Continuando a história…
Três palavras. Bastaram três palavras ditas na calada da noite, com aquele tom grave e pausado de quem não teme o futuro, para colocar o meu mundo de pernas para o ar.
"Eu te amo."
Quando o Alberto soltou aquilo no aeroporto, a minha reação foi o silêncio. Um silêncio covarde, frouxo, de quem engoliu a seco o pavor de ver a própria vida sair do trilho. O Alberto era uma estrela consolidada; se o mundo descobrisse o que acontecia nos bastidores, ele perderia contratos, mas continuaria rico e famoso. Eu? Eu voltaria a cantar para meia dúzia de bêbados num bar de poeira no interior de São Paulo, carregando um fardo de "o garoto que estragou a carreira".
Por cinco dias, dei o pior tipo de gelo: o gelo educado. Respondia às mensagens dele com monossílabos, deixava as chamadas de vídeo caírem na caixa postal e me afogava numa rotina insana de shows locais. Mas a falta dele doía como um corte profundo.
Na madrugada de terça-feira, às três da manhã, caminhei exausto em direção à portaria do meu prédio no interior. Sob uma garoa fina que deixava o asfalto brilhando, vi uma figura alta, de ombros largos, vestindo uma jaqueta de couro pesada e com as mãos afundadas nos bolsos.
Era o Alberto. A barba escura estava por fazer, o olhar cansado e o hálito virando fumaça no frio.
— Alberto?! Ficou louco? O que você tá fazendo aqui? — perguntei, sentindo meu coração disparar de pavor e saudade.
— O que tá acontecendo, Tiago? — a voz dele veio baixa, mas carregada de uma raiva contida. — Você sumiu. Me trata como se eu fosse um estranho.
— Sobe. Agora — murmurei, olhando para os lados da rua deserta, temendo que qualquer vizinho nos visse ali.
O elevador subiu num silêncio insuportável. Assim que tranquei a porta do meu apartamento, me virei para ele com os nervos à flor da pele:
— Você não pode aparecer assim na minha porta, Alberto! Aqui não é São Paulo. As pessoas me conhecem!
— E você não pode me dar um gelo de uma semana depois de tudo o que a gente viveu! — rebateu ele, dando dois passos firmes na minha direção. — Eu disse o que sentia. Se você não sente o mesmo, homem suficiente e me fala na cara! Mas não me deixa no vácuo.
— Não é sobre não sentir! — gritei, sentindo as lágrimas queimarem meus olhos. — É sobre o medo, caralho! Eu tô começando agora. Você falou 'eu te amo' como se fosse fácil, como se o mundo não estivesse pronto pra massacrar a gente na primeira oportunidade!
Alberto parou. A expressão dura dele se desfez ao ver o meu desespero. Ele deu o passo que faltava, segurou meu rosto com as duas mãos grandes e quentes e me obrigou a olhar para ele.
— Olha pra mim, Tiago. Escuta bem. Se o mundo cair, eu seguro o tranco. Eu não vou te largar sozinho nessa. Eu vim dirigindo quatro horas no escuro só pra olhar nos seus olhos e dizer que eu não tô brincando com você. Se você quer ir devagar, a gente vai. Se quer no sigilo, fica no sigilo. Mas não me afasta de você.
Senti meu corpo ceder. Apoiei a testa no peito dele, sentindo o perfume de couro e o cheiro forte do sabonete dele. Ele me abraçou pela cintura, me apertando contra seu corpo parrudo com uma força que me fez sentir a pessoa mais segura do mundo.
A gente precisava de um tempo juntos para ver se o que tínhamos era real, ou não, queria um tempo para poder ir para a capital com ele, precisava encarar o meu assessor.
- Alberto. Próxima semana vou passar uns dias com você, vejo que a gente precisa desse tempo juntos.
- Sério que você vai pra São Paulo por mim?
- Claro. Não posso deixar de lado esse sentimento que eu tenho.
