Olá, muito prazer, me chamo Caio, esse é o meu primeiro conto.
Criei esse perfil para relatar algumas experiências reais vividas por mim, experiências essas que não compartilhei com mais ninguém, mas agora estou contando a vocês de forma anônima.
Tudo começou quando me mudei para longe da minha família, para fazer faculdade de publicidade e propaganda.
Eu estava com 18 anos, 1,73 de altura e 90kg, branco, tetas (sim, tetas, não peitinhos), coxas grossas e mais de 110cm de bumbum. Junto a isso, meu pau pequenininho, com a fimose colaborando para o seu sumiço.
Junto a esse corpo feminino, a carência (pois já não me relacionava com garotas a muito tempo), o tédio e o tesão a mil de um jovem adulto, passei a me olhar diferente no espelho, de certa forma reconhecendo o meu belo bumbum e as tetas. Foi quando em um sábado a noite, entrei no chat da uol e fui parar na cam com um coroa que disse coisas que mudaram para sempre a minha vida.
Primeiro que, ele só me tratava no feminino, com agressividade de um macho dominador. Ao me ver pelado na cam disse as seguintes coisas (de forma resumida): "que puta rabuda e tetuda, olha só pra você, olha o tamanho desse rabo, um rabo desse não pode ficar sem ser usado, e essas tetas? tetas de putinha mesmo, esse pauzinho não serve pra nada, só para mijar, você nasceu mesmo é para servir macho, fazer tudo que os machos mandarem, é pra isso que você serve".
Naquela noite, aquele coroa despertou a fêmea que existia em mim, do uol fomos para o skype, e servi ele na cam por quase 1 hora. Sai da chamada e fui direto para um site de sexshop, comprei várias lingeries, roupas e fantasias femininas, tudo a mando dele. Porém, não sabia que o pior (ou melhor), estava por vir, e não era virtual.
Eu morava no primeiro andar de um prédio que tinha o formato de L, sendo que, a janela do meu quarto, dava em direção ao salão de festas do condomínio. Aquele dia devia ser umas 10h da manhã, eu havia ido para a faculdade, tinha prova, terminei e voltei para casa, logo entrei no skype para servir o coroa.
Minhas compras tinham acabado de chegar, então escolhi uma roupinha especial. Coloquei uma calcinha minúscula, somente um fiozinho no meio da minha bunda, a parte de cima era de pano, tapando minhas tetas, e por cima da calcinha, uma sainha jeans, apertando minhas coxas e mostrando a polpa da minha bunda. Assim que eu fui para a cam com o coroa... Pouco tempo depois que começamos, ele reclamou da iluminação do quarto, que estava dando reflexo da janela, pois quando fui fechar a janela tive um dos maiores sustos da minha vida.
O zelador do prédio estava fazendo uma manutenção no salão de festas e viu tudo, não só viu como estava filmando com o celular. Quando ele me viu, parou de filmar e fingiu que não havia acontecido nada, eu fechei a janela rapidamente, com o coração acelerado, dei uma desculpa qualquer para o coroa e sai do skype... Fiquei imóvel uns 10 minutos pensando no que tinha acabado de acontecer.
Será que ele viu mesmo? será que ele gravou? será que da para ver que sou eu? e agora? será que ele vai mostrar isso para alguém?
Cerca de 20 minutos depois do ocorrido, toca a campainha do meu apartamento. Eu demoro, mas tomo coragem e vou ver, quando espio no olho mágico da porta não vi ninguém, então olho para baixo e vejo um pedaço de papel colocado por de baixo da porta.
Nesse pedaço de papel estava escrito: "Sempre soube que você era viadinho, com um rabo desse tamanho e essas tetas. Eu vi tudo, estava se mostrando para alguém na internet? Eu gravei putinha, e agora você está nas minhas mãos, te espero hoje na sala de máquinas as 14h. Assinado Mauri."
Mauri era o nome do zelador, um coroa de uns 55 anos, moreno, cerca 1,90 de altura, um armário... mas que sempre era muito atencioso, prestativo e educado com todos, a única coisa que eu sabia de fora do trabalho sobre ele, era que Mauri era viúvo já a cerca de 6 anos.
Pois bem, depois de ler o papel meu coração acelerou novamente. E agora? O que vai acontecer? Será que ele gravou mesmo? Será que ele mostrou ou vai mostrar para alguém? E se eu não for, o que vai acontecer? E se eu for, o que ele vai fazer? Por que na sala de máquinas (então lembrei que não havia câmera no corredor que dava acesso a sala de máquinas, ou seja, ninguém poderia ver nas imagens que eu ou ele fomos lá), além de claro, somente ele ter as chaves dessa sala.
O tempo passou voando, as 14h estavam prestes a chegar e eu ainda não sabia se ia ou não, até que me decidi, eu vou. Então as 14h lá estava eu, vestido normalmente (como homem), batendo na sala de máquinas.
Ele abriu a porta e eu entrei. Então ele me olhou de cima a baixo e perguntou.
- Cadê a roupinha que estava usando?
Eu respondi me fazendo de bobo:
- Que roupa seu Mauri?
Ele então pegou o celular e me mostrou o vídeo (que dava pra ver tudo)
- Essa roupinha aqui, viadinho de merda, te falei que eu vi e gravei tudo
Eu fiquei sem reação, não conseguia me mexer nem falar nada.
Então ele pegou na minha nuca, de forma firme, mas carinhosa e disse:
- Vai em casa, coloca a roupinha e coloca uma roupa cumprida por cima ta entendendo? Você não é esse homenzinho que ta vestido aqui agora, você é aquela puta que estava de manhã no seu quarto.
Deu um tapa de leve no meu rosto e completou:
- Entendeu putinha?
Eu simplesmente acenei que sim com a cabeça e fui para casa, vesti a roupa novamente, coloquei uma calça de moletom e uma camiseta por cima e voltei para a sala de máquinas.
Não pensei, não hesitei, somente obedeci aquele macho, sem questionar, sem reclamar, como uma fêmea submissa deve fazer.
Quando cheguei de volta a sala, ele mandou eu tirar a roupa de cima, então eu tirei e fiquei com a roupinha que ele havia me visto no quarto.
Eu vi o seu olhar mudar, a sua expressão ficar diferente, aquele homem educado e amoro que eu conhecia não existia mais, havia sido tomado por um olhar faminto, uma atitude dominador e impiedosa, que dali em diante seria meu carrasco, me transformando na fêmea que nasci para ser.
O que aconteceu depois? Continua no próximo conto... Se vocês quiserem saber, é claro.