Essa história começa em uma festinha que ia rolar na cidade em que eu estava morando por conta da faculdade. A cidade, cheia de universitários, era bem movimentada à noite pelos boêmios, cheia de bares e festinhas. Essa que eu fui era um paredão de funk, tava a fim de dançar bastante e aprontar. Era sexta a noite, eu usava uma saia dourada com lantejoulas, minúscula, mal cobria a polpa da bunda, usava uma calcinha branca fio dental e um top, com glitter na parte acima dos meus seios, fazendo meu peito brilhar, maquiagem com um belo blush, rímel e batom vermelho e um salto alto. Não levava bolsa nem telefone, tinha saído pra farra e não tinha hora pra voltar, então avisava pros meus pais que ia passar o final de semana "estudando" e eles geralmente não me ligavam, então eu ficava despreocupada e saia sem pensar em nada nessa época mais irresponsável da minha vida kkkkk.
E lá estava eu, com esse lookzinho de piranha assumida, com as mãozinhas segurando em um ferro (calma, ainda não era esse ferro... por enquanto), basicamente tinham umas grades de ferro de proteção em frente ao palco onde o DJ se apresentava e maioria do público estava, mas também tinham uns carros ao redor tocando outras músicas. Mas não era só eu, tinha uma fila de meninas sapecas lado a lado, segurando no ferro com as mãos, com a bunda empinada, rebolando ao som de funks pesadões, enquanto atrás da gente era um oceano de tarados brigando pelo seu lugar pra sarrar suas picas duras na nossa bunda kkkkk.
Eu me divertia bastante, mal olhava pra trás pra ver qual o safado que me encoxava, mas eles tiravam bem mais que uma casquinha. Nessas festas, "dançar" é bem mais ficar rebolando a bunda enquanto um tarado te segura pelo quadril e esfrega a virilha em você. Tinham alguns mais ousados que seguravam as rolas por cima da roupa pra esfregar na minha xota fracamente protegida por um fio minúsculo de pano da calcinha. Eles também falavam muita putaria no nosso ouvido, principalmente quando as luzes aumentavam e eles percebiam que podiam ver minha xana e meu cuzinho pelo fio dental. Então ouvia muitos elogios de "nossa, como você é cachorra", "eita, novinha, se tu tivesse vindo pelada tava mais vestida", "tá doidinha pra aprontar, né safada? Essa bucetinha já tá pingando". Eu sempre respondia olhando pra trás e dando risada, já tava tontinha pela bebida. Tinha chupado dois safados que me chamaram mais cedo pra aprontar. Aproveitei que tinha um terreno baldio ao lado, que não era difícil de entrar, mas infelizmente só tinha chupado mesmo, os dois gozaram no boquete e não passou disso, eu até achei que ia, mas como eles não tiveram iniciativa, não insisti kkkkkk, mas já estava ali colecionando uma fama de piranha, mesmo sem ninguém me conhecer, porque alguns tinham visto minha movimentação entrando no terreno e até ouvi alguns comentários de umas meninas quando passei.
Então, com todos esses detalhes, meu fogo estava lá em cima, eu tava doidinha pra uma aventura e já vinha sondando candidatos pra me ajudar nessa missão. Resolvi sair um pouco da pista pra ir ao banheiro pegar outra bebida, tinha resolvido que ia embora depois pra continuar minha noite de uma forma mais adulta... (Sim, mais adulta que estar seminua com um cara segurando a rola e esfregando-a contra a minha buceta, além de ter mamado dois caras no terreno baldio, aquilo era pouco pra mim por enquanto kkkkk). Foi aí que conheci a Maria Júlia, sentada ao meu lado, enquanto eu bebia meu drink, olhando para as possibilidades da noite. Ela se sentou ao meu lado e começamos a conversar, falando sobre como a festa tava divertida, nos apresentamos, falamos de onde a gente vinha e nosso curso, descobri que ela também morava por ali numa casa alugada, até que ela soltou a frase mágica:
- Mas só ficava do lado dos negões hein? parece até que tava de olho nos africanos (essa faculdade tinha um programa de intercâmbio pra alunos africanos, então 90% dos alunos negros ali eram estrangeiros, por isso ela se referia a eles assim, era comum).
