Esse conto relata os acontecimentos pormenores do nosso fim de semana em família. As conversas descritas aqui ocorreram quando fui explorar o terreno do sítio com meus primos, do momento em que saímos de casa, até voltarmos do rio no primeiro dia.
— Já experimentou com teu filho, Dener? — Papai indagou a seu irmão.
— Não, não, Dimas. Pelo menos não ainda. — Respondeu.
— Pois deveria! Tu não sabe a delícia que tá perdendo. — Disse meu pai rindo.
— Quem sabe nesse fim de semana eu tente?
— É sério que tu nunca colocou ele pra lamber teu cacete? — Perguntou tio Dante.
— Ou dedou o cuzinho dele enquanto ele dormia? — Completou tio Diogo.
— Ah, isso aí já, ué. Quem nunca? — Respondeu tio Dener novamente.
— Então? — Papai fez uma breve pausa. — Tu devia se jogar e se entregar ao momento.
— É, irmão, deixa o tesão falar! — Disse tio Diogo.
— Tenho certeza que o moleque também vai curtir. — Completou tio Dante.
— Vocês já fizeram alguma coisa assim com os filhos de vocês? — Ele quis saber. — O Dimas eu já sei e já vi. Também já experimentei aquele cuzinho do filho dele e fiquei viciado. Inclusive, quero de novo o quanto antes.
— Hahaha! Safado você, hein?! Fica comendo meu filho e acha que eu não tô vendo o rabinho gostoso do teu?! — Disse papai rindo novamente com os irmãos.
— Ah, então quer dizer que tu tá manjando o rabo do meu filho, Dimas? — Tio Dener questionou.
— Não só eu! O Dante e o Diogo também!
— É, já até dedei ele enquanto dormia! — Respondeu tio Dante.
— Pois então estamos quites. — Tio Diogo soltou.
— Ih, alá! Quer dizer que todo mundo já se aproveitou do filho de todo mundo? — Papai perguntou — Sim, porque eu já linguei o cuzinho dos filhos de vocês também. Ou vocês acham que só vocês iam provar do corpo do meu filho. — Disse ele rindo e todos os acompanharam.
— A gente bem que podia combinar um rodízio com eles, né? — Sugeriu tio Dener.
— Bora! — Todos concordaram.
— Vocês acham que a gente devia chamar os nossos cunhados? — Perguntou tio Diogo.
— Claro que sim! — Tio Dante concordou imediatamente — Você já viu a carinha de safado do filho do Dimas enquanto dá pra eles?!
— E o que mais me impressiona é ele aguentar aquelas toras! — Disse tio Dener.
— Pois é. Eu sei que nós temos os paus grandes e grossos, mas ali eu acho exagero. — E todos caíram na risada.
— É e ele aguenta gostando, viu! — Disse tio Diogo. Nesse momento, me senti a melhor putinha do mundo. Estava adorando ouvir aquilo!
— E vocês já viram os olhares dos meninos? Cheguei a ouvir eles cochichando e tem uns ali fazendo planos de provar também, hein! — Disse tio Dante.
— Pois então tá decidido: vamos fazer um rodízio surubal com nossos filhos e sobrinhos. Até porque, quanto mais cuzinho apertado, melhor! — Disse meu pai. Eu fui correndo contar para os meus primos. Enquanto caminhávamos eu fui falando:
— Sabiam que os nossos pais estão combinando um rodízio?
— Como assim, Theo? — Denis perguntou.
— Eles vão fazer um rodízio entre eles e os pratos somos nós! — Disse Maurício.
— Então tu já sabia, Maurício? — Bento questionou.
— Já. Eu ouvi eles conversando antes da gente sair de casa. Vi que o Theo também tava ouvindo e esperei ele puxar o assunto.
— Ah, eu não sei se eu gosto dessa ideia não! — Disse Jonas.
— Tu já experimentou dar o cu alguma vez, primo? — Perguntou Samuel.
— Nunca experimentei, mas acho que não é uma sensação boa. — Ele retrucou.
— Então como tu vai saber se é bom sem testar? — Denis perguntou.
— Ah! — Ele deu de ombros.
— É, Jonas. — Joel concordou. — E se não fosse pelo menos bom, por que o Theo sentiria tanto prazer dando o cu?
