Depois de cinco noites dormindo os quatro juntos na mesma cama, eu, a Megera, Ayanna e Gabriel demos um salto em nosso relacionamento. O espaço insuficiente para tantos corpos, ao contrário de gerar desconforto, só veio a estreitar ainda mais nossos laços e reafirmar o quanto éramos uma unidade poderosa. Nossas vidas estavam profundamente entrelaçadas por um amor genuíno e que não parava de crescer.
O namoro entre os quatro já tinha se tornado casamento, mesmo sem papel passado. A única diferença, para mim, entre Ana Clara e Ayanna, era o fato de que a Megera era aquela com quem dividiria a cama todos os dias da minha vida, se assim a sorte me permitisse. Tirando isso, Ay era, tanto quanto a Megera, a minha esposa, a mulher que eu amava profunda e intensamente. Sem contar que era uma mulher espetacular, que iluminava o mundo com sua presença linda, seu jeito alegre, despojado e perturbadoramente sensual. Fora o fato de ser, até mesmo quando batia e fazia xixi nas pessoas, uma mulher amorosa com todos, que exalava amor e fazia qualquer ambiente se tornar quase paradisíaco.
Não era diferente com Gabriel. O que faltava de desejo sexual entre nós, sobrava em parceria, na forma como devorávamos avidamente a companhia um do outro. A proximidade entre nossos interesses profissionais e visão de mundo era a cereja do bolo. Pena que não torcíamos pelo mesmo time. Eu sou Vitória - afinal, é bom não esquecermos de que eu sou baiano - e ele Fluminense. Mesmo isso, após termos ido duas vezes ao Maracanã, deixou de ser uma diferença, porque me afeiçoei ao clube, à torcida e à atmosfera envolvente do Maracanã, mesmo e apesar de, por razões óbvias, o Fluminense ser tricolor, com o perdão da má palavra, uma característica que me dava urticárias.
Ingrid foi quase um amor à primeira vista. Além de linda, era divertida, inteligente e de uma simplicidade que se misturava naturalmente à atmosfera da nossa família. Quando eu gosto das pessoas, não sei não demonstrar. Quanto à sua tara de ser escrava submissa, nem é preciso dizer que eu já estava acostumado com aquelas maluquices. Afinal, conviver com a Megera e com a Cínthia significava participação compulsória em jogos eróticos de dominação e submissão.
Uma das minha funções mais relevantes na relação era administrar as taras das duas, para que nossas vidas não se transformassem em uma sessão permanente de BDSM. Não que eu não gostasse. Tinha lá seus encantos. Aliás, o que não seria encantador com aquelas duas mulheres lindas, doces e companheiras fantásticas, ao lado das quais cada segundo parecia perfeito?
Para falar a verdade, até Ay amava aquelas brincadeiras de subjugar e de ser subjugada sexualmente. Era desesperadoramente excitante a forma como reagia quando estimulávamos seu prazer com xingamentos. A criatura passava de fase, entrava em outra dimensão e tinha orgasmos múltiplos, rosnando feito uma fera de tanto prazer.
Ingrid, por sua vez, se entregava de uma forma que dava tesão de ver o êxtase, a felicidade e a realização em ser dominada, humilhada, usada e feita de empregadinha e cadela da casa. O prazer estava estampado no brilho daqueles olhos azuis profundos e no tom de sua voz, que tinha uma mistura de meiguice com súplica que não deixava dúvida acerca de como levá-la ao paraíso.
Confesso que fiquei louco de tesão ao saber que sua proprietária, a Megera, havia liberado a escrava para que eu e Gabriel pudéssemos nos divertir com ela. Verdade seja dita, Ingrid era uma delícia em forma de mulher. Tinha aquele corpinho delicado, mas que ninguém se engane, era gostosa de fazer um eunuco salivar.
Fiquei louco quando a vi peladinha, engatinhando na sala, com aquele rabinho de cadela balançando, latindo, dando a patinha para Gabriel e gemendo meio constrangida, enquanto eu inspecionava seu corpo com carícias e apalpadelas. A gatinha até gozou quando deslizei minha mão pela sua entradinha ensopada de fluidos vaginais, chegando a tocar seu grelinho saliente.
Naquela noite de quinta-feira, antevéspera de carnaval, em que o carnaval, na verdade, já estava rolando solto, tanto que eu, Gabriel e a Megera já havíamos ido a um bloco no Centro, Ay e Megera teriam sua tão sonhada noite a sós em nossa cama. No outro quarto, na suíte, Ingrid viveria o prazer de servir aos seus senhores e receber uma noite inesquecível.