- Tava mesmo, mas parece que você também, não saía de lá, até recusou dançar com aquele menino que não era negão, eu vi hein! hahaha
- Nossa, você também prefere negão? Eu achei bem suspeito quando te vi saindo com aqueles dois. Pensei que pudessem ser amigos, mas tava muito estranho kkkk...
- Você viu!? Sim haha, eu fui com eles naquele terreno que tem ali (apontando pro local). Você não me viu entrar lá?
- Vi não hahaha, mas que safadinha hein? Aprontou bastante?
- Aprontei sim, mas bastante? Não, só uma mamada de amigos... kkkkk.
- Hahaha, bem que suspeitei, até porque você voltou bem rápido.
- Mas e você? Gosta de negão também? Eu prefiro, mas achei que você estivesse só me zoando porque tinha me visto sair com eles.
- Não! Eu adoro também! Só fico com negão! Hoje também já aprontei... depois de conto kkkk.
- Sério? Que maravilha!
Ficamos lá às duas, bem soltinhas pela bebida, falando alto e dando risada sem se importar com as pessoas ouvindo nossa conversa depravada, contamos as coisas que já tínhamos aprontando relacionado a sexo interracial, sobre quantos caras tínhamos transado, quantos ao mesmo tempo, qual posição, o que tínhamos vontade de fazer que ainda não tínhamos tentado, quais negões eram os mais gostosos da festa, enfim, papo de menina kkkkk, mas com essa troca de experiência acabamos ficando amigas, com nossos fortes interesses em comum, até fiquei lá por mais tempo do que eu planejara, tinha me esquecido do meu objetivo inicial ao ir ali, mas minha nova bestie me lembrou, sempre muito ousada e cheia de ideias:
- Ei, agora que eu já sei que nós somos duas putinhas que adoram uma rola preta, que tal a gente achar uns amiguinhos pra levar pra casa? Pode ser pra minha.
- Nossa, eu tava pensando nisso também! Vamos!
- Alguma sugestão?
Eu olhei pra pista, vendo as opções. O mais fácil seria encontrar uma dupla de amigos ou um grupinho, então achei o que parecia ser a escolha ideal, um trio de negões encostados perto de um carro. Eles eram malhadinhos, 2 deles sem camisa, um deles com uma camisa branca polo bem ajustada ao corpo, eles estavam de calção curto, preto, acima do joelho, e tênis. Eu achei um deles particularmente muito lindo, dreads longos formando um rabo de cavalo, bem forte e definido, parecia ter mais de 1,85, mais alto que os outros. Fiquei até babando nele por um momento, que a safadinha da minha nova amiga percebeu e tirou onda, mas também ficou interessada e gostou da minha escolha. Então tínhamos o alvo, agora era só chegar.
Fomos até eles e foi bem fácil, minha amiga nova tinha 0 escrúpulos e chegou bem descarada. Basicamente, nós andamos até eles e ela nos apresentou, eles também se apresentaram, então descobri que o alto bonitão que nós estávamos mais interessadas e um dos outros dois rapazes eram brasileiros. O terceiro era um estudante de intercâmbio de São Tomé e príncipe, mas não lembro os nomes deles. Minha amiga então falou:
- Eu e a Luana precisamos da ajuda de vocês, podem nos ajudar?
Eles concordaram em ajudar e perguntaram o que era. Ela então basicamente levantou a saia, mostrando a xota sem calcinha, botando os dedos dos lados da sua buceta e dizendo com uma voz de piranha bem manhosa:
- A gente tem duas bucetinhas pingando e nenhuma rola africana dentro delas, será que vocês podem resolver?
