Assim que Clara e Cleo saíram, o silêncio voltou a dominar a área de banho quebrado pela respiração ainda pesada de Sete e Noah. Eles se enxugaram e voltaram ao quarto, mas algo sobre a cama chamou a atenção deles. Havia roupas ali — dois conjuntos dobrados com cuidado, um preto e um branco. Sete sentou-se, franzindo a testa, e pegou o tecido. Era incomum; poderem andar vestidos não era algo que acontecesse com frequência naquele lugar. A liberdade parecia quase um teste.
— Olhe só — murmurou Noah, tocando o tecido com descrença.
Mas a curiosidade durou pouco. Um som pesado ecoou no corredor, como passos firmes batendo no chão. Eles se viraram para a porta, mas tiveram que olhar para cima, muito para cima. Isadora, a gêmea de Lucius, preenchia o batente. Sua pele carmesim brilhava sob a luz artificial, e seus quase dois metros e noventa de altura projetavam uma sombra imensa sobre os dois homens nus. Ela estava vestida de forma casual, mas nada conseguia disfarçar sua presença imponente: uma camiseta branca com decotes generosos que realçavam seios enormes, shorts jeans justos e sandálias fechadas sem salto. No entanto, sua expressão não era de dominação fria, mas de ansiedade visível.
— Oi, meninos — disse ela, a voz profunda, mas trêmula. — A noite terá um show e eu... eu preciso me preparar. Na verdade, me acalmar. Não sei como faremos isto dar certo.
Sete e Noah permaneceram imóveis, ainda nus, sentindo-se pequenos diante daquela montanha de músculos e pele. Isadora parecia saber exatamente onde as outras estavam.
— Eu sei que Elena, e todos os outros estão ocupados — continuou ela, gesticulando nervosamente. — Meninos, preciso de vocês. Podem vir comigo?
Sete trocou um olhar com Noah. A pergunta soava estranha demais.
— Isto é uma pergunta? — arriscou Sete, desconfiado.
— Sim — respondeu Isadora, com um ar genuíno. — Se estiverem fazendo outra coisa ou com algum compromisso, tudo bem. Não quero atrapalhar.
Eles se olharam novamente. Normalmente, nunca tinham escolha. O fato de terem uma opção os deixava ainda mais desconfiados, mas recusar parecia um risco desnecessário.
— Sim, claro. Podemos ajudar no que precisar — disse Sete, rapidamente.
— Ótimo! — Isadora sorriu, aliviada. — Então vamos. Se não tiverem problemas, podem ir assim mesmo. Não precisamos de roupas; depois eu consigo algo para vocês.
Ela saiu do quarto andando rápido, e eles tiveram que correr para acompanhar seu ritmo largo. Andar nus pelos corredores da mansão sempre os fazia sentir vulneráveis, mas a pressa de Isadora parecia distraí-la de qualquer intenção de humilhação. Ela falava sem parar sobre a correria, sobre como ela e o irmão tinham aproveitado pouco da festa e precisavam estar perfeitos para o show final.
Ao chegar à casa principal, que estava vazia, Isadora entrou e trancou a porta atrás deles com um clique metálico que fez Noah estremecer. O ambiente estava calmo, mas ela parecia uma pilha de nervos. Noah, que antes mantinha uma postura mais confiante, agora encolhia os ombros, tentando cobrir o pênis pequeno com as mãos enquanto caminhava atrás da gigante. Sete notou o desconforto do amigo e sussurrou:
— Relaxa. Para ela somos todos iguais. Não esquenta.
Isadora foi direto para a cozinha e bebeu algo de um copo alto — o cheiro era adocicado e químico. Ao voltar, ela suspirou fundo.
— Preciso de um banho para relaxar. Praticamente não dormi, fiquei a base de estimulantes — ela falava rápido, quase sem respirar. — E na sala mesmo começou a tirar a roupa.
Primeiro foram as sandálias, depois o short jeans, que ela deixou cair no chão. Subiu as escadas apenas de calcinha e camiseta, com Sete e Noah colados aos seus calcanhares. No meio da escadaria, ela puxou a camiseta pela cabeça e soltou o sutiã imediatamente. Seus grandes seios saltaram livres, com bicos marrons claros e enormes com dois piercings prata, em contraste.
Ela entrou no quarto dos pais, um espaço vasto e luxuoso, e lá dentro finalmente retirou a calcinha, jogando-a no chão como se não tivesse valor. Sete e Noah pararam, boca aberta. A mulher era linda de um modo assustador, apesar do tamanho descomunal. Seu corpo era atlético e definido, seios empinados e uma buceta lisa, branquinha como o resto da pele, com um bumbum redondo e duro.
— É aqui no quarto dos meus pais — explicou ela, caminhando para o banheiro. — Tem o melhor banho para relaxar.
Ao abrir a porta da suíte, a visão era impressionante. À esquerda, dois chuveiros com bancos de mármore; à direita, uma banheira enorme; e mais à esquerda, uma escada que descia para uma piscina escondida, cuja existência era impossível de suspeitar do lado de fora.
Isadora tinha gosto e jeitos peculiares, isso deixava Sete tenso.
— Meninos, podem me ajudar aqui? Estou um pouco tonta — ela se apoiou na pia. — Sete, sei que fui um pouco rude com você outro dia. Me desculpe.
Sete lembrou imediatamente do dia da higienização forçada; tinha sido humilhante. Ele apenas acenou, sem palavras.
— Tudo bem.
Isadora ligou o chuveiro, pegou sais, shampoos e sabonetes. E, como se não houvesse qualquer barreira entre eles, sentou-se no vaso sanitário e começou a fazer suas necessidades. O barulho foi alto e claro, ecoando no azulejo. Primeiro o jato forte, depois um "pof " na água, um não alguns Sete e Noah se entreolharam, inseguros, mas o som de algo caindo na água foi demais; Isadora soltou uma risada nervosa, inclusive balançando seus lindos seios no movimento.
Os meninos riram juntos, aliviando a tensão. Ela olhou para os dois homens jovens e bonitos parados ali. Seus olhos passaram pelo corpo de Noah e pararam no pênis dele, notando o tamanho menor em comparação com o de Sete, mas não fez nenhum comentário depreciativo. Apenas chamou-os para perto.
— Vocês são lindos... Por isto as meninas grudam em vocês — ela esticou os braços, passando as mãos grandes e quentes pelos corpos dos dois, ainda sentada no vaso. Suas mãos desceram até os pênis, tocando-os com uma delicadeza surpreendente para alguém de seu porte. — Sabe... Hoje à noite tenho que estar com muita energia, bem animada. Acho que vocês podem me ajudar com isto.
Ela manipulava os dois membros, um em cada mão, sentindo-os endurecer. Deu um beijo em cada e os chupou rapidamente como pirulitos gostosos; os rapazes suspiraram.
— Primeiro, vamos tomar um bom banho. Pelo menos eu... estou com uma aparência horrível — ela riu. — E se não quiserem fazer nada, podemos ficar na banheira ou na piscina a tarde toda conversando.
O clima estava melhorando. Isadora parecia mais tranquila. Ela se levantou do vaso, acionou a descarga e foi para o chuveiro. Noah entrou primeiro, seguido por Sete.
— Eu sei que vocês estão cheirosos, mas me façam companhia no banho — disse ela, pegando um pote de sabonete líquido.
Isadora fez questão de ensaboar os dois, não apenas os pênis, mas todo o corpo, cabelos inclusive. Eles retribuíram, lavando aquele corpo enorme. A água quente corria, e a espuma aumentava.
— Meninos, eu gostaria que lavassem meu corpo todo sem restrição — deu ela o sinal verde. — E se deixarem, faço o mesmo.
A coisa esquentou. Sete, com a mão cheia de espuma, começou a limpar o ânus de Isadora. Ainda havia resquícios do que ela havia feito minutos antes, mas isso só o deixava mais excitado. Noah caprichou na bucetinha, que ainda estava molhada de xixi. Depois inverteram, cuidando dos enormes seios, barriga e costas, já estavam excitados, os dois pênis duros, eles suspiravam forte, tendo todo aquele corpo a disposição, Isadora era altamente sensual e gostosa.
Ela, por sua vez, também era excelente naquilo. Suas mãos grandes e macias conseguiam pegar pênis e ânus ao mesmo tempo, deslizando pelo períneo. Com muita espuma, ela lavou o cuzinho dos dois, pediu para eles ficaram de frente para a parede, lavou as costas e bumbum, não aguentou e enfiou a língua no cuzinho dos meninos primeiro Noah que gemeu alto e em seguida Sete, fez o mesmo, ela ficou alguns minutos nesta brincadeira, então entrando com um dedo longo, enquanto com a palma da outra mão manipulava o pênis com as mãos cheias de espuma, revezou com os dois, que já suspiravam gemiam sem nenhuma vergonha. A sensação era intensa, uma mistura de pressão e prazer. Ela percebendo a reação forçou o dedo contra a próstata deles, ao mesmo tempo, apenas para escutar o gemido rouco dos homens, sorriu.
Agora ajoelhada sob o chuveiro, Isadora começou a beijá-los: primeiro no pescoço, depois nos mamilos duros, sussurrando palavras suaves em seus ouvidos enquanto a água quente batia em todos, mantendo a estimulação peniana que foi demais. Gemendo alto, Sete e Noah gozaram quase simultaneamente, enchendo as mãos dela com porra quente e espessa.
Isadora riu, alto e satisfeita, com as duas mãos sujas de esperma.
— Agora vocês estão mais calmos. Posso tomar meu banho.
Eles se recompuseram e voltaram a ensaboar o corpo dela, agora com mais calma, já que a urgência inicial havia passado. Isadora fez o mesmo, lavando os meninos com cuidado. Ela não disse nada, mas estava muito excitada tratada daquele jeito, como se fosse uma deusa sendo adorada. Para ela, eram como duas crianças, e ela tinha uma atenção especial para Noah, lavando repetidamente o membro menor dele, que mal cabia na ponta de seus dedos.
Os dois homens também acabaram se comportando como meninos, brincando com seus seios, chupando cada um dos bicos marrons com avidez. A brincadeira deixou Isadora transbordante. Ela puxou as mãos deles para seu enorme clitóris, pedindo sem palavras que tocassem ali.
Os dois se revezaram, manipulando o clitóris dela enquanto beijavam seus seios, seus pênis ficando duros novamente contra as coxas dela. Isadora ficou muito excitada com toda aquela atenção e, em meio à espuma e a manipulação a quatro mãos, gozou. O prazer foi tão forte que ela não aguentou segurar a bexiga, e disse vou gozar, deixando todos seu mel descer pelas pernas. Que voz doce, pensou Sete. enquanto junto a Noah beijava as pernas da deusa, sorvendo todo o seu mel.
Eles agacharam-se na frente dela, Isadora, percebendo a posição deles, abriu as pernas expondo seus grandes lábios. Finalizando com jato forte de xixi misturado com os sucos de seu orgasmo, atingindo a boca, o rosto e o corpo dos dois. Eles gemeram, bebendo e sentindo o líquido quente escorrer, enquanto ela soltava gritos de satisfação.
A partir daquele momento, não havia mais vaidade ou hierarquia rígida. Dona, humanos e Carmesins; a enorme mulher se entregava ao prazer com os gostos mais peculiares.
Ainda embaixo do chuveiro, ela se virou, apoiando as mãos na parede, e pediu carinhosamente:
— Meus amores, lambam meu cuzinho.
Os dois não pensaram duas vezes. Sete abriu o bumbum dela, expondo o orifício. Noah foi o primeiro, aproximando o rosto. Apesar do banho e das ervas, o cheiro e sabor eram fortes, uma mulher verdadeiramente afrodisíaca. Sete logo se juntou, e os dois começaram a disputar aquela bunda gigante, passando as línguas com força e vontade. Isadora ajudava, abrindo ainda mais para eles. Por diversas vezes, suas línguas se tocavam enquanto exploravam o ânus dela, compartilhando o sabor intenso da mulher.
Ela pediu para respirar; a espuma e o vapor do banheiro estavam ficando fortes demais. Pegou uma toalha grande e enxugou-se superficialmente, saindo em direção à piscina. Lá embaixo, o teto solar transparente deixava entrar a luz do dia, iluminando a água cristalina. Isadora se deitou em uma das cadeiras, com o corpo brilhando ao sol. Os pelos finos dos braços e pernas reluziam, e sua vagina depilada que estava exposta, aguardando por mais prazer, enquanto Sete e Noah desciam as escadas, chegando até ela.
Ao chegarem Isadora abriu as pernas e fez uma proposta, de ter dois pais ao mesmo tempo em sua buceta.
Pediu para os meninos se sentarem no chão em formato parecido com um "x", ela juntou os dois pênis, o que por um breve momento deixou claro para Noah o seu tamanho, porém logo foi esquecido pois Isadora colocou os dois juntos na boca e começou a chupar, para logo em seguida se sentar nos dois e cavalgá-los.
Os dois jovens apenas viam aquela mulher enorme em seus pênis e sentindo o contato mútuo, até que os três gozaram, os garotos dentro dela e o mel de Isadora escorrendo mais uma vez.
Agora estavam todos cansados, Isadora se deitou novamente na espreguiçadeira, os meninos se deitaram cada um de um lado, Isadora uma verdadeira Deusa com dois belos homens dormindo com as bocas uma em cada seio, enquanto ela acariciava seus pênis em descanso após o forte orgasmo.
E dormiram assim os três, pelo resto da tarde