✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Reféns do sexo: Valéria

Um conto erótico de Valéria Leme
Categoria: Heterossexual
Contém 1273 palavras
Data: 07/09/2026 15:47:57

Praça Saenz Peña, Tijuca, Rio de Janeiro. Num pequeno restaurante japonês, situado no segundo pavimento de um conhecido shopping-center, um casal e um amigo estão jantando, devorando sushis e sashimis, regados com doses generosas de sakê, servidos por gentis moças de traços orientais.

Enquanto a esposa vai retocar a maquiagem no banheiro, Paulo aproveita para conversar com o amigo do casal, que conhecia de perto seu problema e que já tentara aconselhá-lo antes.

- Eu não me incomodaria com isso, Paulo – dizia o amigo. - A disputa entre as mulheres hoje em dia é muito grande. Elas são em maior número. Se Valéria quer dar uma de gostosa, deixe que ela vá em frente. Você vai ver como ela virá com o rabo entre as pernas, quando perceber como a disputa está feia lá fora.

- Pode ser que você tenha razão, Zeca. Afinal, é um exemplo vivo dessa filosofia, não? - observou Paulo.

- Não tenho do que reclamar, Paulo. Essas mulheres estão cada vez mais taradas. Hoje eu pude me dar ao luxo de escolher a mulher com quem sairia. O que acha de uma coisa dessas?

- Estou trepando com uma só há muito tempo. Se a coisa está assim, acho que vou gostar de liberar Valéria. Afinal, isso pode me custar apenas um par de chifres... Em compensação, fico livre para experimentar as outras.

- Esse é o princípio, Paulo. Esse é o princípio - comentou Zeca.

- Então vamos ver isso bem de perto - concordou Paulo, rindo.

Após o jantar, Paulo e Valéria despediram-se de Zeca e foram de táxi para casa, um confortável apartamento de cobertura, situada na rua Conde de Bonfim, quase chegando na Usina.

- Você esteve muito gentil o tempo todo - comentou ela.

- Estive pensando, Valéria. Acho que você, afinal, tinha razão. Não devo prendê-la. Somos casados, mas você precisa ter as experiências que desejar. Só assim saberá me valorizar - ponderou.

A princípio, Paulo pensara que isso seria muito difícil de fazer. Depois, à medida que se lembrava das mulheres com quem cruzara ao longo da vida, dos olhares, das insinuações, da sedução daquelas roçadas involuntárias de corpo, percebeu que poderia acabar ganhando muito mais do que perdendo.

Estava há muito tempo casado com Valéria. Talvez fosse a hora de experimentar mesmo outros relacionamentos. E depois, boceta, como diria Zeca, era só lavar que estava nova outra vez.

- Está falando isso de coração? – indagou ela, emocionada.

- Com toda a sinceridade - afirmou, sem estremecer ou vacilar quando a olhou direto nos olhos.

- Tudo bem, mas agora... vamos trepar! - ordenou Valéria, com sua voz incrivelmente modulada e sensual, encarando-o.

- Isso a excitou?

- Muito - afirmou. - Não sabe como isso me deixa feliz, amor.

Paulo, olhando-a nos olhos, segurou-a pelas mãos e levou-a até o quarto do casal.

Ela se sentou na cama, olhando-o sempre. Ele tirou o paletó, depois a camisa, exibindo os músculos bem definidos de seu corpo.

Descalçou os sapatos, as meias e abaixou a calça. Por fim, livrou-se da sunga. Seu pênis já estava duro.

- Está com tesão? – quis saber Paulo.

- Sim, amor, você sabe que isso me deixa ligadona - falou Valéria, estendendo a mão e apagando a luz do abajur.

No escuro, ele ficou esperando. Ouviu o farfalhar das roupas dela.

Quando subiu na cama, Valéria já o esperava com as pernas abertas e a vagina lubrificada.

- Quero já! - ordenou, enroscando-se nele, puxando-o para junto de si.

Ele se deitou e ela imediatamente subiu nele, depois acomodando-o às portas de sua vulva.

Gemeu, quando soltou o corpo e o fez enterrar-se profundamente dentro dela.

- Você está mesmo com tesão - observou Paulo.

- Já gozei, só de pensar nas trepadas que vou poder dar com outros homens, talvez nesta mesma cama. Agora ela é território livre, meu futuro corninho – comemorou Valéria

- Então, vamos invadir já esse território livre - murmurou ele, movendo os quadris no mesmo compasso dela, sentindo a cabeça de seu membro esfolar-se numa vagina incrivelmente apertada.

