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Iniciação tardia às beldades trans

Um conto erótico de MauMau68
Categoria: Trans
Contém 3908 palavras
Data: 01/09/2026 16:26:47

Meu interesse por mulheres trans não passava de mera curiosidade. Uma vez meti o dedo no cú e não gostei. Claro que eu já tinha assistido a vídeos com trans por curiosidade, mas aquilo não me enchia de tesão. Somente as mais lindas me chamavam a atenção, as beldades, algumas com uma beleza tão exótica no rosto e com corpos tão femininos que eu chegava a duvidar que existisse um pau no meio daquelas lindas pernas. Eu tinha aversão a pau. Mas não sei se eu negaria um boquete de um rostinho lindo daqueles. Quem sabe ser somente ativo, com ela escondendo o pau dentro da calcinha? Eram apenas possibilidades muito remotas, pois eu achava que jamais iria cruzar com uma divindade daquelas. Ou se cruzasse, por que ela se interessaria por mim?

Mas o acaso aconteceu na minha vida e me levou ao maravilhoso mundo das trans e de tudo o que elas têm a oferecer. Sinto que tive muita sorte, pois uma beldade cruzou sim o meu caminho, quando eu nem sabia que gostava de trans. Ela me ensinou tudo e devo tudo a ela.

Tudo começou quando eu já tinha 45 anos. Era casado e tinha uma vida sexual excelente com minha esposa. Ela precisava de sexo apenas uma vez por semana, e eu caprichava nos rituais eróticos que ela adorava, com cardápio completo. Mas o meu apetite sexual dava para muito mais. Enquanto para ela bastava uma transa por semana, para mim eram necessário duas ou três, quando não mais. Assim, eu guardava minha energia e meu dinheiro e duas vezes por mês dava uma fugidinha. Eu pegava meu carro, que era velho, mas de luxo, e um carro de luxo velho continua de luxo, e saía pelas ruas de um bairro pobre (mas não violento) da minha cidade. Quando avistava alguma mulher sozinha, fazia um sinal oferecendo carona. Inacreditável a quantidade de mulheres que aceitavam minha carona. Eu pegava qualquer mulher, nova ou velha, bonita ou feia, sem discriminação. Eu as levava para onde quisessem. Um papinho frugal e empático no início. Depois eu comentava que estava cansado, precisando relaxar. No porta luvas, uma nota de cem e duas de cinquenta. Eu puxava a nota de cem e oferecia se ela quisesse apenas me masturbar, mais nada. Se eu sentisse que ela estava na dúvida, eu oferecia os 200 reais. As dúvidas caíam por terra, quase sempre. As que se recusavam eu dizia que tudo estava bem, mas que elas perderiam o dinheiro por nada, e que meu pau era o mais limpo e cheiroso do mundo. E ali a minha máxima também funcionava, quando eu sussurava no ouvido das mulheres nos bares e festas: “eu não sou bonito, mas o meu pau é!”. Isso quase sempre funcionava, mesmo porque meu pau é bonitão mesmo. Tem 18 cm e não é muito grosso. É bem retinho e tem algumas veias, mas não muitas. A mulherada adora chupar e algumas topam sexo anal, que eu adoro. Muitas prostitutas gostam de fazer vídeos chupando meu pau para colocar nos seus sites.

Esse ritual da carona eu fazia sempre igual, e toda vez eu conseguia uma mulher para pelo menos me chupar. Quase nenhuma ficava só na punheta depois que pegavam no meu pau. Algumas encostavam o rosto para apenas cheirar e já caíam de boca. E assim peguei muiiiitas mulheres. Algumas ficaram fixas e bastava ligar para combinar um bom boquete a 100 reais ou uma transa completa num motel, mais eventual devido ao custo.

E assim eu equilibrava meu apetite sexual.

