✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Conto 16: Fartura em família

Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 2174 palavras
Data: 07/09/2026 02:56:00

Este conto é outro relato do final de semana que conseguimos reunir todos os homens da família. Os acontecimentos contados aqui aconteceram depois da noite do conto 15, em que houve uma grande sessão de mamadas, de meus primos mamando os pais deles e revezando comigo, e dos cunhados trigêmeos do meu pai fazendo um meia-nove ao ar livre para todos nós.

Na manhã seguinte, meu pai e os irmãos prepararam o café da manhã. Meus primos e eu nos levantamos entre sete e meia e oito horas porque queríamos aproveitar ao máximo cada segundo ali. Comemos bolo de milho, pão e ovos mexidos com café. Também tivemos o prazer de comer frutas frescas, colhidas por tio Carlos. Em seguida, todos nós ajudamos com a arrumação da cozinha. Bento lavou a louça e Maurício enxugou; Denis foi guardando os utensílios e Antônio foi organizando a geladeira com as sobras; Jonas, Joel e Mauro cuidaram dos fogões e da lenha; e os outros foram limpar o chão, a mesa e os bancos comigo. Demos esse descanso aos nossos pais em gratidão pelo café tão bem feito que eles nos proporcionaram.

Antes de sairmos para nossa experiência do dia, papai me chamou ao quarto em que ele estava. Como estávamos todos sozinhos e isolados, nos permitimos usar apenas shorts finos sem cueca dentro de casa. Segui meu pai até onde ele chamou.

— Filho, quero te dar um pequeno presente. — Disse ele me pedindo para sentar na cama.

— Não precisa, papai. — Respondi.

— Precisa sim. Você tem sido um filho excelente, Theo, e um filho excelente merece um presente.

Ele retirou do bolso da bolsa uma peça vermelha, pequena e fina. Antes que eu pudesse ver bem o que era, meu pai colocou-a em minhas mãos.

— Quero te dar isso.

Quando finalmente segurei e abri o pequeno novelo com as mãos, fiquei surpreso: era uma calcinha fio dental. Em minha curiosidade, eu já me imaginara várias vezes usando uma peça íntima assim, mas nunca tinha tido a oportunidade de sentir na prática como era.

— Quero que use essa calcinha sempre, até eu te dar outras. — Disse meu pai.

— Outras? — Perguntei.

— Sim, outras. — Respondeu. — Não achou que eu ia te dar só uma, né? Anda, experimenta. — Ele ordenou e eu obedeci. Me levantei, abaixei o short que vestia e coloquei a peça. A sensação era extremamente gostosa. Ao mesmo tempo em que tive a sensação de liberdade, sentindo minha bunda inteira solta, também fiquei excitado. Sobretudo quando o fio da parte de trás sumiu completamente no meu rabo.

— Olha no espelho como ficou — disse papai.

Eu me admirava no espelho vestindo aquela calcinha e via o sorriso de satisfação do meu pai ao ver o quanto gostei do presente.

— Muito obrigado, papai! — Eu falei saltando em seu colo. Ele me agarrou com as mãos e me abraçou forte soltando uma gargalhada gostosa. Nesse momento, ouvimos uma voz conhecida:

— Que coisa mais linda é seu filho, Dimas! — Era tio Cássio.

— Gostou, tio? — Saltei do colo de meu pai e perguntei me exibindo em sua frente.

— Claro, ficou muito linda em você. — Disse ele. Tio Cássio e papai trocaram olhares maliciosos e meu pai me disse:

— Agora veste o short que os meninos estão te esperando.

Nem pensei em tirar a calcinha. Só vesti o short por cima.

— Você não vem, pai?

— Vá com os seus primos, que eu e seus tios vamos encontramos vocês lá.

Então, depois de tudo pronto, me juntei aos meus primos e começamos nossa caminhada em direção ao rio. Mal podia esperar para mostrar o presente que papai me dera! No caminho, passamos ao lado do lago e nos sentimos tentados a dar um mergulho. Mas poucos instantes depois, chegamos. Lá estava ele, calmo e cercado pelas sombras das árvores, formando uma imagem parecida com uma daquelas impressas em calendários.

Nossos pais chegaram logo em seguida trazendo um isopor com alguns refrigerantes, cerveja para eles e água. Também trouxeram alguns petiscos, como farofa, carne assada na brasa e vinagrete. Sem cerimônia, papai tirou a camiseta que vestia e meus tios repetiram seu gesto enquanto conversavam, riam e organizavam as coisas que trouxeram. Meus primos tiraram as roupas, ficando completamente nus, e começaram a se jogar no rio. Eles me convidavam e saltavam em uma parte mais acima de onde estávamos e a correnteza leve os trazia até a margem.

— Bora, Theo, a água tá uma delícia! — Gritou Antônio de um lado.