Gabriel a levou pela coleira até o quarto e eu acompanhei, admirando aquela bundinha linda e submissa, com uma lata de cerveja e dois copos na mão.
- Posso iniciar a cerimônia, Marido? – começou Gabriel.
- Fique à vontade. Você é o mestre de cerimônias – respondi dando uma risada, enquanto Ingrid permanecia de quatro, de cabeça baixa.
Gabriel retirou sua coleira e seu rabinho, deixando a loirinha gostosa como veio ao mundo.
- Deite-se de costas na cama, cadelinha linda.
- Sim, senhor – respondeu Ingrid, obedecendo, com os olhos brilhando de expectativa.
Gabriel algemou suas mãos acima da cabeça e as prendeu à cabeceira da cama. Em seguida, prendeu suas pernas, ligeiramente arqueadas, pelos tornozelos, amarrando as cordas aos pés da cama, deixando sua bucetinha rosadinha toda arreganhada, nos proporcionando uma visão maravilhosa. A excitação de Ingrid transbordava e chegava a queimar o meu corpo. O pau, então, já estava latejando dentro da bermuda com aquela visão do paraíso.
Gabriel a vendou. Enquanto a tocava, Ingrid mordia os lábios de tesão e sua respiração era pesada, fazendo seus seios, cujos bicos estavam espetados no ar, mesmo sem terem sido tocados, balançarem. Gabriel acariciou seu rosto e deu um beijo carinhoso em seus lábios. Em seguida, desceu com a mão tocando levemente seu pescoço, chegando ao vão entre os seios e deslizando pela sua barriga, fazendo Ingrid suspirar de prazer e expectativa.
- Você quer que eu desça com minha mão até sua bucetinha, loirinha?
- Sim, senhor.
- Pede.
- Põe sua mão na minha bucetinha, meu senhor, por favor – pediu Ingrid, com uma voz toda dengosa, que fez meu pau dar um solavanco, arqueando os quadris o quanto lhe permitia a posição em que estava, presa pelos pulsos e pelos calcanhares.
- Ainda não, cadelinha manhosa. Tenha paciência. Você ainda vai se divertir muito hoje e será muito usada pelos seus senhores – sentenciou Gabriel tirando as mãos de sua barriga, após fazer carícias circulares, que arrancaram um gemidinho delicioso da loirinha.
- Você quer ser usada pelos seus senhores, escravinha safada? – perguntei em tom provocante, me aproximando de seu ouvido, arrancando-lhe outro gemido.
- Sim, senhor.
- Quer ser a nossa putinha safada e submissa? – perguntei, levando o dedo aos seus lábios e os acariciando, fazendo com que Ingrid os entreabrisse.
- Aaaiiinnnn, sim meu senhor.
- Sim, senhor, o que?
- Eu quero ser a putinha safada e submissa dos meus amos. Ai, meu Deus, minha buceta está latejando de me matar – choramingou.
- Ela quer levar pica?
- Quero, meu senhor, é para isso que ela serve. É para ser usada pelos meus donos. Céus, que tesãaaaoo.
Eu e Gabriel nos entreolhamos. Ele acabara de tirar o vibrador da gaveta. Daquele tipo que estimula o clitóris e a parede interna da buceta. Dava para ver o brilho dos seus líquidos em sua bucetinha rosadinha, aquele grelinho saliente, pedindo para ser chupado. A visão de sua entradinha toda oferecida era de enlouquecer.
Gabriel compartilhava comigo um certo espanto de ver como Ingrid já parecia em êxtase, sem que quase nada houvéssemos feito com ela. Talvez pelos olhos vendados, o que amplia os demais sentidos.
Acariciei seu rosto e beijei seus lábios entreabertos enquanto Gabriel instalava o vibrador em sua buceta. Lambi seus lábios delicadamente, até penetrar sua boca com a língua, no que prontamente fui correspondido. Que boca maravilhosa tinha a loirinha e como era receptiva a cada ação nossa. Enquanto a beijava, acariciando sua língua com a minha, Ingrid gemia manhosa em minha boca, estimulada pelos toques de Gabriel em suas partes íntimas, o que deixava o corpo de Ingrid cada vez mais agitado.
Dei um tapinha em seu rosto, fazendo com que soltasse um gemido mais alto e seu corpo se agitasse mais.
- Gosta de apanhar, putinha?
