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Todo mundo tem o seu valor - Capítulo 4 – A Executiva da Madrugada

Um conto erótico de Darknees
Categoria: Heterossexual
Contém 2902 palavras
Data: 06/09/2026 08:01:02
Última revisão: 28/09/2026 07:47:58

A Marginal Pinheiros tava quase vazia. Meia-noite e pouco de uma quarta-feira fria. Os faróis dos poucos carros cortavam a escuridão e o Corolla deslizava pela pista.

Eu tinha acabado de deixar um passageiro na Faria Lima quando o app tocou de novo. Destino: um condomínio de alto padrão na Zona Oeste. Esse tipo de corrida costumava ser tranquila. Gente que trabalhava até tarde e só queria chegar em casa.

Estacionei em frente ao prédio. Moderno, de vidro e concreto, bem iluminado. Esperei menos de um minuto quando a porta do hall abriu e uma mulher saiu.

Ela andou até o carro com passos firmes, abriu a porta de trás e entrou. Movimento prático, sem hesitação.

— Boa noite — falei, olhando pelo retrovisor. — Lucas.

— Boa noite, Lucas. — A voz tava cansada, mas ainda educada. — Fernanda.

Olhei melhor. Uns trinta e cinco anos, cabelo castanho ondulado na altura dos ombros, maquiagem leve já meio apagada pelo dia. Blusa social branca, saia lápis preta marcando as curvas. Corpo de mulher que se cuidava: seios médios, cintura definida, quadril largo, pernas longas. Bonita de um jeito maduro, real.

Comecei a dirigir, entrando na Marginal.

— Dia pesado? — perguntei.

Ela suspirou e se recostou no banco.

— Muito. Reunião atrás de reunião. Trabalho com marketing. Lançamento de campanha que não termina nunca.

— Marketing é brabo.

— Você não faz ideia. O dia inteiro sentada, olhando planilha, discutindo criativo, aguentando chefe que muda de ideia a cada cinco minutos. Teve uma hora que eu jurei que ia surtar.

— Pelo menos o café é bom?

Ela riu, um riso curto e cansado.

— O café é o que ainda me mantém de pé. Sem ele eu já tinha desistido faz tempo.

Deixei ela falar. Não precisei me esforçar. Só fui ouvindo.

E foi aí que a Fernanda começou a despejar o dia.

Falou de briefing, de deadline, de rebranding, de KPI, de engajamento orgânico versus pago, de meta trimestral, de validação de campanha com o time de mídia, de reunião com fornecedor que não entregou o material no prazo. Emendou uma história na outra, sem parar pra respirar, gesticulando no banco de trás como se ainda estivesse dentro da sala de reunião.

Eu não entendia metade daquelas palavras. Mas não cortava. Só dirigia e ouvia.

Ela continuou, cada vez mais solta, como se estivesse desabafando com uma amiga. Em certo momento falou de "funil de conversão", "awareness", "share of voice" e "brand persona".

Eu devo ter feito alguma cara, porque ela parou no meio da frase.

— Você não entendeu nada do que eu falei, né?

Olhei pelo retrovisor. Ela tava me encarando com as sobrancelhas levantadas, a boca meio aberta, segurando o riso.

— Olha... — comecei, escolhendo as palavras. — Se você me perguntar o que é "funil de conversão", eu chuto que é alguma coisa de cozinha.

Ela explodiu numa risada gostosa, jogando a cabeça pra trás.

— Ai, meu Deus, desculpa! — falou entre risos. — Eu tô falando sem parar. Você foi tão educado que eu esqueci que era meu motorista e não minha terapeuta.

— Tá tranquilo. Pelo menos agora sei que marketing tem funil.

Ela riu de novo, mais solta ainda.

— Tem funil, tem régua, tem gatilho, tem segmentação. E eu passo o dia inteiro nisso.

— E depois de um dia desses... você tem alguma forma de relaxar?

Ela pensou um pouco.