Na minhas andanças eu evitava as mais novinhas para ficar longe de qualquer eventual problema legal. Eu até preferia as mais velhas. Tem umas velhinhas que fazem um tremendo boquete. E ficam felizes da vida com o dinheiro ganho. Bem, falo isso para mostrar que a chance de acontecer o que aconteceu era muito baixa, pois normalmente eu não ofereceria minha carona para uma menina tão novinha. Mas eu não resisti. Passei duas vezes por ela e pude olhar bem. Tinha minha altura, 1,75m. Morena clarinha, com o cabelo bem preto, um rabo-de-cavalo. Vestia uma legging discreta mas sensual, marcando a calcinha fio dental, com uma regata que deixava o top a mostra com os seios de médios a grandes. Caminhava graciosamente pela calçada, fazendo os seios balançarem suavemente com o movimento.

Aquilo me deixou louco. Na segunda vez que passei por ela pude perceber que era bem novinha mesmo e que tinha um rostinho angelical, com olhos pretos. Na terceira vez fiz meu sinal de carona e ela acenou que sim com a cabeça. Parei um pouco à frente e esperei ela correr em direção ao carro. A imagem dela entrando no carro jamais sairá da minha cabeça. Ela era simplesmente a menina mais linda que já conheci. Uma pele inacreditavelmente macia, olhos amendoados e negros, suplicante por atenção, e uma boca que mexe com qualquer homem hetero na terra. Ao entrar me deu dois beijinhos no rosto, como se nos conhecêssemos há tempos. Seu nome era Angel, como se pudesse ser outro. Me apresentei e segui com o carro no caminho que ela indicou. Eu estava tão ofuscado pela beleza dela que esqueci das minhas táticas de conquista. Eu apenas a elogiava, pela beleza, pela simpatia e pela personalidade. Tinha só 19 aninhos, my god! Já quase chegando ao seu destino fiz minha proposta, mas já comecei com 200 reais apenas pela masturbação. Para minha grata surpresa, ela topou na hora. Nem pude acreditar no que estava acontecendo. Uma beldade daquelas ficaria com meu pau na mão para fazer o que quisesse. Rapidinho achei um lugar legal, sem ninguém por perto. Comecei a beijar aquela boca magnífica. Ela correspondeu por alguns segundos e depois me afastou. Disse que tinha algo importante a me dizer. O que poderia ser, my god?

- Eu sou trans! Disse ela.

Confesso que fiquei bem confuso na hora, mas bastou olhar de novo para aquela boca e mandar tudo às favas. Eu disse que não tinha problema, que era a minha primeira vez, mas tudo bem. Continuamos a nos beijar. Beijar sem pressa é a melhor coisa do mundo, pois acalma a pessoa. Isso me acalmou e pude aproveitar bem toda a situação. Aquele beijo deixou meu pau duro. Nessas ocasiões eu usava uma calça folgada e sem cueca, que ficava fácil de colocar o pau para fora. Normalmente as mulheres adoram essa parte e eu caprichei com a Angel. Deixei ela sentir bem meu pau duro com as mãos por cima da calça, antes de puxar a calça e fazer o pau saltar para fora, completamente duro. Então ela fez algo que me deixou doidinho: tirou o top e deu um jeito de colocar meu pau entre seus peitos siliconados, enquanto me chupava a cabecinha. Depois de um tempo, tirei o pau do peito e deixei livre para ela engolir livremente. Para meu espanto, ela engoliu tudo, até o talo. Poucas, muito poucas mulheres têm essa habilidade. Ela conseguia masturbar a cabeça do meu pau com a garganta! Isso foi algo absolutamente prazeroso, de modo que tive que tirar para não gozar na boca dela. Mas quem disse que ela deixou? Continuou chupando até que senti meu pau em prenúncio do orgasmo. O primeiro jato deve ter sido muito forte e tive a impressão que saiu esperma pelo nariz dela, mas mesmo assim ela continuou chupando. No segundo e terceiro jatos pude ver as bochechas dela enchendo com o esperma, e isso me deu um imenso prazer. Quando os jatos acabaram, ela continuou chupando, chegando a doer a cabeça do pau, de tão gostoso que estava, até o pau começar a amolecer. Depois ela cuspiu tudo pela janela, como uma profissional. Eu havia tido a melhor experiência oral da minha vida, com uma beldade trans.

