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Intencionalmente sem Querer - A Trilha - 9

Um conto erótico de Tiago
Categoria: Grupal
Contém 2940 palavras
Data: 08/09/2026 10:21:32

Acordei na manhã seguinte com sol pela primeira vez desde que chegamos. Dava pra ver os fiapos de poeira dançando nos feixes de luz das janelas. O calor da claridade encheu a sala.

Um braço estava jogado no meu peito. Quando levantei a cabeça, a forma adormecida da Marina visitou meus olhos. A cabeça dela no meu ombro. Um sorriso pacífico no rosto macio. Os dois estávamos vestidos. Como? Não sei. Não lembro muita coisa depois da primeira rodada da noite. Mas com o álcool e o sexo sem freio, acho que a gente não foi muito além.

Comecei a me levantar, a cabeça latejando de novo. No segundo em que tentei me afastar, a Marina me segurou mais forte.

— Nãããoo — gemeu, meio dormindo — Só mais um pouquinho.

— Marina — falei baixo no ouvido dela — A gente tem que levantar. Minha mãe não pode nos ver assim.

— Por que não? — disse, os olhos ainda fechados.

— Porque a gente ainda é primo.

Um sorriso grande esticou no rosto dela enquanto me apertava ainda mais.

— Marina… — comecei.

— Tá bom, tá bom. — Folgou o aperto e eu saí devagar do emaranhado. Tinham jogado cobertor por cima de todo mundo enquanto dormíamos abraçados num nó gigante. Sacudi a cabeça e cambaleei até a cozinha, pronto pro ritual da manhã.

— Bom dia, amante — ronronou a tia, soprando a xícara de café fumegante. Usava um roupão azul folgado. O nó na frente balançava com a ameaça de se desfazer. Ela sorriu pra mim.

— Bom dia, tia Clara — respondi. Fui até o café e servi o meu. Os dois parados ali. Absorvendo a luz da janela da cozinha que nem um par de gatos preguiçosos.

— Espero que você não se importe — disse a Clara.

— Importar com o quê?

— De ter vestido vocês. Achei que seria uma boa ideia, caso a Joana descesse antes de todo mundo acordar. Não é a melhor coisa do mundo ela ver todo mundo pelado… você sabe. — Ergueu uma sobrancelha. — Ainda não.

— Valeu, eu acho — eu disse. Tomei um gole longo.

— Então, você pensou? — a tia perguntou.

— Pensei no quê? — perguntei, a cabeça uma névoa.

— Você sabe. Sobre ontem à noite. — Incluiu a cabeça. — Você… e a sua mãe.

— Ah. — Comecei. — Bem, não tive muito tempo, mas… — Tomei um gole fundo e longo.

— Mas? — Ela deu aquele sorriso safado.

— Ainda não tenho certeza. Eu sei que é errado, mas uma parte de mim quer exatamente por isso.

— E você deveria — ela disse. — Sua mãe é uma mulher muito atraente. É em forma, muito extrovertida, e, pela experiência, posso dizer que ela é bem putinha na cama — falou, piscando.

Sacudi a cabeça.

— Isso também deve correr no sangue da família — afirmei. Ela riu baixo.

Tomou o último gole, largou a xícara e veio até mim. O nó do roupão se abriu, deixando uma faixa de pele exposta no meio. Percorri com os olhos o caminho da pele: o pescoço, o vão dos peitos, a barriga, e depois o monte peludo.

Ela veio direto, pressionando o corpo no meu. Uma das minhas mãos quase roçou o sexo dela. Dava pra sentir o calor irradiando nos nós dos dedos.

Incluiu perto do meu ouvido.

— Eu sei que ela te quer — sussurrou, guiando minha mão a cobrir a buceta dela — Eu já a vi te olhando quando você não percebe. Eu sei como ela age quando esconde o que sente. Eu sei quando ela com tá tesão e é assim que ela fica perto de você.

