Trabalhei por quatro dias com dor e ardência em meu cuzinho... Parecia que eu havia montado em um cavalo por dias seguidos, e de certa forma era isso né?...kkk. Os dias se passaram, eu cuidei muito do inchaço e ferimentos, até que eles já estivessem bem melhores, eu até já conseguia ir ao banheiro sem chorar de dor.
Estava chegando o dia de eu ir embora, pois já havia feito todas análises e todos os relatórios que meu cliente me solicitara. Mas pensei comigo, já que estou aqui e dificilmente voltarei vou aproveitar mais. Pedi a empresa que eu precisaria ficar mais uns três dias por lá e eles aceitaram.
Bom... eu precisava saber se aguentaria tudo aquilo de novo e para isso pensei em fazer um test drive, ou melhor um TREINO para o meu cuzinho. Meu macho estava em uma obra grande em outra cidade, pois nos falávamos todos os dias. Eu fiz meus trabalhos pela manhã e disse que na parte da tarde estaria analisando os dados e preenchendo os relatórios, coisas que já estavam prontas. Com a tarde livre, logo no horário do almoço deixei o carro no hotel e fui ao cinema onde tudo começou. Já fui preparado com KY no bolso, camisinhas e ousei em vestir uma calcinha que eu havia comprado para isso. Ao entrar novamente tive a mesma sensação de medo. Mas fui. Quando meus olhos se acostumaram com a escuridão pude notar que o recinto estava mais cheio que o da ultima vez. Haviam vários pares se pegando, e uma movimentação em um canto. Fui até lá e ao chegar havia um casal onde o marido coordenava uma fila de homens para foderem sua mulher, uma gordinha com peitos grandes e cara de assustada. Haviam uns 5 ou 6 homens nesta fila todos com cara de predador. Fiquei ali assistindo ela ser comida de todos os jeitos. Quando me distrai com o filme da tela comecei a ouvir umas risadas do outro lado. Olhei e vi algo que despertou meu interesse: dois jovens com no máximo 18/19 anos magrinhos e com tesão explodindo olhando aquela moça ser currada. Me aproximei deles e perguntei: Vão lá? Um deles disse que sim o outro disse que não pois não queria se expor tanto e estava com pena dela. O mais afoito já se posicionou na fila enquanto o outro ficou ao meu lado. Eu fui ao seu ouvido e disse: se quiser sair daqui podemos ir a um lugar mais reservado, e eu posso te ajudar a se aliviar. Ele me olhou com os olhos brilhando e fez que sim com a cabeça. Ele era um rapaz branco alto e bem magrinho, eu o conduzi ao banheiro e o puxei pela mão para um reservado. Ele estava completamente assustado. Me lembrei de quando eu estive ali pela primeira vez, então resolvi acalma-lo e disse: Vamos devagar... Se quiser te chupo primeiro e depois deixo você me comer, mas tem que ter calma tá? Disse isso bem perto de seu ouvido e já fiquei bem próximo a sua boca. Ele entendeu e me beijou. Eu adorei aquilo, estava conduzindo o jogo. Fui com minha mão e saquei seu pau para fora, e para minha surpresa era o que eu queria, um pau médio pequeno, fino e comprido. Pensei é isso! Já me sentei no vaso e comecei o boquete. Ele se contorcia a cada movimento meu. Ao lamber seu saco e explorar a zona abaixo dele o garoto chegou a gemer alto. Vi que estava maluco e prestes a esporrar. Subi olhei em seus olhos e disse: vem... me fode gostoso. Me virei abaixei as calças e quando ele viu a calcinha se empolgou me dando bons tapas na bunda. Eles estalavam e faziam barulho. Eu ri e pedi que ele parasse... Ele se posicionou puxou a calcinha para o lado e posicionou seu pau já encapado na minha olhota. E em um movimento só me penetrou. Eu senti meu cuzinho engolir cada milímetro daquele pau. A dorzinha misturada com o tesão era boa demais. E ele ali feliz e com um tesão louco metendo em mim. Foram poucas bombadas, mas bem intensas e ele disse: vou gozar.... me apertando com muita força, na clássica posição de passar seus braços por baixo dos meus e empurrar a virilha para frente querendo me furar. Eu deixei que ele saboreasse tudo. O menino estava quase infartando. Saiu de mim deixando a camisinha em meu rabo. Eu me sentei a puxei para fora e olhei a quantidade de porra depositada ali, era muita, por isso eu me levantei e pedi a ele: faz tempo que não fode? Ele me disse que foi sua primeira vez “de verdade”... eu ri por ter tirado o cabacinho dele. O beijei e me despedi dele conduzindo-o para fora do reservado. Fiquei ali, me limpei, sai e me lavei e ao sair vi que ainda estavam fodendo a casadinha gorda. Ele me viu, sorriu e ate me deu tchau com a mão. Eu fui para o hotel, desta vez andando normal, sem mancar e quase sem dor apenas com aquela sensação de ter dado prazer a um homem.
Ao me deitar pensei que eu estava ficando bom nisso... ri sozinho e mandei uma mensagem ao meu macho dizendo que daqui a dois dias eu teria a manha toda só para ele.
Aguardem o próximo conto com a sequencia bem inusitada deste cinema...