Ela começou a gozar logo e continuou mordendo os lábios para não gritar, saltando sobre ele, sentindo aquele membro grosso alargar suas dobras vaginais e roçar por completo o interior de sua gruta, esfregando- se em seu pequeno clitóris e fazendo-a se derreter.

Ela apertava e alisava o peito dele e os músculos do braço, gozando ininterruptamente, quase perdendo o fôlego naquela cavalgada alucinante, até que ele gozasse e a inundasse de gozo.

Ficaram gemendo e suspirando, aproveitando cada espasmo de prazer, cada contração de seus ventres.

Valéria ficou sentada sobre Paulo, rebolando os quadris e retirando daquele pênis ainda duro um resto de prazer. Ele se estendeu na cama, sob ela, extenuado.

Ela continuou movendo o corpo, subindo e descendo. Ele estremecia e apertava os lábios. Ela foi aumentando novamente os movimentos. O pênis dele se mantinha ereto, deslizando com facilidade na vagina lubrificada e cheia de sêmen. Ela se ergueu, então, deixando o cacete dele escapar de suas entranhas.

Paulo pensou que ela fosse sair, mas, num gesto inesperado, ela o guiou para o meio da bunda dela.

Comprimido, o líquido viscoso que enchia o reservatório vazou por entre os pelos dele.

- Você vai comer meu traseiro agora... Vamos aproveitar esse momento - disse, com a voz rouca de tesão.

Valéria foi soltando o peso do corpo sobre o membro dele. Paulo

sentiu as pregas se dilatando.

Percebeu que a glande se apertava para encontrar o caminho, avançando firmemente.

A mulher gingava a bunda de um lado para outro, oscilando o tronco, enquanto fazia o membro dele invadi-la por trás, apertado e ardente. A cabeça, a custo, entrou.

Depois, o resto do membro foi deslizando para dentro dela, que não sossegava. Continuava rebolando freneticamente.

Paulo sentia um tesão enorme, com o pênis sendo sugado para dentro daquela bunda esfomeada.

- Está... gostoso... - suspirou Valéria. - Põe tudo... quero sentir até o fim... Enterra... Enterra tudo dentro de mim... - continuou movendo os quadris, até que o pênis dele estivesse todo enterrado em seu traseiro.

- É bom demais esse cu - ofegou ele, sentindo-se inteirinho dentro da mulher.

- Oh, que coisa louca! – ela gritou, gemendo de prazer.

Suas mãos subiram pelo corpo dela, indo bolinar seus seios. Ela continuou rebolando, subindo e descendo lentamente o corpo, aumentando aos poucos o ritmo.

- Posso ficar dentro de você o resto da vida... Não sinto vontade de parar... Meu pau continua duro...

- E eu ficaria pra sempre, se não quisesse tanto experimentar outros em meu rabo...

- E eu quero experimentar outros cuzinhos, tão famintos e apertados como o seu, para engolir meu pau com tanta vontade... - sussurrou, de forma que ela não o ouvisse, coordenando seus movimentos com os dela.

O tesão aumentava violentamente. Ela começou a galopar sobre ele, com o membro entrando e saindo de seu corpo. Paulo correspondia, golpeando-a com força.

A mulher gozava com tudo dentro dela, entregando-se totalmente.

Paulo sentiu seu membro arrebentando de tesão.

Todo o seu corpo se agitou. Então, ele gemeu alto, junto com Valéria, enquanto apertava com ambas as mãos os volumosos e macios seios da mulher.

A esposa empurrou com força a bunda contra o pênis dele e ficou estremecendo e gemendo, contraindo os músculos, enquanto ele voltava a gozar e a encher a esposa de leite.

- Oh, como você é gostoso... Que tesão! Não pare... Estou gozando horrores... Gozando sem parar... - disse ela, agitando-se toda.

Por fim, saciados, ambos os esposos puderam relaxar. Deitados um ao lado do outro, de mãos dadas. Paulo sonhava com as futuras conquistas amorosas que poderia empreender, sem se sentir culpado, embora correndo o risco calculado de se tornar um corno manso. Valéria mostrava no rosto um indecifrável sorriso, agradecendo, em silêncio, a Paulo por liberá-la das amarras do casamento, podendo tornar-se, daí em diante, uma completa vadia.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 16 estrelas.
Incentive Valéria Leme a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários