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Minha História de vida... Começando o incesto na família – Revelações – Parte 9 (2 de 2)

Um conto erótico de Maria Izabelly
Categoria: Heterossexual
Contém 5875 palavras
Data: 01/09/2026 16:57:38

Bom dia, Boa tarde, Boa noite.

Conforme prometido, a 2° parte.

Mais uma vez, fico agradecida pelas mensagens recebidas, elogios e apoio. Espero novamente e desejo uma ótima leitura a todos.

Beijos.

Iza

****

Eu até estava gostando daquela situação: a parte de ser desejada, as provocações, prazeres e desejos. Mas pela primeira vez, senti uma pontada de remorso. Não gostei de sentir isso. Me senti mal por isso. Deveria parar com tudo e viver uma vida correta.

Depois de muito pensar, eu estava decidida a acabar com todo esse rolo e voltar a vida antiga de “boa moça” e “certinha”.

Só que meus planos falharam e caíram por terra assim que saí do banho.

Mal pisei fora do banheiro, ao cruzar a porta olhei na direção da sala. E lá estava ele, parado com um sorriso lindo na porta de entrada me olhando com desejo nos olhos...

Continuação...

- Oiii, voltei!!

Não acreditava no que estava vendo. Lá estava parado na porta, meu irmãozinho.

Fiquei paralisada e em choque sem acreditar que era mesmo ele. O tempo parou naquele momento, faltou ar nos pulmões. Seu corpo, seus olhos, sorriso... Ali... na minha frente.

Sem ao menos perceber, lágrimas saiam dos meus olhos escorrendo pela minha bochecha. Esqueci completamente o que tinha acabado de decidir a respeito dele e da minha situação.

- Marcos!!!!

Sem pensar duas vezes, saí correndo em sua direção com os braços estendidos. Eu estava apenas enrolada com a toalha de banho.

Chegando a poucos centímetros, pulei em cima dele agarrando seu pescoço e prendendo minhas pernas em sua cintura. Ele quase caiu para trás com tamanha força que me joguei em cima dele.

- Eita porra, kkkkk!!!

Calei sua boca com um beijo. Nossas línguas se entrelaçaram. Apertei sua cabeça com força, querendo sugar ele com minha boca, tamanha minha felicidade por vê-lo.

- Iza... a mãe... ela vai ver... – Eu não o deixava falar.

- Ela não está em casa! – e voltei a beijá-lo.

Com essa revelação, nosso beijo ficou ainda mais intenso.

Suas mãos estavam me segurando pela bunda. Enquanto meus braços, que estavam entrelaçados no seu pescoço, puxava ele de encontro ao meu corpo cada vez com mais força e desejo.

Marcos foi caminhando até chegar na bancada da pia, me soltando em cima dela. Tudo isso sem parar de me beijar.

Quando nos separamos, nossas bocas estavam vermelhas e a respiração ofegante.

Coloquei minhas mãos para trás apoiando na bancada e inclinei meu corpo, soltei minhas pernas dele e apoiei na portinha da pia.

Marcos se afastou para me admirar. A toalha abriu um pouco, deixando minha buceta recém fodida à mostra para ele. Ele lambeu os lábios ao me ver assim. Fiz uma cara de safada por estar daquele jeito para ele.

Ele esticou uma das mãos, soltando o nó da toalha. Ela caiu deslizando pelas laterais do meu corpo, deixando agora meus peitos soltos. Eu estava peladinha e aberta, toda para ele me usar do jeito que quisesse.

Sem tirar os olhos de mim, puxou o cordão da sua calça moletom, desfazendo o nó. Abaixou lentamente as laterais da calça, fazendo seu pau saltar para cima.

Estava muito duro e apontando para o teto. As veias saltadas e inchadas, a cabeça avermelhada. Olhando para aquilo, parecia maior desde a última vez que me fudeu.

Ele fechou sua mão na base, apertando suas bolas junto e começou a balançar para cima e para baixo, como se estivesse me convidando para pegá-lo. Mordi meus lábios vendo essa cena.

Decidi entrar no seu jogo de provocação.

Coloquei minha mão sobre minha buceta e abri com dois dedos, mostrando a minha entradinha, que naquela hora escorria.

- Ela está morrendo de saudades de você... – Enfiei um dedo e retirei. Levei até minha boca e chupei o dedo, soltando um gemido junto.

Ele veio caminhando na minha direção, segurando seu pau apontado para mim. Parou quase encostando a cabecinha na entrada.

- Você quer fuder sua irmãzinha? – minha voz soava manhosa, quase como choro.

- Eu quero!! – a sua voz era grave de desejo e tesão.

- Vai me fuder bem gostoso e com força?

- Eu vou! Vou te fuder até você gozar!

- Esse é meu maninho!... Vem cá! Soca essa rola bem fundo que ela está pronta para você. Mete sem dó na sua cachorrinha!

Tirei minha mão da buceta e voltei para trás, estabilizando meu corpo para abrir mais minhas pernas.

Quando enfiava o consolo na minha buceta, eu pensava e agia. Ação e reação. Eu sabia que iria fazer o movimento e ter força para entrar em mim. Mas quando não é você que controla, a história muda completamente.

Marcos pincelou seu pau, forçando e fazendo os lábios abrirem. Eu olhei para baixo a tempo de ver o subir e descer da cabecinha no meio. Quando aparecia no meu grelinho, estava brilhando de molhado.

Quando eu menos esperava, ele enfiou tudo numa só estocada. Eu gemi de prazer em finalmente estar com uma rola dentro de mim. Só me restava agora gemer, aproveitar e gozar.

- Ainnn... ahhh... Isso! Fode minha bucetinha!

Ele tirava todo o seu pau e voltava a enfiar de novo com força. Fez isso inúmeras vezes.

- Estava com saudade da minha rola sua safada? – e socava com força.

- Eu estava!!! Ahhh. Morrendo de saudades!! Me chupa!!

Puxei sua cabeça, obrigando a chupar meus peitos. Ele abocanhou e começou a chupar como um bezerro.

- Mama! Chupa os peitos da sua putinha. Morde os bicos!

Ele obedecia a cada comando. Mordia. Puxava com os dentes, chupava e lambia. Várias formas, várias vezes. Saiu dos meus peitos e voltou a me beijar. Depois voltava a chupar meus peitos. Tudo isso sem parar de meter.

- Passei noites sonhando em voltar para casa e te fuder! Nunca mais vou sair de casa!

- Ah é??? Sonhou muito fudendo a bucetinha da sua irmãzinha safada?

- Muitas e muitas vezes! Não aguentei esperar até semana que vem e vim embora.

- Ainda bem que você chegou hoje! Eu estava subindo pelas paredes de tesão! Ahhhh.

Ter dito parece que acendeu algo no Marcos. Ele parou de me chupar e agarrou minha cintura com ambas as mãos. Apertou com força e começou a enfiar ainda mais forte!

Senti minha buceta arder de tanto que ele socou. Me puxava com força e depois me fazia voltar para trás para repetir o ciclo. Tive que me agarrar com força para não cair. As coisas em cima da pia faziam barulho e chocalhava.

- Não aguento mais, eu vou gozar! – ele anunciou.

Rapidamente eu o agarrei, lançando meus braços ao redor do seu pescoço, prendi sua cintura em uma chave de pernas, não o deixando escapar.

- Não, Iza...Eu vou gozar! – Tentou se desprender da minha chave

- Sim, vai gozar dentro da minha buceta! Me enche de porra!

Beijei sua boca e o fiz continuar metendo.

A partir daquele momento, a sensação foi totalmente diferente de tudo que eu poderia imaginar.

Ele parou por um instante de meter. Senti seu pau inchar ainda mais e começar a dar pequenos soquinhos dentro de mim. Depois veio... aquele quente da sua porra inundando minha buceta. Senti os jatos baterem no fundo do meu útero e começar a preencher os espaços com líquido.

Mulheres que já receberam gozada dentro e gostam, sabem do que estou falando. A sensação, a temperatura, o molhado. Acredito que para vocês homens, deva ser muito gostoso também, sentir nossa buceta apertando o pau de vocês, enquanto enchem de porra na bucetinha.

-Ahhhh que delícia!! Me enche de leitinho!

- Ahhh Iza... – Conseguiu soltar apenas isso. Ele tremia enquanto gozava. Talvez essa gozada para ele tenha sido muito forte e gostosa, assim como foi para mim.

Ele repousou sua cabeça em meu ombro. Estava suado e quente. Fiquei fazendo um carinho em seus cabelos e beijando sua cabeça em forma de carinho.

- O que foi que fizemos Iza... Eu gozei dentro de você. Não me deixou sair a tempo.

- Está tudo bem meu amor... Não tem problema.

- Como não?? E se você engravidar?

- Não tem como eu engravidar porque estou tomando remédio.

Ele levantou a cabeça me olhando surpreso com essa notícia. Expliquei para ele que na sua ausência, fui ao médico para procurar uma proteção extra.

Aos poucos, senti seu pau amolecendo e sendo expulso da minha buceta. Quando tirou, olhei para baixo e vi sua porra escorrendo indo em direção a pia.

- Vou precisar de outro banho. Quer tomar comigo?

- Lógico. Estou morto da viagem. Um banho seria ótimo!

Caminhamos até o banheiro de mãos dadas. Entrei já ligando o chuveiro, enquanto Marcos ia tirando a roupa.

- A mãe disse que você chegaria só semana que vem. O que aconteceu?

- Cansei de ficar lá no pai. Estava entediado. Pedi para adiantar minha passagem. Disse que tinha um treino importante. – Ele foi entrando no box e rindo enquanto me conta a história.

- kkkk. E ele aceitou numa boa?

- Não muito. Mas eu disse que não podia deixar vocês sozinhas em casa. Aí ele entendeu e aceitou.

- Não queria deixar sua irmãzinha sozinha? – Puxei ele para debaixo do chuveiro, agarrando seu corpo e começando a beijá-lo.

- Não posso né. É muito arriscado aparecer alguém e querer levar você embora.

- kkkkk. Só tenho olhos para você gatão, kkkk.

Quem diria que um dia quando pequenos tomávamos banhos juntos, onde não tinha malícia, desejos e nem nada. Até que um dia, do nada, aprendemos que não se deve tomar mais banho juntos por estarmos “crescidinhos”.

Agora lá estava nós dois pelados, dividindo o mesmo espaço e novamente tomando banhos juntos. Mas agora como homem e mulher.

- Quer que eu esfregue suas costas? – Ele me perguntou.

Virei de costas para ele e coloquei minhas mãos na parede. A água estava deliciosa, caindo e escorrendo pelo meu corpo.

- Como está lá no trabalho? – Ele começou passar o sabonete pelas minhas costas, finalizando com uma massagem.

- Super de boas. Tem dia que é bem movimentado, já em outros muito parado. Estou até pensando em fazer faculdade de moda ao invés de Letras, kkk.

- Minha irmã uma estilista super famosa... nossa que chique! Kkk.

- Não é pra tanto né! Sendo reconhecida já está ótimo!

- Só espero que os clientes não fiquem xavecando minha irmã... – deu uma apertada mais forte nos meus ombros.

- kkkk. Nossa, chove homens atrás de mim! Todo dia um caminhão de homens! Kkkk

Senti uma insegurança de sua parte.

- Que legal. Logo aparece um pretendente para você e me esquece...

- kkkk, para seu bobo. Estou brincando, kkk.

- Você não cansa de tentar me infartar, né?

- Já disse, qual a graça de não zoar com sua cara? Irmãos são para isso!

Ele pegou novamente o sabonete e voltou a passar pelo meu corpo. Nas costas, ombros, cintura... subiu pela minha barriga e parou nos peitos onde passou lentamente por toda extensão e nos biquinhos. Foi super carinhoso. Desceu e começou a trabalhar nas minhas coxas, interno e externo, joelhos, panturrilha até chegar na minha bunda.

Ensaboou bastante e por um bom tempo. A vergonha não existia mais entre nós. Tanto que ele abriu minha bunda e começou a alisar com seu dedo liso meu cuzinho. Não dificultei para ele. Apoiei minhas mãos no registro e empinei, deixando-o matar a saudade.

Aproveitou que estava naquela posição e lavou minha bucetinha também, tirando o restante da sua porra.

- Deixa eu te ensaboar também!

Ele levantou e reparei que seu pau já estava novamente dando sinais de vida. Fiz ele virar de costas para mim e comecei pelas suas costas, cintura e pernas.

- Vira para mim! – pedi para ele.

Ao se virar, seu pau já estava bem duro, mostrando total recuperação e vigor.

Sem me levantar, passei são pelo seu saco e pau, lavando direitinho. Olhei para cima e ele me encarava com seu olhar fixo e cheio de desejos.

Deixei a água cair e levar o sabão embora, deixando limpo e cheiroso.

Levantei seu pau pela base, apontando para o teto. Olhei nos seus olhos novamente, e passei a língua subindo, da base até a cabeça, finalizando enfiando ele na minha boca.

- Ahhhh... – Ele gemeu ao sentir eu abocanhar seu cacete. – Que saudades dessa boca me chupando!

- Estava com saudades também da minha boquinha? – Voltei a chupar.

- Sim, eu estava morrendo de saudades! Você chupa muito gostoso! Continua...

Parei de chupar e me levantei beijando sua boca. Seu pau encaixou direitinho no meio da minha buceta, onde ele começou um movimento esfregando ele em mim.

- Por que você parou? Estava tão gostoso. – Me disse entre beijos.

Parei de beijá-lo e coloquei seu rosto nas minhas mãos.

- Escuta... Quero que você saia agora do banho e me espere na sala...

- Mas o que aconteceu? – Ele perguntou assustado.

- Sem perguntas. Apenas faça o que eu estou mandando!

- Está bem. – E saiu do box para se secar.

Esperei ele sair do banheiro, fechar a porta e terminei meu banho sozinha. Precisa de espaço e privacidade por uns minutos. Minha cabeça já começava a pensar com velocidade e certeza do que eu queria fazer.

Saí do banho enrolada e fui direto para meu quarto me vestir.

****

Passado alguns longos minutos, voltei para sala. Ao abrir a porta do quarto, caminhei até a entrada principal e parei encostada no batente segurando uma pequena sacolinha. Meu irmão estava sentado no sofá, apenas com uma cueca box branca. Ao me ver, ficou de boca aberta e sem palavras.

Meu cabelo preso em um rabo de cavalo, com mechas soltas pela lateral do rosto. Um batom vermelho e lápis preto nos cílios.

- Hora do seu presente de aniversário! – Coloquei um dedo na boca como uma menina travessa.

Estava vestindo uma lingerie vermelha sexy que havia comprado junto com meu consolo. O sutiã era de alça e com decote, apertando meus peitos deixando-os maiores e quase saltando para fora. O tecido era todo com detalhes e bijuterias brilhantes.

Uma meia 7/8, fina e apertada até no meio das minhas coxas, ligada com um fio que ia até um acessório envolto na minha cintura.

A calcinha, também da cor vermelha, era minúscula. Desenhava bem o formato da minha bucetinha, quase dividindo ela. As laterais, pequenas tiras que se seguiram até a parte de trás, seguindo o contorno da minha cintura, onde se conectava com um minúsculo triângulo que sumia no meio da minha bunda.

Meu irmão não disse uma palavra. Ficou apenas me olhando, ainda de boca aberta e olhos arregalados.

Consegui o impacto que eu queria. Decidi que era hora de agir.

Caminhei lentamente em sua direção, fazendo um olhar de puta com muito tesão. Olhando um pouco para baixo, seu pau já estava estourando dentro da cueca.

Parei de frente para ele e joguei minha sacolinha ao seu lado. Coloquei as mãos na cintura, deixando minhas pernas levemente abertas, mostrando meu pacotinho.

- Feliz aniversário atrasado maninho! Gostou?kkk

- Eu...amei...- Finalmente ele conseguiu dizer algo.

Dei uma voltinha, arrancando mais uma vez suspiros dele. Ele segurava seu pau por cima da cueca, enquanto me observava, gravando cada detalhe daquele presente.

Fiquei de costas para ele e me abaixei, deixando minha bunda exposta para ele. Afastei a mesa de centro para liberar mais espaço na sala e não correr risco de quebrá-la com o que ia acontecer mais adiante.

Virei novamente de frente e me sentei na beirada da mesinha, deixando minhas pernas abertas. Comecei a alisar minha buceta por cima da calcinha e acariciava meus peitos.

Ao me ver fazendo isso, enfiou a mão dentro da cueca e tirou seu pau para fora. Segurou na base e ficou balançando, batendo contra sua barriga, mostrando rigidez e dureza. Minha boca encheu de água vendo aquela cena.

Abaixei no chão ficando de quatro e comecei a engatinhar em sua direção, como uma cachorra.

Tirei sua mão, jogando para o lado e agarrei aquele cacete duro. Coloquei minha língua para fora e comecei a bater seu pau contra. Minha língua estava cheia de saliva. A cada afastada, ficava um fio de baba.

- Então você é meu presente de aniversário?

- Sim...sou toda sua para fazer o que quiser! – Mordi a cabecinha do seu pau

- Então chupa!

- Credo, achei que você tinha gostado do seu presente... Cadê o entusiasmo?

- Chupa minha pica sua cachorra!!

- Agora sim... Assim que eu gosto!

Enfiei seu pau na boca e comecei a fazer um boquete bem molhado e profundo. Tentei engolir o máximo que conseguia. Eu estava ficando boa nisso, porque antes não conseguia engolir muito, mas agora, não tinha mais dificuldades. Tomada pelo tesão, tudo fica mais fácil!

- Pega essa almofada. – Apontei para uma que estava ao seu lado. – E me passa essa sacolinha.

Parei de chupar e coloquei a almofada debaixo do meu joelho. Ao abrir a sacolinha, tirei um óleo comestível de dupla ação, que esquenta e esfria no sabor tutti-frutti. Pela descrição, além de ter esses dois efeitos, ainda tinha um extra que parecia “vibra” na boca.

- O que é isso? – perguntou Marcos vendo o vidrinho.

- Quero provar uma coisa, que pelo que pesquisei, é muito bom!

Apertei o vidrinho, fazendo sair uma quantidade generosa do produto. O cheiro era maravilhoso. Agora só faltava provar.

Com a ponta do dedo, espalhei por toda a cabeça da sua rola. Deixei toda lambuzada e coberta. Sem tirar os olhos dele, passei minha língua subindo da base até a cabecinha. Enfiei ele na boca e sem tirar, movimentei minha língua, limpando tudo.

Realmente, o produto era uma delícia e doce. Em pouco tempo, senti minha língua queimar e depois ficar com uma sensação de gelada. Quanto mais forte eu chupava e fazia atrito com minha língua, mais forte a sensação aumentava. Parecia pulsar na minha língua.

- Puta que pariu Iza!! Que negócio gostoso! – Marcos gemia e olhava eu chupando seu pau.

- Está gostoso maninho? Comprei especialmente para você! – Voltei a abocanhar.

- Está muito gostoso. Tudo isso... ahhhh... misturado com seu boquete, está me deixando louco!

Ouvir aquilo aumentou mais ainda meu tesão. Comecei a chupar até me engasgar.

Marcos, vendo meu rabo empinado, apenas com o fio dental aparecendo, esticou sua mão até minha bunda e deu um tapa forte!

- Aiiiii....

Com as duas mãos, apertou minha bunda e começou a abri-la. Foi com tanta vontade e força, que senti a calcinha enfiar na minha bucetinha deixando os lábios para fora. Senti até uma dorzinha no meu cuzinho, por ter a pele esticada ao máximo. Fazendo isso, ele fez que seu pau chegasse ainda mais fundo na minha boca.

- Sua gostosa! Continua me chupando assim, que logo mais vou arrombar essa sua buceta!

- Vai me fuder bem gostoso e bater na minha bundinha? – Perguntei manhosa, batendo seu pau na língua.

- Sim! Vou fazer você me implorar para te fuder mais forte!

- Duvido que faça isso com sua irmãzinha!

Ele se sentiu desafiado com minha fala. Puxou meu cabelo, me fazendo soltar seu pau. Me deu um beijo gostoso de língua, sentindo a baba e o gosto do seu próprio pau. Não tinha nojo ou frescura. Meu irmão era um pervertido de mão cheia. Sem nojinho, frescura ou mimi.

- Apoia seus braços no sofá e empina esse rabo! – Disse para mim já ficando de pé.

Olhei para cima, quando ele se levantou, vi aquele mastro totalmente duro e melado apontando para o teto. Não aguentei.

- Espera um pouco! – Disse.

Sai da posição de quatro, ficando apoiada nos joelhos na almofada. Deixei meu corpo ereto e peguei na base do seu pau e voltei a chupar. Eu estava possuída querendo mais aquela rola na minha boca.

Enfiei na boca de uma vez, indo bem fundo até próximo da garganta, voltava e enfiava novamente. Marcos gemia e segurava minha cabeça forçando eu ir mais fundo. Eu tirava da boca e lambia suas bolas. Ia escorregando minha língua da base até chegar novamente na ponta e voltava a engolir. Tudo isso sobre o olhar atento dele, que não perdia nenhum detalhe da minha safadeza.

- Para Iza, vou gozar desse jeito!

Parei na hora de chupá-lo.

- Não goza agora! Hoje você vai gozar em um lugar especial!

- Então vai... apoia os braços no sofá.

Me ajeitei ficando de quatro novamente. Apoiei meus braços no sofá e olhei para trás para ver o que ele pretendia.

Marcos afastou a mesa de centro mais um pouco, liberando mais espaço entre o sofá e o móvel. Ajoelhou-se atrás de mim e ficou parado olhando minha bunda arreganhada para ele.

- Caralho, como você é gostosa maninha! Nunca vou cansar de dizer isso!

Colocou suas mãos em minha bunda e começou a forçar, obrigando a abrir. A calcinha estava completamente atolada na minha buceta. Cobria apenas o grelinho, mas todo resto escapava pelas laterais da peça.

Ele tirou o fio atolado, puxando com seus dedos, deixando minha buceta e cuzinho expostos. Passou o dedão no meio da minha fenda e enfiou.

- Você está muito molhada.

- Tudo isso é para você! Quero que enfie esse pauzão na minha buceta!

Marcos desceu seu rosto e pude sentir seu hálito quente. Senti quando a ponta da sua língua passou pelo meu cuzinho.

-Ahhhhh porra, que delícia! – Gemi com o primeiro contato.

- Gostou? – outra passada de língua.

- Amei, continua!

Marcos esticou a mão e pegou o vidrinho do gelzinho. Apertou, deixando o produto cair e escorrer do meu cuzinho até a entrada da minha buceta. Com o dedão, começou a espalhar por toda a parte. Fiquei toda lambuzada. Enfiou o dedo melecado dentro da minha buceta, deixando uma parte do produto. Em pouco tempo, comecei a sentir os efeitos começando.

- Hora de retribuir o que me fez! –

Marcos enfiou sua cara no meio da minha bunda, lambendo meu cuzinho e descendo até minha buceta. Parava no grelinho, onde sugava ele e voltava fazendo o mesmo percurso até chegar no meu cuzinho de novo!

- Ahhhhhhh. – Gemi enfiando minha cara no sofá gemendo. Eu queria gritar para todo mundo ouvir o quanto eu estava amando aquilo.

Perdi a noção de quanto tempo ele ficou ali. Forçava sua língua invadindo meu cuzinho. Me fodia enfiando sua língua na buceta, simulando que estava me comendo. Às vezes ficava lambendo meu cu, enquanto com dois dedos me fodia na buceta e seu dedão me bolinava o grelinho.

Gozei maravilhosamente sendo chupada e fodida com seus dedos. Mais uma vez aquele filho da mãe me proporcionou um orgasmo maravilhoso.

Larguei o peso do meu corpo e a cabeça em cima do sofá. Eu estava ofegante e suada. Fechei os olhos por um instante, tentando me recuperar.

Abri meus olhos no mesmo instante que senti algo me penetrando. Foi uma estocada rápida e firme. Sem nenhuma dificuldade, Marcos enfiou seu pau até o talo na minha buceta. Eu estava tão anestesiada com meu orgasmo que nem reparei ele passando o produto no seu pau e enfiando com força na minha buceta. Com a fricção do seu pau, o produto começou a fazer efeito, agora dentro de mim. A sensação de gelado, depois quente, pulsante e seu pau ao mesmo tempo, mais uma vez me fez ver estrelas.

Ele agarrou minha cintura com sua mão direita, enquanto a esquerda segurava na cinta da minha lingerie. Agora bem firme, começou a socar seu pau com força em mim.

- Não queria pau sua cachorra? Agora toma!

- Aiii, aiiii. – Não conseguia falar nada no momento, apenas gemer, sentindo seu pau me arrombar mais uma vez!

O barulho dos nossos corpos se chocando ecoava pela sala. De longe era possível ouvir apenas o Ploc Ploc Ploc das estocadas dele.

- Vai seu filho da puta! Fode minha buceta! Não disse que estava com saudades? Então soca com força. Quero ficar ardida de tanto levar rola!

Ele aumentou as estocadas e começou a me dar tapas na bunda, deixando vermelha. Com o dedão começou a massagear meu cuzinho e forçar o dedo querendo me penetrar.

- Você não vai desistir enquanto não me enrabar né Marcos? – Disse olhando para trás.

- Eu já disse, esse cuzinho ainda vai ser meu. Não se esqueça que você me prometeu!

- Prometi né? Que droga... acho que vou ter que cumprir minha promessa qualquer dia desses...

- Vou esperar ansioso por esse dia! – Ele salivava só de imaginar socando seu pau no meu rabo.

- Não precisa mais esperar meu amor. Vou te dar a segunda surpresa agora.

- Mais uma surpresa? – Ficou curioso.

Fui para frente me libertando e tirando seu pau de dentro de mim. Estava brilhando com meu mel. Sentia escorrer pelas laterais, saindo da minha buceta.

Fiquei de pé e estendi a mão, convidado ele a me seguir.

- Pega essa sacolinha aí. – Apontei para a sacola que ainda tinha produtos dentro.

Seguimos de mãos dadas em direção ao meu quarto.

Assim que entramos, fui fechar a janela. O que estava prestes a acontecer, não precisava de testemunhas.

Meu irmão estava parado em pé ao lado da minha cama, com seu pau ainda estourando de duro. As veias pareciam que explodiria com apenas uma apertada de mão.

Caminhei até ele ficando de frente e abraçando seu pescoço.

- Então? Qual é a segunda surpresa? – Ele me perguntou quando começamos a nos beijar. Seu pau estava roçando entre meus lábios na buceta.

Sai do seu beijo e puxei sua cabeça até seu ouvido ficar perto da minha boca.

- Hoje quero que coma meu cuzinho! – Falei lentamente, palavra por palavra, letra por letra.

Ele olhou para mim com os olhos arregalados. Seu pau deu um pulo embaixo de mim quando terminei de falar.

- Voc.. Você está falando sério? – ele gaguejou na hora. Queria tanto me enrabar, que quando disse que chegou o momento, ficou nervoso.

- Sim, estou! Quero que você tire a virgindade do meu cuzinho. Você quer?

- Quero sim!

- Mas você terá que me obedecer e fazer o que eu mandar. Quero que seja especial e maravilhoso. Combinado?

- Combinado...

- Se for um bom menino... poderemos repetir mais vezes se eu gostar.

Mal sabia eu que depois daquele dia, ficaria viciada em dar meu cuzinho. Até hoje, casada, peço ao meu marido nos momentos de puro tesão que ele foda meu cu. Adoro a sensação de ser preenchida por completo.

Começamos novamente a nos beijar com intensidade. Eu estava relaxada e com muito tesão. Esses eram os primeiros ingredientes para que o sexo anal rolasse.

Nos dias de pesquisa, procurei me aprofundar bastante nesse assunto com dicas, posições, técnicas... Aproveitei quando mandei meu irmão sair do banho, para preparar o terreno. Fiz tudo o que deveria fazer em questão de higiene e preparo. Eu já estava decidida a dar meu cuzinho para ele. Agora apareceu a oportunidade, não iria dar pra trás!

Me soltei dele e subi na minha cama. Fui engatinhando até o meio dela e deitei.

- Vem cá! – Bati no colchão ao meu lado, chamando ele para deitar-se também.

Assim que ele se deitou, virei de lado. Com uma mão, abri minha bunda deixando meu cuzinho à mostra.

- Pegue o lubrificante na sacolinha e lambuze meu cuzinho e seu pau. Passa bastante!

Ele pegou o frasco da sacola, abriu e começou a jogar por toda extensão do pau. Como ele estava muito duro, quando terminou de passar, até brilhava de tanto líquido.

- Perfeito... Agora passa no meu cuzinho.

Colocou mais lubrificante nas pontas dos dedos e começou a passar em volta das minhas preguinhas. A sensação estava maravilhosa. Ele foi bem carinhoso e delicado.

- Agora, com o dedo, começa a colocar no meu cu e passar na entradinha.

- Assim? – Ele perguntou

Começou a forçar a ponta do dedo, forçando. Começou a entrar sem dificuldade, deslizando para dentro.

Comecei a suspirar e relaxar de olhos fechados sentindo seu dedo ganhar cada vez mais espaço.

- Passa mais um pouco e enfia de novo. - Ordenei

Assim ele fez. Deixou minha entradinha toda lubrificada. Eu estava preparada. Poderia pedir para ele me alargar mais um pouco com dois dedos, conforme li nos ensinamentos. Mas eu queria logo aquele pau tirando minha virgindade.

- Agora vem cá... hora de comer o cuzinho da sua irmã! – Mordi meus lábios olhando para ele. – Deita aqui atrás de mim.

Assim que ele deitou, peguei no seu pau e comecei a masturbar ele. Ele caprichou no lubrificante, pois minha mão ficou toda lambuzada.

- Tem certeza de que quer isso Iza? – Ele perguntou perto do meu ouvido.

Dei uma olhadinha para trás por cima do ombro e comecei a pincelar seu pau na entradinha do meu cuzinho. Eu não precisava responder. A minha resposta seria com atitude.

- Não se mexe, deixa que eu controle a entrada.

Ele assentiu com a cabeça.

Fiquei brincando um pouco com a cabecinha, esfregando na entrada. Ia para cima e para baixo, deixando deslizar. Travei ele numa posição e comecei a jogar meu quadril para trás. Senti a resistência do meu cuzinho em não querer aquele mastro entrando nele.

Procurei relaxar mais um pouco. Marcos parece ter entendido o que eu estava fazendo e levou sua mão até meio seio e fez um carinho no bico, que estava duro e sensível. Encaixou sua boca no meu pescoço e começou a beijar bem devagar e com carinho.

Isso ajudou mais ainda. Aos poucos, meu cuzinho foi cedendo e liberando a passagem. Senti quando metade da cabeça já tinha entrado.

- Ahhh.. – Gemi sentindo aquela sensação nova.

Comecei a dar uma rebolada, fazendo entrar mais um pouco. Agora toda a cabeça já tinha passado.

- Aiiii caralho... – Começou a arder um pouco e dar uma dorzinha. Minhas pregas estavam sendo arregaçadas.

- Está tudo bem? Quer parar? – Marcos perguntou preocupado com meu gritinho.

- Não quero parar! Só não se mexe. Fica parado até eu me acostumar!

Ficamos parados por um tempo. Eu estava ofegante e me concentrando tentando transformar a pequena dor em prazer. E para minha surpresa, o que havia lido estava certo. A dorzinha é apenas no começo. Pela explicação, devido ser uma área sensível e com terminações nervosas, o sexo anal na primeira vez é novidade ali. Mas passado um tempo, é como se fosse uma coisa normal.

Passada a dor inicial, me senti segura o suficiente para forçar e fazer entrar mais um pouco. Com o tempo, a dor deu lugar ao tesão. A sensação era boa e gostosa. Misturado com dois tabus: anal e incesto, o tesão triplicou. Não podia acreditar que até pouco tempo atrás, éramos apenas irmãos. Hoje somos amantes. Hoje meu irmão me come e eu virei sua putinha.

- Ahhhh... que gostoso! Seu cuzinho é delicioso maninha. – Gemeu no meu ouvido.

- Tá gostando de comer o cu da sua irmãzinha? – Provoquei ele, fazendo entrar mais um pouco do seu pau.

- Está delicioso. É tão quentinho e apertado...

- É? Então está gostando do seu presentinho?

- Sim! Quero fazer aniversário todo dia agora!

- kkkk. Ai ai... mal começou e já está querendo meu cuzinho todo dia?

- Você não tem ideia de como é gostoso comer esse rabinho!

- Já entrou quase a metade... agora começa a me comer bem devagar para não me machucar!

Marcos começou a movimentar-se lentamente tirando seu pau um pouco e voltando a meter. Estava tão lubrificado, que não teve dificuldade nenhuma de meter.

Ele esticou seu braço fazendo com que eu repousasse minha cabeça sobre ele. Se acomodou mais próximo de mim e começou a gingar seu quadril me fudendo.

- ahhh, isso maninho, que delicia!

- Me dá um beijo! – ele pediu

Virei meu rosto para trás e começamos a nos beijar enquanto ele continuava a meter. Tirava quase todo o pau e voltava a enfiar quase todo. Eu já não sentia mais dor, apenas prazer em estar sendo enrabada pelo meu irmão!

Desci uma mão e comecei a esfregar meu grelinho. Desci um pouco os dedos até encostar no seu pau e senti ele sumindo entrando no meu rabo.

- Fode o cuzinho da sua maninha, fode.

- Quer que eu soque com força?

- Hoje não..., mas na próxima vou querer... Agora, apenas coma meu cu com carinho.

- Próxima?? Então você está gostando? – Ele perguntou feliz com minha afirmação.

- Sim, vou querer mais vezes! Seu pau é delicioso. E você está comendo ele direitinho... Então vou querer mais vezes sim!

Em um momento de lucidez, passou pela minha cabeça imagens dos vídeos, pesquisas e fotos. Quis provar algo novo.

Minha buceta estava ensopada. Tinha meu mel, lubrificante e saliva. Estava o cenário perfeito para minha próxima ousadia.

Alisando meu grelinho, direcionei dois dedos na entrada da minha buceta e forcei a entrada. Devido o pau do Marcos estar cravado no meu rabo, a entrada para minha buceta ficou estreita e fechada.

Com um pouco de dificuldade, meus dedos começaram a entrar me levando às nuvens. Conseguia sentir na parede da minha bucetinha, o pau do Marcos entrando e saindo do meu cu.

- Ahhhh.... Ahhhhh.- Comecei a gemer, ao mesmo tempo que começava o vai e vem dos meus dedos.

- O que está fazendo Iza? – Meu irmão perguntou, vendo o que eu estava fazendo.

- Não fala nada! Apenas me fode!

Ficamos nesse sincronismo: De ladinho, se beijando, gemendo, ele metendo no meu cu e eu metendo meus dedos na bucetinha. Eu iria gozar mais uma vez. Aquela sensação estava demais para mim. Meu corpo não aguentava mais tanto tesão e prazer. Estava prestes a explodir!

- Ahhhh... come meu cuzinho seu safado! Não queria arrombar meu cu? Agora arromba!

Marcos começou a meter mais forte, mesmo eu dizendo para não fazer assim. Mas eu já não me importava mais, queria mais que ele me fudesse igual uma puta mesmo. Me batesse, me xingasse, abusasse de mim.

- Encheu meu cuzinho de leite, enche! Quero que goze gostoso lá no fundo!

- Quer leitinho sua puta?

- Quero! Joga sua porra tudinho lá dentro!

- Então toma! – Marcos anunciou seu gozo.

Senti seu pau pulsar lá dentro e começar a despejar seu leite em mim. Não tem como explicar a sensação de molhado que senti e o quente da sua porra sendo jogada lá dentro.

Acelerei o movimento dos meus dedos até parar num orgasmo avassalador!

-Ahhhhhhhhhh...

Literalmente eu gritei quando cheguei no ápice. Era o terceiro orgasmo só naquele dia. Comecei a tremer e gemer muito. Cravei meus dentes em seu braço para abafar meus gritos. Fechei minhas pernas tão forte, que travou minha mão entre elas.

- Goza minha gostosa. Sente o pau do seu irmãozinho no seu cu!

Ele falava essas putarias, aumentava mais ainda os choques no corpo e meu orgasmo. Não sei quanto tempo se passou até começar a me acalmar. Quando comecei a relaxar, apaguei instantaneamente devido ao cansaço que estava.

Nunca pensei quer chegaria a esse ponto: Sexo com meu irmão, sexo anal... e agora simulando uma dupla penetração. Eu já sabia o que estava me tornando... mas agora a certeza era muito maior.

Parando para pensar hoje, eu jamais teria conseguido voltar a ser a “moça certinha” que um dia fui, como eu estava planejando naquele dia, antes da sua chegada.

Continua...

******

Bom pessoal, fim de mais um capítulo. Espero que tenham gostado e tenham ficado com bastante tesão.

Peço desculpas por não estar respondendo e-mails. Estou com um problema, que ao colocar a senha, pede para confirmar com um código que será enviado por SMS ao meu número. E esse código não está chegando. Não sei se por causa das recentes chuvas, o sinal está péssimo ou porque a TIM simplesmente não liga para seus clientes.

Mais uma vez, obrigada a todos que chegaram até aqui.

Beijos

Iza

https://ibb.co/y12R2sL

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Comentários

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Alguém me ajude, porque é que eu amo tanto ver uma mulher com meias 3 4 e não sei como preciso dela livre sem nada em seguida? Contos muito bons só uma mulher sabe o que deve fazer e escrever pra mim bater minha homenagem.

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Cara, é muito gostoso ler seus contos. Fiquei com muito tesão e gozei gostoso pensando na situação. Gostaria de falar com você mas como esta com problema no seu email, me chame no Whats pra gente se conhecer 4,2,9,8,8,7,1,5,6,6,3

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Sim, com uma carga erótica forte. Esse plus(Cuzinho) fez a diferença).

A moça sabe como nos excitar, rs

Vou aguardar o novo capitulo com ansiedade….

Parabéns!

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Mais um conto excelente. Talvez o melhor sexo narrado que eu já li. Não apenas a parte do sexo anal, que faz qualquer homem pirar, mas toda a transa narrada e até a intimidade no banheiro... fabulosamente bem escrito e excitante demais!!!

Mal posso esperar pela continuação...

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