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Flagrei meu pai e meu amigo Lucão (PARTE 3)

Um conto erótico de Junior
Categoria: Gay
Contém 916 palavras
Data: 07/09/2026 00:01:44
Última revisão: 07/09/2026 01:52:49
Assuntos: Filho, flagra, Gay, Pai

Naquele sábado a gente bebeu pra valer.

Meu pai abriu cachaça, Lucão foi atrás das long necks e eu fiquei olhando a pica dele marcada no short o tempo inteiro. Meu velho já estava solto. Ria alto, encostava no Lucão sem disfarçar, passava a mão nas costas dele na frente de mim como se eu fosse cego.

— Hoje vocês dois dormem aqui — ele falou, a voz já pastosa. — Tá uma putaria essa hora.

Lucão se jogou no sofá, abriu as pernas e ajeitou o pau com a mão por cima do short.

— Eu fico aqui, tio. Depois eu vejo.

Meu pai olhou pra ele um segundo a mais e foi pro quarto do fundo. A porta ficou entreaberta de propósito. Eu vi.

Eu apaguei a luz do meu quarto e fiquei deitado de pau duro, esperando.

Não deu quinze minutos.

O sofá rangeu. Passo descalço. A porta do fundo abrindo. Depois o barulho molhado. Cama. Pele. Meu pai gemendo baixo, aquele gemido de puta que eu já conhecia.

— Mete logo, porra. Tô pingando.

Lucão não falou quase nada. Só o tapa do saco no cú do meu velho e o som de saliva. Foi rápido e sujo. Meu pai pediu pra gozar dentro. Lucão gozou fundo, segurou, saiu e limpou o pau na coxa dele.

Voltou pro sofá só de cueca. A pica ainda pesada, a faixa da cueca já manchada de porra e de merda misturada do cú do meu pai. Ele caiu de barriga pra cima e apagou.

Eu esperei o ronco dele ficar regular.

Sai descalço.

A sala cheirava a foda. Cú aberto, porra quente, suor de macho. Lucão de perna aberta, a cueca subida, o pau inchado escapando pela lateral. A cabeça ainda brilhava.

Eu ajoelhei.

Cheirei primeiro. Encostei o nariz na faixa molhada e puxei o ar fundo. Cheiro de cú do meu pai. Cheiro de porra. Cheiro de pau usado. Eu lambi o tecido por cima, sentindo o gosto salgado passar pra língua.

Puxei a cueca pra baixo.

A pica caiu pesada no meu rosto. Grossa, veiosa, a glande ainda suja. Eu abri a boca e engoli. Não foi beijo. Foi chupada de puto. Desci até o saco, senti o gosto da porra do meu pai grudada na pele, voltei lambendo o pau inteiro e enfiei de novo na garganta.

Lucão mexeu a mão.

Não acordei ele de propósito. Continuei. Baba escorrendo no saco, nariz esfregando na base, o pau dele endurecendo dentro da minha boca até ficar de pedra.

A mão fechou no meu cabelo.

— Filho da puta…

Ele abriu o olho. Me olhou de cima. Não tirou a pica da minha boca. Empurrou mais fundo.

— Então era isso. Você tava lambendo a porta enquanto eu comia teu velho.

Eu só gemi com a boca cheia.

Lucão puxou meu cabelo, tirou o pau e bateu na minha cara duas vezes.

— Abre. Mostra a língua.

Bati a língua pra fora. Ele esfregou a glande suja nela, passou no meu queixo, no meu nariz, e enfiou de novo.

— Sobe no sofá. De quatro. Calado.

Eu subi. Ele rasgou o short e a cueca de uma vez. Cuspiu no meu cu, enfiu dois dedos até o fundo e abriu.

— Seu pai pede leite. Você também vai pedir.

A cabeça do pau encostou. Ele empurrou seco. Entrou pela metade e eu enterrei a cara no encosto pra não gritar. Lucão segurou minha nuca e meteu o resto de uma vez.

— Toma, moleque. O mesmo pau que acabou de abrir o cú do teu pai.

Ele comeu sujo. Curto. Fundo. O saco batendo, a mão na minha boca pra eu não gemer alto. Meu pai roncava do outro lado da casa.

— Fala o que você tava fazendo escondido.

— Punhetando.

— Falando o quê.

— Pedindo pra você me foder também.

Lucão riu no meu ouvido e meteu mais pesado.

— Agora cala a boca e aperta. Quero sentir esse cu mastigando.

Ele gozou fundo, sem avisar. Enterrou, segurou, jorrou quente. A porra encheu e começou a vazar na hora. Ele saiu devagar, abriu minha bunda com os dois polegares e cuspiu no cu aberto.

— Olha isso. Aberto igual o do teu velho.

Passou o dedo, recolheu a porra misturada e enfiou na minha boca.

— Engole. Você já tava cheirando o pau sujo dele mesmo.

Eu engoli.

Lucão puxou a cueca, ajeitou o pau ainda pingando e segurou meu queixo.

— Escuta bem. Amanhã de manhã você não fala porra nenhuma pro seu pai. Senta na mesa, come pão, bebe café e fica quieto. Se ele perguntar se você dormiu bem, você fala que dormiu. Entendeu?

Eu balancei a cabeça.

— Se você abrir a boca, eu paro de te dar. E eu não vou parar de usar o cú dele. Depois do café eu vou no quarto de novo e vou meter no teu velho com você na casa. Ele vai gemer baixo achando que você não sabe. E você vai escutar. Igual sempre.

Ele me deu um tapa na cara, leve, sujo.

— Agora volta pro quarto. Cu cheio. Boca suja. E amanhã a gente finge que nada aconteceu.

Eu voltei rastejando.

Deitei de bruços. A porra escorria pela bola, molhava o lençol, o cu latejava aberto. Do fundo da casa meu pai virou na cama e resmungou alguma coisa no sono.

Eu não limpei.

Fiquei ali sentindo o cheiro do Lucão na boca, o gosto do meu pai na garganta e o cu escorrendo, pensando que de manhã os três iam tomar café juntos.

Email: brunopmiranda1995@gmail.com

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Comentários

Foto de perfil de Jota_

Ahhh mlk, já acordei com vontade de gozar depois de ler esse conto!

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Tô ansioso pro Lucão comer os dois juntos e aí, eles contarem pro filho, como que eles começaram a se pegar

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No aguardo dos três, no quarto dos fundos, gemendo alto e falando sandices até o orgasmo múltiplo...

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