- G-gosto, ai, meu Deus. Nooossaaaaa... uuuuuhhhhnnnnn, aaaaahhhhnnnn – reagiu, se debatendo, quando dei mais três tabefes em sequência em seu rostinho lindo, enquanto Gabriel acionava o vibrador com o controle remoto, fazendo Ingrid se debater de tesão.
Afastei-me para observar a cena, apenas acariciando seu rosto aflito, a respiração ofegante e o corpo se contorcendo.
Para deixá-la ainda mais louca, dei um beijinho em seu mamilo, que parecia uma pedrinha de tão duro.
- Aaaaaiiiiiii, meu Deeeeuuuusssss – choramingou Ingrid, nitidamente prestes a ter um orgasmo avassalador.
- Quer gozar, cadelinha? – provocou Gabriel com voz paternal.
- Aaaiiii, queeerooooo.
Gabriel desligou o vibrador, deixando Ingrid frustrada e aliviada ao mesmo tempo. Em seguida, ligou na vibração mínima e a deixou gemendo, enquanto apreciava os movimentos aflitos do corpo da submissa e seus gemidinhos baixos, sentidos e manhosos, que era uma delícia de ouvir.
Ficamos um tempo apreciando nossa obra, degustando o prazer que certamente estávamos oferecendo àquela princesa submissa. Aquela vibração mínima era uma deliciosa tortura para Ingrid. Sua bucetinha escorria tanto, que já era possível ver a pequena mancha de umidade no lençol. Uma coisa linda demais de se ver.
Gabriel foi à cozinha para pegar outra cerveja e logo voltou para admirar o espetáculo que criáramos. Eu tinha me apoderado dos dois seios durinhos e perfeitos de Ingrid, lambendo um e acariciando o outro mamilo antes de envolvê-lo com a mão.
- Aaaaai, Jesuuusss, que vou enlouquecer. Que delíciaaaaa – exclamava Ingrid em transe.
Sua pele estava toda arrepiada e parecia que entraria em orgasmo com meus estímulos aquele par de seios lindos. Foi quando Gabriel desligou o vibrador. Ingrid deu um suspiro longo, que já não dava para saber se era de frustração ou alívio. Continuei com as carícias, me fartando naquelas delícias. Gabriel iniciou carícias com as mãos em seus pés, subindo pelas pernas, fazendo Ingrid gemer e se contorcer toda sem parar.
Ao chegar perto de sua virilha, Gabriel desceu as mãos novamente, acariciando suas coxas, até chegar nos pés. Ingrid já não conseguia mais gemer, só ofegava sem parar. Foi quando Gabriel voltou a ligar o vibrador mais forte, fazendo Ingrid emitir um gemido alto. Eu bebi um gole de cerveja e voltei a mamar em seu seio, com a boca gelada, enquanto acariciava sua barriguinha linda com a mão, levando nossa submissa ao total descontrole, gemendo e pronunciando sílabas que não completavam uma palavra.
Não demorou e o corpo todo de Ingrid começou a ter espasmos e tremedeiras. Sua boca emitiu uma sequência de grunhidos demorados. Virava o rosto de um lado para o outro em desespero, tendo um orgasmo formidável. Ingrid estava em transe quando Gabriel desligou o vibrador, fazendo com que desse um gritinho agudo. Na sequência, arriou a bermuda e a cueca, encaixou o pau em sua entradinha, fazendo com que Ingrid soltasse um suspiro demorado de expectativa, e a penetrou de uma vez, arrancando um urro de nossa escrava, já iniciando um entra e sai, fazendo Ingrid gemer alto.
Desalgemei seus pulsos, liberando seus braços, coloquei o pau para fora, tirei sua venda, virei seu rosto meio de lado e o levei à sua boca. Sua mãozinha envolveu meu pau com necessidade e não precisei mandar para que o abocanhasse. Só o contato de seus lábios fizeram meu corpo inteiro se arrepiar.
Seu corpo subia e descia com as estocadas de Gabriel, enquanto Ingrid envolvia meu pau com as duas mãos e a boca, chupando com uma fome desesperada e gemendo com minha rola na boca, no mais absoluto estado de êxtase, sendo dominada por dois homens.
- Que boquinha gostosa, cadelinha. Continua chupando. Assim mesmo – ordenei.
