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Quando a Máscara Cai

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1529 palavras
Data: 07/09/2026 10:26:54
Última revisão: 07/09/2026 10:32:50

Adriane estava sozinha em casa naquela tarde de quarta-feira. Silvio havia viajado para um congresso em São Paulo e só voltaria na sexta. A casa, normalmente tão organizada e silenciosa, parecia maior sem a presença dele. Ela terminou de arrumar a cozinha, dobrou a última toalha e subiu para o quarto com a desculpa de descansar um pouco.

Mas não era descanso o que ela queria.

Tirou a saia e a blusa, ficando apenas com a calcinha de algodão branca e o sutiã simples. Deitou-se na cama de casal, as pernas abertas sobre o edredom claro, e fechou os olhos. A mão desceu devagar pela barriga até parar entre as coxas. Os dedos deslizaram por cima do tecido já umedecido. Ela pressionou o clitóris em círculos lentos, exatamente como fazia quando Silvio dormia ao lado e ela precisava se aliviar em silêncio.

Dessa vez, porém, não precisava ser silenciosa.

Os dedos entraram por baixo da calcinha. A buceta estava quente, inchada, pronta. Adriane mordeu o lábio inferior e empurrou dois dedos para dentro, gemendo baixo. Na cabeça dela não estava o marido. Estava o cunhado. Marcelo. O jeito como ele olhava para ela nos almoços de família, aquele meio sorriso quando ela servia o café, a forma como a camisa apertava nos ombros quando ele se inclinava para pegar algo. Ela imaginava a mão grande dele no lugar da dela. Imaginava a voz rouca mandando ela abrir mais as pernas. Imaginava o pau grosso que ela nunca tinha visto, mas que inventava em detalhes todas as vezes que se tocava.

Estava tão absorta que não ouviu o barulho da porta da frente.

Marcelo tinha a chave da casa. Silvio havia pedido que ele viesse buscar uma caixa de documentos no escritório. Ele entrou, chamou pelo nome da cunhada uma vez, não obteve resposta e subiu as escadas. A porta do quarto estava entreaberta. Ele empurrou com a ponta dos dedos.

Parou no vão.

Adriane estava de costas parcialmente virada para a porta, as pernas abertas, a calcinha puxada para o lado, dois dedos enterrados na buceta enquanto o polegar esfregava o clitóris com pressa. Os seios pequenos subiam e desciam rápido dentro do sutiã. Os olhos fechados, a boca entreaberta, um fio de saliva no canto dos lábios. Ela gemia baixinho, o quadril se movendo contra a própria mão.

Marcelo não se mexeu. Observou por longos segundos, o sangue descendo direto para o pau. Depois deu um passo para dentro e fechou a porta atrás de si com um clique suave.

O som fez Adriane abrir os olhos.

Ela congelou. Os dedos ainda dentro dela. O rosto passou do prazer para o horror em uma fração de segundo. Tentou fechar as pernas, puxar a coberta, qualquer coisa.

— Marcelo… — a voz saiu rouca, quebrada. — Eu… isso não…

Ele não respondeu. Apenas andou até a beira da cama, os olhos escuros fixos nela. Adriane sentiu o coração bater tão forte que doía. A vergonha queimava, mas por baixo dela havia outra coisa: um alívio quente e perigoso. Ele tinha visto. Ele sabia.

— Continua — disse Marcelo, a voz baixa.

Ela balançou a cabeça, as faces vermelhas.

— Não… eu não posso… você é marido da minha irmã…

— Eu vi como você estava se tocando. Vi o quanto estava molhada. Continua.

Adriane hesitou mais um segundo. Depois, devagar, abriu as pernas de novo. Os dedos voltaram a se mover, mais lentos agora, conscientes do olhar dele. Marcelo abriu o cinto, puxou o zíper e tirou o pau para fora. Era grosso, pesado, a cabeça já avermelhada e brilhante. Maior do que o de Silvio. Muito maior.

Adriane engoliu em seco. Os dedos dela ficaram mais rápidos só de ver.

— Você imagina isso quando se toca? — perguntou ele, se aproximando.

Ela fechou os olhos e assentiu, quase imperceptível.

— Fala.

— Sim… — a voz dela saiu pequena. — Eu imagino. Imagino você me fodendo. Me tratando diferente do que o Silvio trata.

Marcelo segurou o queixo dela e a fez olhar para ele.

— Então para de imaginar.

Ele subiu na cama. Adriane não recuou. Quando ele puxou a calcinha para baixo pelas pernas, ela ergueu o quadril para ajudar. O sutiã foi o próximo. Os seios pequenos ficaram livres, os mamilos duros. Marcelo se posicionou entre as coxas dela, esfregou a cabeça do pau nos lábios molhados e empurrou.

Entrou devagar, mas sem parar. Adriane arquejou, as unhas cravando nos ombros dele. Era mais grosso do que qualquer coisa que ela já tinha sentido. A buceta esticou, queimou um pouco, depois cedeu. Quando ele chegou ao fundo, os dois ficaram quietos por um momento, só a respiração pesada preenchendo o quarto.

— Me fode — ela sussurrou, os olhos ainda fechados. — Me fode com força. Do jeito que eu sempre quis.

Marcelo obedeceu.

As primeiras estocadas foram profundas e firmes. Depois ele acelerou. O som molhado da buceta dela engolindo o pau encheu o ambiente. Adriane gemia sem se importar com o volume. As pernas se fecharam em volta da cintura dele, puxando-o para mais fundo. Cada vez que ele batia no fundo, ela soltava um gemido mais alto.

— Mais forte… — pediu, a voz já rouca. — Não precisa ter cuidado. Me usa. Me fode como se eu fosse uma puta.

Ele segurou os pulsos dela acima da cabeça e meteu com mais violência. A cama rangeu. Os seios pequenos balançavam a cada impacto. Adriane sentia o pau grosso abrir caminho dentro dela de um jeito que o marido nunca tinha feito. Não havia delicadeza. Só força e desejo.

Quando ele a virou de quatro, ela empinou a bunda sem ser pedida. Marcelo enterrou o pau de uma vez só e começou a foder com estocadas longas e pesadas. Uma mão na cintura dela, a outra segurando o cabelo. Adriane enterrou o rosto no travesseiro e gritou contra o tecido.

— Isso… assim… arrebenta essa buceta… — ela gemia entre as estocadas. — Me fode até doer. Eu quero sentir amanhã.

Ele puxou o cabelo dela para trás, obrigando-a a arquear mais a coluna, e acelerou. O barulho de pele batendo em pele era alto e constante. Adriane empurrava a bunda ao encontro das estocadas, pedindo mais a cada impacto. O prazer subia rápido, apertado, inevitável. Quando o orgasmo veio, foi violento. O corpo inteiro tremeu, a buceta se contraindo em espasmos fortes ao redor do pau dele, um gemido longo e rouco escapando da garganta dela enquanto as unhas arranhavam o lençol.

Marcelo não parou imediatamente. Continuou metendo enquanto ela ainda tremia, prolongando a onda até os espasmos começarem a diminuir. Só então tirou o pau, ainda duro e brilhante. Adriane, ofegante, se virou e desceu da cama, ajoelhando-se no chão entre as pernas dele. Segurou o pau molhado com as duas mãos e engoliu o máximo que conseguiu. A cabeça grossa bateu no fundo da garganta. Ela engasgou, os olhos marejaram, mas não recuou. Tentou de novo, forçando mais fundo, a garganta se abrindo com esforço. Baba escorreu pelo queixo e pingou nos seios.

— Engole — murmurou Marcelo, a mão no cabelo dela. — Engole esse pau que você tanto imaginava.

Adriane chupava com fome, a língua trabalhando na parte de baixo, a mão massageando o que não cabia na boca. Ela queria tudo. Queria o gosto, a grossura, a sensação de engasgar. Queria fazer o que o marido nunca tinha permitido.

Marcelo segurou a cabeça dela com as duas mãos e enfiou o pau até a garganta. Ela engasgou de novo, saliva escorrendo em fios grossos, mas continuou, teimosa, tentando engolir mais. Quando sentiu ele inchar na boca, puxou para trás só o suficiente para falar, a voz rouca e molhada:

— Goza na minha boca… quero engolir tudo… me dá sua porra…

Ele segurou o cabelo dela e gozou. Jatos quentes e espessos encheram a boca de Adriane. Ela engoliu o máximo que conseguiu, a garganta trabalhando, mas parte escorreu pelos cantos dos lábios e desceu pelo queixo. Mesmo depois que ele terminou, ela continuou chupando devagar, limpando o pau com a língua, sugando as últimas gotas, o olhar vidrado de prazer.

Quando finalmente soltou, estava ofegante, o rosto sujo, a buceta ainda latejando. Marcelo a puxou para cima e a beijou fundo, sem se importar com o gosto da própria porra na boca dela. Adriane retribuía o beijo com a mesma fome, o corpo mole e satisfeito contra o dele.

Os dois ficaram abraçados na cama por longos minutos, só a respiração descompassada preenchendo o quarto. Adriane tinha a cabeça no peito dele, os dedos traçando círculos distraídos na pele suada.

— Eu nunca tinha feito nada disso — ela disse baixo, a voz ainda rouca. — Nunca tinha engolido… nunca tinha pedido para me foderem com força… nunca tinha gozado desse jeito.

Marcelo passou a mão pelo cabelo dela.

— E agora?

Adriane ficou em silêncio por um momento. Depois ergueu o rosto e olhou nos olhos dele, o resto de vergonha misturado com uma clareza perigosa.

— Agora eu sei o que eu sou quando ninguém está olhando. E eu quero mais.

Ela subiu em cima dele de novo, ainda mole e sensível, e beijou a boca dele com lentidão. Lá fora a tarde continuava comum. Dentro do quarto, nada jamais voltaria a ser igual.

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