✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Intencionalmente sem Querer - Às Claras - 8

Um conto erótico de Tiago
Categoria: Grupal
Contém 5859 palavras
Data: 07/09/2026 12:24:20

Ninguém sabia direito o que falar, quanto mais o que perguntar. Mas tinha uma pergunta fermentando na minha cabeça, por assim dizer.

— Tia Clara — comecei. — Por que você, ou a minha mãe, guardou as fotos por tanto tempo? Se vocês tinham medo de a gente achar, por que deixar a prova?

Ela sorriu.

— Bem, foi a sua mãe quem trouxe elas pra cá. E não, não foi exatamente uma ideia brilhante deixar por perto. É só uma coisa da qual a gente tem dificuldade de se desfazer. São memórias de um momento muito intenso neste sítio. Nesta sala, inclusive. Eu e a sua mãe ainda gostamos de ver. Só de pensar nelas eu fico com tesão até hoje. Mas eu acho que tem mais.

— Eu acho que tinha uma parte de mim, e da sua mãe também, Tiago, que um dia desejou que vocês achassem. Por quê? Não sei. Posso teorizar, mas… deixa eu colocar assim. A sua mãe é uma mulher esperta, né? Tem uma das cabeças mais afiadas que eu conheço. Ainda assim foi ela quem escondeu aqui. Não parece uma ideia ruim, mas ela colocou numa caixa cheia de jogo. Quase como isca de armadilha, se quiser. A questão é: eu duvido que tenha sido um esforço consciente, mas acho que foi… intencional sem querer.

— Você realmente acredita nisso? — perguntou a Sara.

— Quanto mais eu penso, mais acredito. A nossa família não é exatamente uma “família normal”, se é que você me entende. Agora eu sei que vocês viram as fotos. Mais importante: viram as que têm eu e a Joana. Quero que vocês saibam — começou inclinando-se pra frente — que aquilo não foi o nosso primeiro encontro com incesto.

Os olhos do Jorge se arregalaram.

— Como assim?

— Eu tô jogando a merda no ventilador agora... — riu sozinha, mal acreditando no que tava fazendo. — Quando eu tava na faculdade, eu e a Joana dividíamos um apartamento. A gente se divertia pra caralho sendo só duas minas descuidadas, mas a gente não fechava as contas. Principalmente com a faculdade comendo o tempo de um emprego de dia. Então o único horário disponível era à noite.

— A gente tinha umas amigas que nunca tinham problema de dinheiro e moravam sozinhas. Então perguntamos onde elas trabalhavam. Pra nossa surpresa, elas eram dançarinas num clube da cidade. Disseram que conseguiam emprego pra gente se a gente quisesse. A gente topou sem pensar duas vezes.

— Caralho, mãe! Vocês duas eram stripper! — a Marina quase gritou, numa surpresa gostosa.

— Bem… é. Stripper. Não tem por que enfeitar, né? — riu. — Enfim. A gente começou a dançar. Até hoje foi um dos meus trabalhos favoritos. Dinheiro bom, e um monte de homem babando em mim. A sua mãe, Tiago, pegava fogo quando subia no palco. Nenhum homem conseguia ficar mole nem cinco segundos depois que ela começava… — A Clara se perdeu na memória de novo.

— Mãe? — o Jorge perguntou, secretamente torcendo pra ela continuar.

— Desculpa. Bem, a gente já tava lá fazia uns três meses e já éramos pedidas. Aí uma noite o seu avô apareceu. Nem eu nem a Joana sabíamos na hora, mas ele ficou sabendo de nós e do clube por um amigo que tinha passado lá. Não acreditou, mas precisou conferir com os próprios olhos. O detalhe é que a Joana tava em casa, doente, nessa noite. Então eu tive que cobrir as danças dela. E cobri. Foi uma noite foda, os homens todos gritando. Eu provoquei todos enquanto tirava a roupa. Nunca passou pela minha cabeça que o meu pai estaria ali assistindo a filha se exibindo pra aqueles animais. Mas eu continuei. Quatro músicas seguidas eu dancei. Quando saí do palco rebolando, a plateia queria mais. Infelizmente pra eles, a partir daí teriam que pagar. Então eu fui, pingando de suor, pro camarim tomar banho e esperar as salas particulares.

— Quando saí do chuveiro, o chefe tava na minha frente. Falou que eu tinha impressionado pra caralho um cliente importante. Alguém disposto a pagar o bastante pra pegar o confessionário. No segundo em que ele falou isso, um arrepio passou por mim.

— Que que é isso? — perguntou o Eduardo.

— Bem, na época em que era mais fácil escapar com essas coisas nos clubes, a gente tinha uma sala especial dividida ao meio por uma parede fina com uma tela. No meio dessa parede tem um buraco. O interessante é que, pela iluminação, o lado da mulher dá pra ser visto do outro lado pela tela, mas não o contrário. Então a mina nunca sabe com quem tá até depois. Às vezes, nunca. Tem umas luzinhas em cima da tela do lado da mulher. Avisam quando ele entrou, o que fazer, e por aí vai. Quando a coisa esquenta, isso deixa de ser necessário. Pegar essa sala é caro pra caralho. Provavelmente saía mais barato contratar uma puta por uma semana.

— Bem, aquela noite era minha. Na verdade, era a primeira vez também. Eu tava tão excitada e tão nervosa. Peguei rápido a lingerie mais safada e fui pra sala. Tinha um banquinho de veludo vermelho do meu lado, debaixo de uma luz vermelha no teto. Me posicionei e fiquei esperando o homem. Uma luz vermelha acendeu acima da tela do meu lado, indicando que ele tinha entrado. Eu encarei a tela em branco e esperei.

— Uma luz verde acendeu. Aquilo significava tirar a roupa. Eu me levantei e comecei a soltar as alças dos ombros, olhando pra tela. Segurei o sutiã frouxo contra os peitos, peguei o fecho no meio, abri e mostrei os peitos pro meu homem misterioso. Eu ainda lembro o quanto eles tavam duros. — A gente viu a mão dela, inconsciente, deslizar pelo peito e começar a esfregar os mamilos por cima do tecido. Ela parou de repente, piscou, recuou um pouco. — Nossa… desculpa, eu quase me perdi. Isso pode ser demais pra vocês ouvirem. Desculpa. — Começou a se levantar.

— Não! — gritou a Sara. — Termina, por favor. A gente tá de boa.

— É, mãe, de boa — a Marina garantiu. As pernas cruzadas, as mãos no colo.

— Tá, então… — Ela levou um momento pra lembrar. — Eu tinha acabado de tirar o top. Aí virei as costas pra ele. Apertei as pernas um pouco, me curvei e coloquei as mãos no banquinho. Eu amava fazer isso no palco porque achava que valorizava a bunda. Sempre tive orgulho da minha bunda. Pelo gemido baixo, tenho certeza que o desconhecido também curtiu a vista.

— Alcancei atrás e comecei a puxar as alças pela bunda, depois pelas pernas. Tenho certeza que ele curtiu a vista da minha… — Olhou pra cima e encontrou meus olhos. — …da minha buceta quando ela apareceu pra ele. Aí eu fiquei completamente nua e voltei pro banquinho. — A tia Clara se moveu pra beirada do sofá.

— A próxima luz verde acendeu. Duas significam se masturbar. Eu abri as pernas devagar pro meu homem. — As pernas da tia Clara começaram a se abrir. A saia abrindo mais e subindo pelas coxas. Dava pra ver a calcinha preta moldando a buceta embaixo.

— Desci a mão… — a mão deslizou pela barriga — …e comecei a esfregar os lábios de baixo. — O corpo dela balançava devagar no sofá. Eu não sabia se ela tava se tocando de propósito na nossa frente ou não.

— Enfiei um dedo na buceta molhada e comecei a me dedar pra ele. — Disse, os olhos fechados. Perdida na memória, começou a se esfregar por cima da calcinha.

— Sem a próxima luz acender, eu vi ele enfiar o pau pelo buraco. Pulei do banquinho e me ajoelhei contra a parede. Segurei na base e comecei a lamber. Queria provar cada centímetro. Eu nunca tinha pegado fogo daquele jeito. Nunca com tanto tesão. Aspirei o cheiro dele e depois engoli o pau. Empurrando a cabeça fundo na garganta. — As respirações dela curtas e rasas.

Todo mundo tava grudado na história, perdido nas ações dela. Meu pau inchava além do ponto do conforto. A Marina copiava o movimento da mãe em segredo. Uma mão escondendo a outra contra os próprios lábios cobertos de tecido. O Eduardo passava as mãos na virilha enquanto o resto encontrava o próprio jeito de se masturbar em público, escondido.

— Tava tão duro e tão gostoso. Eu precisava ter ele dentro de mim. Virei e empinhei a bunda contra ele. Entrou tão… ah… — A mão da Clara esfregava cada vez mais rápido na calcinha brilhante. Os dentes cerrados. De repente ela começou a se convulsionar num orgasmo violento. Balançando pra frente e pra trás, agarrando o peito com uma mão, a boca aberta e nenhum som saindo. O resto de nós assistia como se a vida dependesse disso.

Ela recostou e soltou um sopro de ar. Os olhos se abriram devagar.

— Nossa. Eu nunca teria imaginado… — olhou pros filhos. — Marina, Jorge. Desculpa, filhos. Eu não…

— Tá tudo bem, mãe — a Marina disse, recuperando o fôlego. — Sinceramente, foi uma das coisas mais quentes que eu já vi.

O Jorge não respondeu. Não conseguia esconder a ereção, mas a vergonha tava estampada no rosto.

— Que fofo da sua parte, Marina — disse a Clara, olhando nos olhos da filha. Eu não acreditava nas semelhanças entre as duas.

A Jana se empertigou.

— Então era o seu pai? — perguntou.

A Clara olhou pra ela.

— Eu não soube até dias depois. Mas sim, era — disse calma.

— Caralho! — disse a Sara. — Você fodeu o vovô! E a mãe também?

— Na verdade, ela nunca fodeu. Uma vez ela entrou no meio, mas nunca pegou ele sozinha. Ela queria, no entanto. Queria pra caralho.

— Isso é demais — o Eduardo disse, sorrindo. A Clara olhou pra ele e na hora os olhos foram puxados pro volume óbvio. Olhou em volta da sala.

— Então… — começou. — Eu contei a minha. Vocês se sentem à vontade pra contar as de vocês? — disse, com aquele sorriso safado e cúmplice.

A gente se olhou. A Marina falou.

— A gente tem… se pegado. — Lá estava. O segredo tinha saído.

— Como assim “se pegado”?

— Bem… ontem à noite a gente jogou um jogo, e… era um jogo de tirar roupa…

— Meu tipo favorito — a Clara disse, sorrindo.

— É, então… meio que pegou a gente. Eu… — a Marina pausou.

— Continua, amor — a Clara incentivou.

A Marina respirou fundo.

— Eu transei com o Jorge.

A Clara olhou pra filha. Os olhos não mostravam raiva nem rejeição.

— Só isso? — perguntou, sabendo que tinha mais.

A Marina balançou a cabeça.

— Não parou no Jorge. A gente todo transou um com o outro. Quase todo mundo. O Eduardo com a Jana. E a Sara com o Tiago.

Os olhos da Clara foram pra mim e depois pra Sara.

— Sara e Tiago. — Disse pra si, nos absorvendo. — E depois, o que aconteceu?

A Marina olhou pra mim.

— Não sei dos outros. Cada um tem feito as suas coisas. Fizemos um pacto de não se proibir de nada e ninguém impôs limites. Eu e o Tiago quase fomos até o fim. Mas vocês chegaram bem antes de acontecer — a Marina disse pra mãe.

A tia Clara olhou pra todos nós.

— Bom, então. Realmente corre na família, né? — disse. Olhou pro filho, que não olhava nos olhos dela.

— Jorge, amor. Tá tudo bem. Eu tô de boa. O que você e a sua irmã fizeram tá ok. Eu não sou a pessoa certa pra julgar — disse. O Jorge olhou pra ela.

— Desculpa, mãe. Eu… — Não conseguiu terminar.

— Tá tudo bem, amor. De verdade.

A Clara olhou cada um de nós.

— Vocês realmente cresceram, né? — disse pra si. — Nossa. Vocês me fazem sentir uma velha agora. — Riu.

— Você definitivamente não parece uma velha, Clara — afirmou o Eduardo.

— É, mãe. Você tá tão gostosa agora quanto nas fotos — a Marina completou.

— Vocês não precisam me bajular, gente. Tá tudo bem.

— Não, eles tão certos. Você tá fantástica, tia Clara — eu disse. — Quer dizer, você ainda tem corpo de uma mina de vinte anos.

Os olhos da Clara acenderam com aquela luz estranha.

— Você realmente acha isso?

— Acho. — Gaguejei a verdade.

— Tem certeza? — ela disse. — Eu não acho que você consiga julgar direito agora. Vestida do jeito que eu tô. Talvez… — deixou no ar.

Levantou-se no centro da sala e começou a abrir os botões da blusa. As bordas de um sutiã preto de renda apareceram quando a camisa se abriu. Jogou dos ombros.

— Acho que a gente precisa ver o de cima com o de baixo. — Disse, alcançando atrás e abrindo o zíper da saia.

A gente ficou ali. Chocado demais pra se mexer. A tia Clara deixou a saia cair e ficou de sutiã e calcinha pretos. Deu uma volta pra gente, se exibindo. Não dava pra olhar outra coisa.

Ela ainda mantinha o corpo em forma. Nossos olhos percorreram o comprimento dela. Cada curva, cada detalhe mínimo. Quando virou, parou de costas. Alcancei atrás e passou os dedos por dentro da calcinha, dos dois lados do triângulo. Puxou o tecido pra longe da pele. Quando fez isso, um vislumbre do vão da bunda encontrou todos os olhos. Depois puxou pra cima, enfiando no espaço entre as nádegas. Olhou por cima do ombro.

— Então? O que vocês acham?