O tesão era muito. Tanto que não demorou para que Gabriel saísse de sua buceta e descarregasse um litro de porra em seus seios e sua barriga. Ingrid delirava com meu pau na boca. Trouxe-a pelo cabelo e fodi sua boquinha com vontade. Não aguentei mais a pressão. Tirei o pau e gozei em seus lábios e em seu rosto. Ingrid, de olhos fechados e lábios entreabertos, parecia no mais completo transe, com porra escorrendo pelo rosto, pelos seios e pela barriga. Gabriel ainda fustigava seu grelo com os dedos, fazendo com que a loira dos olhos azuis e do corpo de princesa tivesse um orgasmo monumental, se debatendo, chorando e gritando, suas lágrimas se misturando com meu sêmen.
Quando Gabriel finalmente tirou a mão de sua buceta, Ingrid ainda continuou soluçando e se contorcendo feito uma cobra, com o corpo tremendo e o peito subindo e descendo com a respiração descompassada.
Enquanto Ingrid se recuperava daqueles orgasmos brutais que lhe proporcionáramos, Gabriel libertou seus tornozelos das cordas e ordenou que fosse para o chão e se colocasse de quatro. Ingrid obedeceu com dificuldade, como se tivesse perdido o controle sobre o próprio corpo. Gabriel ordenou que engatinhasse até o banheiro.
Eu ainda me recuperava do transe, quando Gabriel me chamou. Ingrid estava de joelhos no box do banheiro e ele apontava o pau para seu rosto, segurando-a pelo cabelo.
- O que você quer ser? – perguntou para Ingrid.
- Sua privada. A privada do meu mestre.
Gabriel começou a mijar em seu rosto, controlando o jato. Ingrid, de olhos fechados, tinha o corpo em tremedeiras. Depois, direcionou os jatos aos seus seios, o mijo se misturando com porra e a loirinha nitidamente delirando de prazer.
- Quer mais, putinha?
- Mais, eu quero mais, por favor, meu senhor.
Quando ela respondeu daquele jeito, quase suplicando, me pau, que mal tinha voltado ao normal, começou a endurecer de novo. Repeti Gabriel e descarreguei o mijo em nossa submissa, que ainda abria a boca para receber alguns jatos. Do jeito que ela tremia e ofegava, parecia que estava tendo uma sequência de orgasmos. Eu estava completamente impressionado com aquela mulher, com a forma como se entregava àquela dominação suja.
Quando terminei, Gabriel me puxou pelo braço, mandando que Ingrid permanecesse de joelhos no chão do box.
- Cara, o que foi isso? – ele me perguntou com os olhos arregalados.
- Acho que demos mais a ela do que ela poderia sonhar. Só não me espanta mais porque eu já vi a Megera nesse estado.
- Vamos dar um banho nela?
- Vamos. Hora do carinho, né?
Entramos os dois nus no chuveiro e a levantamos. Ingrid mal conseguia ficar de pé.
- Gostou do tratamento, putinha? – provocou Gabriel, enquanto ligava o chuveiro.
Ingrid só sinalizou que sim com a cabeça, mas com os olhinhos azuis brilhando. Tomamos banho a ensaboando, o que fez com que sua excitação continuasse evidente pelo corpo todo arrepiado e os suspiros de prazer. De onde saía tanto tesão?
Depois do banho, a enxugamos como um bibelô. Não havia problema se ela ainda estava com tesão, porque só sua presença era suficiente para que eu e Gabriel permanecêssemos de pau duro.
Peguei-a no colo e a levei para a cama. Ingrid se aconchegou ao meu peito toda encolhidinha e dengosa. Deitei-a na cama e a cobrimos.
- Descansa um pouco, putinha linda, que nós ainda vamos usar sua bucetinha. Você quer?
- Sim, senhor. Também quero cerveja – choramingou, vendo Gabriel com a lata na mão.
- Vou pegar um copo para você – anunciou Gabriel.
Além de ter um tesão de submissa interminável, a criatura ainda tinha muita energia, porque se sentou na cama em posição de lótus e já foi dando um gole sedento na cerveja. Eu e Gabriel olhávamos para ela admirados.
- Como você está se sentindo? – perguntou Gabriel com aquele jeito carinhoso, como se estivesse falando com uma peça de porcelana delicada.
Ingrid abriu um sorriso tímido e até meio envergonhado.
- No céu – respondeu.
- Quer dar essa bucetinha para a gente? – perguntei com cara de safado.
- Sim, senhor – respondeu com um sorrisinho safado, olhando para meu pau duro e mordendo os lábios.
- Quer pegar?
- Quero.
- Então pega.
- É tão grande. Vai me deixar toda arrombadinha.
- Putinhas servem para isso, não é? – provoquei.
