Depois que o Léo saiu fiquei um tempo parado na porta pensando no que eu deveria fazer. Não sei quanto tempo se passou, mas com certeza foi mais de 10 minutos. Tinha acabado de fazer sexo com o nosso personal, e o Thomás tinha visto tudo, mesmo sem ver ele com clareza, tenho certeza ele viu a transa toda. Fui no banheiro lavar o rosto, o gozo do Léo começava a escorrer pelas minhas pernas, então tomei um banho rápido, escovei os dentes, e vesti novamente aquela roupa de piriguete, gostava cada vez mais de vestir essas roupas, ver a reação do Thomás quando me viu vestida assim me deu a certeza que eu estava realmente provocante. Quando me visto dessa maneira e me olho no espelho a minha auto estima fica muito alta, com certeza eu me acho muito atraente, e no meu íntimo eu invejo o Léo, pois ele come uma gostosa dessas, não que eu não goste d’ele me comendo, com certeza eu gosto muito disso, e como eu gosto!
Sai do banheiro e comecei a andar em direção ao quarto, talvez o Thomás já tenha indo embora, no fundo eu esperava que não. Apesar de ter transado a pouco, eu não estava nem um pouco satisfeita, ainda estava com muito tesão. Não sei se rolaria alguma coisa com ele, mas estava torcendo por isso, se não teria que me satisfazer sozinha. Cheguei na porta do quarto, a porta estava encostada, meu coração palpitava, quase saindo pela boca, não imaginei que ficaria assim. Estava ansiosa, nervosa, não sei direto. Abri a porta devagar, e para meu alívio, e frustação, estava vazio, sem nenhum sinal do Thomás.
_ Não acredito que você foi embora! Queria ter dado para você também! – Pensei que tinha apenas pensado isso, mas eu falei em voz alta, o que me surpreendeu, e acabei sorrindo. – Francamente...
Estava me virando quando senti alguém me agarrando por trás, o pau muito duro pressionando minha bunda, e me deu um beijo no meu pescoço que me arrepiou, me assustei, no reflexo dei um grito muito afeminado.
_ Aiiiii...
_ Calma gata! – era o Thomás, mas onde ele estava.
_ Thomás?
_ Sim. Pensou que era o personal novamente?
_ Não. É que eu pensei que você tinha ido embora...
_ Eu ia, mas ouvi você dizendo que queria me dar, e voltei. Você tá muito gostosa vestida assim.
_ Não. Eu só pensei alto. Desconsidera por favor.
_ Eu não posso fazer isso. Não depois de te ver dando para aquele cara, fiquei com muito tesão e muita inveja dele. Não acredito que você fica com ele.
Fiquei calada, e ele continuou beijando o meu pescoço. Automaticamente empino a minha bunda para sentir ainda mais o pau dele, fecho e olhos e sigo quietinha enquanto Thomas beija e morde de leve eu meu pescoço e fica se esfregando em mim.
_ Você assim parece outra pessoa... Sussurra em meu ouvido.
_ Que tipo de pessoa?
_ Do tipo que poderia ter qualquer homem da terra!
_ Hum... acho que não estou com essa bola toda.
_ Com certeza você está.
_ Sei... O que você quer fazer comigo? – pergunto com a voz bem manhosa. Começo a rebolar devagarinho, provocando-o ainda mais. – Você se masturbou vendo o personal me comer?
_ Bom, quero fazer com você tudo o que ele fez. E sim, bati uma assistindo vocês.
_ E foi? Que delicia. Você acha que merece o meu rabo?
_ Sim. Eu mereço.
_ Eu não sei... Estava com vontade, mas acho que não quero mais.
_ Por favor! Faço qualquer coisa.
_ Faz mesmo?
_ Sim. Faço tudo.
_ Eu não sei. – Tento me fazer de difícil, mas a verdade é que eu queria jogar ele na cama e cavalgar nele. Meu cuzinho estava piscando, louquinho de tesão.
_ Faço tudo que você quiser.
_ Hum... então vem aqui. – Caminhei para a cama e puxei ele pegando pelo pau. Ele veio bem obediente. – Tira a bermuda.
Ele tirou a bermuda, permanecendo de cueca e camisa.
_ Tira tudo.
Meio envergonhado ele tirou a roupa toda. O pau dele estava muito duro. Devo confessar que Thomás tinha um cacete bonito, a cabecinha bem vermelha, e deveria ter mais ou menos 15 cm, não era grande, mas era uma ótima pica, com certeza era.
_ Quero você de joelhos. – Falei com autoridade olhando-o nos olhos. Meio surpreso com a ordem e um pouquinho relutante ele se ajoelhou na minha frente.
Fiquei um tempo olhando-o ajoelhado, submisso diante de mim, e me veio a ideia de que eu poderia ser uma Dominatrix, e esse pensamento me fez sentir bastante tesão, com certeza seria algo que poderia pensar futuramente.
_ Olhe para mim! – ordenei com autoridade. Assim que ele levantou a cabeça a minha mão desceu ao encontro dela, e um barulho de um tapa ecoou pela sala, fazendo suas bochechas brancas ficarem bem vermelhas. – Achou que poderia simplesmente me comer? Acha que eu dou para qualquer um?
_ Mas você falou que queria me dar.... falou gaguejando levemente.
_ Talvez eu tenha falado, mas não estou convencida se você merece. O Léo me fode com força, do jeito que ele quer por que ele é um homem de verdade, mas e você? É capaz de me foder assim? Consegue me deixar satisfeita?
Ele me olhou e parecia pensativo. Talvez estivesse pensando na melhor maneira de conseguir o que queria. No fundo estava com muita vontade de rir, não importava o que ele dissesse, iriamos fazer sexo, era algo que realmente queria. Mas fazer aquele joguinho estava deixando as coisas mais divertidas. Não imaginei ver o meu amigo se humilhando assim, e isso tudo me deixava ainda mais excitada.
_ Parece que o gato comeu a sua língua...
_ Não. É que....
_ Shii – fiz sinal para que ele ficasse calado – talvez eu devesse fazer algo a respeito da sua língua afinal, mas o que eu deveria fazer? – coloquei a mão no queixo me fazendo de pensativa. – Será que eu devo testar essa sua língua? Acho que nunca usou ela no sexo né? Acho que você é virgem, não é?
_ O que? – disse espantado – eu, eu não sou... – Falou sem convicção.
_ Hahaha, fala sério, você não passa de um donzelo – falei caindo na gargalhada – e ainda acha que consegue me satisfazer? É pra rir mesmo viu. – me aproximei e falei baixinho no ouvido dele: confessa que você é virgem, que não passa de punheteiro, que talvez eu te der um presentinho.
Ele suspirou e olhou para o chão, estava completamente derrotado, pronto para assumir a verdade, mas ele não tinha coragem de me olhar nos olhos, imagina você ajoelhado diante do seu amigo, cheio de tesão e sendo humilhado? Tudo isso me deixava muito mais animada.
_ E então não vai falar?
_ Vou sim – falou resmungando para o chão.
_ Eu não ouvi.
_ Vou falar.
_ O que? O que você vai me dizer?
_ O que você quer ouvir.
_ Hum. Então fala, mas levanta o rosto e fala olhando para mim!
Ele ergueu o olhar e me olhou diretamente, por vezes ele desviava o olhar envergonhado, mas eu peguei no seu queixo e falei firme.
_ Fala! – e dei mais um tapa na cara dele.
_ Eu sou virgem!
_ Eu não ouvi.
_ Eu sou virgem! – ele falou quase gritando.
_ Ainda não ouvi!!!
_ Eu sou virgem!!! Sou um donzelo!!! Nunca transei na vida!!! – falou aos berros com os olhos marejando, parecia que ia chorar a qualquer momento. O que me fez cair na gargalhada, ri bastante e bem alto, deixando claro para ele que ele estava nas minhas mãos.
_ Como você é patético... Tenho pena de você... Mas bem, já que você foi sincero vou te dar uma recompensa.
Caminhei um pouco para a frente, rebolando bastante, olhei para trás e os olhos dele estavam vidrados na minha raba, ele nem piscava. Baixei a mini-saia, tirando ela completamente, mas não antes de empinar bem a bunda para provoca-lo. Me inclinei sobre a cama apoiando as mãos e deixando a bunda bem empinada, a mais empinada que eu consegui. Meu cuzinho já não aguentava mais, estava pegando fodo por dentro, quase subindo pelas paredes, esse joguinho com o Thomás me deixou ainda mais excitada. Puxei a calcinha de ladinho, oferecendo o meu cuzinho para ele.
_ Vem... Usa a sua língua... Se eu aprovar posso deixar você me comer.
Nem precisou falar de novo, ele veio babando. Caiu de boca no meu cuzinho, o que me fez gemer de tesão, mesmo ele não tendo experiência aquilo estava muito gostoso.
_ Vai, chupa seu safado, chupa esse cú... Aii, que delícia – coloquei a mão pro trás da nuca dele e pressionei a cara dele contra minha bunda, praticamente enfiando ela toda – Que delícia safado, continua assim que eu dou esse cuzinho. – Fazia ele ficar mais louco, a língua dele já estava me penetrando, ele esfregava a cara na minha raba, que loucura, que tesão, ficamos um tempinho assim até que eu não pude aguentar mais, puxei ele pela mão e empurrei ele para cima da cama, subi na cama e fiquei de cara com aquele pau branco cheio de veias, cabecinha vermelha, era a segunda vez que eu ficava frente a frente com ele, mas dessa vez eu vou sentir o sabor dessa bela pica. Estava de quatro em cima da cama e ele deitado, olhei ele nos olhos, minhas mãos foram direto no pau dele, comecei a punhetar e me inclinei aproximando-o do meu rosto, até que dou um beijinho na cabeça, sinto um gostinho salgado, além de já ter gozado, o pau dele estava bem molhado do pré-gozo, ele realmente estava louco de tesão. Vou colocando ele na boca devagarinho, deslizando centímetro por centímetro enquanto sigo olhando ele nos olhos, ele começa a respirar mais depressa, quando minha boca engole completamente o seu pau, ele solta um gemido, fecho os olhos e se segura com força na cama, ele realmente estava nas nuvens. Começo a chupar ele devagar, saboreando, vendo a reação dele e ficando cada vez mais louca de tesão. Sigo chupando, o movimento de vai e vem com a boca, ele já não me olha mais, está deitado de olhos fechados, desço até as suas bolas, chupo elas enquanto sigo masturbando, depois volto para o pau, coloco ele todo na boca mais uma vez, e fico impressionada com a facilidade que estou conseguindo fazer isso, certo que o pau dele era menor que o do Léo, mas mesmo assim é bom tamanho. Chupo ele mais um pouco, mas meu tesão já estava muito alto, não estava mais conseguindo aguentar, subi encima dele, foi quando ele me olhou novamente, coloquei o seu pau na porta do meu cuzinho.
_ Agora você vai deixar de ser virgem, vai saber o que um cu de verdade. – comecei a descer, o que foi até com facilidade, ele tinha chupado meu cú e eu tinha babado bastante o pau dele. Quando desceu até o final e eu senti minha bunda tocando os quadris dele e comecei a subir e descer devagar e rebolando, mas estava com tanto tesão que comecei a quicar feito louco, cravei as unhas no peito dele o que fez ele urrar de dor, e dei um tapa forte na cara – Tá gostando do meu rabo?
_ Sim.
_ Safado. Que delícia... – segui quicando feito louca, e ele estava gemendo bastante agora, o triste foi que não demorou muito tempo, senti o corpo dele com forte espasmos, ele gemeu mais alto, então senti o seu gozo invadindo completamente o meu cuzinho. Ele ficou respirando muito ofegante. Olhei para ele rindo – Que decepção, você é muito fraquinho, não estou satisfeita, então ainda quero mais. – Sai de cima dele e fiquei de quatro em cima da cama – vem, me pega de quatro. – Não precisou repetir, ele praticamente saltou e ficou atrás de mim, me penetrou de uma vez, o pau dele ainda estava duro, e como ele tinha gozado, tudo tinha ficado mais lubrificado, e estava mais gostoso.
_ Isso. Me come assim seu safado. Mete vai – ele começou o vai e vem gostoso, sentia seus quadris batendo contra a minha bunda – mais forte vai, mete mais forte seu safado – ele começou a meter de maneira frenética, os 20 anos é demais, que energia. – Me bate vai...
_ O que?
_ Bate na minha bunda, me bate vai! Me come e me bate.
Ele me deu um tapa, mas foi bem fraquinho.
_ Me bate mais forte.
Ele meu deu outro, mas ainda era fraquinho.
_ Me bate com força porra! Você é uma mocinha? Me come e me bate, seja homem!
Aquilo despertou o orgulho dele, e ele começou a me bater muito mais forte, vários tapas na minha bunda, o que me fazia gemer ainda mais.
_ Isso. Assim mesmo. Que delícia!!! Amo!!! Me come safado!
Ele ficou muito mais afoito, começou a meter no ritmo frenético, estava muito gostoso, estava sentindo que já estava quase gozando. Aquela putaria estava muito gostosa, mas aquilo era demais para ele, senti o corpo com espasmos mais uma vez, e de repente seu gozo me invadiu novamente, depois que terminou de gozar ele caiu ofegante ao meu lado, e eu sentia que estava quase lá, cai na cama e comecei a tocar uma punheta frenética, não demorou nem 15 segundos, e o meu leite voo por todo lado, nunca tinha gozado tanto. Estava exausta, ofegante, mas enfim estava satisfeita.
Meio que envergonhado Thomás se levantou e começou a catar as coisas dele querendo correr dali, olhei para ele rindo.
_ Então é assim? Me come e vai embora? – Falei provocando. Ele esboçou um sorriso nervoso e foi embora quase correndo, ouvi a porta da sala bater e comecei a sorrir.
Fiquei mais um tempo pensando no que acabou de acontecer. Transei com o meu melhor amigo, o pior de tudo foi que eu já tinha transado com o Léo, dois no mesmo dia. O que me fez rir. Pensei no Thomás e falei:
_ Você será o meu brinquedo, querendo ou não. – E comecei a sorrir novamente, realmente estava feliz, com certeza vou dormir bem hoje à noite.
CONTINUA...