— Nossa. — Escapou dos meus lábios sem eu perceber.

Um sorriso bateu no rosto dela. Aí uma ideia. — Não sei se isso vale de verdade. Homem reage assim sempre que vê uma mulher. Talvez a gente precise de uma comparação. Hm? Marina, Sara e Jana. Vem cá.

As três se levantaram quando foram chamadas.

— Moças, vocês acham que podem me ajudar? Tirem a roupa. — Disse, como quem não quer nada. Não precisou de muito pra Sara e a Marina começarem a se despirem. A Jana olhou um segundo, perdida naquela família surreal, e depois acompanhou.

Lá estavam elas: quatro mulheres de nada além de lingerie. Era um espetáculo pra valer.

— Então, cavalheiros? O que acham? — perguntou a tia Clara.

— Clara, eu mantenho o que eu falei — disse o Eduardo, a ereção à mostra.

— Tô vendo. — Ela encarou o volume dele abertamente. Uma risada saiu do grupo.

O Jorge encarava a mãe, a prima, a irmã e a namorada. Provavelmente tava em sobrecarga. Isso explicava a cara de boca aberta.

A Clara começou a absorver as mulheres ao lado. Jana, depois Marina, depois Sara.

— Meu Deus! Sara! Quando você fez essa tatuagem? — perguntou, olhando as marcas na pélvis.

— Semana passada. O que você acha? — perguntou, puxando a beirada da calcinha pra tia ver melhor.

— Nada mal — ela disse. — Sinceramente, eu gostei. — Deixou os dedos traçarem as bordas.

— Sabe que eu quase fiz uma — afirmou a Clara.

— Sério? Onde? — respondeu a Sara.

— Bem, aqui… — A tia Clara começou a puxar o sutiã um pouco pra baixo. — Ah, Dane-se! — Disse, alcançando atrás e abrindo o fecho. Deixou o sutiã cair no chão, ficando de peito nu. Nossos olhos saltaram quando a tia expôs os peitos pra gente. Os mamilos endureciam a cada segundo.

— Caralho! — disse o Jorge. Depois se pegou e corou pra valer.

A Clara apontou um ponto logo acima do peito esquerdo. — Eu ia fazer uma aqui dos dois lados. Mas eu sempre tive medo. — Falou pras meninas enquanto os caras só encaravam.

— Clara — o Eduardo começou. — Eu preciso falar: você tem um par de tetas de fogo. Eu não consigo nem imaginar o que te faria dizer que parece velha. Qualquer cara no juízo daria o ovo esquerdo pra ver o que eu tô vendo agora.

— Obrigada, Eduardo. — Ela ficou realmente tocada. — Acho que é melhor eu deixar você com os dois. Mas vamos ser honestos: eu tenho idade pra ser sua mãe. — Riu.

— Porra! Eu sou a dele. — Apontou pro Jorge.

A gente riu.

— Eu nunca achei grande coisa deles, pra falar a verdade. — A Clara olhou pra baixo, pros peitos, enquanto segurava um em cada mão. A Marina abriu o próprio fecho e ficou ao lado da mãe, tão de peito nu quanto ela. Sara e Jana seguiram.

— Não queria te deixar sozinha assim — disse a Marina.

— Obrigada, filha. — A Clara se virou pra nós. — Mas acho que a gente precisa empatar o placar. — As meninas sorriram.

— Então, rapazes. Que tal alcançar a gente aqui — disse a Clara. — É a coisa de cavalheiro a se fazer, afinal.

A gente tirou a roupa rápido, ficando de cueca. E ali todos ficamos, uns de frente para os outros. O momento pareceu afundar em todo mundo. Os caras parados, sem como esconder as ereções latejando. As mulheres, mamilos duros, ofegando devagar.

— Que tal a gente fazer o seguinte… — começou a Clara. — Que tal, na conta de três, a gente tirar tudo? Acabar com isso, se é que vocês me entendem. — Dessa vez não tinha sorriso. Só desejo. O silêncio deu a aprovação.

— Um… — Ela contou. Todo mundo enfiou os polegares no elástico.

— Dois… — Todo mundo respirou fundo esperando o próximo.

— Três.

As peças desceram e a gente se despimento juntos.

Meu pau saltou no ar quando descartei a cueca. Cada um ficou na própria glória, nu como no dia em que nasceu. A Clara nos absorveu enquanto nossos olhos comiam o corpo dela.

Diferente da foto, ela tinha um tufo controlado. Mais do que a maioria das mulheres, mas aparado mesmo assim. Preto e cacheado, num triângulo alongado cobrindo a fenda. Os pelos brilhavam na luz com a umidade que tinham ganhado.

