A noite chegou. Eu e Pamela passamos a tarde inteira na academia. Depois nos arrumamos para ir a um restaurante. Ela vestiu um vestido curto e justo que a deixava linda e gostosa: o tecido marcava os seios e o bumbum a cada passo, o cabelo loiro solto, os olhos verdes destacados.
Chamamos um carro de aplicativo, já que iríamos beber. Chegamos no restaurante, pedimos vinho e uma entrada. O clima entre a gente estava estranho, mas ainda funcional.
Foi então que notei. Kelly e Arthur entraram no restaurante e vieram direto para a nossa mesa. Sentaram sem pedir licença.
O jantar rolou entre conversas leves, risadas forçadas e olhares. Em determinado momento Arthur soltou, casual:
— O Carnaval tá chegando. A gente vai nos blocos de rua aqui em BH. Vocês topam?
Eu e Pamela nos entreolhamos. Ela sorriu e respondeu primeiro:
— Topamos.
Confirmei com a cabeça.
O jantar terminou. Pagamos a conta e saímos juntos. Em vez de ir para casa, seguimos de carro até um motel. Entramos no quarto.
No quarto, a porta mal tinha fechado e Kelly já se jogou em cima do Arthur. Os dois se beijaram com fome, mãos explorando, roupas sendo puxadas. Eu e Pamela fizemos o mesmo. Beijei sua boca com força, as mãos descendo pelo vestido curto até apertar a bunda.
Em segundos as roupas estavam no chão.
Kelly ajoelhou na frente do Arthur e engoliu o pau dele, chupando com vontade, saliva escorrendo. Pamela se ajoelhou na minha frente e fez o mesmo, a boca quente envolvendo o meu, a cabeça subindo e descendo. Os gemidos abafados das duas enchiam o quarto.
Arthur puxou Kelly pelo cabelo, a colocou de quatro na cama e enfio de uma vez. Ela gritou. Ele meteu com força, a bunda dela tremendo. Eu empurrei Pamela de quatro ao lado e enfiei também. As duas lado a lado, sendo fodidas, gemendo alto, os corpos balançando no mesmo ritmo.
Troquei com Arthur. Agora eu comia a Kelly enquanto ele metia na Pamela. Kelly rebolava no meu pau, pedindo mais forte. Pamela gemia rouco com o pau do Arthur sumindo dentro dela.
Depois as duas se viraram e se beijaram enquanto nós metíamos. Eu na Pamela, Arthur na Kelly. As bocas delas se devorando, saliva trocando, enquanto os paus entravam e saíam.
Arthur deitou e Kelly montou nele. Pamela sentou no meu colo de frente e rebolou. Em seguida ela se inclinava e chupava o pau do Arthur que saía da buceta da Kelly, enquanto eu metia nela por trás. O barulho molhado, os gemidos, o cheiro de sexo.
Revezamos sem parar. Eu fodendo a Kelly de quatro enquanto ela chupava a Pamela. Arthur metendo no cu da Pamela enquanto ela gemia meu nome. As duas se chupando enquanto nós dois metíamos nelas ao mesmo tempo.
Pamela gozou gritando com o pau do Arthur no cu. Kelly gozou no meu pau, o corpo inteiro tremendo. Eu gozei dentro da Kelly. Arthur gozou fundo na Pamela.
Ainda não terminamos. Continuamos: bocas, bucetas, cus, paus se revezando, os corpos suados e colados na cama do motel até os quatro caírem ofegantes, exaustos, o quarto cheirando a sexo.
Ao retornar para casa, eu e Pamela mal chegamos na cama. O tesão da noite no motel ainda estava vivo. Nos pegamos de novo, safados, sem pressa, até o cansaço vencer. Dormimos abraçados.
Acordamos atrasados. O relógio marcava que só tínhamos trinta minutos para nos arrumar e chegar na escola.
Levantamos rápido, tomamos banho juntos sem alongar, vestimos a primeira roupa que vimos e saímos correndo. O Corolla acelerou em direção à escola.
