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Aluna da academia

Um conto erótico de Instrutor
Categoria: Heterossexual
Contém 949 palavras
Data: 08/09/2026 12:49:13

Quinta-feira, véspera de feriado. Já estava próximo do horário de fechar a academia. A noite estava quente e abafada, e o movimento havia diminuído bastante. Naquele momento, estávamos apenas eu, o instrutor, e a recepcionista.

Antes de subir para o segundo piso, avisei a ela que ficaria lá em cima, organizando os pesos e conferindo os aparelhos, caso precisasse de mim. Ela mal levantou os olhos do celular e apenas fez um gesto distraído com a cabeça.

Subi as escadas e comecei a arrumar algumas anilhas.

Alguns instantes depois, vi alguém chegando.

Era uma aluna que eu já havia visto outras vezes. Sempre educada, cumprimentava-me quando nos cruzávamos, mas nunca tínhamos conversado muito além de um simples "boa noite".

Cumprimentei-a de volta e retomei meus afazeres.

Alguns minutos depois, ouvi uma voz manhosa me chamando:

— Professor?

Virei-me.

Era ela, posicionada no aparelho de agachamento.

Aproximei-me, sorrindo.

— Oi. Em que posso ajudar?

Ela sorriu de canto e explicou que havia aumentado a carga, pedindo ajuda para realizar o movimento com mais segurança.

— Claro.

Fiquei logo atrás dela, atento à execução.

Quando ela iniciou a descida, o aroma adocicado do seu perfume me atingiu em cheio. Seus cabelos sedosos brilhavam sob a iluminação e caíam suavemente pela nuca. Usava um top justo sem sutiã — revelando o relevo marcado de seus mamilos rígidos — e uma bermuda bem colada que desenhava com perfeição as curvas do seu bumbum.

Tentei manter a concentração no exercício e agir com profissionalismo, mas tive certeza de que ela percebeu meu olhar devorando seu corpo.

Ela realizou a primeira série sem dificuldade.

— Está tranquilo. Você consegue — falei, com a voz um pouco mais grave.

Ela sorriu, provocante.

— Então acho que posso colocar mais peso.

Aumentou a carga e posicionou-se novamente. Dessa vez, antes de começar, olhou para mim por cima do ombro e disse:

— Você pode segurar a minha cintura? Acho que vou me sentir mais segura assim.

Hesitei por um instante. Não era como eu costumava auxiliar, mas ela insistiu com um olhar irrecusável.

— Tudo bem.

Envolvi sua cintura com minhas mãos. Sua pele sob a roupa estava quente e firme. Ao sentir meu toque, ela soltou um suspiro arfante.

Durante o agachamento, a cada subida e descida, o quadril dela roçava propositalmente na minha virilha. O contato contínuo fez meu corpo reagir de imediato, deixando meu pau ereto e marcando o tecido do calção.

E ela percebeu. Em vez de se afastar, empurrou o corpo contra mim uma última vez antes de terminar.

Afastei-me rapidamente, tentando me recompor, mas ela se virou com um sorriso abertamente malicioso.

— Pelo visto, fiz o exercício direito...

O olhar dela desceu devagar até o volume rígido sob minha bermuda.

Aproximou-se sem dizer uma única palavra e me puxou pela gola, colando seus lábios nos meus.

O beijo começou faminto, com nossas línguas se entrelaçando sem pudor. Sem pedir licença, ela desceu a mão com firmeza e agarrou meu pau por cima do tecido, apertando a ereção com gana.

Abracei sua cintura com força, trazendo-a para colar totalmente no meu corpo. Olhei rapidamente para o vão das escadas.

— Aqui não... — murmurei entre beijos.

Ela sorriu sacana. Guiei-a para um canto reservado da sala, atrás dos aparelhos, sem visão para as escadas.

Sem hesitar, ela se ajoelhou à minha frente, puxou minha bermuda e cueca para baixo e abocanhou meu pau ereto. A sensação da boca quente e úmida me envolvendo até o fundo me fez arfar forte. Ela mamava com vontade, fazendo barulho de sucção enquanto usava uma das mãos para massagear meus testículos. Tive que segurar a parede para não gozar ali mesmo.

Ela se levantou, me puxou para um beijo melado com o gosto do meu próprio pré-gozo e subiu o top, libertando os seios fartos e duros. Suguei um dos bicos com sede enquanto minha mão descia para a sua bermuda, puxando-a para o lado até encontrar sua buceta.

Estava ensopada, fervendo e pulsando. Quando enfiei dois dedos na sua buceta, ela soltou um gemido alto, cobrindo a própria boca para não ecoar na academia.

Ela se deitou de costas em um banco de supino, abrindo as pernas. Ajoelhei-me entre suas coxas e afundei minha língua na sua buceta melada, lambendo seu clitóris com movimentos rápidos. O corpo dela estremeceu inteiro, os quadris empurrando contra minha boca.

Não dava mais para esperar. Me levantei, alinhei meu pau na entrada molhada e meti de uma vez. Ela soltou um ganido agudo e cravou as unhas nas minhas costas.

A buceta dela apertava meu pau como uma luva quente. Comecei a socar forte, mantendo um ritmo cadenciado e fundo. A cada estocada, o som dos nossos corpos se chocando e os suspiros contidos dela tomavam conta do canto escuro. Segurei suas pernas para cima e afundei o mais fundo que pude, ouvindo-a sussurrar palavras sujas no meu ouvido.

A intensidade do movimento nos levou ao limite em poucos minutos. Senti a buceta dela pulsar em um espasmo violento de orgasmo e, ao ver a cara de prazer dela, não segurei: gozei fundo dentro dela, preenchendo-a enquanto dava as últimas socadas lentas.

Permanecemos colados por alguns segundos, ouvindo apenas a respiração descompassada um do outro.

Afastei-me devagar e ela se recompos. Ajustou a bermuda, arrumou o top e passou as mãos pelos cabelos desalinhados.

Olhou para mim, sorriu e deu-me um último beijo estalado, dizendo com a maior naturalidade do mundo:

— Adorei o treino. E a ajuda também.

Virou-se e desceu as escadas com um rebolado calmo.

Fiquei ali parado por alguns segundos, tentando reordenar os pensamentos. Enquanto observava o final do corredor vazio, só consegui pensar em uma coisa:

Aquela definitivamente não seria uma quinta-feira que eu esqueceria tão cedo.

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