— Faz muito tempo que eu não vejo alguns de vocês assim. Obviamente, teve alguma mudança. — Ela sorriu, encarando nossos corpos desprotegidos. O olhar caiu no pau do Jorge e ficou ali um momento. Olhou pra cima, encontrou os olhos dele e viu os dele cravados nos segredos de mãe. Ele olhou pra ela e virou o rosto. Envergonhado de ter sido pego olhando onde filho não deveria.

Depois ela absorveu o meu. Um sorrisinho cruzou os lábios.

— Tiago, tô impressionada. — Disse. As atividades anticlímax do dia tinham levado meu pau a um limite novo. — Acredite se quiser, você é maior que o seu pai. — A língua saiu e molhou os lábios.

Aí ela viu o do Eduardo. — Nossa, nossa, nossa… — disse. — Eduardo, é isso que você tem dado pra minha filha? — perguntou, dando um passo à frente e enrolando a mão no pau dele. Os dedos não se encontraram. — Tenho que dizer: eu aprovo. — Afirmou, ajoelhando na frente dele.

Senti uma mão roçar minha coxa nua. Olhando pra direita, a Marina estava ao meu lado. Aquele olhar de novo nos olhos dela. O olhar estava em todos nós. Ela assistia a mãe examinar o pau do namorado. A ereção a centímetros do rosto. Ela examinava cada centímetro. Cada veia seguida pela ponta dos dedos. Perdida no momento, começou a bombear o pau dele com jeito.

Senti a mão da Marina agarrar o meu pau. Olhando pra baixo, vi ela no mesmo ritmo das ações da mãe. Alcancei atrás dela e deslizei a mão abaixo da bunda, passando os dedos entre as nádegas. A buceta molhada me cumprimentou enquanto eu começava a esfregar com as pontas dos dedos.

A Jana assistia a tia Clara. Amassava o próprio peito com as duas mãos. A Sara estava bem ao lado, ajoelhada no chão. Uma mão entre as pernas macias da Jana, a outra subindo e descendo no pau do Jorge.

Senti o ritmo da Marina aumentar enquanto ela apertava meu pau. Em troca, a buceta dela tava mais molhada do que nunca. Alcancei um pouco mais e abri ela com o indicador e o anelar da mão direita. O médio encurvado brincando nos lábios abertos. Girei a ponta na entrada por um instante e depois comecei a enfiar.

Um ofego alto escapou dos lábios dela, puxando a atenção da Clara na nossa direção.

— Olha só, isso é uma visão — disse, ainda batendo o pau do Eduardo. Virou pra ele e olhou pra cima. — Eu cuido de você daqui a pouco, amor. Confia. Eu não vou perder essa. — Disse. Depois esticou a língua e passou da base até o topo, pegando um fio de pré-gozo que esticou quando ela se afastou.

Minha tia se levantou. Começou a andar na nossa direção: a filha com tesão e o sobrinho. O cheiro de sexo esperando queimava no ar.

Olhou pra filha, ainda empalada no meu dedo.

— Marina — começou. — Desculpa a gente ter interrompido vocês dois mais cedo. Deixa eu acertar isso. — Inclinei-se e colou os lábios nos da filha. Foi um beijo macio no começo, depois os lábios se abriram um pouco. Aí começaram a explorar a boca uma da outra. Um gemido escapando de cada uma.

A mão livre da Marina subiu do lado e pousou no quadril nu da mãe. Deslizou pra frente e depois subiu até o peito. Começou a acariciar, provocar. Puxar o mamilo duro e redondo. Agarrou e puxou com força dessa vez, puxando a mãe pra frente enquanto ela ofegava na boca da filha.

A Clara retribuiu e segurou o peito da filha. A outra mão deslizou pela barriga. Desceu além do umbigo da cria. Desceu no matinho aparado. Os dedos rastelando os pelos curtos. Mais baixo ainda, até as dobras molhadas encontrarem o toque. Apertou mais e achou a minha mão.

Puxou a mão uns centímetros e avançou de novo. Fez círculos. Puxou a pele e focou no botão da filha. A Marina choramingando na mãe. A necessidade crescendo. Se espalhando que nem fogo. A Clara desceu de novo e enfiou dois dedos junto com o meu.

A Marina recuou pra olhar a cena, ofegando alto. Balançava o quadril contra as nossas mãos.

— Como vocês dois estavam? — a Clara soprou. — Quando a gente chegou. O que vocês iam fazer? — perguntou.

A filha ofegando.

— Ele ia… ele ia enfiar em mim — ofegou.

— Ia? — a Clara disse, com aquele olhar do diabo. Vi o desejo queimando nos olhos quando falou: — Me mostra.

Soltamos os dedos, livramos da buceta latejante da Marina. O corpo dela pedindo alívio. Meu pau latejando pronto pra trazer. Ela ficou no centro da sala e eu me colei atrás dela pela segunda vez no dia. Abriu as pernas rápido e o pau deslizou no meio, esfregando a buceta de novo.

— Não enfia — mandou a Clara, se posicionando na frente da gente.

— Mãe, por favor — a Marina implorou. Eu nunca pensei que veria uma filha implorando pra mãe deixar o primo foder ela.

— Ainda não. — Deu um passo à frente. — Se você vai foder o meu sobrinho, ou você a minha filha, eu quero ver acontecer.

Se ela quer vista, aqui está. Firmei os pés e desci as mãos. Peguei uma perna em cada uma e levantei a Marina. Abrindo as pernas e colando as costas nela. Tudo o que eu queria era afundar naquela buceta agora.

Meu pau, apontando pra cima, esfregando a xota aberta. O suco dela pingando nele, o pré-gozo manchando os lábios. A Clara sorriu, deu um passo, pegou uma perna em cada mão e ajudou a sustentar a filha suspensa. Os peitos se pressionando. Os mamilos se roçando.

— Agora fode. — Disse.

Os sexos deslizaram um no outro. Tão lisos. Tão molhados. Levantei ela e desloquei o quadril. O pau agora na entrada aberta. Ela desceu, se enrolando no pau enquanto escorregava. Devagar me engoliu. Minha prima descendo mais, e mais, até não dar pra ir além. Puxei de volta pra cima, desceu de novo. Soltei um gemido de prazer e comecei a foder a Marina.

— Isso, Tiago. Fode a minha filha. Fode essa buceta apertada e molhada. Fode direitinho. Mete esse pau lindo nela — provocou.

Bem perto, deu pra ouvir a Jana gemendo alto no chão, pernas bem abertas. A Sara chupando ela. Será que minha irmã já tinha feito isso? Não faço ideia, mas estava ali e, aparentemente, muito boa nisso. A Sara estava de pernas juntas e bunda empinada enquanto o Jorge fazia nela o que ela fazia na Jana. A língua dele passando nos lábios. Apresentou dois dedos e começou a enfiar. O Eduardo assistia tudo, batendo uma, olhando a Clara.

Meu pau esticava a vagina da Marina.

— Porra, Tiago — ela gritou. — Eu queria… AH, PORRA! — berrou.

Minhas pernas estavam fraquejando. Eu não queria sair. Estava tão gostoso, mas eu não ia aguentar em pé por muito tempo. Pedi pra Clara sair rápido. Ela saiu, nos soltando enquanto eu juntava as pernas da Marina, prendendo ela contra mim e me fechando dentro como um torniquete vivo.

— MEU DEUS! — ela gritou. Desci a gente com cuidado no sofá. Abri minhas pernas, deixando as dela fechadas entre as minhas. Ela apoiou as mãos nos meus quadris, atrás, e começou a cavalgar com tudo. A Clara olhou o Eduardo se masturbando que nem louco.

— Eduardo — chamou — Traz esse pau pra cá AGORA! Tá na hora de eu ganhar o meu também.

O Eduardo topou na hora. Sentou bem do lado de mim e da Marina, segurando o pau enraivecido como se fosse hastear uma bandeira nele. A Clara virou as costas e pressionou a buceta peluda e escorrendo no pau dele. Depois desceu, gritando de prazer. Batendo na pélvis.

Ali estavam, mãe e filha fodendo lado a lado. Uma visão pra guardar. Peguei as nádegas da Marina e abri. Vi meu pau desaparecer na buceta uma vez atrás da outra. Os lábios esticados em volta, naquela luva incestuosa. Os gemidos saindo a cada estocada. Se misturando com os gritos da mãe ao lado.

O Jorge agora estava de joelhos atrás da Sara, entrando nela por trás, enquanto a Jana começava a gritar, gozando pela segunda vez em dez minutos. Uma mão agarrada forte no cabelo mesclado da Sara, as pernas caídas nos ombros dela. Gemia na buceta enquanto o pau do Jorge a enchia.

— Ah, Marina — gemí. — Você tá tão gostosa… porra, eu amo a sua buceta.

A Clara tinha descido uma mão e esfregava o clitóris da Marina enquanto eu fodia. A Marina esticou o braço e fez o mesmo. Que dupla doida. Minhas bolas apertaram diante daquela cena. Aquele fruto proibido tava me pegando.

— PORRA! Tão gostoso. Tô perto.

— Eu também! — gritou a Marina. — Goza em mim, primo. Pode gozar. Me enche! Quero seu leite dentro de mim! Fala! — gritava, se jogando cada vez mais forte.

— Meu Deus, eu vou gozar em você, Marina. Vou gozar fundo. Você quer? Minha porra quente. Prima gostosa do caralho! Porra! — gritei, sentindo subir pelo corpo. Os músculos fecharam. Senti a erupção chegar.