Mas a beldade tinha um pau, que pude ver que estava duro e querendo estourar para fora da calcinha. Eu não sabia o que fazer, nem o que sugerir, mas ela foi muito legal. Disse que não me preocupasse com ela, e assim fui recuperando o fôlego enquanto ela se limpava.

Depois de recompostos, ela me contou sua história. Tinha 19 anos e ganhava dinheiro com programas desde os 17, e gostava daquela vida. Queria me ver de novo, para um programa completo, na próxima vez num motel. Perguntei se ela ia tentar me comer, porque eu não ia dar.

- Claro que vou! Disse ela.

Passei uma semana maldita sonhando com essa mulher, que tentava me agarrar à força, me comer na marra, e eu tentava fugir, mas no fundo eu gostava e acordava de pau duro. Nesses sonhos o pau dela não aparecia. Até que aconteceu nosso primeiro encontro no motel.

Ela apareceu deslumbrante, bastante maquiada, muito mais piriguete do que quando encontrei voltando da academia, vestindo uma mini-saia que dava vontade de levantar para dar um tapa na bunda, usando um decote escandaloso e um salto alto gigante. Parecia outra pessoa, uma trans montada, como elas dizem, sem aquela cara angelical que eu conheci na rua, mas que aparentava muita personalidade. Gostei do que vi. Peguei ela pela mão e nos sentamos na cama. O que aconteceu a seguir foi uma daquelas cenas que jamais sairão da minha cabeça. Ela tirou o pau mole para fora da calcinha, pegou na minha mão e colocou para segurar o bicho. Falou algumas bobagens no meu ouvido e começou a me beijar, enfiando a língua bem fundo na minha garganta. Senti aquele troço crescendo na minha mão, até ficar duro como pedra. Não sabia o que fazer. Ela, então, segurou minha mão e começou a fazer movimento de masturbação. E assim bati a primeira punheta para outra pessoa na minha vida. Adorei o pau dela! Não era grande, devia ter uns 15 cm, mas era lindo. De repente ela parou, me colocou de pé e, sentada na cama, abaixou a minha calça e começou a me chupar com aquela garganta profunda maravilhosa. Ela ficava puxando o meu quadril em direção ao rosto dela, fazendo meu pau desaparecer por completo, e depois tirava até a cabeça. Impossível não gozar. Tive que tirar o pau da boca dela e pedir para ficar de quatro na cama. Ela se virou e deu uma olhadinha safada para mim, me provocando. Ela tinha um troço metálico enfiado no cú, que eu não sabia o que era. Ela riu e explicou que era um plug para facilitar a penetração. Enquanto eu colocava a camisinha, ela tirou vagarosamente o plug, que eu substituí pelo meu pau, comendo pela primeira vez o cuzinho de uma trans. E como aquilo estava bom. A bunda dela era uma obra de arte. Realmente o plug abriu caminho e pude meter muito forte, coisa que adoro, fazendo aquele bunda balançar pra todo lado e fazendo muito barulho de meteção. Depois de um bom tempo assim, ela pediu para me cavalgar. Me deitei de costas e ela veio por cima, enterrando de uma só vez meu pau no seu cuzinho. Começou um sobe e desce alucinante, e aquele pau começou a bater na minha barriga. Não sabia o que fazer, de novo, e então ela pegou minha mão e pediu uma punheta. E assim ela me cavalgou deliciosamente, enquanto olhava nos meus olhos e eu a masturbava. Tesão absoluto para mim. De repente ela gozou na minha mão, lançando um jato de esperma muito quente no meu pescoço. Devo ter feito uma baita cara de nojo, pois ela riu enquanto continuava a me cavalgar. Rapidinho esqueci do esperma dela e anunciei que iria gozar dentro dela. Ela imediatamente parou e pediu para gozar nos peitos dela. E assim gozei nos peitos e no rosto dela com uma bela espanhola, enquanto o pau mole e melecado dela roçava minha bunda.

