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Os jogos de sedução de Morgana

Um conto erótico de Marcos Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2267 palavras
Data: 01/09/2026 15:52:20

Olá, leitores(as). Como vocês estão? A história de hoje foi escrita pensando em uma viagem que fiz para o Nordeste. Era o que eu gostaria de ter feito de verdade mas não fiz devido aos meus bloqueios.

Ótima leitura!Certa vez fiz uma viagem de trabalho a Natal e aluguei um apartamento em Ponta Negra. No meu dia de folga, reservei um passeio de 4x4 pelo litoral sul. Arrumei uma pequena mochila e desci assim que a Toyota SW4 preta estacionou em frente ao prédio.

— Bom dia. Marcos? - perguntou o motorista.

— Sim, bom dia.

Ele me pediu para entrar no meio. Já havia um casal jovem no veículo, ele sentado na frente e ela no banco do meio. Sentei-me atrás do motorista.

— Vou buscar mais 3 pessoas, sou o Maicon - apresentou-se.

Na Via Costeira, o guia buscou Morgana: uma mulher branca, cabelos castanhos curtos, vestido fluido sobre o biquíni e um chapéu elegante. Ao se sentar ao meu lado no banco do meio, o espaço reduzido fez nossas coxas se encostarem pela primeira vez. Seu perfume floral tomou conta do SUV climatizado e, a cada curva ou ritmo da música local, seu corpo roçava o meu com uma naturalidade provocante. Eu, distraído, procurava observar os detalhes da paisagem local e registrar em fotos o que me atraía. Passamos pela entrada da Barreira do Inferno e fizemos uma breve parada para fotos. Em seguida Maicon dirigiu para a cidade de Pirangi do Norte. Chegamos ao cajueiro e desembarcamos.

— Pessoal, por favor, reúnam-se aqui. Temos uma hora para fazer o passeio, ok? Comprem o ingresso, cuidado para andar somente nas áreas demarcadas. E antes de tudo, por favor, se apresentem. Não conheço ninguém e ninguém se conhece. Um grupo é melhor quando se conhece. Você primeiro - apontou para mim.

— Olá, pessoal. Sou Marcos, estou aqui em Natal a trabalho e resolvi aproveitar o dia livre.

— Oi, sou Morgana, sou de BH e estou de férias.

— Bom dia. Somos Marcelo e Janaína, estamos em lua de mel, somos de São Paulo - apresentaram-se o casal jovem.

— Olá. Somos Júlio e Maria. Somos do Rio de Janeiro. Eu me aposentei e agora a gente aproveita para viajar - disse o senhor, apresentando a esposa.

Nos dirigimos juntos à bilheteria. Adquirimos o ingresso e entramos no labirinto verde de galhos e folhas. Não era época, então não havia caju. Após um tempo andando por baixo do manto verde subi ao mirante, de onde é possível ver todo o quarteirão que é ocupado pela árvore.

Quase no horário retornei para o estacionamento. O guia ofereceu água a nós. Fomos para o mirante dos Golfinhos, mas não avistamos nenhum animal durante a breve parada. Devido ao horário e à tábua de marés, o passeio mudou e fomos para a Lagoa do Carcará, que tem águas quentes e cristalinas.

— Pessoal. Tempo de parada uma hora. Podem entrar nas águas, mas usem protetor ou roupa UV devido ao sol. Podem alugar um quadriciclo e fazer um passeio, incluindo manobras na duna aqui do lado.

Morgana me olhou e eu não disse nada. Pensei em entrar na água, mas não tinha trazido toalha. O banco da SUV era de couro e tinha uma proteção, então não era problema.

— Você tá sozinho né - ouvi a voz de Morgana.

— Sim, tô - respondi, tímido.

— Quer dar uma volta de quadriciclo comigo? Podemos dividir a direção e fica mais barato pra nós dois.

— Ah, pode ser - respondi, sem muita convicção.

— Então vamos, já paguei - disse, me mostrando a chave. Um rapaz forneceu os capacetes e iniciamos o passeio, que passou por um coqueiral muito bonito, onde houve parada para fotos. Eu desci, fiz a foto de Morgana e ela fez a minha, conforme orientação do guia quanto ao ângulo e proximidade.

— E o casal, não quer tirar foto junto? - perguntou o guia do passeio de quadriciclos.

Ficamos sem graça, ela estendeu o telefone dela pra ele.

— O rapaz fica sentado e ela em pé com as mãos apoiadas nos ombros dele.

Sentei-me e senti o toque suave de suas mãos. O guia tirou a foto. No quadriciclo, a proximidade virou contato físico puro. Nas curvas fechadas sobre as dunas, Morgana não segurava nos suportes: abraçava minha cintura com força, colando os seios firmes nas minhas costas e afundando o rosto no meu pescoço. Na troca de pilotagem, sua mão deslizava devagar pelas minhas pernas sem qualquer acanhamento.