Eles riram e botaram o braço ao redor do nosso ombro, chamando a gente pra sair dali. Acho que dar risada foi a forma deles de lidar com o choque de alguém tão sem-vergonha agindo assim no meio de uma festa, porque até eu fiquei chocada kkkkk, minha reação inicial foi olhar pros lados e verificar se alguém tinha visto, pois apesar de eu também ser sem-vergonha, era mais fácil pra se soltar ali no escurinho do que nessa parte que era mais iluminada e pública, tinha algumas mesas com pessoas sentadas bebendo e até casais com filho, então era a parte mais "conservadora" da festa, das pessoas comportadas. Até descobri depois que ela tinha feito isso pra se exibir pra mim, pois tinha gostado de ter me conhecido e de termos o mesmo fetiche, eu era a primeira pessoa com esse interesse em comum, então ela queria se mostrar, mesmo sendo tão tímida quanto eu pra aprontar assim em público. Mas independente disso, funcionou, que é o que importa. Tínhamos nosso grupo de "voluntários", entramos no carro com eles e fomos embora dali.
A putaria já começou no carro, eu e ela no banco de trás, nós duas no colo de um negão, acariciando suas rolas por cima do calção e beijando suas bocas. Eu beijava meu macho e chupava sua língua, ela mordia o lábio do outro. Meu negão me mordia na orelha, o dela chupava um peito, enquanto segurava o outro com a mão. Eu tirei o pau do meu e comecei a punhetá-lo, ela fazia o mesmo, cuspia na mão e ficava torturando a cabecinha do pau dele com sua mãozinha lubrificada. Então era uma sinfonia de gemidos naquele carro que tocava mais alto que o som. O coitado que dirigia (exatamente o de dread), ficava tirando onda e lamentando não estar participando, brincando que os outros iam ter que aprender a dirigir porque não era justo só ele sofrer assim. Também ficava apontando o que fazíamos e fazendo comentários safados, tipo "eita sua safada, eu to vendo tu pegando no pau dele viu!". A gente dava risada como quem era pego no flagra, já que a gente mal conhecia os rapazes ali, mas não parávamos, continuava a putaria de olhos fechados como se não tivesse mais ninguém ali, apesar de que a situação toda era bem excitante e nos estimulava a nos soltarmos mais.
Mas, depois de um tempinho, chegamos na casa dela, que ela tinha sinalizado onde era pro rapaz que dirigia, então era hora de evoluir mais as coisas com mais espaço e móveis pra auxiliar. Descemos no carro e entramos na casa, era um apartamento de 2 quartos, dessas estilo kitnet padronizadas, que ficava acima de uma loja de parafusos que cobria metade do quarteirão. Subimos a escada lateral, abrimos a porta e eu sussurrei no ouvido dela pra gente cuidar do que tinha dirigido, como compensação, ela concordou. Então ao entrar, mandamos ele vir pra nossa frente, empurramos ele no sofá e ficamos de joelho na frente dele, puxamos seu calção e cueca até deixar ele pelado e atacamos a rola que nos esperava já meia bomba e melada, mostrando que o safado tinha aproveitado o showzinho. Começamos a chupar a cabeça do pau, com nossos lábios se tocando, envolvíamos o pau dele em um beijo e íamos mexendo pra cima e pra baixo, babando bastante. Era incrível nossa coordenação, como se a gente tivesse feito aquilo mais vezes, mas conhecendo aquela putinha, provavelmente só tinha visto os mesmos pornôs que eu kkkk, eu e ela somos duas gooners ninfomaníacas viciadas em pornografia interracial, então não duvido.
Depois de babar e revezar entre quem mamava e quem chupava as bolas, resolvemos que a dívida estava paga e chamamos os outros dois pra participar. eles formaram um círculo ao nosso redor, tiraram as rolas pra fora e começamos a trabalhar pra ter 3 picas bem duras pra gente se divertir. A gente chupava um e em conjunto íamos masturbando o que sobrava, depois revezávamos. Eu tentava engolir a rola inteira e engasgava bastante, ela gostava muito de focar nas bolas enquanto massageava a cabeça. De vez em quando, ao girar pra nos posicionarmos melhor, nós nos beijávamos, dividindo bastante saliva, inclusive eu soltava (deixava correr, sem cuspir) a minha saliva pra boca dela, ela brincava com minha saliva e devolvia pra minha boca junto com a dela, cuspiamos na nossa mão o bolo das salivas misturadas e espalhávamos nas rolas deles, deixando-as muito babadas, que chegava a escorrer pro chão e formar uma poça abaixo deles. Nós os chupamos por bem mais de 20 minutos, sem esquecer uma única parte das rolas pretas.
