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TRÊS NUMA CAVERNA

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 963 palavras
Data: 01/09/2026 15:54:29

Eu estava na minha praia de nudismo preferida, numa manhã com meu clima preferido: sem sol, nublado, com probabilidade de chuva. Por isso, pouca gente. Fui direto para meu recanto preferido, na minha praia preferida, no meu clima preferido – uma pequena reentrância na pedra, que forma uma espécie de caverna. Estendi minha canga na areia, deitei-me, tomando goles da minha cachacinha sabor banana, e ouvindo o mar distante da maré baixa batendo nas pedras. De tão bom, tão agradável ali, acabei cochilando.

Despertei com um discreto barulho ali perto. Um casal, de seus trinta e poucos anos, também esticava um pano na areia, em frente à “caverna”, e se acomodava à minha frente. Gostei da rola que vi, de soslaio, enquanto ele arqueava os quadris para se acomodar junto com a mulher. Outra olhada para ela, buceta lisa e redonda, seios brancos com mamilos rosados. Agora deitados, ela massageava a perna dele com sua própria coxa, e a rola dele ameaçava a subir. Logo cansei dos dois, e voltei para minha tranquilidade cavernosa.

Vez por outra a imagem da pica do homem e da buceta da mulher vinham a minha mente – estariam se acariciando? –, eu sentia, nesses momentos, minha própria pica endurecer, mas não dei maior importância ao fato, nem me preocupei se algum dos dois, ao olhar para trás, flagrasse meu mastro em ereção. Fiquei na minha.

Eis que uma pancada d’água vai chegando aos poucos e engrossando. Eu me sentei quando a chuva começava a molhar e o casal tentava dela se esquivar, encostando-se o mais possível na rocha. Sem sucesso, porém. Baixou o samaritano em mim, convidei-os para partilhar o espaço da caverna, enquanto puxava minha canga um pouco mais para dentro, a dar espaço à deles.

Num átimo, pois o aguaceiro agora descera de vez, eles se movimentaram, e se achegaram para a parte protegida. Ali ficamos os três, olhando os fortes pingos, e, depois das exclamações iniciais, sentíamos que precisávamos entabular algum assunto, senão ficaria estranho, aquelas três criaturas nuas sob a rocha, silentes, enquanto a chuva esbranquiçava a superfície do mar no horizonte.

O papo começou meio forçado, naturalmente sobre a chuva (eu, sempre que podia, me deliciava com a visão da rola do marido – perfeita!), mas foi aos poucos se descontraindo, e agora éramos três amigos conversando sob a chuva. Enquanto a conversava rolava, aos risos e casos curiosos, percebi que a mulher voltara a massagear a perna do marido e a rola dele a se mexer – é como se fosse um mundo paralelo à conversa e à chuva. Não pude (nem quis) evitar a minha ereção, enquanto procurava ser natural ao falar do assunto da vez.

Combinou o carinho da mão dela na virilha do marido com o endurecimento máximo da pica deste, e da minha própria. Um breve silêncio, em que somente se ouvia a água caindo sobre as folhagens, e a mulher já punhetava carinhosamente o homem, e em pouco desceu a boca sobre a rola dele e passou a chupar cadencialmente. Eu não sabia o que fazer, com a rola pulsando de tão dura, o cara de olho fechado e gemendo baixinho.

Foi quando ela esticou o braço e sua mão suave tocou minha rola, passando a acariciar também. Aí eu me animei e coloquei a mão por baixo dela, acariciando os seios brancos e rosados, de mamilos duros, enquanto a outra mão circundava sua bunda grande e alcançava o cu, fazendo-a rebolar.

Quando ela parou de chupar a rola do marido e se dirigiu à minha, me contorci e consegui catar a pica que ficara voltada para o alto, babada e rígida. Quando comecei a chupar, ele abriu os olhos e parece ter aprovado minha ousadia. Com a mão, forçava minha cabeça para mais engolir seu pau; eu queria mais do que tudo aquela tora no meu cu. Então os movimentos foram se sucedendo e consegui direcionar meu furico para aquela rola, que foi entrando em mim deliciosamente.

A mulher parou de me chupar para ficar apreciando o marido foder um homem, diante de seus olhos. Ele se empolgou e passou a me estocar e a gemer, aproveitei para catar os lábios dela, que correspondeu com avidez ao meu beijo, minha mão acariciando sua buceta lisa, redonda e encharcada.

Então o homem gemeu mais alto e ejetou todo seu líquido no meu cu, retirando-se em seguida, sua pica brilhando de gala enquanto meu cu vazava aos borbotões. Libertado que estava daquele empalamento, pude me dedicar inteiramente à mulher, que ansiava por ser fodida, suas pernas abertas abrindo sua xoxota. Aprumei minha rola naquela outra caverna, e ela gemeu, enquanto eu entrava com minha rola acesa naquele buraco molhado.

Passei a estocar e seus gemidos faziam coro com o som da minha pica na sua buceta e com a chuva lá fora, que não dava sinais de que pararia tão cedo. O marido, recomposto da gozada, acompanhava cornamente sua mulher sendo fodida por outro macho e se deliciava com a cara de quenga que ela fazia, principalmente quando um esgar contorcido no rosto anunciou o orgasmo, e ela ganiu e apertou as pernas trêmulas em torno de mim. Não consegui mais segurar e também chovi dentro daquela buceta, aos graves rugidos de prazer.

Agora os três ali, gozados, serenos, meu cu e a buceta da mulher minando porra, meu pau e o do marido lambuzados, nós meio que deitados uns por cima dos outros, em silêncio, admirando o toró que já fazia pequenos riachos sobre a areia, em direção ao mar.

Aos poucos, os assuntos foram voltando, e quando a chuva deu uma trégua, eram três pessoas nuas, numa caverna, conversando sobre a chuva que passara, o mar que se mostrava agitado, o quanto chover na praia era diferenciado... Essas coisas...

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Comentários

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Olá Claudio, GOSTEI DO SEU TEXTO, o tema (local) e como ocorreu a transa ficou muito mega dez ++.

Gostei tanto da leitura que colocarei na minha lista "textos acima da média"

𝗲𝗻𝗳𝗶𝗺..., 𝗖𝗹𝗮𝘂𝗱𝗶𝗼,... 𝘁𝗲𝘅𝘁𝗼.. 𝗲𝘀𝘁𝗿𝗼𝗻𝗱𝗼𝘀𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 - 𝘃𝗼𝘁𝗮𝗱𝘀𝘀𝗺𝗼 -☛✪✪✪

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Muito obrigado pelo seu comentário, mas principalmente pela sua detida leitura.

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