- Sim, senhor, é para isso que eu sirvo. Minha bucetinha está piscando de tesão de ser usada pelos meus donos. Posso fazer um boquete?
- Fica de joelhos na beira da cama e se reveza fazendo boquete nos seus dois senhores.
Ingrid obedeceu imediatamente, ficou de joelhos entre minhas pernas e começou a dar beijos apaixonados por todo o meu pau. Depois, colocou na boca e começou a saborear.
Aquilo estava uma delícia. Ingrid deve ter ficado um bom tempo se revezando entre os dois paus e o copo de cerveja, feliz da vida.
A farra continuou com Ingrid de quatro na cama, eu e Gabriel nos revezando em sua buceta. Fodemos a loirinha por uma eternidade, evitando gozar. No final, eu me ajoelhei e trouxe Ingrid para encaixar suas pernas em minha cintura, deixando se cuzinho exposto para Gabriel. A putinha gozou só com Gabriel lubrificando seu rabinho com o dedo, com a bucetinha apertando meu pau.
Quando Gabriel começou a penetrar seu cu, suplicou que fosse devagar, mas que não parasse. Com Ingrid encaixada em mim, Gabriel, já com metade do pau dentro do buraquinho servil de Ingrid, começou a fazer um vai e vem lento e curto, que foi, gradativamente, levando a loirinha ao desespero.
Ingrid não parava de gemer em meu ouvido e apertar seu corpo contra o meu peito. Não aguentei e invadi sua boca num beijo faminto, que fez com que Ingrid colapsasse e o pau de Gabriel fosse lá no fundo. Ingrid retribuía meu beijo com paixão, tremia e chorava. Quando Gabriel colocou mais pressão nas investidas, Ingrid se agarrou a mim com mais força e enterrou o rosto no meu ombro para abafar os gemidos incessantes, enquanto fazia movimentos pélvicos descontrolados. Sua buceta ordenhou meu pau sem dó. Seu corpo estremeceu. Ingrid urrava, Gabriel gozou com um urro mais alto e meu orgasmo veio logo depois.
Antes que eu terminasse de jorrar meu sêmen no fundo de sua buceta, Ingrid desmaiou em meus braços. Gabriel se retirou de seu cu e eu a deitei de lado, ainda encaixado. Não sei quanto a Gabriel, mas eu acabei adormecendo com a loirinha do Frozen atracada comigo e inconsciente.
Acordei no dia seguinte e Gabriel não estava mais na cama. Somente Ingrid permanecia dormindo, com as mãos jogadas em minhas costas. Senti uma presença conhecida sentada na beira da cama, ao meu lado, a mão em meu rosto, fazendo aquela carícia deliciosa que eu amava.
- Dormiu bem, meu amor?
Minha primeira reação foi puxá-la para se deitar ao meu lado. A Megera estava com uma camisetinha regata e de calcinha.
- Como foi sua noite de amor com a Ay? Lamberam muito a bocetinha uma da outra?
- Não tenho como descrever, amor. Nós nos amamos como se não houvesse amanhã. Amanheci ainda mais apaixonada pela minha moreninha. E nossa cadelinha submissa? Trataram ela bem?
- Melhor perguntar a ela.
Ingrid se mexeu e se apertou mais contra meu corpo, soltando um suspiro. A Megera se debruçou sobre o meu corpo e deu um beijo em sua testa, acariciando seu rosto com a mão.
- Tão lindinha – exclamou, toda embevecida.
De repente, Ingrid deu um pulo, me soltando e fazendo menção de se afastar.
- Ei, o que foi cadelinha assustada – falou Ana Clara, puxando-a para nós.
- É que... eu...
- Não tem problema. Toda cachorrinha de estimação gosta de dormir sentindo o calor do seu dono.
- Minha senhora – choramingou.
- Pois pode parar com esse negócio de minha senhora. Até segunda ordem, você é uma mulher livre. Guarda esse fogo de submissa para quando eu tiver vontade de brincar com você. E sem fazer essa carinha de decepcionada ou vou ter que castigá-la de um jeito que você vai preferir morrer.
- Sim, senhora!
- Sim o que?
- Sim, Baianinha – respondeu Ingrid esboçando um sorriso.
Ana Clara se debruçou sobre ela e estalou um beijo em seus lábios.
- Agora, minha lindinha, trate de se levantar e tomar um banho bem gostoso para me contar como foi sua noite de putinha submissa com nossos donos – falou lhe estendendo as mãos.
Ingrid se levantou e deu um abraço apertado na Megera, que retribuiu.