— Radical! - disse ela, feliz, entregando a chave. Devolvemos os capacetes, fomos ao banheiro e retornamos ao carro.

O motorista explicou a formação das lagoas enquanto dirigia em direção à lagoa do Arituba para o almoço. Chegamos.

— Pessoal, o menu não inclui lagosta ou peito de frango. Mas é só dizerem pras garçonetes que vieram com o Maicon que ela vai passar o preço pra vocês. Sairemos às 15:00, fiquem à vontade.

Morgana tocou minha mão.

— Se importa se a gente dividir uma mesa?

— Não! - respondi.

— Ah, tudo bem, respeito você.

— Acho que não me expressei bem: não me importo de dividir a mesa - "aliás eu quero muito", pensei.

— Quem bom!

Eu a peguei pela mão e andamos pelo gramado, sob a sombra de muitas árvores. Ventiladores sopravam um vento fresco. Encontramos um lugar aconchegante perto de uma rampa de acesso à lagoa, mas ao mesmo tempo meio reservado. A garçonete chegou.

— Olá, bem vindos! Como cortesia oferecemos um drink "coco lôco" ao casal - disse ela, deixando um coco com a bebida sobre a mesa.

Morgana experimentou o drink e me ofereceu.

— Não sou de tomar álcool, mas vou experimentar - e tomei um gole — Nossa! Forte!

Ela riu.

— Você é tímido. Tá sempre na defensiva...ou se esquivando. Mas parece ser um cara legal.

— Sim, esse é meu jeito mesmo. Perco algumas oportunidades por causa disso...

— Sério?

— Estar me divertindo com você só foi possível devido à sua atitude, não foi?

— É verdade — disse ela, rindo e passando os dedos suavemente pelo meu cabelo.

Durante o almoço à beira da lagoa, a conversa fluiu sem esforço sob a sombra das árvores. Dividimos a tábua de frutos do mar e o drink tropical, enquanto nossas pernas e mãos se buscavam por baixo da mesa a cada risada. Quando nos levantamos de mãos dadas, o guia piscou, aprovando o clima entre nós.

Em Camurupin, a maré baixa formava uma piscina natural sobre os recifes. Sentamos em uma pedra submersa, com a água morna na altura do peito. Sem avisar, a mão de Morgana deslizou para dentro da minha sunga, envolvendo meu pau e bombeando-o até ficar completamente ereto debaixo d’água. Enfiei a mão por baixo do seu short e percebi: a safada estava sem calcinha. Movi dois dedos direto para a sua buceta encharcada, fazendo-a arfar no meu ouvido enquanto se esfregava no meu colo.

Mais tarde, na areia, ela me pegou olhando para o lado e brincou sobre os corpos ao redor. Sorri e disse que a bunda dela era a única que me interessava ver.

— Deixemos isso para daqui a pouco — sussurrou ela, com um olhar cúmplice.

Ficamos relaxando e conversando coisas aleatórias. O tempo passou e retornamos ao carro. Viajamos alguns quilômetros até as dunas de Malembá. O motorista parou, desceu do carro e diminuiu a pressão dos pneus.

— Pessoal. Apertem os cintos. Iremos começar nossa aventura, a melhor parte do passeio de hoje. Está liberado o grito e a adrenalina.

Maicon acelerou o SUV e o motor rugiu enquanto o veículo deslizava na areia, sacolejando. Ele fazia manobras e nós chacoalhávamos dentro do carro, enquanto subíamos e descíamos pela areia.

— Preparados para a surpresinha? Em 3, 2, 1!!!

O veículo subiu até a borda de uma duna, achamos que iria saltar por cima dela. No topo Maicon manobrou e o veículo deslizou pela borda, descendo em alta velocidade e entrando em meio a duas dunas tão estreitas que achamos que o carro não passaria por ali!

— AH! MINHA NOSSA SENHORA! SEU FILHO DA PUTAAA!!! AI, VOU MORRER! - gritava a senhora, no banco de trás.

A gente ria, e a emoção era forte, nos arrancando gritos de surpresa a cada manobra radical pelas dunas. Por fim, o veículo subiu até o topo mais alto e o motorista desligou o motor.

— Podem descer, pessoal! Vamos apreciar o pôr do sol. Quem quiser pode descer de prancha até lá embaixo, só tem chance de virar milanesa — avisou Maicon.

O céu estava tingido de um laranja espetacular. Morgana foi a primeira a pegar a prancha e se jogar duna abaixo. No meio da descida, perdeu o equilíbrio, rolou na areia e caiu na gargalhada lá embaixo. Desci ao seu encontro carregando uma garrafa d'água. Aproximei-me para limpar os grãos de areia do seu rosto e dos seus braços. Quando seus olhos encontraram os meus, puxei-a pela cintura contra o meu corpo. Nos beijamos com intensidade ali mesmo, sentindo o gosto de sal em seus lábios e o calor do seu corpo pressionado contra o meu. Subimos abraçados. Com a SW4 posicionada de costas para o espetáculo do pôr do sol, tiramos diversas fotos do grupo e dos casais. A cumplicidade entre mim e Morgana já não podia mais ser disfarçada.