Então eles nos botaram no sofá, começaram a foder nossas bocas. Um deles que estava sobrando veio e botou minha calcinha de lado (praticamente não precisava, ela não cobria nada mesmo, mas okay) e começou a chupar minha bucetinha, me dedava com os 3 dedos do meio, até chegou a enfiar um dedo no meu cuzinho. Enquanto isso eu e minha amiga putinha sofriamos pra aguentar as roladas no fundo da garganta, engasgávamos bastante e saía lágrimas dos nossos olhos, mas claro que a gente adorava. Quando não aguentava mais eu batia na bunda do que fodia minha boca, que me deixava respirar. Essa brincadeira durou mais um tempinho e o safado que chupava minha buceta e enfiava o dedo no meu cu, mudou de lugar pra meter na boca da minha amiga, enquanto o que fodia a boca dela foi chupar sua buceta, esfregando bastante seu clitóris e também a fodendo com os dedos.
Pra começar pra valer tiramos a roupa, eu fiquei só de calcinha e ela sequer usava uma. Fomos pro quarto dela, que não tinha cama, mas tinha um colchão enorme que ficava no chão, era bem limpo inclusive. E o colchão ficava em cima de uma manta, pra não ficar direto no chão. Fomos pro colchão e ficamos de 4, abrindo nossas bundas e piscamos nossos cuzinhos pras feras, convidando pra vir nos devorar. Um deles veio e enfiou a cara na minha bunda, lambendo meu rabo e dando tapas e arranhões nas nádegas. Um dos outros dois já queria aproveitar as novinhas putas que se ofereciam pra eles e encapou uma camisinha no pau, começou a socar na buceta dela. O terceiro foi esperto e se deitou entre nós duas, que naturalmente nos voltamos pra dividir a rola dele em uma sessão de mamada, continuando os beijos e brincadeira com a saliva, babando ainda mais o pau dele.
O preto atrás de mim também foi se posicionando pra meter e enquanto botava a camisinha, me perguntou: "você quer que eu meta onde, novinha?", claramente em um tom de brincadeira, esfregando a cabeça do pau desde o meio da minha bunda até minha buceta, mas como eu não arrego, pedi logo pra ele meter no meu cu.
- No cuzinho? Sério?
- Isso, negão, fode meu cuzinho rosinha de patricinha loira... - falei, com a voz mais meiga e mimada de patricinha (que nunca fui kkk) que eu consegui fingir na hora, falando bem como uma menininha inocente, tática que eu uso pra provocar, mas que sempre me fode no final com a fúria que eles vêm pra cima de mim... (literalmente kkkk).
Ele então encaixou a pica na entrada do meu rabo, pra comemoração dos outros que incentivavam.
- É isso aí, fode o cu dessa piranha!
- Bota no cu dela, porra! Ela tá pedindo!
- Tem certeza, novinha? Não vai arregar, hein!
Eu respondi a pergunta dele forçando meu cu contra seu pau. Comecei a mover pra frente e pra trás, dando bundadas nas coxas dele kkkkkkkk e falando "Assim, negão?".
Ele me segurou pelos quadris e começou a socar no meu rabo, que ainda estava se adaptando com sua rola dura.
- Isso mesmo, caralho! É assim que eu meto no seu cu!
- Isso, vai! Me fode!
- Essas meninas são muito putas kkkkk - um deles falava, o que metia vara na xota da minha amiga, enquanto puxava o cabelo dela.
- A gente é puta de negão! Só pra quem é preto gostoso que nem vocês! - Ela dizia.
- Então geme na minha rola, putinha de negão!
- Isssso!!! - Ela gemia ao comando dele - bate na minha cara, safado!
- Toma! - e plaft, ele batia. O meu negão também começou a bater na minha cara, me perguntando se a gente gostava de apanhar mesmo.
- Sim! pode bater na cara e na nossa bunda! Deixa elas bem vermelhinhas!
- Então toma, piranha - e plaft no meu rabo! seguido por tapas na cara dela e na minha. Os três iam se revezando, dando tapas, o que a gente chupava segurava nosso rosto e batia, revezando os lados, era o que tinha o melhor angulo pra bater e dava os tapas mais fortes, nos agradecíamos e incentivamos, pelo transe e tesão do sexo, cada uma puxando os limites da outra e pedindo mais um tapa, ou arranhão, ou mordida, que servia como incentivo pros outros dois fazerem a mesma coisa. Se uma levava um tapa na cara, a outra levava na bunda, uma tomava mordida no ombro, a outra um chupão no pescoço, então mesmo sem interagirmos diretamente, era um sexo em conjunto com todos participando.
Inclusive, quando fomos revezar, já estando estabelecido que o que uma fizesse a outra também topava fazer, o que se ajeitou atrás dela já foi falando:
- Agora é essa aqui que vai tomar no cu.
Óbvio que ela não recusou, pedindo pica no cuzinho enquanto abria a bunda e convidava a safada com seu buraquinho piscando pra ser invadido. Mas mesmo sendo a vez dela, o que estava sendo chupado veio pra trás de mim e resolveu que eu tinha que prestar solidariedade pra sessão de curra que ela ia levar e resolveu que o meu cuzinho também não ia ter descanso, já se posicionando atrás com a piroca me cutucando o rabo. Eu também não reclamei e abri a bunda pra facilitar. Os dois começaram a socar enquanto iam pegando o ritmo e nossos rabos se acostumando aos volumes. Já tinha ficado claro que um deles ia ficar sobrando e vir pra nossa frente pra ser mamado, mas esse ficou de joelhos e foi revezando entre foder bocas e chupar nossos peitos.
Então gemíamos como dava com uma rola revezando nossas bocas, enquanto as duas levavam vara no cu. O som das nossas bundas sendo espancadas pelas virilhas que traziam a rola que nos fodia, aquele som de bater palmas ecoando no quarto. Essa sessão de foda foi mais silenciosa porque nossas bocas eram fodidas, mas igualmente continuavam os comentários, zoações, xingamentos, tapas, nós duas incentivando a putaria pedindo por mais, pedindo por tapas, pedindo pra eles arrombarem nosso cu, pra meter mais forte, pra dar mais arranhões e mordidas, pedindo por tapas também nos peitos e o safado que nos dava de mamas aproveitava e roçava os dentes nos nossos mamilos e chupava nossos peitos com muita força, deixando-os bem vermelhos.
Com a putaria rolando solta e bem envolvida nas sensações, nem percebi, mas a putinha do meu lado já tinha mudado de posição. Estava no frango assado, as pernas envolvendo um dos pretos pirocudos pela cintura, que metia sem pena no seu cu, ele segurava as pernas dela aberta e eu via sua bucetinha sendo deslocada pelo volume grosso da rola que entrava em sua bunda. Por cima dela, o outro alimentava sua boca com carne negra, tirava o pau e botava as bolas pra ela chupar. Era lindo ver aquilo ao vivo e eu ficava mais atiçada ainda, então gozei só dando o cu, que foi motivo de comemoração dos rapazes.
- Eita, que safada! Gozou pelo cu, né sua piranha!
- Caralho, essa aí gosta de dar o rabo.
- E ela me apertou com o cu com tanta força que eu achei que ia arrancar kkkkkk
- Ela gostou do pau do negão no cu, né safada?
- Sim, adorei! Adoro levar no cu!
- Então fode mais o cu dessa puta, faz ela convulsionar kkkkk
- Isso, me foder até acabar comigo, seus pretos safados!
- Então toma, piranha!
E eu tomava mais rola, tomei até ficar caída de cansaço e o negão sair de trás, mas o outro veio em seguida, mas dessa vez fodendo minha buceta. Caiu por cima de mim me deixando meio deitada na cama, mas com a bunda empinada. Ele botou o braço ao redor do meu pescoço e atolava sua rola com violência na minha xota, com mais força do que velocidade, arrancando gritinhos de "A-A-A, Fo-De Min-ha Xo-ta", cada sílaba saindo separada com os cortes pela falta de ar, pois toda vez que ele estocava com força, também me asfixiava cortando minha respiração. A putinha do meu lado também tinha trocado de parceiro e levava agora na buceta, enquanto pedia pra ele meter mais forte e dar tapas na sua cara. Nós estávamos possuídas pelo tesão, gemendo alto e pedindo mais.
- Isso, isso, vai, vai, vai, fode essa putinha, me arregaça toda! quero ficar toda assadinha de levar pica! vai negão,Vaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii! - ela gemia e incentivava seu comedor.
- Toma, porra, toma meu pau! De quem é essa buceta, caralho?
Ela respondia, mas em vez de falar o nome dele, dizia:
- Essa buceta é de negão gostoso! Essa bucetinha é só pra preto! - O que arrancava risos dos meninos e levava o assunto de volta pros temas interraciais.
- Então toma minha rola africana, sua puta!
- Isso, me dá essa rola de negão! fode minha buceta seu preto desgraçado!
- Toma, putinha branca de negão!
- Isso, somos duas putinhas de negão!
- Isssssoooo amiga! A gente adora rola africana! Mete essa vara preta bem forte na minha bucetinha rosa! - eu complementava. Eles se animavam com os comentários e nos fodiam mais ainda, alternando entre meter rápido ou meter forte. E então meter rápido e forte, nos segurando contra eles e metendo com toda a velocidade que conseguiam. Sério, eles metiam tanto que o colchão afundava no chão e voltava com seus cotovelos forçando pra baixo e subindo com o movimento de vai e vem.
Depois disso, os meninos resolveram ir por baixo, nós nos sentamos no colo de cada um que estava deitado e encaixamos a pica deles na nossa buceta, o terceiro ficou revezando entre nossas bundas, que era a parte mais intensa da foda, levar esse dp. Porque eles nos fodiam bem, revezando entre a gente cavalgar e eles nos segurarem e meterem, mas a hora da dp era quando os dois negões caprichavam e metiam o mais forte e rápido que podiam. Então a sensação das duas rolas deslizando dentro da gente era de enlouquecer, mal conseguíamos falar, só gemer ou gritar. Eles particularmente adoravam quando a gente perdia o controle só ficávamos caídas levando vara e soltando um "AaAaaaAaaaAaaAh!" com o ritmo intenso da dupla penetração. Eles também revezaram entre ser o terceiro que vinha por trás pra fazer o rodízio entre foder o cu de cada uma. Cada sessão de dp era acompanhado dos 3 xingando e degradando a putinha que levava as duas varas, mas a esse ponto estávamos acabadas, mal interagíamos pelo cansaço, o colchão já era só duas marcas gigantes de suor. Eles também suavam bastante, seus cabelos pingando e as gotas escorrendo pelo peito. Nem sabia por quanto tinha rolado, só que tinha sido bastante e que meus buracos foram usados até o limite.
Então, naquele ponto, todos já tinham nos fodido mais de uma vez, levamos bastante pica a noite toda. Estávamos descabeladas e vermelhas, tínhamos gozado algumas vezes, em orgasmos explosivos, minhas pernas tremiam de fraqueza. Os meninos estavam chegando no limite e anunciaram que iriam gozar. A putinha da minha amiga deu a ideia de irmos pro banheiro, sabia que vinha alguma coisa interessante. Ela disse que era nossa vez das duas trabalharem ao mesmo tempo, o que eu não entendi de cara, achei que íamos chupar o mesmo pau ao mesmo tempo, mas eu logo entendi quando ela perguntou se eu queria ir pela frente ou por trás. Então uma de nós ia dar um beijo grego enquanto a outra ia chupar e receber o bukkake de esperma, o que eu adorei. Como uma das duas ia manter o esperma na boca, não tinha como revezar entre quem ia em qual posição, então eu escolhi ir por trás.
Eles adoraram a ideia e o primeiro veio, ficando entre a gente. Eu me posicionei atrás dele, abri sua bunda e comecei a lamber. Passava a língua ao redor e ia aproximando, até lamber a beiradinha do seu buraco. Então comecei a atiçar dando cutucadas com a ponta da língua, até começar de verdade a lamber e beijar seu cu. Ele parecia estar adorando o tratamento das escravas brancas para o rei africano que ficava entre nós duas. Gemia sem ter vergonha e elogiava a mamada dela e minhas linguadas no seu rabo. A safadinha focava em chupar a cabeça da rola enquanto massageava o corpo do pau com uma mão e as bolas com a outra. Continuamos até que ele urrou feito um monstro e gozou na boca dela. Senti as contrações também na sua bunda, que tinha sido invadida pela minha língua. Ele saiu e veio o segundo, continuamos o tratamento digno de um rei chupando seu pau e lambendo seu rego sem ter vergonha, até que todos terminaram e encheram a boca dela de porra. Eu fui em direção a ela e nos engalfinhamos em um beijo apaixonado (realmente estava morrendo de paixão por aquela putinha que já tinha se tornado minha melhor amiga depois de toda aquela putaria kkkk, ela era exatamente igual a mim na maioria das coisas, mas diferente o bastante pra termos coisas que podíamos apresentar uma à outra e manter nossa amizade interessante, até hoje somos muito amigas). Nos beijamos bastante e brincamos com o leitinho que eles tinham nos alimentado, passando de uma boca pra outra, onde uma de nós ficava com a boca aberta embaixo e a outra devagarzinho ia deixando a porra cair. Fizemos isso bastante enquanto recebíamos os elogios/xingamentos dos meninos que incentivavam. Até que dividimos o esperma entre nossas bocas e cada uma engoliu uma parte, mostrando nossas bocas abertas como prova de que tínhamos engolido tudo, pro aplauso dos meninos.
A putaria tinha sido incrível, mas ainda tinha espaço pra mais, era minha vez de fazer uma sugestão e como uma pessoa responsável, lembrei pros presentes que é muito importante fazer xixi depois de transar, apontando para nós duas e lembrando os meninos que eles tinham dois urinóis ali se precisassem se aliviar. Eles entenderam o recado, a putinha do meu lado adorou e fomos pra baixo do chuveiro, os negões apontaram suas rolas e dispararam uma chuva de urina em cima da gente. Deixamos a boca aberta pra eles mijarem, mas eles cobriam nosso corpo, revezando entre mijar no nosso cabelo, nos nossos peitos, na nossa cara. Eu segurava a respiração porque não sabia onde seria o destino da chuva de mangueira preta e engolia o que conseguia, segurando o que escorria pelo meu rosto com as mãos e levando até a boca. Minha amiga também segurava as mãos estendidas em concha e um dos negões mijava diretamente em sua mão, que ela levava até a boca e bebia até a útima gota. Eles esvaziaram o tanque em nós, que bebemos o que conseguimos e completamos com uma sequência de beijos e lambidas, limpando a urina deles onde dava, pra aproveitar ao máximo.
Depois disso ligamos o chuveiro e nos limpamos, viramos o colchão e fomos nos deitar, mas antes de dormir rolou uma sessão de amassos, tapas na bunda e uma mamadinha antes de dormir, com eles ejaculando nas nossas bocas seu esperma que compartilhamos em mais uma sessão de beijos, até engolir e irmos dormir, exaustas.
Depois disso eu e a Julia nos tornamos inseparáveis e começou nosso reinado de terror na faculdade, nenhum negão estava a salvo das nossas garras e terminávamos os dias ou sendo fodidas mais uma vez, ou compartilhando o que tínhamos aprontado, cada uma com uma história maravilhosa pra contar, pois nossos departamentos eram em cantos diferentes, então mal dava pra se ver durante o dia, mas nossa amizade crescia pelo amor mútuo pelas varas negras dos muitos negões a nossa disposição naquele paraíso pra duas putinhas que nem nós éramos.