O café da manhã foi animado.
- Eles quase me mataram de tanto gozar – respondeu Ingrid às perguntas sobre a noite.
- Presumível, não é Megerinha? – interveio Ay, se dirigindo à sua mulher.
- Eu que o diga – reagiu Ana Clara, mordendo os lábios.
Mais tarde, eu e Gabriel paramos no bar para beber e conversar.
- Cara, como é que a gente vai fazer para dar conta desse monte de mulher? – perguntou Gabriel com cara de preocupado.
- Elas mesmas se satisfazem entre si. A gente só ajuda e aproveita.
- É verdade.
- E ainda tem a Cínthia.
- Cara, daqui a algumas horas o quarto elemento estará entre nós – brincou Gabriel.
- Kkkkkkkkkkkk! Vamos passar o carnaval no harém – reagi.
- E que harém de responsa, hein marido!
- Kkkkkkkkkkkkkk! Cada uma mais linda e gostosa que a outra. Já reparou que nós estamos nos tratando por marido e não mais por namorado?
- Pior que eu nem me dei conta disso – reagiu Gabriel, surpreso.
- Acho que nós passamos de fase, né?
- Como que você se sente quanto a isso?
- Não poderia estar me sentindo melhor. Eu amo vocês. De verdade. E muito.
- Também amo pra caralho você e a Megerinha linda.
- E a Ingrid? – perguntei.
- Meu Deus – exclamou Gabriel.
- Concordo.
- Kkkkkkkkkkkkkkkk! Tu se apaixonou por ela, né?
- É possível não se apaixonar? – reagi.
- Não, não é possível. Parece que ela sempre esteve entre nós.
- Parece que já nasceu na família. Linda, meiga, inteligente, simples e ama uma sacanagem com dominação.
- Mais uma para o time das putinhas submissas.
- Você acha que devemos pedi-la em namoro?
- Se nossas donas concordarem, eu sou a favor.
- Se depender da Megera, que quer namorar todo mundo, é quórum fechado. Hoje, eu acordei com a Ingrid dormindo abraçada comigo. Dou de cara com a Megera e, nem deu tempo de cair a ficha, ela já estava beijando a testa da loirinha, toda carinhosa.
- A Megera não existe. Não tem como não ser louco de paixão por aquela mulher. Ela exala amor por todos os poros. Também, com um cara como você do lado.
- E ainda tendo você e a Ay. E isso é porque você não conhece os pais dela. Aí tu pira de vez, de tão gente boa que são. Coladíssimos com meus pais. Não se largam por nada.
- Será que rola um poliamor também? – provocou Gabriel.
- Não que eu saiba, mas não duvido nada. Os coroas até que são bem conservados – respondi.
- O amor está no ar.
- E a Ay? Será que topa namorar com a loirinha do Frozen?
- Vamos descobrir agora – falou Gabriel, já pegando no celular para mandar mensagem.
- Você vai decidir um pedido de namoro por mensagem, seu doido?
- Decidir, não, só confirmar – reagiu Gabriel.
“Amor, eu e o Demônio decidimos pedir a Ingrid em namoro. Você e a Megera concordam?”
Foi o tempo de beber um gole de cerveja e logo veio a resposta.
“Safados”
“Estamos apaixonados por ela”
“Nós também”, respondeu Ay.
“Isso é um sim?”
“É um vamos ver se ela quer e fazer a experiência”
“Concordo”, respondeu Gabriel.
- Está bom para você, marido? – perguntou Gabriel com um sorriso de triunfo.
- Mais uma para a família?
- Se ela aceitar...
- Tomara que aceite.
- Tá apaixonadinho, né Demônio?
- Até parece que você não, maridinho.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O meu celular apitou logo em seguida.
“Nossa nova namorada aceitou. Está aos prantos aqui, abraçada com a Ay”, escreveu a Megera.
“Nós três amamos vocês”
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Acompanhe aqui ( https://www.casadoscontos.com.br/serie/3511 ) a série "O Demônio e a Megera", a história de um jovem casal que vive o amor sem limites e o sexo sem tabus ou preconceitos, com personagens pelos quais é praticamente impossível não se apaixonar.
Adoramos comentários e tentamos, na medida do possível, responder a todos. Ficamos felizes se você nos seguir. A série "Contos Avulsos" é publicada sempre aos sábados. "O Demônio e a Megera", sempre nas segundas e quintas.
Um beijo no coração e obrigado por nos conceder sua atenção e compartilhar as sensações das nossas histórias.