— Que até já gozou sem tocar no pau só sentindo a pica entrar. — Completou Antônio.
— Pois é. — Marcelo concordou.
— Tu já deu o teu alguma vez, Marcelo? — Bento perguntou.
— Eu já experimentei. — Disse ele. E ouvimos perguntas como “quando” e “com quem”.
— Já dei pro Mauro numa noite que nossos pais saíram e ele tava sendo mamado pelo Maurício.
— Fala aí, — disse Samuel — foder com o irmão é uma delícia, né?
— No começo foi uma sensação esquisita. Primeiro, porque eu nunca tinha dado o cu. Só chupei a pica deles algumas vezes no banho, ou quando fomos dormir. Segundo, porque era meu irmão, né?
— É verdade. — Concordou Joel. — No começo, a gente fica até sem entender direito como pode sentir tanto tesão em alguém sangue do nosso sangue.
— Pois é, — ele retomou — mas o Mauro já tinha experiência em comer cu. Ele me contou que já tentou comer o cu da namorada algumas vezes, mas ela não aguentou. Então, eu deixei ele me ensinar e...
— E aí? Foi bom? Como foi? Conta! — Interrompeu Bento.
— Espera, primo, deixa ele terminar de falar! — Eu falei.
— E aí que foi uma delícia! — Disse ele por fim. — Repeti algumas vezes pra ter certeza, mas concluí que gosto de dar o cu e de foder cu também.
— Então tu é o que o pessoal chama de versátil, primo. — Eu disse.
— É isso mesmo! E nesses últimos dias, a gente tem fodido bastante, né meninos? — Ele falou se dirigindo aos irmãos, que concordaram com sua fala.
— Viu, Jonas? Não precisa ter medo. É só relaxar e se entregar ao prazer. — Disse eu.
— Exatamente, não tem segredo. No início dá uma sensação de desconforto, mas é só até o cu se acostumar com o pau. Depois, é só relaxar e gozar. — Denis disse e todos riram. Nesse momento, todos sabiam que nossos primos do sítio testaram o prazer de sentir uma piroca entrando por trás e despejando o leite dentro.
— Minha dúvida agora é de como tu aguenta levar pica por tanto tempo, Theo? — Perguntou Denis.
— E ainda mais sendo só cacete grande e grosso de adulto. — Disse Bento.
— Bom, eu preciso confessar a vocês que tenho algumas técnicas. — Eu falei rindo e todos me acompanharam. Então, fui explicar a eles a importância de estar limpo por dentro, porque um pau entrando no rabo pode trazer surpresas desagradáveis, ainda mais se for uma piroca grandona. Expliquei que quando a gente muda o foco da atenção, fica fácil aguentar picas enormes socando fundo até o talo, como os nossos pais. Dei exemplos de como eu fazia para me manter firme na foda, como massagear o saco e o pau enquanto a madeira está entrando, bater punheta de leve, beliscar os mamilos... Passei todos os macetes que eu utilizava e testava.
Contei qual era a sensação de receber uma gozada dentro do cu durante a foda, que dava uma sensação de leve dormência e que o corpo se encarrega de expulsar aquele líquido. Falei sobre como eu gostava de chupar pica e beber o esperma durante a ejaculação, e os convidei para fazermos uma sessão de degustação de gozo, igual fiz com meus primos do sítio. Todos aceitaram a ideia, com a premissa de que precisamos testar algo antes de ter certeza se é bom ou não.
— E depois, Theo? — Perguntou Jonas já interessado.
— Depois de dar o cu? — Questionei.
— Sim? — Disse ele.
— Depois, é só sentar no vaso e fazer um pouquinho de força. Lembra que eu falei que quando o pau tiver entrando é pra fazer uma leve força como se fosse soltar pum?
— Lembro sim.
— Pois então. Depois que sentar no vaso ou até no banho mesmo, pode fazer a mesma forcinha que o gozo sai todo. Aí é só lavar com sabonete neutro e passar um pouquinho de pomada. Foi assim que papai me ensinou.
— Ele te ensinou a cuidar do cuzinho arrombado de foda? — Perguntou Bento.
— Ensinou, sim. Toda vez que ele me fode, é esse o ritual pós-banho.
— Que legal! — Exclamou Denis.
— E com que idade o tio Dimas estourou o teu cabaço, primo? — Mauro perguntou.
— Quando eu tinha entre cinco e seis anos, eu morria de curiosidade de saber por que o pau dele ficava duro daquele jeito quando ele me dava banho. Então, um dia, eu pedi com jeitinho e ele deixou eu ensaboar aquele imenso cacete.
— É imenso mesmo, a gente viu! — Disse Antônio.
— Pois é. Eu ensaboei, enxaguei e ele me pediu pra pôr a boca quando ele mandasse. De repente, começou a bater punheta bem rápido enquanto socava a ponta dos dedos no meu cuzinho ensaboado. Me mandou pôr a boca no pau dele e eu pus. Aí ele gozou e me disse pra engolir tudinho e não contar pra mamãe.
— Ah, então ele te fodeu nesse dia? — Marcelo perguntou.
— Não, não. A gente ficou nessas brincadeiras no banho até eu completar uns oito, que foi quando ele viu que eu já podia aguentar a tora dele e me comeu.
— Ah, comigo também foi nessa faixa. — Disse Joel. — Mas o pai só ficou nas brincadeiras do dedo e da língua mesmo.
— E comigo também. — Disse Antônio.
— Eu comecei igual a vocês então. — Falou Samuel.
— Então eu acho que os nossos tios se combinaram pra começarem igual com vocês todos, hein! — Concluiu Jonas.
— Eu não julgo! Quem resiste um rabinho desse? — Disse Mauro dando uma palmada na bunda de Denis. Todos riram e meu primo falou:
— Bem que meu pai dizia que uma hora ele não ia resistir mais e ia arregaçar meu cuzinho na pica. — Todos riram novamente.
Então chegamos ao rio, onde aconteceu o meu relato do conto anterior (conto 16). Na volta, eu vim conversando com meu pai, que elogiou bastante o meu desempenho sendo depósito para todos os machos da família. Ele comentou que todos ficaram muito bem impressionados em como fiquei gostoso usando calcinha e eu revelei que alguns dos meus primos também ficaram com vontade de testar.
À noite, meus primos resolveram testar se ficariam bem de calcinha. Denis foi o primeiro. A peça vermelha realçou completamente seu tom de pele. O volume marcando na frente o deixou suculento e, quando se virou, a sua bunda redonda e empinada arrancou alguns suspiros e pegadas no pau. Em seguida, veio Antônio, com suas coxas definidas e grossas, ele vestiu a mesma calcinha que Denis. A cor ficou bem vibrante no branco de sua pele e a cabeça do pau quase não coube dentro do pequeno bojo. Ao se virar, todos elogiaram como sua bunda grande e firme ficou bem realçada pelo cós e o fio no meio. Bento foi o próximo, ficando igualmente gostoso de frente e de costas. Maurício foi mais ousado, se vestiu e ficou até de quatro, abrindo bem a bunda e deixando todos de pau duro. Samuel disse que não gostou porque a pica dele não coube no bojo, era mais longa. Marcelo vestiu e se inclinou, colocando as mãos na parede próxima e abrindo as pernas. Todos aplaudiram rindo. Mauro já foi logo dizendo que adorou a sensação e mostrou seu órgão bem ereto já. Em seguida, veio Joel, que vestiu e comentou que gostou da sensação de liberdade e leveza. E por último, Jonas entrou totalmente na onda e se divertiu, além de exibir seu corpo malhado, que combinou perfeitamente com a peça. Nos divertimos muito juntos!
No dia seguinte, pela manhã, papai e nossos tios anunciaram que faríamos uma grande noite de despedida, já que no dia seguinte retornaríamos para casa. Todos se olharam com cumplicidade e papai entendeu que já sabíamos do que se tratava. Assim, fui me organizar com meus primos, repetindo o passo a passo da higienização e os auxiliando para ter certeza de que estavam limpinhos. Nossos pais conversaram com a gente e explicaram que jamais nos desrespeitariam se disséssemos “não”. Então os que ainda não tinham passado pela experiência de dar o rabo ficaram mais seguros. Eu me sentia radiante de felicidade ao perceber que todos nós tínhamos desejos em comum e que agora não havia mais medo ou vergonha de compartilharmos uns com os outros.