Começamos a nos beijar na sala, fomos pro meu quarto, tiramos a roupa, deitamos na cama, poder ter aquele homem em meus braços era o que eu tanto queria há dias, parecia um sonho poder ter ele ali comigo naquele momento, eu beijava aquele peito peludo que eu amava tanto, sentir o cheiro da sua pele, ele virou fazendo um meia nove, ele chupava o meu pau e eu chupava o dele, que delícia de pica, fui descendo até o seu cuzinho, que por sinal já piscava pedindo rola, comecei a chupar aquele cu, ele ia ao delírio na minha chupada, peguei a camisinha botei no meu pau, eu já tava louco pra foder aquele cu, ele ficou de frango assado já esperando o meu pau, passei lubrificante no meu pau.
- Tiago, fode o meu cu vai?!
Botei o meu pau no seu cuzinho, aos poucos fui penetrando, ele suava frio recebendo o meu pau.
- Relaxa esse cuzinho vai.. isso..
Depois que o meu pau entrou tudo naquele cuzinho, deitei o meu corpo em cima do dele, senti o seu hálito de Redbull que ele havia bebido durante a sua viagem pra cá, comecei a beijar a sua boca, comecei chupando aquela língua, suas mãos já foram agarrando as minhas costas.
- Porra Tiago, não some assim de novo, senti tanta falta dessa tua rola no meu cu, fode o meu cu vai.
- Que saudade de ter você todinho pra mim.
Comecei a bombar naquele cu devagar, queria poder sentir aquele cu abraçando o meu pau, eu beijava o seu pescoço ouvido ele gemer de tanto tesão, fui aumentando as estocadas naquele cu.
- Tiago.. mais forte… isso.. assim.. Porra..
- Toma pica.. agora você vai matar a saudade com essa rola.. isso Alberto…
Nosso suor se entrelaçando naquela foda deliciosa, não queria mais nada, só de ter ele já era o bastante.
- Tiago.. vou gozar..
Tirei o meu pau daquele cu, tirei a camisinha, ele batendo punheta, comecei a bater punheta direcionando o meu pau pra sua barriga, gozamos juntos enchendo sua barriga de porra, eu já exausto e suado deitei em cima dele misturando nossas porras e o nosso suor, comecei a chupar aquela língua, caí do lado da cama já morto de cansado.
- Caralho Tiago, tu acabou comigo.
- Espera só que daqui a pouco vou querer comer esse cuzinho de novo.
- Da um tempo Tiago, vou tomar um banho.
Ele foi pro banheiro, assim que ele começou a tomar banho eu fui atrás, não ia deixar essa oportunidade passar, como ele já ria embora no dia seguinte, fui tomar banho com ele, tentamos no caso, a gente só se beijava deixando a água escorrer em nosso corpo, muita saudade acumulada pra pouco tempo que iríamos ficar juntos, quando ele ficou de costas pra mim foi a minha deixa, abracei ele por trás e comecei a esfregar o meu pau na sua bunda, peguei no seu pau que estava mole, comecei a bater punheta, aos poucos nossos paus começaram a dar sinal.
- Pow Tiago, desse jeito vou pedir mais uma.
- Tá certo, já que você tá pedindo.
Fui pegar uma camisinha no quarto, voltei pro banheiro já com a camisinha no meu pau pronto pra outra, ele apoio as mãos na parede do banheiro, empinou a sua bunda, eu já fui encoxando o meu pau no seu cuzinho, assim que botei o meu pau todo no seu cuzinho eu já comecei bombando, segurei na sua cintura e tome pica,
- Espera só que semana que vem vou te dar mais pica no rabo.
- Isso Tiago.. fode esse cu.. ahhh .. gostoso..
Peguei no seu pau e comecei batendo punheta pra ele, sua reação era uma delícia, ele gemia de olhos fechados sentindo a minha mão no seu pau, e o meu pau no seu rabo, até que ele começou a gozar, saindo uma porra rala e Clarinha, acelerei nas estocadas até até gozei, tirei o meu pau, tirei a camisinha do pau, virei ele de frente, comecei a beijar sua boca.
Fomos pra cama, ele já morto de sono já foi puxando o edredom, deitei no seu peito, ele me abraçou, dormimos ali mesmo abraçados, quando acordei ele já não estava mais ali, liguei paro o Lucas o meu assessor, tinha que conversar com ele, fui até a sua casa para podermos conversar.
O Lucas quase surtou quando eu falei que iria cancelar duas entrevistas locais, dobrei a carga de apresentações no interior para liberar a agenda.
Lucas — Você tá queimando cartucho, Tiago! Que obsessão é essa com essa gravação em São Paulo? — cobrou o Lucas, desconfiado.
— É a oportunidade da minha vida, Lucas. O Alberto abriu as portas pra mim. Preciso estar lá.
A semana começou bem agitada, trabalhei em dobro só para poder cumprir a minha agenda já estabelecida, saia de um show e ia para outro show na mesma noite, tudo isso para poder tirar uns dias de folga, meu corpo já não aguentava mais aquela rotina puxada, shows e entrevistas, no dia da viagem eu acordei com o corpo todo dolorido, mas por dentro feliz que iria rever o Alberto.
Cheguei ao apartamento do Alberto na sexta-feira à tarde. Usando a senha da fechadura eletrônica que ele tinha me dado, entrei sem avisar. Quando ouvi a porta social se abrir, vi o Alberto entrar exausto da academia, jogando as chaves sobre o balcão.
Saí do corredor em silêncio e parei na frente dele.
— Surpresa, meu bruto.
Alberto travou. O rosto dele passou do susto para um sorriso radiante que iluminou a sala inteira. Ele nem disse nada: deu três passos largos, me pegou pela cintura e me ergueu do chão, me girando no ar antes de me chocar contra o corpo dele num abraço de tirar o fôlego.
— Você é doido, garoto... Meu Deus, que saudade de você! — sussurrou ele, colando a boca na minha num beijo quente, profundo, que duraram minutos.
Naquela tarde, o apartamento no centro de São Paulo virou o nosso santuário. Esqueceu-se o mundo lá fora. Na cama king-size, sob o ar-condicionado congelante, nos entregamos a um carinho sem pressa. Eu me perdi no toque das mãos grossas dele subindo pelas minhas costas, no roçar da barba no meu pescoço e no sabor da pele dele.
À noite, usando moletons largos do Alberto para não sermos reconhecidos, saímos para caminhar pelas ruas frias dos Jardins. Comemos um lanche de carrinho na calçada e caminhamos de mãos dadas pelas ruas mais escuras. Sentir os dedos dele entrelaçados nos meus na escuridão da metrópole era uma mistura de entorpecente com perigo e romance que eu precisa sentir.
A calmaria durou até os compromissos de divulgação começarem. A música que compomos juntos explodiu nas rádios, e o evento de lançamento num clube privado na zona sul atraiu dezenas de veículos de imprensa.
Foi ali que a tempestade se formou. A Amanda, cantora sertaneja de ponta que dominava os sites de fofoca, percebeu a presença dos fotógrafos e se grudou no Alberto. Ela jogou o cabelo, abraçou a cintura dele com intimidade e sussurrou coisas no ouvido dele, fazendo poses calculadas.
De longe, fincando os pés no chão e bebendo uísque puro, senti uma onda de ciúme cego tomar conta de mim. O assessor do Alberto ainda teve a audácia de se aproximar de nós dois no bar e sugerir:
— Alberto, a equipe da Amanda sugeriu um 'affair' de fachada entre vocês. Isso vai garantir o primeiro lugar no Spotify até domingo!
— Nem fodendo — rosnei, me metendo na frente do assessor. — O Alberto não precisa dessa apelação barata.
— O Tiago tá certo — cortou Alberto, firme. — Não vou vender mentira pro meu público.
Mas a Amanda veio até nós, rindo com o copo na mão, com aquela aura de superioridade de quem se acha dona do mercado.
— Ah, para de ser careta, Alberto! Minhas músicas tão caindo, a sua tá subindo. Vamos dar o que esse povo quer ver!