No caminho de volta, ela descansou a cabeça no meu ombro. Quando o SUV nos deixou em Ponta Negra, nem hesitou:

— Vou subir com você.

Entramos no apartamento no décimo andar. O vento da praia uivava pelas janelas. Fomos direto para a suíte e entramos no box.

Debaixo do jato forte de água morna, tirei a roupa dela devagar. O corpo de Morgana era lindo: pele macia, seios pequenos com os bicos eretos e rígidos pelo tesão acumulado do dia. Encharquei as mãos de sabonete líquido e comecei a ensaboá-la. Minhas mãos deslizaram pelas suas costas, desceram pelos glúteos firmes e foram direto para a sua virilha. Acariciei seus lábios molhados e nos beijamos intensamente, enquanto eu enfiava o dedo médio fundo em sua buceta. Morgana soltou um gemido alto, jogando a cabeça para trás.

Ela pegou o sabonete da minha mão e retribuiu. Esfregou meu peito, desceu até a minha cintura e segurou meu pau rígido com força, masturbando-me debaixo da água com movimentos rápidos e firmes. O atrito das nossas peles ensaboadas era puro fogo. Enxaguamo-nos rapidamente, desliguei o chuveiro e nos secamos sem tirar os olhos um do outro. Abracei-a pela cintura e nos dirigimos para o quarto. O vento forte assobiava pelo apartamento.

Caminhamos nus até a cama. Puxei o edredom, deixando apenas o lençol frio. Morgana se jogou por cima de mim imediatamente.

Acomodou-se sobre o meu quadril, guiou a cabeça do meu pau até a entrada da sua buceta melada e afundou de uma vez. O encaixe foi perfeito. Ela começou a cavalgar devagar, rebolando em círculos, aproveitando cada centímetro da penetração. O som dos nossos corpos se chocando e sua respiração descontrolada preenchiam o quarto.

— Quero que me coma de quatro — pediu, com a voz rouca.

Ela se posicionou na beira da cama, empinando a bunda macia e desenhada. Dei um tapa leve em uma das nádegas. Encostei meu pau e empurrei com força até o fim. Morgana soltou um grito abafado no travesseiro. Puxei-a firme pela cintura, impondo sexo ritmado e profundo. Minhas bolas batiam contra a sua buceta a cada estocada. Com o polegar, comecei a massagear a entrada do seu ânus. Passei minha mão em sua buceta melada e lubrifiquei seu anel, e então empurrei o dedo, devagar. O canal apertado cedeu, e ela começou a rebolar contra a minha mão, completamente entregue ao preenchimento de seus orifícios.

Puxei meu pau para fora, deitei-me de costas na cama e a puxei por cima de meu rosto. Passei a língua pela sua buceta pulsante, sugando seu clitóris com vontade enquanto mantinha o dedo dentro do seu cu. Morgana entrou em convulsão, gozando forte na minha boca, tremendo as pernas e gritando alto.

Sem dar tempo para ela se recuperar, pedi pra ela voltar a ficar de quatro. Usei o fluxo da sua própria gozada e minha saliva para lubrificar bem o seu cu apertado e o meu pau ereto. Ajoelhei-me atrás dela, encostei a cabeça do pau pulsante na sua entrada traseira e empurrei lentamente. O canal era extremamente apertado e quente. Ela soltou um gemido profundo, empurrou a bunda para trás e começou a ditar o ritmo.

Segurei seus cabelos castanhos com força, puxando sua cabeça para trás, e passei a dar estocadas vigorosas e profundas. O calor do interior dela me levou ao limite. Senti a parede do seu cu se contrair fortemente em um novo orgasmo, e esse aperto foi o gatilho: gozei fundo dentro dela, soltando um urro, despejando ondas de porra quente.

Desmoronamos na cama, suados e arfantes, com o vento da praia refrescando nossas peles. Mas Morgana ainda não tinha acabado.

Ela se ajoelhou entre as minhas pernas, pegou meu membro ainda semirrígido e o colocou inteiro na boca. Começou a sugar com força, trabalhando a língua no freio e nas minhas bolas. A sensação avassaladora me fez gozar pela segunda vez em questão de minutos, disparando um único jato forte, direto no fundo da sua garganta. Ela engoliu sem hesitar, limpou os lábios com as costas da mão e subiu para me dar um beijo longo, intenso, com o sabor do nosso próprio sexo.

Deitou-se no meu peito, abraçada a mim.

— É... nada mal para quem dizia ser tímido — murmurou ela, sorrindo contra a minha pele, antes de pedirmos uma pizza e pegarmos no sono ao som do marNão se esqueça de avaliar o conto clicando nas estrelas. Isso é importante para entender o que vocês curtem. Abraços!

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 48Seguidores: 24Seguindo: 1Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

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