Meu nome é Roberto e na época desse relato tinha meus 18 anos e minha professora Eloisa tinha 30 à 35 anos.
Eu não lembro o dia exato em que comecei a ficar duro vendo ela escrever no quadro. Lembro da sensação: o pau engrossando do nada, espremido contra o zíper, latejando a cada vez que ela se esticava pra apagar a lousa e a blusa subia deixando um triângulo de pele morena. Quando eu ia entregar atividade na mesa dela, o pau estralava contra o jeans, e eu andava torto, com medo de alguém ver o contorno. Ela percebia. Eu sei que percebia, o sorriso dela agradecendo, o jeito que os olhos desciam meio segundo e voltavam pro meu rosto. Os moleques da sala cantavam ela, esbarravam "sem querer" na bunda dela, e ela ria, levava na brincadeira. Eu nunca cantei. Só olhava. Ficava obcecado.
Um dia ela pediu pra eu ficar depois da aula.
A sala vazia cheirava a giz e a suor do dia inteiro. Ela fechou a porta, encostou em mim e me beijou sem aviso. Boca macia, mão quente descendo pela minha barriga, e eu travei na hora: coração batendo no ouvido, perna tremendo, suor frio nascendo na testa. Ela apalpou meu pau por cima da calça e ele não subia direito, meio mole, teimoso, morto de vergonha. Ela abriu o zíper, meteu a mão, tentou. Nada. Eu queria morrer ali.
Ela não fez drama. Me olhou, entendeu tudo, e com voz baixa disse: vem cá. Sentou na beirada da mesa, abriu as pernas, levantou a saia, puxou a calcinha pro lado. Eu ajoelhei.
A vagina dela aberta na minha frente os lábios escuros e úmidos, o clitóris aparecendo entre eles, um brilho de umidade escorrendo pro buraquinho. O cheiro veio primeiro: suor do dia, cheiro quente e forte de corpo, nada de perfume de loja. Eu encostei a boca e o gosto era salgado, de pele suada, um pouco amargo no fundo, e mesmo assim eu chupei com fome, como se fosse a última coisa que eu fosse comer na vida. Ela guiava minha cabeça com as mãos, falava baixo assim, isso, devagar e quando eu encontrava o clitóris com a língua ela soltava um som preso, o corpo dela tremendo. Suas coxas apertaram minha cabeça, a respiração virou arranhada, e ela gozou na minha boca: um gemido abafado, a mão dela dura no meu cabelo, a vagina se contraindo contra minha língua, molhando tudo. Eu engoli. Fiquei de joelhos, boca latejando, vendo ela se recompor na mesa. Saí de lá ainda virgem, cabeça a milhão.
Meses depois ela mandou mensagem.
Já formado, sem ser mais aluno dela. Marcou um motel num lugar distante, discreto. Tomei banho, passei perfume, fui dirigindo com as mãos suando. Quando abri a porta do quarto, ela estava sentada na cama, morena, cabelo solto, um vestido curto. Me beijou na porta e eu já entrei duro. Ela riu, passou a mão, viu o líquido pré-seminal escorrendo, eu tinha ficado com vergonha, achando que tinha gozado sem querer. Ela só limpou com o polegar, lambeu sem drama, e me beijou de novo. Depois tirou a própria roupa, parecia com pressa: peitos grandes, bunda grande, corpo atlético, cheinha do jeito certo, e eu travei de novo dessa vez não de nervoso, mas de beleza. Não sabia por onde começar.
Ela tirou uma camisinha da bolsa. Eu senti uma pontada de decepção queria gozar dentro, gozar fundo, era tudo que eu tinha imaginado por meses. Mas entendi. Ela colocou em mim com as mãos, devagar, me olhando, e a cabeça do meu pau latejava de tão dura. Me deitei, ela montou em cima, e foi a primeira vez que eu senti uma vagina apertando meu pau. Quente. Molhada. Apertando.
Eu perdi o controle na hora. Afobado, enfiei de qualquer jeito, rápido, sem ritmo, guiado só pelo instinto. Ela tentou acalmar, falou pra ir devagar, mas eu não conseguia o corpo pedia mais, mais fundo, mais rápido. Os seios dela balançando na minha frente, o suor da testa dela caindo em mim, o cheiro de corpo limpo se misturando com o cheiro de sexo. Senti ela se contrair em volta de mim, ela gemeu alto, e eu gozei segundos depois uma onda que subiu da base do pau e explodiu dentro da camisinha, rápido demais, igual todo virgem goza. Fiquei ali, ofegante, meio envergonhado de ter sido tão rápido.
Ela não disse nada. Passou a mão no meu cabelo, me puxou pra perto, conversamos deitados, ela me ensinou coisas, disse que a próxima vez seria melhor. Saí de lá transformado. E às vezes penso que ela esperou eu me formar de propósito, pra se proteger. Se alguém descobrisse, eu já não era mais aluno dela. Não pegaria tão mal pra ela.
Nunca mais nos falamos direito.
Minha namorada da época nunca descobriu e creio que o marido dela também não... afinal, o casamento deles já estava falido.
Esse relato não foi elaborado ou incrivelmente pornografico, foi simplesmente real e sincero.