Chegamos à escola ainda ofegantes do atraso. Entramos na sala dos professores e a primeira coisa que vi foi a Marina. Ela estava de volta, conversando com alguns colegas.
Pamela fechou a cara na hora. Segurou meu braço com força, puxando o corpo para perto do dela, como se quisesse marcar território e deixar claro para todo mundo que eu era o marido dela.
As aulas seguiram normalmente. Os dois primeiros horários passaram sem grandes acontecimentos.
Quando o intervalo chegou, Arthur veio até mim no corredor, o sorriso de sempre no rosto.
— Gostou de ver a Marina de volta?
Não esperei resposta. Bateu de leve no meu ombro e saiu andando. Kelly e Thiago o acompanharam em direção à quadra, onde estava rolando uma apresentação no intervalo.
Pamela ficou na sala dos professores. Eu aproveitei e fui até o auditório procurar a Melissa.
No auditório, Melissa estava me esperando. Assim que fechei a porta, ela veio até mim e falou baixo:
— Estou com saudades… mas tenho que te falar uma coisa sério.
— O que foi?
— Eu sei como foder o Arthur.
— Como?
— Você não sabe… ele vai vender drogas no Carnaval.
Fiquei em silêncio por um segundo.
— O quê?
— Mais tarde vai lá em casa. O Thiago prometeu me explicar melhor.
Ela se aproximou mais, passou os braços no meu pescoço e sussurrou:
— Agora me come, amor…
Não precisei de mais convite. Empurre-a contra a parede, levantei a saia do uniforme e puxei a calcinha para o lado. A buceta já estava molhada. Abri a calça, tirei o pau e enfiei de uma vez. Melissa soltou um gemido abafado no meu ombro.
Comecei a meter forte, segurando as coxas dela. Ela enroscou as pernas na minha cintura e rebolava encontrando cada estocada. O barulho molhado ecoava baixo no auditório vazio. Beijei sua boca para abafar os gemidos, as mãos apertando a bunda.
Virei-a de frente para uma carteira. Ela se apoiou e eu meti por trás, puxando o cabelo loiro. Melissa gemia contido, pedindo mais fundo. Continuei até sentir ela tremer e gozar, a buceta apertando meu pau. Segurei mais alguns segundos e gozei dentro dela, o corpo colado no dela.
Ainda ofegantes, o sinal do fim do intervalo tocou. Nos arrumamos rápido e saímos do auditório como se nada tivesse acontecido.
O restante das aulas passou numa velocidade que eu mal vi. Dei mais duas de Educação Física: na primeira montei um circuito de agilidade com cones e cordas, corrigindo postura e insistindo em deslocamento lateral. E deixei um jogo de vôlei livre, só observando e apitando quando necessário. Os alunos suavam, gritavam, e eu mal prestava atenção de verdade.
No último horário segui até a sala do 3º A, onde Pamela estava lecionando. Fiquei na porta entreaberta. Ela explicava equações do segundo grau: como calcular o discriminante, o significado das raízes reais e complexas, e resolvia alguns exercícios no quadro passo a passo, pedindo para os alunos acompanharem no caderno. A voz dela era firme, profissional, como se nada da putaria dos últimos dias tivesse acontecido.
Lá dentro notei Arthur e Thiago sentados juntos no fundo, conversando baixo. Kelly e Melissa, mais à frente, me viram na porta. As duas sorriram e me mandaram um beijo discreto com a mão.
Quando o conteúdo acabou, Pamela saiu da sala, veio até mim e me beijou de leve nos lábios.
— Amor, que bom que veio me buscar.
— Sim. Vou esperar o sinal tocar.
Fiquei ali no corredor, apoiado na parede. Do lado, na sala ao lado, ouvi a voz da Marina explicando verbos em inglês — o present continuous, exemplos no quadro, a pronúncia correta.
Segui em direção à voz da Marina. Ela me viu, terminou de falar com os últimos alunos e saiu da sala. Os estudantes já corriam para a saída, já que era hora de ir embora.
Marina parou na minha frente e falou baixo:
— Hoje você pode me encontrar para a gente conversar.
Deu as costas e saiu sem esperar resposta.
O sinal tocou. Os alunos explodiram para fora das salas: barulho de conversas, gritos, bolinhas de papel voando, empurrões.
Pamela saiu da sala dela logo em seguida. Me aproximei e falei:
— Amor, vamos ao cinema?
Ela balançou a cabeça.
— Não. Vamos ficar em casa mesmo.
Foi então que Kelly e Melissa apareceram no corredor. Pamela sorriu para as duas e perguntou:
— Vocês duas não querem ir até nossa casa almoçar conosco?
Kelly e Melissa se entreolharam e responderam ao mesmo tempo:
— Sim.
Saímos os quatro juntos.
Chegamos em casa. Pamela e as duas meninas subiram direto para o quarto. Eu fiquei na sala, abri uma cerveja e tomei alguns goles, tentando organizar a cabeça.
Pouco depois Pamela desceu. Estava completamente nua. Veio até mim sem dizer nada, me empurrou no sofá e ajoelhou entre as minhas pernas. Abriu meu short, tirou o pau e começou a chupar. A boca quente e molhada subia e descia com vontade, a língua girando na glande, saliva escorrendo. Eu segurei o cabelo loiro dela e deixei ela trabalhar, gemendo baixo.
Depois de um tempo ela tirou a boca, olhou para mim e pediu:
— Me come…
Obedeço. Virei-a de quatro no sofá e enfiei de uma vez. A buceta estava encharcada. Comecei a meter forte, as mãos na cintura, a bunda batendo nas minhas coxas. Pamela gemia alto, empurrando para trás.
Foi então que notei. Melissa e Kelly também estavam nuas, paradas na escada, olhando.
Saí de dentro de Pamela e fui até Kelly. Empurre-a contra a parede e enfiei. Ela soltou um gemido safado. Meti fundo, segurando as coxas, enquanto ela rebolava. Kelly gemia no meu ouvido, pedindo mais forte.
Melissa se colocou de quatro no tapete da sala, o bumbum erguido. Kelly, ainda sendo comida, olhou para mim e falou:
— Profe… come o cuzinho da Mel…
Saí de dentro de Kelly e fui até Melissa. Cuspi na mão, passei no cu apertado dela e enfiei o dedo devagar. Ela gemeu. Retirei o dedo, posicionei o pau e empurrei. A cabeça entrou. Melissa prendeu a respiração. Continuei entrando devagar até estar inteiro.
Comecei a meter no cu dela. Devagar no começo, depois mais fundo e mais rápido. Melissa gemia alto, a cabeça enterrada nos braços. Kelly se ajoelhou na frente dela e as duas se beijaram enquanto eu fodia o cu da Melissa.
Aumentei o ritmo. As mãos agarravam as nádegas, abrindo, enquanto o pau sumia e aparecia. Melissa pedia mais, a voz quebrada. Continuei metendo forte no cu apertado até sentir ela tremer e gozar, o corpo inteiro estremecendo. Segurei mais um pouco e gozei fundo dentro dela, o pau latejando.
Os três corpos suados e ofegantes se misturavam na sala.
Kelly e Pamela se aproximaram e começaram a se beijar. As bocas se devorando, as mãos explorando os corpos uma da outra. Em seguida as duas se ajoelharam e se chuparam, a língua de cada uma na buceta da outra, gemendo baixo.
Saí de dentro do cu de Melissa e a puxei para cima. Fiz ela montar no meu pau e ela começou a quicar. O corpo dela subia e descia com força, os seios balançando, os gemidos altos. Continuei metendo para cima até sentir ela tremer e gozar de novo. Melissa caiu ofegante ao meu lado, as pernas ainda trêmulas.
Kelly veio na hora. Montou em mim, guiou o pau até a buceta e desceu. Começou a cavalgar com vontade, rebolando o quadril, o piercing do umbigo brilhando. Segurei a cintura dela com as duas mãos e meti para cima. Ela me beijou fundo, a língua quente, enquanto quicava. O ritmo acelerou. Os dois gozamos juntos: eu dentro dela, o pau latejando, ela gemendo alto no meu ombro, o corpo travando.
Pamela se levantou, ainda nua e suada, e falou:
— Vamos tomar banho, meninas.
As três subiram juntas. Ouvi o barulho da água e as risadas baixas. Depois desceram, já vestidas, e fomos para a cozinha comer alguma coisa.
Pamela se aproximou de mim, passou a mão no meu peito e perguntou:
— Gostou da surpresa, amor?
— Sim, meu bem.
— Foi por você ser um ótimo marido — ela disse, sorrindo. — Mais tarde vai ser só eu e você.
Kelly me olhava do outro lado da mesa com aquele olhar safado de sempre. Melissa, porém, me encarava com uma expressão estranha, desconfortável, como se algo a incomodasse.
Segurei a mão de Pamela e falei:
— Eu te amo.
Ela sorriu.
— Ótimo.
Depois se virou para as duas:
— Nós três vamos ao shopping, né, meninas?
Kelly e Melissa assentiram. As três pegaram as bolsas e saíram.
Aproveitei que as três tinham ido ao shopping e saí para me encontrar com a Marina. Mandei uma mensagem perguntando o local. Ela respondeu: uma padaria perto do shopping.
Cheguei e a vi logo na entrada. Nos sentamos numa mesa no fundo. Marina foi direta:
— E aí? Como estão os nossos planos?
— De mal a pior — respondi. — Não tenho certeza se ele vai ser responsabilizado por tudo.
Contei sobre o convite do Carnaval. Marina assentiu, o olhar firme.
— É a nossa chance.
Ela fez uma pausa e completou:
— Quero que você conheça meu marido. Por que você não janta conosco qualquer dia desses?
— Claro.
Marina pegou minha mão, apertou e falou baixo:
— Vai dar tudo certo.
Depois se inclinou e me beijou na boca. O beijo foi rápido, mas carregado. Ao se afastar, completou:
— Você é uma boa pessoa. Mas não tem como salvar quem não quer ser salvo, Renato.
Ela se levantou e saiu. Eu fiquei mais alguns minutos, a cabeça pesada, e depois voltei para casa.
Pamela chegou mais tarde. Passamos a noite juntos, quase sem falar. Já perto da meia-noite ela me puxou para o quarto.
— Agora será só nós dois.
Se despiu na minha frente. O corpo de cavala à mostra, seios pesados, a buceta já brilhando. Empurre-a na cama, abri as pernas e enfiei de uma vez. Ela gemeu alto. Comecei a meter fundo e forte, as mãos nos seios, apertando. Pamela rebolava, as unhas nas minhas costas, a voz suja:
— Mais… assim… me fode…
Virei-a de quatro, segurei a cintura e voltei a enfiar. O barulho molhado, os gemidos dela ecoando. Continuei até sentir o corpo dela tremer e gozar. Segurei mais um pouco e gozei dentro, o pau latejando enquanto ela ainda empurrava a bunda para trás.
Caímos lado a lado, ofegantes, o quarto escuro e silencioso.
Ainda deitados, Pamela se virou para mim e falou baixo:
— Amor… você gostou do presente que te dei hoje?
— Adorei, amor.
— As duas são umas gostosas, né?
Ficou calada por uns minutos. O silêncio pesava. Depois ela continuou, a voz mais hesitante:
— Na sexta-feira eu recebi um convite do Arthur… para ir num encontro com ele e uns amigos. Eu aceitei.
Senti o peito apertar.
— Como assim?
— Amor, eu já te dei esse presente… e acho que mereço isso também.
— Mas que amigos são esses?
— Não sei. Mas são bem ricos, pelas fotos que eu vi.
— Tá bom… mas isso é errado. Eu não te pedi presente nenhum.
Pamela se aproximou, o olhar firme:
— Só dessa vez, amor. E você vai ver tudo. Claro que eu não confio no Arthur cem por cento…
Ela me beijou. Um beijo lento, quase de despedida. Eu fiquei ali, perplexo, as palavras da Marina martelando na cabeça: não tem como salvar quem não quer ser salvo.
Fechei os olhos e dormi.