Uau, aquilo foi demais! Tivemos que parar por aí. Comer o cuzinho de uma linda trans e sentir o esperma dela na minha pele já tinha sido muita novidade para um dia só. Combinamos de repetir na semana seguinte.

Passei a semana inteira pensando em como eu iria comer ela. E pensando no pau dela, de como eu tinha gostado de masturbá-la e de receber o esperma dela em cima de mim.

Passei a semana inteira na seca para ficar bem tarado para ela. Quando ela entrou no quarto do motel, repeti a mesma cena, sentando os dois na cama e pegando no pau dela sem ela pedir, nos beijando loucamente. Mas dessa vez eu tomei a iniciativa e fiquei de joelhos na frente dela. Levantei a saia dela e fiquei com aquele pau a centímetros do meu rosto. Pela primeira vez na vida, experimentaria o pau de uma trans. Abri a boca e senti o gosto de pau. Eu gostei! Era macio e delicioso de chupar. Comecei um vai-e-vem meio tímido, mas ela fazia com os quadris um entra e sai maravilhoso, de modo que ficou gostoso para ela. Fiquei curtindo aquela felação como se fosse a última da vida, como se estivesse compensando o tempo perdido antes de ter conhecido aquela maravilha de mulher. E, de repente, sem avisar nada, senti um tremendo jato de porra quente na boca. Devo ter levado um susto e arregalado os olhos, mas continuei mesmo assim, me esforçando para fazer como ela havia feito em mim, chupando até a última gota. Fiquei muito orgulhoso de mim mesmo. Na primeira gozada na boca que levei, consegui manter o esperma na boca até ela terminar completamente de gozar. Sei o prazer que isso causa. No final cuspi todo o esperma, sem problema nenhum. Ainda faltava eu gozar, e pedi para ela ficar de quatro, para gozar naquela bunda maravilhosa. Fodi com força, fazendo muito barulho, misturado com gemidos. Aquele cuzinho aguentava tudo. No primeiro espasmo de orgasmo, meu pau saltou para fora do cuzinho dela econtinuou respingando naquela bunda.

No fim, ficamos abraçadinhos na cama, curtindo aquele pós-transa cheio de líquidos grudados pelo corpo. Depois de um tempo fomos tomar um banho de banheira. Me sentei na banheira e ela se sentou na minha frente, de costas para mim. Assim eu tinha acesso ao pau dela com minhas mãos. Comecei a masturbá-la levemente. O troço foi ficando duro. Perguntei se ela queria de novo, e ela disse que sim. Nada como ter 19 aninhos! Chupei ela de novo, sentada na beira da banheira, com ela empurrando minha cabeça contra seu pau. Eu estava mais solto dessa vez e pude aproveitar melhor a chupada, sentindo cada dobrinha daquela cabecinha com a lingua, até ela gozar na minha boca novamente. Incrível como podia sair tanto esperma de uma segunda gozada. Dessa vez eu me lambuzei todo, fazendo o que eu passei a chamar de lambança do esperma, esparramando esperma pela boca e lábios. Ela segurou minha cabeça, deu uma tremenda risada, e me beijou, ainda com esperma na boca. Nossa, aquilo foi bom demais!

Nos meses seguintes seguimos nessa putaria. Eu me especializei em boquete até o final. Quem diria, eu tinha virado um tremendo boqueteiro! Aprendi a fazer garganta profunda como ela, massageando a cabeça do pau com minha garganta. O pau dela era perfeito para isso, pois cabia inteiramente na minha boca. Ela simplesmente enlouquecia com meus boquetes profundos até o final. Às vezes fazíamos 69 e gozávamos ao mesmo tempo na boca um do outro. E depois, claro, aquele beijaço cheio de esperma pra todo lado.

Ela tentou várias vezes me convencer a dar meu cuzinho pela primeira vez. Até ensaiou de brincar com o dedinho no meu cú, mas doía e eu dizia que não tinha prazer anal. E assim ficamos por muito tempo. Saíamos mensalmente, e eu pude aperfeiçoar muito minhas técnicas de fodelança com trans, principalmente as orais.

No meio do caminho comecei a sair com outras trans. A minha experiência com boquetes foi muito importante. Todas, sem exceção, adoravam meu boquete. Conheci paus muito maiores e muito menores também do que a Angel, e aprendi a tratar muito bem todos eles. Aprendi a admirar as trans, suas personalidades e seus jeitos. Conheci muitas prostitutas mulheres que não tinham caráter, mas nunca conheci uma prostituta trans que me causasse medo ou desconfiança. Sempre fui muito bem tratado por todas elas e fiz questão de tratá-las da mesma maneira. Algumas eu realmente gostava de conversar. Fiquei amigo de várias. Mas nunca deixei de sair com a Angel pelo menos uma vez por mês. Com nenhuma outra tive a mesma afinidade e liga química.

Minha vida sexual apenas como ativo com as trans era legal, eu adorava, mas eu sentia que todas tinham um pouco de desgosto porque eu não dava. Como alguém podia chupar daquele jeito e não gostar de dar? Me respeitavam, mas não entendiam.

Então, num belo dia, eu resolvi aprender a dar!

Claro que fui direto comunicar isso a Angel. Se eu iria dar, então teria que ser para ela. Claro que ela ficou muito feliz em me introduzir (literalmente!) nesse mundo. Mas não foi tarefa fácil. A primeira vez foi muito, muito dolorida. Primeiro ela tentou me comer de ladinho, sem abrir caminho com o dedinho, e doeu de verdade, mesmo com o pau dela sendo pequeno. Eu urrava, pedindo para ela parar. Ela não tirava, mas ficava parada, esperando eu me acostumar com seu pau dentro de mim. Não adiantou. Desistimos e seguimos com nossa transa normal como ativo.

Durante a semana, resolvi praticar com meu dedo. Passava lubrificante e enfiava o dedo para me acostumar com a dor. Aprendi a relaxar e isso ajudou muito. Também aprendi que para fazer sexo anal tem que tomar muita água. E tomar cuidado com a alimentação e horários do cocô.

Uma coisa eu tinha: vontade de dar! Já tinha ouvido falar de gente inapetente para sexo anal e me perguntava se eu não era um deles, mas essa vontade teria que ser saciada um dia. Pois os dias se passaram e conheci uma brincadeira sexual que mudou minha vida.

Descobri o beijo grego!

Nicole era uma trans com peitos enormes e voz de criança, com um cacete médio e delicioso, sempre duro, e que gozava litros de porra na minha cara. Ela e várias outras gostam de gravar vídeos tampando meu rosto, enquanto faço sexo oral profundo nelas. Nicole era muito experiente e sabia das coisas. Num encontro, comentei que tinha vontade de dar, mas que tava difícil. Ela arregalou os olhos e sorriu. Depois se abaixou e engoliu meu pau, soltando bastante saliva até ficar bem duro. Depois me deitou na cama e continuou me chupando. Conforme a saliva ia escorrendo pelo meu saco, ela ia lambendo, até colocar as bolas na boca. Quando a saliva chegou no meu cuzinho, ela foi com a língua até lá e lambuzou tudo com a língua. Quase tive um troço, de tão gostoso que aquilo estava. Ela ficou lá por um longo tempo. Empinei bem a bunda para ela, como se estivesse dando de quatro, enquanto ela enfiava a língua e lambuzava toda a minha região anal e perianal. De repente ela parou, pegou um lubrificante ao lado da cama e lambuzou os dedos. Eu já estava com o cuzinho completamente relaxado, então os dedos dela entraram fácil, sem dor, e pela primeira vez na vida senti prazer anal com dedinhos. Depois que o dedo médio dela entrava e saía facilmente, ela pediu para eu mesmo aprender a fazer aquilo. Enquanto eu treinava enfiando o dedo em mim mesmo ela colocou a camisinha, um travesseiro embaixo da minha bunda e simplesmente substituiu meu dedo pelo pau dela, colocando a cabeça apenas. Dei uma travada esperando a dor, mas a Nicole foi de uma calma absoluta e esperou que eu relaxasse novamente. Esperou me cuzinho se alargar um pouco e empurrou um pouco mais. Quando sentia meu desconforto, tirava tudo e começava de novo, agora mais fundo. Assim foi, até que metade entrou. O pau dela era maior do que o da Angel, mas eu sentia muito menos dor. Comecei a empurrar a bunda para trás, como a Angel havia me ensinado, e a coisa começou a ficar gostosa. Quando me dei conta, estava fazendo um vai-e-vem suavemente, sem nenhum dor. Nicole ficava quase parada, esperando minha bunda se movimentar sozinha. Então eu disse:

- Pode ir!

- Posso te comer de verdade? Disse ela.

- Sim.

Então ela começou a me foder primeiro devagar, mas metendo até o fim. Mal podia acreditar! Era tudo o que eu queria. Então ela perguntou:

- Tá ficando gostoso?

- Sim. Eu disse.

Depois desse aval ela começou a meter mais forte, batendo com o saco na minha bunda, fazendo aquele barulho maravilhoso.

- Mais forte?

- Sim, um pouco.

Eu me olhava pelo espelho, com a bunda bem empinada e uma trans com peitos enormes metendo bem forte atrás de mim. Era tudo o que eu queria na vida. Ela tirou o pau para fora, arrancou a camisinha e só esperou meu rosto chegar bem perto para despejar um rio de esperma pela minha cara, boca e lábios, como sempre fazia. Depois eu gozei do jeito que gostava com ela, no meio dos peitos e com uma chupada no final.

A minha realização final como trepador de pau de trans foi com a Angel. Algumas semanas depois encontrei com ela mas não tive coragem de dizer que tinha conseguido dar para outra. Eu estava muito louco para dar para ela. Ao entrar no motel, me agarrei no pau pau dela, deixei bem duro com meu oral profundo, tirei a calça e me deitei empinando a bunda.

- Pode ir!

Seus olhos brilharam. Ela colocou a camisinha, lubrificou bem o meu cuzinho e eu mesmo enfiei uns dedinhos para abrir caminho. Então ela veio. Demorou um pouquinho e eu disse:

- Agora ficou gostoso!

Pela primeira vez ela conseguiu meter em mim de maneira mais forte e prazerosa. Mas antes que

gozasse, pedi para fazer minha realização, que era transar cavalgando, com meu pau duro batendo na barriga dela, e depois gozar com o pau dela enfiado no meu cuzinho. E assim foi. Subi nela, segurei seu pau e aponteu para meu cuzinho. A primeira sentada foi inesquecível. Eu consegui cavalgá-la da mesma maneira que ela fez comigo na primeira vez. Depois eu disse:

- Pode foder!

Deixei minha bunda parada a uma certa altura e ela fez todo o serviço, entrando e saindo alucinadamente com o pau, acertando a cada estocada as bochechas da minha bunda, fazendo aquele barulho característico de transa selvagem. Enquanto isso, ela me masturbava me olhando no olho, até que gozei por toda a barriga e peitos dela, do jeito que eu queria, com o pau dela socado no meu cuzinho. Gozar dessa maneira é algo indescritível.

Essas foram minhas descobertas sexuais tardias com transexuais, que começaram quando eu já tinha 45 anos. Hoje, 10 anos depois, sou plenamente realizado com meus fetiches sexuais, com mulheres e transexuais. Conheci pessoas incríveis no mundo da prostituição e as mantive como amigas. As que não eram incríveis bastava não voltar. Sempre com gentileza e educação, consegui minha plena felicidade sexual.

Pensando bem, falta uma coisa: uma suruba! Meu objetivo agora é fazer uma suruba com duas trans lindas. Meu sonho agora é ter um pau no cuzinho e outro na boca ao mesmo tempo. A Angel e a Nicole já disseram que não topam, então vou ter que achar outra dupla. Quando rolar, publico aqui. Beijos.

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