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Conto 17: Criando memórias afetivas

Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 1972 palavras
Data: 08/09/2026 14:43:06

Esse conto relata os acontecimentos pormenores do nosso fim de semana em família. As conversas descritas aqui ocorreram quando fui explorar o terreno do sítio com meus primos, do momento em que saímos de casa, até voltarmos do rio no primeiro dia.

— Já experimentou com teu filho, Dener? — Papai indagou a seu irmão.

— Não, não, Dimas. Pelo menos não ainda. — Respondeu.

— Pois deveria! Tu não sabe a delícia que tá perdendo. — Disse meu pai rindo.

— Quem sabe nesse fim de semana eu tente?

— É sério que tu nunca colocou ele pra lamber teu cacete? — Perguntou tio Dante.

— Ou dedou o cuzinho dele enquanto ele dormia? — Completou tio Diogo.

— Ah, isso aí já, ué. Quem nunca? — Respondeu tio Dener novamente.

— Então? — Papai fez uma breve pausa. — Tu devia se jogar e se entregar ao momento.

— É, irmão, deixa o tesão falar! — Disse tio Diogo.

— Tenho certeza que o moleque também vai curtir. — Completou tio Dante.

— Vocês já fizeram alguma coisa assim com os filhos de vocês? — Ele quis saber. — O Dimas eu já sei e já vi. Também já experimentei aquele cuzinho do filho dele e fiquei viciado. Inclusive, quero de novo o quanto antes.

— Hahaha! Safado você, hein?! Fica comendo meu filho e acha que eu não tô vendo o rabinho gostoso do teu?! — Disse papai rindo novamente com os irmãos.

— Ah, então quer dizer que tu tá manjando o rabo do meu filho, Dimas? — Tio Dener questionou.

— Não só eu! O Dante e o Diogo também!

— É, já até dedei ele enquanto dormia! — Respondeu tio Dante.

— Pois então estamos quites. — Tio Diogo soltou.

— Ih, alá! Quer dizer que todo mundo já se aproveitou do filho de todo mundo? — Papai perguntou — Sim, porque eu já linguei o cuzinho dos filhos de vocês também. Ou vocês acham que só vocês iam provar do corpo do meu filho. — Disse ele rindo e todos os acompanharam.

— A gente bem que podia combinar um rodízio com eles, né? — Sugeriu tio Dener.

— Bora! — Todos concordaram.

— Vocês acham que a gente devia chamar os nossos cunhados? — Perguntou tio Diogo.

— Claro que sim! — Tio Dante concordou imediatamente — Você já viu a carinha de safado do filho do Dimas enquanto dá pra eles?!

— E o que mais me impressiona é ele aguentar aquelas toras! — Disse tio Dener.

— Pois é. Eu sei que nós temos os paus grandes e grossos, mas ali eu acho exagero. — E todos caíram na risada.

— É e ele aguenta gostando, viu! — Disse tio Diogo. Nesse momento, me senti a melhor putinha do mundo. Estava adorando ouvir aquilo!

— E vocês já viram os olhares dos meninos? Cheguei a ouvir eles cochichando e tem uns ali fazendo planos de provar também, hein! — Disse tio Dante.

— Pois então tá decidido: vamos fazer um rodízio surubal com nossos filhos e sobrinhos. Até porque, quanto mais cuzinho apertado, melhor! — Disse meu pai. Eu fui correndo contar para os meus primos. Enquanto caminhávamos eu fui falando:

— Sabiam que os nossos pais estão combinando um rodízio?

— Como assim, Theo? — Denis perguntou.

— Eles vão fazer um rodízio entre eles e os pratos somos nós! — Disse Maurício.

— Então tu já sabia, Maurício? — Bento questionou.

— Já. Eu ouvi eles conversando antes da gente sair de casa. Vi que o Theo também tava ouvindo e esperei ele puxar o assunto.

— Ah, eu não sei se eu gosto dessa ideia não! — Disse Jonas.

— Tu já experimentou dar o cu alguma vez, primo? — Perguntou Samuel.

— Nunca experimentei, mas acho que não é uma sensação boa. — Ele retrucou.

— Então como tu vai saber se é bom sem testar? — Denis perguntou.

— Ah! — Ele deu de ombros.

— É, Jonas. — Joel concordou. — E se não fosse pelo menos bom, por que o Theo sentiria tanto prazer dando o cu?

— Que até já gozou sem tocar no pau só sentindo a pica entrar. — Completou Antônio.

— Pois é. — Marcelo concordou.

— Tu já deu o teu alguma vez, Marcelo? — Bento perguntou.

— Eu já experimentei. — Disse ele. E ouvimos perguntas como “quando” e “com quem”.

— Já dei pro Mauro numa noite que nossos pais saíram e ele tava sendo mamado pelo Maurício.

— Fala aí, — disse Samuel — foder com o irmão é uma delícia, né?

— No começo foi uma sensação esquisita. Primeiro, porque eu nunca tinha dado o cu. Só chupei a pica deles algumas vezes no banho, ou quando fomos dormir. Segundo, porque era meu irmão, né?

— É verdade. — Concordou Joel. — No começo, a gente fica até sem entender direito como pode sentir tanto tesão em alguém sangue do nosso sangue.

— Pois é, — ele retomou — mas o Mauro já tinha experiência em comer cu. Ele me contou que já tentou comer o cu da namorada algumas vezes, mas ela não aguentou. Então, eu deixei ele me ensinar e...

— E aí? Foi bom? Como foi? Conta! — Interrompeu Bento.

— Espera, primo, deixa ele terminar de falar! — Eu falei.

— E aí que foi uma delícia! — Disse ele por fim. — Repeti algumas vezes pra ter certeza, mas concluí que gosto de dar o cu e de foder cu também.

— Então tu é o que o pessoal chama de versátil, primo. — Eu disse.

— É isso mesmo! E nesses últimos dias, a gente tem fodido bastante, né meninos? — Ele falou se dirigindo aos irmãos, que concordaram com sua fala.

— Viu, Jonas? Não precisa ter medo. É só relaxar e se entregar ao prazer. — Disse eu.

— Exatamente, não tem segredo. No início dá uma sensação de desconforto, mas é só até o cu se acostumar com o pau. Depois, é só relaxar e gozar. — Denis disse e todos riram. Nesse momento, todos sabiam que nossos primos do sítio testaram o prazer de sentir uma piroca entrando por trás e despejando o leite dentro.

— Minha dúvida agora é de como tu aguenta levar pica por tanto tempo, Theo? — Perguntou Denis.

— E ainda mais sendo só cacete grande e grosso de adulto. — Disse Bento.

— Bom, eu preciso confessar a vocês que tenho algumas técnicas. — Eu falei rindo e todos me acompanharam. Então, fui explicar a eles a importância de estar limpo por dentro, porque um pau entrando no rabo pode trazer surpresas desagradáveis, ainda mais se for uma piroca grandona. Expliquei que quando a gente muda o foco da atenção, fica fácil aguentar picas enormes socando fundo até o talo, como os nossos pais. Dei exemplos de como eu fazia para me manter firme na foda, como massagear o saco e o pau enquanto a madeira está entrando, bater punheta de leve, beliscar os mamilos... Passei todos os macetes que eu utilizava e testava.

Contei qual era a sensação de receber uma gozada dentro do cu durante a foda, que dava uma sensação de leve dormência e que o corpo se encarrega de expulsar aquele líquido. Falei sobre como eu gostava de chupar pica e beber o esperma durante a ejaculação, e os convidei para fazermos uma sessão de degustação de gozo, igual fiz com meus primos do sítio. Todos aceitaram a ideia, com a premissa de que precisamos testar algo antes de ter certeza se é bom ou não.

— E depois, Theo? — Perguntou Jonas já interessado.

— Depois de dar o cu? — Questionei.

— Sim? — Disse ele.

— Depois, é só sentar no vaso e fazer um pouquinho de força. Lembra que eu falei que quando o pau tiver entrando é pra fazer uma leve força como se fosse soltar pum?

— Lembro sim.

— Pois então. Depois que sentar no vaso ou até no banho mesmo, pode fazer a mesma forcinha que o gozo sai todo. Aí é só lavar com sabonete neutro e passar um pouquinho de pomada. Foi assim que papai me ensinou.

— Ele te ensinou a cuidar do cuzinho arrombado de foda? — Perguntou Bento.

— Ensinou, sim. Toda vez que ele me fode, é esse o ritual pós-banho.

— Que legal! — Exclamou Denis.

— E com que idade o tio Dimas estourou o teu cabaço, primo? — Mauro perguntou.

— Quando eu tinha entre cinco e seis anos, eu morria de curiosidade de saber por que o pau dele ficava duro daquele jeito quando ele me dava banho. Então, um dia, eu pedi com jeitinho e ele deixou eu ensaboar aquele imenso cacete.

— É imenso mesmo, a gente viu! — Disse Antônio.

— Pois é. Eu ensaboei, enxaguei e ele me pediu pra pôr a boca quando ele mandasse. De repente, começou a bater punheta bem rápido enquanto socava a ponta dos dedos no meu cuzinho ensaboado. Me mandou pôr a boca no pau dele e eu pus. Aí ele gozou e me disse pra engolir tudinho e não contar pra mamãe.

— Ah, então ele te fodeu nesse dia? — Marcelo perguntou.

— Não, não. A gente ficou nessas brincadeiras no banho até eu completar uns oito, que foi quando ele viu que eu já podia aguentar a tora dele e me comeu.

— Ah, comigo também foi nessa faixa. — Disse Joel. — Mas o pai só ficou nas brincadeiras do dedo e da língua mesmo.

— E comigo também. — Disse Antônio.

— Eu comecei igual a vocês então. — Falou Samuel.

— Então eu acho que os nossos tios se combinaram pra começarem igual com vocês todos, hein! — Concluiu Jonas.

— Eu não julgo! Quem resiste um rabinho desse? — Disse Mauro dando uma palmada na bunda de Denis. Todos riram e meu primo falou:

— Bem que meu pai dizia que uma hora ele não ia resistir mais e ia arregaçar meu cuzinho na pica. — Todos riram novamente.

Então chegamos ao rio, onde aconteceu o meu relato do conto anterior (conto 16). Na volta, eu vim conversando com meu pai, que elogiou bastante o meu desempenho sendo depósito para todos os machos da família. Ele comentou que todos ficaram muito bem impressionados em como fiquei gostoso usando calcinha e eu revelei que alguns dos meus primos também ficaram com vontade de testar.

À noite, meus primos resolveram testar se ficariam bem de calcinha. Denis foi o primeiro. A peça vermelha realçou completamente seu tom de pele. O volume marcando na frente o deixou suculento e, quando se virou, a sua bunda redonda e empinada arrancou alguns suspiros e pegadas no pau. Em seguida, veio Antônio, com suas coxas definidas e grossas, ele vestiu a mesma calcinha que Denis. A cor ficou bem vibrante no branco de sua pele e a cabeça do pau quase não coube dentro do pequeno bojo. Ao se virar, todos elogiaram como sua bunda grande e firme ficou bem realçada pelo cós e o fio no meio. Bento foi o próximo, ficando igualmente gostoso de frente e de costas. Maurício foi mais ousado, se vestiu e ficou até de quatro, abrindo bem a bunda e deixando todos de pau duro. Samuel disse que não gostou porque a pica dele não coube no bojo, era mais longa. Marcelo vestiu e se inclinou, colocando as mãos na parede próxima e abrindo as pernas. Todos aplaudiram rindo. Mauro já foi logo dizendo que adorou a sensação e mostrou seu órgão bem ereto já. Em seguida, veio Joel, que vestiu e comentou que gostou da sensação de liberdade e leveza. E por último, Jonas entrou totalmente na onda e se divertiu, além de exibir seu corpo malhado, que combinou perfeitamente com a peça. Nos divertimos muito juntos!

No dia seguinte, pela manhã, papai e nossos tios anunciaram que faríamos uma grande noite de despedida, já que no dia seguinte retornaríamos para casa. Todos se olharam com cumplicidade e papai entendeu que já sabíamos do que se tratava. Assim, fui me organizar com meus primos, repetindo o passo a passo da higienização e os auxiliando para ter certeza de que estavam limpinhos. Nossos pais conversaram com a gente e explicaram que jamais nos desrespeitariam se disséssemos “não”. Então os que ainda não tinham passado pela experiência de dar o rabo ficaram mais seguros. Eu me sentia radiante de felicidade ao perceber que todos nós tínhamos desejos em comum e que agora não havia mais medo ou vergonha de compartilharmos uns com os outros.

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Foto de perfil de Theo SanteTheo SanteContos: 18Seguidores: 28Seguindo: 1Mensagem X : @theosante

Comentários

Foto de perfil de Amandha CD Putinha Sul de Minas

Que tesão... eu usei calcinhas pela primeira vez numa inversão de papéis com minha esposa em 2016... foi maravilhosa a sensação... a partir daí abandonei as cuecas e até hoje uso calcinhas 24h por dia... hoje moro sozinho e em casa me visto como mulher... calcinha, sutiã, e vestido ou saia e blusinhas... com peruca... é muito bom ser fêmea... às vezes recebo visitas íntimas...rsrs adoro dormir com o cuzinho cheio...rsrs

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