Aí se virou, me segurou pelos braços, encostou o rosto no meu e falou querendo chorar:

— Eu falei merda, prima?

— Não. Anda, Mariana. Vai pro banho.

Empurrei ela mais um pouco na direção do banheiro, o coração batendo na garganta. Atrás de mim a Laura ainda tava na cama, quieta demais. Eu não virei pra olhar nesse momento. Se eu olhasse, ela ia ler a minha cara. E a minha cara tava gritando "sim, a gente comeu o filho do patrão".

Eu fui atrás dela tentando manter ela de pé. Mariana andava torta, um passo pra frente, dois pro lado, fazendo algum tipo de dancinha e rindo sozinha, como se o tapete fosse pista de baile. Cada vez que ela tombava, eu enganchava o braço na cintura dela e puxava de volta.

— Para de rebolar, sua doida. É só andar.

— Tô andando, prima... — ela cantarolou, a voz pastosa.

Nisso eu me virei pra ver a Laura na cama por puro impulso.

Meu Deus. Que mulher linda. Mesmo bêbada ela tinha pose, uma postura de dar inveja, o roupão escorregando num ombro, o cabelo molhado grudado no pescoço, as pernas cruzadas como se estivesse numa revista e não numa cama bagunçada bêbada, depois de uma putaria. Mas não era isso que eu fui procurar. Isso foi só a minha safadeza falando. Eu queria era ver a cara dela. Queria ler se ela tinha pescado alguma coisa.

Puta que pariu. Se essa mulher desconfia, vai dar merda.

Uma coisa que eu aprendi é que é ótimo saber os segredos dos outros. Isso não quer dizer que você tem que compartilhar os seus. Segredo tem que morrer com você, não ficar passando de boca em boca. E caralho, a gente tinha transado com o filho do tio Rubens. Ele é muito mais novo que a gente. Imagina a merda. Imagina a Laura ligando pra ele amanhã, voz mansa, "Rubens, sua sobrinha e a prima deram pro Tomtom na sua casa". Eu já via a cena. Eu já via minha mãe descendo o cinto mesmo eu sendo adulta.

A Laura me olhou de volta. Demorou um segundo a mais do que eu gostaria. Depois sorriu de canto, aquele sorriso de quem bebeu e ainda assim enxerga demais.

— Ela sempre fala merda quando bebe? — perguntou, a voz rouca.

— Sempre. — respondi rápido demais. — Mariana é assim. Inventa moda. Confunde nome, confunde gente, confunde até o próprio pé.

Mariana, no meu braço, soltou uma risadinha molhada.

— Eu não confundo pé não...

— Cala a boca e anda.

Empurrei ela mais um pouco. O banheiro tava perto e ao mesmo tempo longe pra caralho. Atrás de mim eu sentia o silêncio da Laura. Aquele tipo de silêncio que não é cansaço. É gente pensando.

:::paywall

Mal entrei no banheiro e a bêbada fez o que sempre fazia quando entrava em um ambiente fechado comigo: entrou num desespero de querer virar a chave, como se eu não fosse fazer aquilo. A tranca bateu. Ela levantou a tampa do vaso e sentou. No mesmo instante, comigo olhando pra cara dela, veio o barulhinho familiar. Ela riu alto e soltou um som com a boca:

— Chuá!

Eu tive que rir da desgraça.

— Julinha...

— Oi, Mariana. Fala.

— Eu tô sentada no vaso, né? Eu não tô mijando no chão, né?

— Não.

Pus a mão na cara sem saber se ria ou se chorava. Como eu queria poder filmar aquilo. A Mariana sentada torta, cabelo grudado na testa, perguntando se o chão tava seco enquanto o xixi fazia aquela música de fonte quebrada.

Ela levantou cambaleando e eu coloquei ela dentro do chuveiro. Fiquei com um medo enorme dela cair e bater a cabeça no vidro, então fiquei segurando ela ali, uma mão na cintura, a outra no braço, até ela melhorar um pouco. Eu sabia que dar banho em bêbado não adiantava de muita coisa. Água quente não tira a merda da cachaça, mas ela estava fedendo a buceta e champanhe. Falando assim parece cheiro bom. Não era. Tava encruado e azedo, aquele cheiro de festa que já passou da hora.

Abri o registro. A água bateu nela e ela gritou baixo, rindo de novo.

— Tá frio, prima!

— Não tá frio, você que tá mole.

A todo custo ela terminou o banho. Passou sabonete líquido inclusive no cabelo. Eu tentei falar. Ela estava chata.

— Amanhã seu cabelo vai estar uma vassoura, Mariana.

— Aí você senta em mim e a gente sai voando por aí!

Eu fechei a torneira. Enrolei ela na toalha. Ela ainda ria, os olhos fechando sozinhos. No quarto, Laura dormia sozinha com o roupão fechado de um jeito confortável, parecia uma princesa. Ela seria um problema para resolver depois.

Agora eu precisava colocar essa aqui na cama.

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