— Vai ficar perdendo tempo, Theozinho?! — Bento insistiu de outro.

— Já tô indo! — Respondi. Em seguida, retirei minha regata e pendurei em uma galha próxima. Depois, desci meu short sem pressa, expondo completamente o meu corpo com o presente que acabara de ganhar. Imediatamente, ouvi assobios. Eram Joel, Jonas e Mauro, meus primos mais velhos.

— Eita porra! — Dizia um.

— Que delícia, hein? — Completava o outro.

— Oh lá em casa! — O outro provocava. Enquanto isso, os trigêmeos e os irmãos do meu pai me olhavam. Papai, com um sorriso satisfeito, parecia estar diante de um troféu. E eu me sentia o melhor filho do mundo para ele! Quando se aproximou de mim e me abraçou, sussurrou em meu ouvido:

— Eu sabia que todo mundo ia achar lindo!

— Obrigado, papai, você é o melhor pai do mundo! — Respondi.

— E você é o melhor filho do mundo! — Disse ele. — Agora vai, vai se divertir com seus primos.

Eu entrei devagar na água, sentindo cada centímetro do meu corpo se arrepiar quando a toquei. Meus primos trataram de me molhar antes mesmo que eu estivesse imerso e assim ficamos por longos minutos, brincando e nos divertindo. O rio não era profundo, então era possível ficar na água com tranquilidade sem ser arrastado ou perder pé. Além do mais, embora eu não soubesse nadar tão bem, meu pai, meus tios e alguns dos meus primos sabiam e isso me fazia sentir seguro. Inclusive, eles ficaram o tempo todo em volta de mim em um círculo. Conversamos e rimos bastante.

Lá pelas tantas, o pessoal fora da água já estava um pouco alto pela cerveja. A música tocava em um volume agradável e todos os meus primos já haviam tirado uma casquinha da minha bunda, alegando que “tava muito gostosa para não passar a mão”. Alguns até esfregaram o pau em mim. Eu estava adorando tudo aquilo!

Em algum momento, resolvi sair da água. Tirei a calcinha, torci e pendurei em um galho próximo de onde eu deixara minhas outras peças de roupa. Comi uma porção de carne com farinha, tomei água e retornei ao meu posto no círculo. Comecei então a mergulhar e chupar os paus deles aleatoriamente embaixo d’água. Todos batiam punheta, até que decidimos ir um pouco mais afundo nas brincadeiras. Jonas empurrou a cabeça da pica contra meu cu, forçando a entrada. Eu fui tentando me abrir como já fazia todas as vezes que dava meu rabo para ele, mas nada desse pau entrar. Ele tentou, Joel tentou também e nada. Por fim, já estávamos quase saindo da água para irmos foder no mato, quando Antônio chegou silenciosamente e empurrou todo o pau para dentro do meu cu. E eu até hoje não sei explicar como ele conseguiu. Mas seu pau deslizou totalmente para dentro. Tanto que senti seu saco roçar em minha bunda pouco antes dele começar a me foder.

A água produzia ondas e espuma, e Antônio me segurava firme pela cintura. Minha mente mal conseguia processar aquela sensação. A água produz atrito, então não havia lubrificação entre a pica do meu primo e a minha mucosa anal, o que me causava uma dor lancinante, que, para minha alegria, durou somente nos primeiros trinta segundos. Depois disso, meu cu se acostumou com aquela tora grossa e eu investia com o quadril contra a pélvis de Toninho. Nesse momento, meu corpo sentia um prazer absurdo e só queria mais. Antônio, Bento, Mauro, Marcelo, Jonas, Denis, Maurício, Samuel e Joel. Um a um, todos me usaram como seu depósito de leite. Meu rabo já estava completamente alargado e o sêmen despejado escorria pela água entre uma foda e outra.

— Ih, alá! O filho do Dimas tá liberando geral pros priminhos! — Tio Dante gritou apontando na minha direção. Minha única reação foi devolver com um sorriso bem safado mordendo os lábios. Nisso, meu pai e meus tios se voltaram para mim e ficaram assistindo a cena de Joel me enrabando. Assim que Joel terminou de me foder, eu saí da água e caminhei em direção a eles. Todos estavam de pau duro, era possível ver os volumes imensos em suas bermudas.

— Dimas, faz aí as honras! — Disse tio Diogo e papai foi logo me colocando de quatro na areia fofinha.

— Dá esse cuzinho pro papai, dá filho?! — Ele pediu. E eu respondi:

— Sempre papai, meu cuzinho é todo seu.

Com três cuspidas no pau, meu pai empurrou tudo em mim, me fazendo sentir totalmente preenchido com seu membro. Meu corpo pequeno em relação ao dele se arrepiava inteiro a cada estocada e a cada toque. Meu pequeno pau babava devido ao enorme tesão que eu sentia.

— Isso, papai, me fode! Arromba meu cuzinho até o talo, vai! — Eu implorava e ele gemia grave. Em seguida, ele segurou minha cintura ainda de quatro, e eu abri a bunda com as duas mãos para que ele me penetrasse mais fundo.

— Fode sua putinha com força, vai! Estoura esse cuzinho na pica! — E não demorou muito para que meu pai urrasse de prazer, despejando todo o seu esperma quente e grosso no meu interior. Como de praxe, eu chupei todo o seu cacete até deixá-lo limpo. Não perdia a oportunidade de sentir o sabor do seu leite fresco.

Tio Dante me pegou de frango assado. Estendeu uma toalha seca no chão e me deitou de frente para si, segurando minhas pernas abertas e me permitindo que eu abrisse o cu com as mãos. Tio Diogo me colocou de pé, apoiado no tronco da árvore que fazia sombra para nós.

— Isso, putinha, toma pica nesse cu! Não queria pica, então toma pica nesse cuzinho! — Eles diziam com as vozes cheias de tesão. Com as pernas quase bambas, os gêmeos se aproximaram. Primeiro tio Carlos, que era o mais safado, em seguida, tio Cássio. Enquanto um metia no meu cu, o outro fodia a minha garganta.

— Qual é, Caio, vai ficar de fora dessa?! — Papai perguntou convidativo. Os irmãos fizeram sinal para que ele se aproximasse. Eu segurei seu pau e comecei a masturbá-lo. Eles tinham paus maiores e mais grossos que meu pai e meus tios. E foi com eles que descobri minha tara em pica grande, pois naquele momento, aos quase quinze anos, eu senti que havia nascido para ser puta de macho dotado.

Os trigêmeos se revezaram no meu cu e na minha boca por cerca de uma hora, até me tornarem seu depósito de esperma. Tio Carlos gemeu arrastado e rouco quando gozou. Tio Cássio gozou e bateu o leite por alguns segundos. Tio Caio meteu tudo até o talo e urrou de prazer quando chegou ao orgasmo. Que delícia vê-los dando leves espasmos enquanto eu chupava suas picas gozadas até ficarem completamente limpas. Eu estava de pernas bambas, mas me sentia genuinamente feliz.

Naquele dia, ainda houve mais duas rodadas de suruba. Jonas fez troca-troca com Bento, Joel fez o mesmo com Samuel e Antônio, Denis pegou Maurício, Mauro e Marcelo mamaram um ao outro também, papai e tio Dante provaram do cu e do boquete de Antônio, tio Diogo foi mamado e punhetado pelos filhos, Jonas e Bento chuparam tio Carlos, tio Cássio fodeu o cu de Maurício, Mauro e Marcelo fizeram troca-troca, eu chupei e dei de novo para tio Caio, Denis chupou o próprio pai e sentou na pica dele, teve papai e tio Dener arriscando dupla penetração em mim e depois no Denis. Mauro, Marcelo e Maurício fizeram tio Dante gozar no boquete, papai gozou sendo chupado por Bento, Antônio e eu ordenhamos tio Caio... Foi uma loucura deliciosa! Nós voltamos para casa naquela tarde, tomamos banho e capotamos depois do jantar. Denis resolveu experimentar usar calcinha também. Então todos os meus primos quiseram passar pela experiência. Denis, Bento e Antônio nos contaram que gostaram, apesar do fio da parte de trás da calcinha incomodar um pouco. Mauro, Marcelo e Jonas ficaram de pau duro imediatamente e nos revelaram que também gostaram, mas não usariam sempre. E os outros não gostaram ou só usariam ocasionalmente. Isso nos deixou ainda mais íntimos, se é que era possível. Era muito bom vivenciar esses momentos em que deixávamos aflorar nossos desejos sexuais e os satisfazíamos sem culpa, sem rótulos. Ora, meus primos, meu pai e meus tios, todos eram heterossexuais. E eu já entendia que o prazer sexual não tem a ver com a orientação sexual da pessoa, mas com o desejo. Tivemos várias conversas sobre isso, sobre como nos sentíamos livres juntos e isso me deixava extremamente feliz. No dia seguinte, fomos novamente aproveitar cada minuto, pois era nosso último dia naquele fim de semana inesquecível.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Theo Sante a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Theo SanteTheo SanteContos: 18Seguidores: 28Seguindo: 1Mensagem X : @theosante

Comentários

Foto de perfil de Amandha CD Putinha Sul de Minas

Nossaaaa... que tesão... todos se libertando, se preconceitos ou julgamentos... simplesmente liberando o tesão e o prazer sexual... livres. Que vontade de ser da família ... mamar e dar para todos... gozei muuuito me imaginando no seu lugar Theo

0 0