Aviso: Este é o vigésimo sexto capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 25: O Apartamento de Margot!
Já haviam se passado alguns dias desde que Putty se mudara para o apartamento de Margot. A rotina de fodelança pesada que elas tinham na fazenda foi adaptada para a nova realidade urbana: quase todas as noites Kristy e Mackenzie eram chamadas para participar.
O problema era que, sem Pôia e Püia para limpar todas as manhãs, o apartamento estava virando um verdadeiro caos escatológico. Diarreia, vômito e mijo se espalhavam pelos cantos, paredes e móveis. O cheiro forte e azedo já era tão intenso que, de vez em quando, uma delas vomitava só de respirar fundo.
Naquela manhã, Margot, Kristy e Mackenzie se arrumaram e saíram para trabalhar no Gozo Diário. Putty ficou sozinha no apartamento, deitada no sofá vendo televisão, como vinha fazendo todos os dias.
De repente, um grito alto e desesperado ecoou pelo corredor do prédio.
Putty se levantou rapidamente, abriu a porta e olhou para os dois lados. Não viu ninguém.
Outro grito, seguido de um som seco de pancada, veio claramente do apartamento vizinho.
Ela já tinha reparado que ali morava uma mulher grávida e sua jovem filha, mas também havia uma voz masculina rouca gritando lá dentro:
— É tudo culpa de vocês duas, porra!
Putty saiu para o corredor e colou a orelha na porta da vizinha. A voz masculina, carregada de raiva, continuava:
— Eu chego em casa e você nem fez a comida ainda? Caralho, como você pode ser tão inútil, sua vadia maldita?!
Ela também escutava um choro feminino entrecortado por soluços:
— Por favor... pare... eu vou fazer a comida... eu prometo... mas por favor, pare...
De repente, outro som de pancada seca e um gemido de dor. Putty já tinha entendido exatamente o que estava acontecendo. Seu rosto ficou cheio de ódio.
Sem hesitar, ela deu um chute na porta, que estraçalhou em mil pedaços, voando para dentro do apartamento.
Putty reconheceu imediatamente Nayara e Aisha, as duas vizinhas negras que já tinham trocado cumprimentos educados com ela no corredor algumas vezes.
Nayara estava caída no canto da sala, com o enorme barrigão de grávida, uma marca roxa se formando rapidamente ao redor do olho esquerdo. Aisha estava de pé na frente da mãe, protegendo-a com o próprio corpo, de braços abertos.
Na frente delas, fedendo a cachaça barata, segurando uma garrafa de cerveja vazia numa mão e o punho fechado na outra, estava um homem negro de barriga proeminente.
Todos olharam para Putty. O homem, irritado e cambaleante, rosnou:
— Que porra é essa? Quem caralhos é você, sua filha da puta louca?
Ele avançou contra Putty, levantando a garrafa para bater. A alienígena simplesmente deu um soco bem no meio da cara dele. O bêbado rodopiou no ar e bateu com força contra a parede, caindo desmaiado no chão.
Nayara e Aisha se encolheram no canto, tremendo de medo. Putty levantou as mãos devagar, falando com voz calma:
— Calma... eu tô aqui pra ajudar. Ele tava machucando vocês, não tava?
Aisha baixou um pouco a guarda, reconhecendo a vizinha do apartamento ao lado.
— Ahh... você é a moça que se mudou pro lado... Muito obrigada por nos salvar...
De repente, Nayara soltou um grito agudo e um jato forte de líquido amarelado explodiu de sua buceta, molhando o chão.
Putty, agindo por instinto, ajoelhou-se rapidamente e enfiou o rosto entre as coxas da mulher grávida, começando a lamber e engolir tudo que saía. Nayara gemeu alto, misturando dor e surpresa.
Aisha puxou Putty pelos cabelos, indignada:
— Mas que porra tu tá fazendo, sua louca?! Acabou de nos salvar e agora tá abusando da minha mãe?!
Putty levantou o rosto, confusa, com o líquido escorrendo pelo rosto:
— Ué, mas ela tava tendo um orgasmo! Eu pensei que estava me agradecendo, oferecendo a buceta pra eu chupar...
Aisha quase gritou:
— Você é retardada?! Ela não tava tendo orgasmo! A bolsa estourou! O bebê vai nascer! A gente precisa chamar uma Ambulância agora!
Putty piscou, processando a informação:
— Ahh... isso também faz sentido! Pra sua sorte, eu trabalhei um tempo fingindo ser enfermeira numa Maternidade lá em Karola, então eu sei mais ou menos o que fazer nessa situação.
Aisha, já ligando para a Emergência no celular, não parava de se surpreender:
— Você fez o quê, aonde???
Putty entrou em modo prático:
— Isso não importa agora. Vá pegar água quente e panos limpos!
Os minutos seguintes foram tensos. Putty ajudava Nayara a respirar, tentando acalmá-la. Logo os paramédicos chegaram pela porta arrombada. Putty e Aisha se afastaram enquanto eles assumiam o parto, não havia mais tempo de levar Nayara para o Hospital.
Depois de algumas contrações fortes e gritos de dor, o choro agudo de um bebê encheu o apartamento.
— O bebê nasceu, aparentemente saudável! É uma menina! — anunciou um dos paramédicos, sorrindo.
Eles cortaram o cordão umbilical, enrolaram a bebê em panos limpos e a levaram imediatamente para a Ambulância.