— TÔ GOZANDO! — berrei quando o sêmen disparou da lança pro útero da prima quicando em cima de mim. O torniquete molhado apertou e o corpo dela tremeu.

— Meu Deus! Eu sinto! — ela chamou. — Eu… eu… ah, mamãe! — A Marina começou a se debater e pular que nem louca. Desceu mais fundo que todas as outras vezes e segurou enquanto nossa porra se misturava. A Clara assistia, beliscando os mamilos, enquanto a filha gozava ao lado.

Um gemido alto anunciou o Jorge, que saiu da minha irmã e jorrou as pérolas na bunda e nas costas dela. A Jana pulou e começou a lamber. Espalhou a porra no rosto, e a Sara lambeu com fome.

O Eduardo gritou que tava perto, e a tia Clara saltou do pau dele e o levou à boca. Ele começou a foder o rosto dela enquanto gotas brancas escapavam pelos cantos dos lábios. Os gemidos altos atravessaram a sala.

A Marina escorregou do meu pau, ao lado da tia. Porra vazando da buceta escorrendo enquanto ela se levantava. A Clara olhou meu pau meio duro e depois a filha.

— Então, Marina — começou — que tal dar outra rodada pra esses meninos? Mas dessa vez eu quero o meu sobrinho — disse, com um sorriso safado. O da Marina era cópia fiel enquanto ela rastejava entre as pernas do Eduardo e o levava à boca.

— Pro chão com você — disse a tia. Num relance eu estava deitado de costas. Ela rastejou pelo meu corpo e me olhou.

— E aí, Tiago? Tem alguma coisa que você gostaria que a tia tarada fizesse por você? — provocou.

— Chupa — respondi.

Com um sorriso, ela agarrou meu pau mole e deslizou os lábios até a base. Começou a subir e descer. Experiência demais. Língua e dentes só nos lugares certos. Fiquei duro que nem pedra em instantes.

— Aí está o grandão que eu ouvi falar — disse, piscando. Rastejou pra cima. Montou na minha barriga, a buceta molhada nos abdômens. Balançando o quadril, eu sentia os lábios espalhando o suco da sua buceta por todo meu tronco. Alcancei atrás e segurei meu pau.

— Acho que isso aqui deveria estar dentro de mim — ronronou.

Deslizou a buceta molhada pra trás na minha pele. O pau agora no vão da bunda, subindo. As nádegas pressionando a cabeça, procurando o lugar. De repente, dobras molhadas envolveram a coroa.

— Achamos. — Disse, e me olhou. Bem devagar, desceu a buceta úmida no meu pau. Provocando, subindo de novo. Saboreando o controle. Eu já tinha levado provocação demais.

Alcancei os quadris dela, apertei forte e enfiei o meu pau o mais fundo que consegui em mim. Ela soltou um grito de surpresa misturado com prazer.

— Nossa, Tiago. — Ofegou. — Você vai atrás do que quer, né? — Começou a quicar. Pra cima e pra baixo a tia ia em cima de mim. Sentia seu útero me segurando num aperto aveludado. Sem aviso, ela se levantou.

— Essa deve ser nova pra você — disse, segurando meu pau. Senti os lábios molhados passarem. De repente, uma sensação nova. A tia colocou a ponta do meu pau na entrada proibida. Lubrificado com a porra da Marina, a minha e a buceta molhada dela, comecei a penetrar o cu devagar.

— Apertado pra caralho! — gritei, enquanto ela descia.

— Ah, DEUS! — gritou, começando a esfregar o clitóris.

Foi devagar. Ela descia um pouco, subia o mesmo tanto. Espalhando nossos fluidos mais fundo no seu cuzinho. Descia mais, ia mais rápido. Não demorou pra eu estar fodendo o cu da tia Clara de verdade.

A Marina agora estava em cima do namorado pela primeira vez na viagem. Olhava a gente com firmeza enquanto o pau dele trabalhava na buceta. A Jana deitada de costas chupando a Sara. Era a primeira vez dela nisso. Não se fartava da buceta da minha irmã, comia com tudo. A Sara começou a chupar o pau do Jorge na frente dela pra endurecer de novo. Quando ele ficou em pé, mandou ele foder a Jana.

O Jorge desceu no chão e abriu as pernas dela. Numa estocada, foi até o fundo do buraco molhado. Ela gemeu fundo na Sara, pra satisfação dela.

A tia Clara quicava em cima de mim.

— Ah, Tiago! Você tá enchendo o meu cu... caralho... que pau gostosoooo... aaaaaah! — gritou. Eu via uma mulher perto do clímax. Empinei o quadril nela, indo mais fundo do que eu achava possível. Ela se esfregava com força. Mais perto, mais perto. Vi ela tensionar até que, de repente:

— PORRA, TOU GOZAAAAANDOOOO! — berrou. Todo mundo virou pra ver a mãe, a tia ou a sogra gozar empalada no meu pau pelo cu. Eu não estava longe: senti a enchente chegar. Sem nem perguntar se podia ou devia, disparei jato atrás de jato no cuzinho da minha tia, enchendo ele completamente com a minha porra. A gente diminuiu o ritmo.

— Isso foi incrível — ela disse, segurando meu rosto nas palmas. Inclinei-se, ainda comigo dentro, e me beijou firme na boca. Senti a língua passar pra minha e aceitei com fome.

As atividades foram diminuindo, relutantes, conforme cada um chegava no clímax. Tropeçamos juntos, encharcados de suor e porra.

— Olha a gente — comentou a Sara. — O que diabos alguém pensaria?

De repente o Jorge se empertigou.

— Meu Deus! — virou pra gente. — Tia Joana! Vocês acham que ela ouviu? — entrou em pânico.

— Não se preocupa com ela — a Clara riu. — Quando bebe, dorme no meio de uma guerra. Mesmo que esteja do lado de fora.

— Que alívio — ele respondeu.

— Por quê? — ela devolveu. O Jorge recuou com a pergunta.

— Como assim por quê? Se ela visse, ou nem que desconfiasse… quer dizer. Vai.

— O que te faz achar que ela não entraria? — a Clara perguntou ao filho nu.

— Você não acha que ela entraria, né? — ele perguntou, interessado demais.

— Tenho certeza. Principalmente com uma empurradinha minha — disse. Incliniu a cabeça.

— É isso que você queria, Jorge? Uma chance de enfiar esse pau lindo na sua tia, como o Tiago fez comigo? — Os olhos dele se arregalaram.

Ergueu uma sobrancelha.

— Ou talvez você quisesse em mim?

— Eu… eu não sei. Eu… agora não. — Gaguejou, nervoso de verdade.

— Justo — ela respondeu. — Mas não pense que eu vou esquecer.

A tia Clara se virou pra mim.

— E você, Tiago? Você realmente arriscaria foder a sua mãe? Se ela quisesse? — Baixou a voz. — Pode confiar quando eu digo que acredito que, no fundo, ela quer.

A minha própria mãe? Ela tava falando sério? Comecei a passar imagens dela na cabeça. Memórias antigas. Qualquer coisa. Tudo. Agora a tia perguntando se eu queria transar com ela.

Quer dizer, é fato que minha mãe é gostosa. Sinceramente, no meu olhar, a maioria das mulheres é. Mas ela… o que eu tô pensando? Por que isso? Isso é o pecado final.

Sexo entre irmãos, eu acho que dá pra alguém desviar o olhar. A gente é novo, curioso. Tenho certeza que acontece mais do que a maioria pensa. Era honra alta no mundo celta, então isso dá pra entender.

Primos, ainda mais. A gente já tá esticando a distância. Temos um pouco do mesmo sangue. Mas eles têm pelo menos metade de alguém que não tem nada a ver comigo e com a minha linha. Dá pra aceitar de verdade, né? Talvez não de verdade, mas mais ou menos.

E a tia Clara? Fazendo a conta, eu já falei que irmãos podia ser ok. Então a irmã da minha mãe deveria servir. Só porque eu dou a ela um primeiro nome diferente do que qualquer outro que a encontra não significa que é proibido. Se eu só chamasse de Clara, quem ia saber? Mas isso racionaliza de verdade? Eu acho que sim. Mas como isso ajuda comigo e a minha mãe?

Bem, a Clara é irmã da minha mãe. Num certo sentido, ela é tipo a cópia. Então se eu já fiz com a tia, eu poderia fazer com a mãe. Ficar com a mãe. Transar com… não importa como eu fale, ainda soa como o pecado máximo. Eu estaria pronto? Estaria disposto a tentar a sorte? Cuspir na cara da moral e da lei da igreja? Eu não sou muito religioso, então talvez o segundo eu aguente.

Agora eu não consigo parar de pensar na minha mãe, e o jeito que eu lembro dela muda. Me pego focando mais no que ela veste, no que não veste, na pose, no corpo, na essência. Estou vendo na cabeça uma mulher que sempre esteve fora dos limites, por assim dizer. Nunca tinha pensado nela com tesão. O pensamento é ao mesmo tempo alarmante e estimulante.

Olhei pra minha tia.

A verdade é que provavelmente eu jamais resistiria se a visse pelada ou na mesma situação que foi com a tia agora a pouco, ou com minha irmã, ou com minha prima, ou com qualquer mulher que seja.

Mas ainda assim, um frio na espinha me atingia com força.

— Me dá um tempo — respondi.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 63 estrelas.
Incentive Just Sad a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários