Sete de setembro. Academia quase vazia. Short de lycra branco socado no meio da bunda, fio dental marcado, suor no tecido. Dois machos que já me olhavam há tempo. Eu puxei conversa. O cu piscando. A buceta molhando o short por fora. Clica em meu nome e veja onde posto meus viddeos e fottos há mais de 15 anos, para você ver e baixar.
Liguei pro corno: sai de casa. Vou levar dois agora.
Ele saiu. Deixou o registro escondido.
Sala. Sofá cinza. Cortina clara. Os dois em cima de mim. Boca, buceta, cu. Um cheirando a bunda suada. Outro lambendo. DP. DP no cu. Dor. Socada. Eu pedindo pra sair. Eles segurando. Gozada na boca.
Isso é só o pedaço. O resto está abaixo. Quem quiser mais da casada mais puta do Brasil, procura o que ela ainda vai postar.
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Hoje é sete de setembro. Feriado. Academia com pouquíssima gente. Eu entrei de shortinho de lycra branco, aquele que cola e marca tudo. Fio dental por baixo, socado no meio da bunda, o tecido fino já úmido da caminhada até lá. Suor nas costas, suor na dobra da bunda, suor no short por dentro. Dois machos no canto dos pesos. Já me olhavam há semanas. Hoje olharam diferente.
Eu sei quando um homem quer foder. O olho desce, sobe, desce de novo e fica no meio das pernas. Eles falaram baixo um com o outro. Eu fui na esteira de propósito, de costas, o short subindo a cada passada, o fio dental riscando a pele. O cu começou a latejar sozinho. A buceta molhou tanto que o lycra branco escureceu no meio. Eles notaram. Um cutucou o outro no braço.
Desci da esteira. Passei perto.
— Vocês dois treinam juntos sempre? — perguntei, enxugando o pescoço com a toalha, o peito subindo.
O mais alto, moreno, ombro largo, riu sem jeito.
— Quase todo dia. Hoje tá morto.
— Tá morto pra quem não quer foder — eu falei, olhando os dois na cara. — Eu vim treinar e saí com tesão. Short branco não esconde porra nenhuma.
O outro, mais baixo, coxa grossa, engoliu seco.
— A senhora tá… molhada.
— A senhora é casada e tá com o cu piscando no meio da academia vazia. Vocês vão ficar só olhando ou vão resolver?
Silêncio de dois segundos. Depois o alto:
— Onde?
— Minha casa. Agora. Meu marido vai sair.
Peguei o celular no armário e liguei na frente deles, sem vergonha.
— Sai de casa. Agora. Vou levar dois machos da academia. Não volta até eu ligar. Deixa o que a gente combinou ligado.
Do outro lado, a voz dele, baixa, de corno treinado:
— Tá. Já saio. Câmera no lugar de sempre?
— No lugar de sempre. E não aparece. Se aparecer eu te mando embora de vez.
Desliguei. Olhei os dois.
— Corno obediente. Vocês têm uma hora e meia de casa vazia. Querem ou não querem?
Quiseram.
No carro, o short ainda molhado. Eu abri a perna no banco de trás. O baixo meteu a mão por baixo do lycra, sentiu o fio dental encharcado, o cheiro quente. Respirou fundo.
— Porra. Isso aqui tá azedo de suor.
— É suor de academia, filho. Cheira. Depois tu lambe.
Ele cheirou os dedos. Fez cara. Mesmo assim enfiou de novo. O alto dirigia e olhava pelo retrovisor.
— Tu trai o marido assim direto?
— Traio. Ele sabe. Ele filma. Vocês não sabem de nada ainda. Só vão foder.
Chegamos. Sala com sofá cinza, cortina clara, luz da manhã batendo no tecido. Eu fechei a porta com o pé, puxei o short e o top no meio da sala. Fio dental branco, já transparente, colado na buceta e no cu. Os dois pararam.
— Tira a roupa. Quero ver pau.
Tiraram. Paus enormes. O do alto mais grosso, veia saltada, cabeça escura. O do baixo mais comprido, já pingando. Eu ajoelhei no tapete, sem cerimônia.
— Boca primeiro. Os dois. Revezem.
O grosso entrou na minha garganta. Eu segurei a base, olhei pra cima, baba no queixo. O outro encostou a cabeça no canto da boca. Eu abri mais. Dois. Saliva escorrendo no peito. O grosso segurou meu cabelo.
— Casa de casada e a esposa chupando dois desconhecidos no sofá.
— Casa de casada e a esposa viciada em pau — eu falei, saindo pra respirar. — Meu marido tá na rua. Vocês tão aqui. Enfia.
Levei os dois pro sofá. Deitei de barriga pra cima primeiro. O baixo abriu minhas pernas e lambeu a buceta por cima do fio. Língua quente, short ainda no meio. Depois puxou o fio pro lado e enterrou a cara. O alto ajoelhou na minha cabeça. Pau na boca de novo. Eu gemia no pau dele enquanto o outro chupava.
— Vira — o alto mandou. — Quero essa bunda.
Virei de quatro no sofá cinza. O short ainda na coxa. Empinei. O lycra branco marcado de suor nas nádegas. O alto encostou o nariz no meio. Respirou fundo, duas, três vezes.
— Porra. Tá fedendo suor. Tá gostoso pra caralho.
— Então lambe, filho da puta. Lambe o cu suado. Não faz cara de nojo agora.
Ele lambeu. Língua larga no ânus, o fio dental ainda no caminho. Cuspiu. Lambeu de novo. O baixo segurou minha cabeça e meteu o pau na boca ao mesmo tempo. Eu senti o cheiro da minha própria bunda voltando na respiração dele, quente, ácido, de academia. Tesão e nojo no mesmo lugar. O cu latejou.
— Enfia o dedo — eu pedi.
Enfiou. Dois. Abriu. A língua no meio dos dedos. Eu gozei na boca do outro só disso, perna tremendo no sofá, o tecido cinza enrugado embaixo do joelho.
— Agora pau. Buceta primeiro. Depois cu. Depois os dois.
O baixo deitou no sofá. Eu sentei na pica dele de frente. Desci devagar. Grosso. Abriu. A buceta puxou, molhada, mesmo assim doeu a entrada. Eu encostei a testa no ombro dele.
— Porra… grosso pra caralho.
— Aguenta, casada.
Aguentei. Sentei até o fundo. O alto ficou atrás. Cuspiu no cu. Encotou a cabeça. Empurrou.
— Espera. Espera porra.
Ele não esperou o suficiente. A cabeça passou. Eu gritei no sofá. O baixo segurou minha cintura por baixo. O alto segurou meu ombro por trás. Dois. DP. Uma na buceta, uma no cu. O sofá afundou. A cortina clara balançava com o movimento. Pés no tecido. Pele preta contra a minha. O som molhado, fundo, de dois paus ocupando o mesmo corpo.
— Sai um pouco — eu falei. — Tá rasgando.
— Não vou sair — o de trás respondeu. — Tu chamou a gente pra isso. Aguenta.
Ele socou. Eu xinguei. O da frente subiu o quadril. Os dois no mesmo ritmo. Dor na buceta, dor no cu, o meio do corpo latejando como se fosse abrir ao meio. Eu olhei pro lado, pra lente escondida que o corno deixou, e falei alto de propósito:
— Tô traindo. Dois machos no sofá da nossa casa. Um no cu, um na buceta. Filma, seu corno. Filma a puta da sua mulher.
O alto riu no meu ouvido.
— Ele ouve isso depois?
— Ouve. E goza. Continua.
Continuou. Tirei um, coloquei o outro. Troquei. O grosso foi pro cu. O comprido na boca. Depois os dois de novo, dessa vez os dois querendo o cu. Eu fiquei de quatro, peito no encosto, bunda pra cima. Um enfiou. O outro encostou a cabeça do lado, tentando o mesmo buraco.
— Não cabe.
— Cabe sim. Relaxa.
Não cabia inteiro. Cabia a cabeça dos dois raspando, esticando, a dor subindo a espinha. Eu pedi pra parar. Eles diminuíram um segundo. Depois o de trás segurou meu quadril com as duas mãos e meteu fundo sozinho, violento, o pau sumindo. Eu me peidei sem querer. O som saiu. Os dois riram.
— A casada peidou no pau.
— Peidou o caralho. É pau grosso no cu. Soca, porra. Se eu cagar vocês merecem.
Ele socou mais. O outro passou o pau na minha cara, no cabelo, na boca. Eu chupava o que tinha saído do meu cu. Gosto forte. Suor, saliva, o resto. Animal. Sem romance. O sofá rangendo. A planta do lado. A luz da janela no suor das costas deles.
Virei de lado. Um deitou atrás, meteu no cu. O outro na frente, meteu na buceta. Perna por cima da perna. DP de novo. Eu segurava o encosto. Unha no tecido cinza. Gemia alto. Pedia mais e pedia pra sair no mesmo fôlego.
— Tá doendo.
— Então goza com dor.
Gozava com dor. O corpo inteiro endurecia, o cu contraía no pau, a buceta escorrendo no outro. Eles não paravam. Sexo de quem não tem nome pra guardar. Sexo de academia, de feriado, de short branco molhado no chão.
O alto puxou meu cabelo.
— Fala que é puta.
— Sou puta. Sou a casada mais puta do Brasil. Traio o corno no sofá da sala com dois desconhecidos. Quero porra na boca.
— Então abre.
Tirei os dois. Ajoelhei no tapete, entre o sofá e a mesa. Boca aberta. Eles bateram. O primeiro gozou grosso, quente, direto na língua. O segundo enfiou e gozou mais fundo, na garganta. Eu engoli o que deu. O resto escorreu no queixo, no peito. Olhei pra cima, pra eles, com a boca suja.
— Quero de novo. Semana que vem. Mesma hora. Academia.
O baixo ainda ofegava.
— Tu é maluca.
— Sou. E vocês vão voltar. Porque pau grande não recusa cu que aguentou DP no feriado.
Eles se vestiram rápido, ainda com cheiro de mim na pele. Eu fiquei nua no sofá, perna aberta, o fio dental no chão, o lycra branco jogado no canto. O cu latejando. A buceta latejando. Gosto de porra na boca.
Quando a porta fechou, eu falei sozinha, olhando o ponto da câmera:
— Já foram. Tô arrombada. Quero que vejam. Quero que saibam que hoje, sete de setembro, a casada saiu da academia com dois e voltou com o cu e a boca cheios.
O corno só entra quando eu ligar. Até lá eu fico assim. Suada. Aberta. Pensando no próximo.
Quem leu até aqui já sabe o tipo de mulher que eu sou. Quem quiser o resto das manhãs, das academias, dos sofás, dos DPs e do leite na boca, acompanha. A casada mais puta do Brasil não para no sete de setembro. Só esquenta.