— Tem estilhaços de madeira por todo lado, a parede está rachada e tem até um homem desmaiado ali no canto. Este não é o melhor ambiente para um recém-nascido. Vamos levá-la ao Hospital. Vamos pegar uma maca lá embaixo para a mãe também. Aguardem aqui.
Os paramédicos saíram com a bebê. Nayara, ainda ofegante e suada, murmurava agradecimentos. Aisha também estava aliviada.
De repente, Nayara soltou um gemido longo e a placenta foi expelida de sua buceta, caindo no chão com um som molhado e viscoso.
Putty não perdeu tempo. Pegou a massa quente e gosmenta com as duas mãos, deu duas lambidas grandes e enfiou tudo na boca, mastigando com gosto como se fosse um pedaço suculento de carne crua. O cordão umbilical balançava pendurado para fora de sua boca enquanto ela gemia de prazer, com os olhos semicerrados.
— Mmmph... que delícia... tão quentinha e molhada... — murmurou Putty, mastigando ruidosamente, com sucos placentários escorrendo pelos cantos dos lábios.
Nayara e Aisha ficaram paralisadas, com as bocas abertas em puro espanto, sem conseguir emitir nenhum som.
Putty, achando que elas estavam indignadas porque também queriam se deliciar com aquilo, pegou a ponta do cordão umbilical e enfiou na boca de Aisha, falando com a voz enrolada pela boca cheia de placenta:
— Foi mal, esqueci de oferecer pra vocês também.
Aisha levou um susto ao sentir aquele pedaço de carne comprido e viscoso entrar em sua boca. O primeiro instinto foi de nojo, mas o sabor forte e almiscarado se espalhou pela língua. Inexplicavelmente, ela começou a chupar, arregalando os olhos.
— Que porra... tá... tá gostoso... — murmurou Aisha, com a voz abafada, chupando o cordão como se fosse um macarrão grosso e molhado.
Putty mastigava a placenta com fome, enquanto o cordão umbilical conectava as duas bocas. Elas foram engolindo lentamente, até que suas bocas se encontraram num beijo molhado e barulhento, como que saído diretamente de uma versão grotesca de A Dama e o Vagabundo, suas línguas se tocando no meio da massa placentária.
— Tá tão cremosa... tão quente... — gemia Putty entre beijos.
— Eu não acredito que tô fazendo isso... mas não para... — respondia Aisha, ofegante, chupando mais forte.
Nayara observava tudo sem reação, apenas piscando lentamente, incrédula, seu corpo ainda tremendo do parto.
Putty separou a boca de Aisha por um momento, os fios de saliva e placenta se esticando entre elas, e olhou para Nayara:
— Porra, hoje eu tô só pagando mico... A gente aqui se beijando e sua mãe, que foi a que mais sofreu, jogada pra escanteio, só chupando o dedo.
Putty se ajoelhou entre as pernas ainda abertas de Nayara e chamou Aisha com um gesto:
— Vem aqui, gracinha! Sua mãe também precisa de um pouco de carinho nessa situação.
Sem entender muito bem, Aisha ajoelhou ao lado dela. Putty segurou a cabeça da garota com firmeza e enfiou seu rosto entre as coxas da mãe.
Aisha começou a lamber os líquidos amnióticos misturados com gozo e fluidos que ainda escorriam da buceta dilatada de Nayara.
Ela foi pega de surpresa, mas o prazer foi mais forte que o choque. Segurou a cabeça da filha com as duas mãos e pressionou contra si, gemendo alto e rouco:
— Ahhh... minha filha... assim... continua lambendo... não para...
Aisha, já completamente entregue, lambia com força, enfiando a língua fundo, chupando tudo que saía. Nayara começou a mijar forte, um jato dourado e quente que Aisha bebia sem hesitar, misturado ao gozo cremoso que começava a jorrar.
— Tá tão doce o teu mijo, mamãe... continua mijando na minha boca... — murmurou Aisha, com a voz abafada contra a buceta.
Nayara gemia cada vez mais alto, rebolando o quadril contra o rosto da filha:
— Isso, minha filha... bebe tudo da mamãe... ahhh, tô gozando... tô gozando na tua boquinha!
Putty, enquanto isso, abocanhou um dos seios pesados e inchados de Nayara, mamando o leite que jorrava dos mamilos escuros e carnudos.
— Que leite gostoso... tão docinho... — gemia Putty, sugando com força, o leite escorrendo pelos cantos da boca.
Finalmente os paramédicos retornaram com a maca. Eles pararam na porta, boquiabertos com a cena: Nayara gemendo alto no chão, Putty mamando com vontade em seus seios, e Aisha de quatro, com o rosto enterrado entre as pernas da mãe, chupando sua buceta, bebendo mijo, gozo e líquido amniótico, a bundinha empinada balançando.
Um dos paramédicos olhou para o outro:
— A gente interrompe elas?
O outro deu um sorrisinho sacana:
— Acho que podemos dar mais uns minutinhos pra elas terminarem... Enquanto isso, vamos cuidar daquele outro ali, que tá desmaiado.
Putty, ainda abocanhando a teta de Nayara, avisou:
— Aquele escroto tava batendo nessas duas aqui antes de eu chegar.
Os paramédicos se olharam e responderam, com tom cúmplice:
— Ahh... então pode deixar que vamos dar um tratamento bem especial pra ele...
Continua...