Tomado por um ciúme destrutivo e pelo álcool, olhei para ela com ironia:
— Quer saber, Amanda? Vai lá. Pede logo um selinho na saída pra garantir a capa dos portais.
Ela achou que eu estava validando o plano. Na saída do evento, cercada por flashes, Amanda puxou o queixo do Alberto e deu um selinho demorado na boca dele. O Alberto travou, surpreso, e os repórteres enlouqueceram. Eu tive que engolir e fingir uma risada de fachada para as câmeras, mas por dentro eu queria quebrar o salão inteiro.
Depois do evento fomos para o apartamento do Alberto, ele tentou se explicar dizendo que não tinha culpa, eu contei o que eu havia falado para a Amanda, mas não sabia que ela ia pegar tudo no pé da letra o que eu falei.
A internet pegou fogo na manhã seguinte. O nome do Alberto e da Amanda liderava os tópicos. O plano funcionou para os números, mas destruiu o nosso clima, dormíamos juntos, mas sem aquele fogo que tínhamos.
Dois dias depois, no lançamento de uma grife de roupas sertanejas num shopping de luxo, a tensão atingiu o limite entre eu e o Alberto, o nosso lance já não era mais o mesmo, eu estava no seu apartamento apenas para poder cumprir a nossa agenda de compromissos, a gente nem se beijava mais, e nem se tocava. Tentei ficar afastado dele no evento, fui bater um papo com o gerente da loja, contei da minha recém chegada na cidade grande, e de um possível plano de me mudar, ele acabou me fazendo uma oferta, topei na hora e assinei um contrato solo de publicidade de um ano com a marca — a minha independência financeira para finalmente comprar um apartamento em São Paulo estava batendo na minha porta, a grande chance da minha vida de poder ter um ano sem me preocupar de ser a sombra do Alberto.
Fui até o Alberto para poder contar a novidade, mas a Amanda se aproximou do Alberto perto das araras de roupas, me ignorando solenemente:
— Alberto, vou dar uma festa privada no meu apartamento hoje à noite. Quero você lá.
— Ele não vai — respondi, dando um passo à frente com a voz carregada de autoridade.
Amanda me olhou de cima a baixo com um sorriso debochado:
— Pera aí... Você virou guarda-costas dele agora, Tiago? Deixa o homem falar.
— Eu já disse que ele não vai, Amanda.
— O que vocês dois tão escondendo, hein? — provocou ela, abaixando a voz com malícia. — Tiago, você tá cobrindo as escapadas dele com alguma mulher casada do meio?
O sangue subiu quente para os meus ouvidos.
— Você é intrometida assim na vida de todo mundo ou só gosta de se meter onde não é chamada?! — reagi, dando um passo na direção dela.
— Chega! — a voz do Alberto ecoou, firme e sepulcral, fazendo os vendedores ao redor olharem. Ele nos puxou para trás de um painel de madeira decorativo, nos isolando do salão. — Deu dessa palhaçada, Amanda. O Tiago tá falando por mim porque ele tem esse direito. Eu não vou na sua festa porque eu tô namorando ele!
O silêncio que se seguiu foi absoluto. Eu fiquei pálido, a boca aberta, sem reação.
— Namorando?! — gaguejei. — Alberto, a gente nem conversou sobre isso!
— Não conversou?! — ele se virou para mim, revoltado. — Você tá morando na minha casa há duas semanas, dormindo na minha cama toda noite e quer que eu chame do quê? De amizade?!
— Mas tem que ter um pedido, porra! — respondi, tentando disfarçar o choque.
Amanda olhava para nós dois, alternando o olhar entre a minha cara de pavor e a postura protetora do Alberto. Lentamente, a arrogância do rosto dela começou a derreter. Ela soltou um suspiro longo, colocou a mão na cintura e deu uma risada baixa, quase triste.
— Vocês são um casal... De verdade — murmurou ela, balançando a cabeça.
— Algum problema com isso, Amanda? — perguntei, na defensiva.
— Problema nenhum, Tiago — respondeu ela, e pela primeira vez a voz dela soou humana, sem a afetação da mídia. Ela olhou em volta, garantindo que estávamos sós, e continuou: — Tão vendo aquela fotógrafa de jaqueta jeans perto da entrada? É a minha namorada há três anos. Eu só forcei essa palhaçada com o Alberto porque a minha gravadora vive me ameaçando de demissão se vazar que eu sou lésbica. Eu precisava de um 'affair' famoso pra cobrir minha barra.
Alberto e eu nos olhamos, completamente desarmados. O ranço que eu sentia por ela evaporou no mesmo segundo.
— Amanda... Eu não fazia ideia — disse o Alberto, tocando o ombro dela.
— Ninguém faz. Nesse meio bruto, a gente aprende a virar monstro pra proteger quem a gente ama — disse ela, sorrindo de leve para mim. — Desculpa por desrespeitar seu espaço, Tiago. Eu vi o jeito que você olhava pra ele, mas achei que era só ciúme de fã. Vocês são corajosos pra caralho.
— Obrigado, Amanda — respondi, envergonhado da minha explosão. — E desculpa pelo escândalo.
A reconciliação foi o selo de paz que precisávamos. Naquela mesma noite, de volta ao apartamento, Alberto me levou para a varanda. A brisa fria de São Paulo batia no nosso rosto enquanto víamos o mar de prédios iluminados.
Ele me abraçou por trás, descansando o queixo no meu ombro.
— Sabe de uma coisa? — disse ele, baixinho. — Tirar aquele peso das costas na frente da Amanda me fez ver que eu não quero mais viver com medo.
— Nem eu, meu bruto... — respondi, virando a cabeça para colar minha bochecha na dele.
Alberto se virou de frente, segurou minhas duas mãos com firmeza e me olhou com uma gravidade doce, cheia de verdade:
— Então, Sr. Tiago... Já que você fez questão do protocolo... Quer namorar comigo?
Sorri, sentindo uma certeza absoluta inundar o meu peito.
— É tudo o que eu mais quero, Alberto. É você.
Nos bebemos ali na varanda do seu apartamento.
— Alberto. Aconteceu tanta coisa no evento que esqueci de te contar uma coisa. Conversando com o gerente da loja ele me propôs um contrato pra ser o garoto propaganda da marca de um ano, com esse contrato eu teria que vir morar aqui.
— Não vai me dizer que você recusou essa oferta?
— Eu aceitei.
Ele me olhou com os olhos cheios de lágrimas, me abraçou forte.
— Tiago. Não acredito, presta atenção, parece que tudo está a nosso favor, você todo apavorado de ficar comigo morando no interior. E olha pra você, com um contrato que você conseguiu sozinho.
— O Lucas o meu assessor não vai gostar nadinha disso, vou ter que dispensar ele.
— Então vamos morar juntos? É isso mesmo?
— Sim, e Não.
— Como assim? Mau chegou em São Paulo e já tá cheio de marra?
— Clama Alberto. Vou vender o meu apartamento, e comprar um aqui em São Paulo. Não acho certo eu ficar aqui, quero ter o meu apartamento, o depois.. depois a gente vê.
Abracei ele com aquele ar de esperança que vinha uma grande mudança na minha vida.
— Alberto. Eu te amo. Não ache que eu vou ficar solto aqui em São Paulo, a gente vai revezando entre o meu apartamento e o seu.
— Tiago. Espera aí. Repete o que você disse.
— Que eu te amo.
Peguei no seu rosto olhando bem nos seus olhos. Ele deu um sorriso que me fez sorrir também.
// Leitores…
Mais um episódio cheio de emoções, e reviravoltas nessa história maravilhosa. Tiago e Alberto começando a viver uma vida de casal, mas como todo casal que tem seus altos e baixos, cada um tem seus defeitos, o Tiago é o mais ciumento, o Alberto já é mais tranquilo, seu defeito é ser o mais emocionado da relação, o Alberto é do tipo que já casa antes mesmo de namorar, só esquece de comunicar o parceiro que o casamento aconteceu na cabeça dele.
Quem não é emocionado?
O que estão achando dessa história?