Pressionou meu dedo médio, forçando a entrar nas dobras quentes.

— Se você foder a sua mãe... eu fodo o meu filho. — Ronronou no meu ouvido.

Na hora, visões do Jorge e da Clara flasharam na cabeça. Meu primo e minha tia, mãe e filho, transando ao meu lado e da minha mãe. Não sei por quê, mas esses pensamentos começaram a me pegar. A Clara percebeu: a outra mão passou a acariciar meu pau crescendo por cima da calça de moletom.

— Até lá, você não leva mais um pedaço de mim. — Provocou, se afastando. Amarrou o roupão devagar quando passos se ouviram em cima.

Momentos depois, minha mãe entrou cambaleando na cozinha, uma mão na cabeça, gemendo a dor da ressaca. Apontou pra cafeteira.

— Tem?

A tia Clara serviu uma xícara nova enquanto a mãe se sentava. Meus pensamentos não largavam as palavras que a tia tinha soprado no meu ouvido instantes antes. Minha mãe tinha sentimentos por mim? Nem a pau.

Olhei pra ela sentada à mesa, franzindo os lábios pra soprar o café. Por algum motivo, eu não conseguia olhar pra ela como sempre. Antes, eu só via a minha mãe. Agora eu via uma mulher. Uma mulher que me criou, e a vida inteira eu fui cego pra beleza dela. Eu sabia que ela era linda, verdade; mas nunca tinha absorvido isso em mim. Nunca tinha caído nisso. Não sei o que era, mas agora… eu… isso é tão errado.

Tentei fechar os olhos pra me sacudir, mas toda vez que abria, ela estava ali. Sorvendo o gole quente. Tinha acabado de acordar, mas ainda carregava aquele esplendor capaz de cortar o fôlego. O cabelo um pouco embolado, alguns fios caindo no rosto. Os olhos incríveis. Brilhando, focados em…

PORRA! Minha mãe estava encarando a ereção marcando o moletom. Quando caralhos isso aconteceu?

Os olhos dela grudaram na minha virilha enquanto a tia olhava nós dois. Olhando como uma verdadeira vouyeur. Ergueu uma sobrancelha, sorriso torto.

De repente a mãe olhou pra cima e pegou meu olhar. Sabia que tinha sido pega. Os dois rostos coraram e ela desviou.

— Então — começou a tia Clara — Parece que vai ser um dia lindo. Que tal a gente sair pra aproveitar?

— Por mim, ótimo — eu disse, ansioso pra mudar de assunto.

— Eu também — minha mãe falou, olhando pra outro lado.

— Então eu acordo os outros — a Clara disse, saindo da cozinha.

Logo todo mundo estava de pé e o café da manhã servido. Mais uma refeição boa, conversa boa. Decidimos fazer uma trilha pra aproveitar o dia. Tinha um caminho não muito longe, pela beira do lago, que subia o morro até uma cachoeira. Trilha pesada; umas duas horas ida e volta. Meia hora depois do café, estávamos prontos.

Começamos a andar pela margem do lago. Mãe e Clara na frente, conversando. O Jorge atrás delas com a Jana. O Eduardo com a Marina em seguida. A Sara atrás da Marina, e eu atrás dela. Fazia tanto tempo que a gente não pisava naquela trilha que parecia uma viagem no tempo. Eu corria nela pra cima e pra baixo nas festas de família na chácara quando era moleque. Eu conhecia cada degrau, mas isso foi há tanto tempo. Agora, com a erosão do tempo e a falta de manutenção, era difícil reconhecer.

O dia estava lindo pra caralho. O céu, um azul que a gente quase tinha esquecido que existia. Os pássaros voando e cantando. A gente andava da luz pras sombras dos pinheiros. De vez em quando topávamos um trecho em que o caminho tinha virado uma poça de lama por causa da tempestade. A maior parte já secava, mas alguns ainda atrapalhavam. A gente passou, mas não sem sujar a roupa de barro.

Não consegui deixar de notar a Sara caminhando na minha frente. Usava uma minissaia jeans que não atrapalhava em nada a caminhada. O que ela fazia era me deixar olhar as pernas enquanto ela subia a trilha. As panturrilhas no formato perfeito. De vez em quando um passo me cumprimentava expondo a coxa mais do que o normal. Em horas assim, eu não tinha problema nenhum em ir atrás.

Logo nos vimos num ombro do morro, numa área de pedras enormes saindo do chão, estavamos há menos de vinte minutos da cachoeira, apesar de tudo, estavamos fazendo bom tempo de trilha.

Aí a Sara olhou pra trás. Foi só um relance por cima do ombro, mas eu vi alguma coisa no olho dela. Deu mais um passo e caiu. Um grito escapou enquanto ela agarrava o tornozelo.

— Sara! — veio da nossa mãe, correndo. — Amor! Que foi?

— Tropecei naquela pedra idiota — choramingou. — UGH! Acho que torci!

— Ai, Sara! — minha mãe disse, com aquele olhar preocupado.

A Sara olhou pra mim. — Tiago, você não teria uma faixa aí, né? — perguntou. Eu tinha, claro. Costume de escoteiro.

— Tenho! — falei, revirando a mochila.

— Olha, o resto de vocês segue — a Sara disse pros outros. — Não falta muito, e é bem melhor descansar lá do que aqui nessas pedras.

— Nem pensar, Sara. A gente volta — a mãe disse.

— Mãe, eu tô bem. A gente já veio até aqui. Além disso, o Tiago me enrola numa faixa num instante.

Olhou pra mim. — Né, Tiago?

Tinha aquele olhar. Na hora duvidei que tivesse alguma coisa errada no pé.

Olhei pra minha mãe.

— …É. Eu resolvo. Por que vocês não vão na frente?

— Vai, Joana — a Clara entrou. — O Tiago sabe o que tá fazendo. — Começou a puxar a mãe de volta pra trilha. Ela ia cedendo devagar.

Olhou pra trás pra gente.

— Tá. Vocês dois se apressam, combinado?

— Combinado, mãe — a Sara gritou. Momentos depois, elas sumiram de vista.

Eu estava ajoelhado sobre ela quando ela se virou pra mim. Com uma piscadela, se levantou e saiu correndo da trilha, pro meio do mato.

— Anda! A gente não tem muito tempo! — gritou de volta.

O que que deu na Sara? Peguei as coisas e corri atrás. Quando alcancei, a Sara tinha parado num campinho gramado. Encostada num tronco caído, me esperando.

— Já era hora — riu de canto. Veio até mim e caiu de joelhos. As mãos subiram, pegaram o zíper e começaram a abrir.

— Eu queria isso a manhã inteira — disse, libertando meu pau. Segurou a base e engoliu o negócio inteiro. Começou a subir e descer a cabeça, me lubrificando com saliva. Soltou e começou a lamber. Meu pau acordando devagar.

— Então, irmãozão — começou, a mão subindo e descendo no pau que endurecia. — Quer foder a sua irmãzinha bem aqui no mato? Minha buceta já tá escorrendo por você.

Com a mão livre, começou a puxar a saia pra cima. Não tinha se dado ao trabalho de pôr calcinha. A xota encharcada apareceu, brilhando na luz do sol. Eu tava duro que nem pedra.

— Caralho, Sara! — eu disse. — Minha irmãzinha tarada. Eu nunca teria adivinhado.

Ela riu enquanto eu me deitava na grama. Passou a perna por cima e desceu até a minha virilha. Senti a umidade debaixo da saia enquanto eu forçava o pau pra ficar apontando pra cima.

— Você quer, né? — provocou. — Ah, o pobrezinho…

Alcancei e a empurrei pra baixo, o pau arando direto pra dentro. Um gemido saiu dos dois e se misturou com os sons da floresta. Ela começou a cavalgar. Agarrando o pau com os músculos da vagina. Apertando.

— Ah, SIM! — gritou a Sara, subindo e descendo. — Ah, Tiago! Uhn… DEUS, eu amo isso!

Éramos um par de bicho. Eu não tirava os olhos dela. Minha irmã com tesão empalada no meu pau. Ela se jogava contra mim, tentando ir mais fundo a cada vez. Os dentes cerrados. O cabelo solto e voando.

Desceu de novo, segurou e me agarrou pelo cabelo.

— Tá gostando? — perguntou por entre os dentes.

— Você tá fodendo a sua irmã, Tiago. Ah, porra!

Me fode, irmão. Mete nessa sua putinha tarada. Aaaah, issooo! — Balançou o quadril no meu. Rodando contra o meu pau.

De repente me levantei, pra surpresa dela, e a joguei pra fora.

— Se você se acha puta — eu disse — fica de quatro.

Tão rápido quanto falei, ela obedeceu. Peguei a saia e segurei sobre os quadris. A bunda me esperando. Coloquei a ponta do pau na entrada de novo e empurrei o quadril pra frente.

— AAAHHHH! — gritou a Sara quando comecei a meter de quatro. — Ah, Tiago! Isso, seu safado gostoso! Me fode! Me fode mais forte.

Comecei a enfiar nela como se estivesse procurando petróleo. Cada vez mais forte.

— MAIS FORTE! PORRA! MAIS RÁPIDO!!! AH, SIM, ME DÁ! — ela gritou. Meu pau um borrão saindo e entrando na buceta. As bolas batendo no clitóris. Peguei as nádegas e abri. Olhando pra baixo, eu me via metendo na minha irmã. E logo acima, o cuzinho pequeno se abrindo e piscando pra mim.

Lambi o dedão e encostei naquele pequeno botão rosa que estava piscando pra mim. Com um ofego dela, enfiei até o nó.

— MEU DEUS! — ela gritou. — Porra! Tá… — Comecei a enfiar e tirar. Dedando devagar o cu da minha irmãzinha enquanto o pau trabalhava na sua buceta.

— Tiago, eu quero seu pau no meu cu! Enfia no meu cu agora! — CARALHO!

Numa última estocada, puxei o pau latejando da sua buceta. Na hora a mão dela foi pra lá e entrou com dois dedos. Eu, enquanto isso, coloquei a cabeça do pau no buraco franzido. Ela abriu mais as pernas enquanto eu me erguia, pronto pra acabar com as preguinhas da minha irmã e provavelmente tirar sua virgindade anal no meio do mato com nossa mãe a poucos metros de distância.

— Faz! — ela grunhiu. Empurrei o pau escorregadio no ânus. Só uns centímetros entraram. Puxei e tentei de novo. Um pouco mais. Saímos, e de novo pra dentro. Centímetro por centímetro, fui trabalhando todo o comprimento do meu pau no cuzinho apertado da minha irmã. Logo eu estava metendo devagar no cu.

— Ah, Sara! Seu cu é apertado e quente pra caralho! — gemí.

— UHN! — ela gemeu quando eu acelerei. Atacava a buceta com fúria, a boca aberta caçando ar. Eu sabia que ela tava perto. Alcancei, peguei um punhado de cabelo e puxei.

— AH! — gritou de prazer enquanto eu metia no canal apertado. — MEU DEUS! EU… TOU GOZAAAAANDOOO!! TOU GOZANDO! PORRA, TOU GOZANDO! TO GOZANDO DANDO O CU PRO MEU IRMÃÃOOOOOOO... — Gritava sem parar enquanto o corpo tremia contra o meu. Senti o meu chegar e bombeei jato atrás de jato no cu dela.

Os corpos tremeram no orgasmo compartilhado. As respirações longas e pesadas.

— A gente precisa transformar isso em ritual diário — a Sara disse, se desconectando de mim. Alcancei atrás, nas costas.

— Cristo! Não vou conseguir sentar por uma semana — ela disse rindo.

Não deu pra evitar de rir enquanto eu enfiava o pau de volta na calça. A gente se limpou o melhor que deu e eu enfaixei o pé da Sara (de mentira). Corremos de volta pra trilha e avançamos tentando recuperar o tempo.

Chegamos em pouco mais de quinze minutos. Perto da última curva, tivemos que diminuir. Quer dizer, se a Sara tivesse torcido o tornozelo, não estaria correndo. Quando encontramos todo mundo, estavam espalhados no riachinho abaixo da cachoeira de uns seis metros. A água vinha mais forte que o normal, o que era esperado.

Estava todo mundo, menos o Jorge e o Eduardo. Quando nos viram, minha mãe veio correndo.

— Aí estão vocês dois. Eu já tava começando a me preocupar — disse. — Deixa eu ver esse tornozelo agora.

— Tá bem, mãe — começou a Sara. — Se tirar a faixa, só vai piorar.

— Tá bom. Mas por que demorou tanto? O Jorge e o Eduardo saíram há um tempinho pra procurar vocês, ver se podiam ajudar.

— Estranho — eu disse. — A gente não viu eles. — Devem ter passado quando a gente estava…

— Nossa, Tiago! — minha mãe de repente olhou meu ombro. — Que que é isso na sua camisa?

Alcancei e tirei uns fios de capim. Puxando a manga, vi que as costas estavam cobertas de mancha de grama. Não vi essa chegando.

— Não sei — menti. — Pode ser musgo de ter encostado numa pedra. Quem sabe?

Um olhar desconfiado foi jogado pra mim e pra Sara. Minha irmã só desviou.

— Lá vêm eles! — a Sara disse, olhando a trilha.

De fato, Jorge e Eduardo subiam. Sorriso no rosto e cada um com um graveto de caminhada.

— Tiago! — o Jorge. — Aí está você. Quando vocês chegaram? — Tinha um risinho preso no rosto.

— Acabamos de chegar. Ouvi que vocês dois foram nos procurar. Como a gente não se cruzou? — perguntei, torcendo pra eles pegarem a isca.

— Ah, isso provavelmente foi culpa minha — o Eduardo disse. — Eu precisei mijar e insistí que o Jorge me mostrasse um lugar bom. Não é uma boa ideia mijar em urtiga, né? — Riu.

— É. Bem — começou o Jorge — água passada. Parece que é um pouco depois das onze, então por que a gente não aproveita essa vista aqui, hein?

E a gente aproveitou. Ficamos mais de uma hora. Ninguém entrou na água. Estava fria demais, e a correnteza pesada demais com o volume extra. Marina e Jana se divertiram conversando, com os pés pingando na água fria. Eu, Jorge, Sara e Eduardo comemos o lanche que preparamos no alto da queda. Clara e minha mãe conversavam, se recordando das memórias que aquele lugar trazia.

Logo voltamos para o sítio. Entramos cambaleando, exaustos da trilha. Nós, os mais novos, desabamos no sofá em várias posições, enquanto Clara e Joana entravam prontas pra conquistar o mundo.

— Ai, coitados — a Clara começou. — Vocês não cansaram com esse passeiozinho, né?

— Deixa eles, Clara — a mãe defendeu. — Eles não tão mais acostumados com atividade física.

Aposta.

— É verdade. Foi a primeira vez que saíram desde que chegaram. Ficaram presos aqui nesses últimos dias, então imagino por que tão cansados — a Clara disse, com um risinho.

— HA-HA-HA — a Marina riu sarcástica, o rosto enterrado numa almofada.

— Olha, por que vocês não tiram um cochilo, tá? — a Joana começou. — A gente se vira com o jantar.

Quem ainda estava acordado conseguiu gemer (principalmente Marina, Jana e eu). As duas subiram.

O que eu só viria a saber depois é que, enquanto dormíamos, Joana e Clara foram se arrumar.

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