— Não muito. Chego em casa, tomo banho e durmo. Rotina meio sem graça, mas é o que tem.

— Sem graça ou só previsível?

Ela me olhou pelo retrovisor.

— As duas coisas. Minha melhor amiga vive falando pra eu sair mais, fazer algo diferente... parar de ser tão certinha.

— E ela tem razão?

— Talvez. — Suspirou. — Só não sei mais como sair dessa roda. Parece que o trabalho engoliu o resto.

Ficamos em silêncio por uns segundos. Depois continuei:

— Sabe qual é o problema da rotina? Ela não te mata de uma vez. Ela vai te anestesiando. Um dia você percebe que não lembra da última vez que fez algo só porque teve vontade.

Ela ficou quieta, olhando pela janela.

— Pois é... — murmurou.

Aproveitei o gancho.

— E se você tivesse uma semana livre, sem nada pra fazer. O que faria?

Ela demorou um pouco pra responder, como se ninguém fizesse essa pergunta há muito tempo.

— Viajaria.

— Pra onde?

— Qualquer lugar com mar. Já faz uns dois anos que não piso na areia. — Ela olhou pro próprio colo, mexendo na alça da bolsa. — Tenho uma lista de lugares no celular. Toda vez que o dia tá muito pesado, eu abro e fico olhando as fotos. É idiota, né?

— Não é idiota. É um plano esperando pra acontecer.

Ela sorriu de canto.

— Você fala bonito, motorista.

— Falo a real.

— Mas viajar sozinha... acho meio estranho.

— Sozinha é bom, mas com companhia é melhor. Depende de quem tá junto.

Ela deu um sorriso pequeno, ainda olhando pela janela.

— É... Eu tô solteira. Já faz um tempo.

Forcei surpresa.

— Solteira? Você?

Ela riu.

— Tô sim. Por quê? Tão difícil de acreditar?

— Olha, se você chegar num bar e disser que tá solteira, vai ter fila de homem comprando drink.

Ela riu de novo, balançando a cabeça.

— Tem uns que tentam. Mas não rolou. Falta algo.

— Falta interesse de verdade.

— Isso.

— Homem hoje em dia quer tudo rápido. Não sabe conversar. Não presta atenção.

Ela me olhou pelo retrovisor com um brilho diferente.

— Você presta atenção.

— Faz parte.

O silêncio que veio depois durou uns segundos, mas era um silêncio bom. Carregado, mas leve.

— Minha amiga vive dizendo que eu devia me permitir mais — falou, a voz mais baixa. — Que nem tudo é trabalho. Que às vezes a gente precisa fazer uma loucura sem pensar demais.

— Sua amiga é sábia.

Ela riu baixo.

— Ela adoraria você.

— Pelo que você contou, acho que a gente se daria bem.

Fernanda ficou quieta de novo. Quando me olhou, o tom tinha mudado.

— Aposto que você já viu muita coisa dirigindo de madrugada...

Dei um sorriso pelo retrovisor.

— Algumas noites são mais interessantes que outras.

Ela segurou meu olhar por um segundo a mais que o normal. Depois desviou, mas o sorriso continuou no rosto.

Chegamos no condomínio. Parei em frente ao portão, mas não desliguei o motor.

— Chegamos.

Ela olhou pro prédio, depois pra mim. Não fez nenhum movimento pra sair.

— Sabe... — falou, a voz mais baixa. — Foi um dia tão cansativo. Não tô com vontade de entrar em casa e ficar no silêncio. Pelo menos não agora.

— O que você tem em mente?

Ela passou a língua no lábio inferior, devagar, os olhos fixos nos meus pelo retrovisor.

— Eu queria te dar uma gorjeta diferente hoje. Não em dinheiro.

Ficou em silêncio por um segundo, como se confirmasse alguma coisa consigo mesma.

— Uma gorjeta... mais especial.

Senti o corpo reagir na hora.

— Aqui?

Ela balançou a cabeça.

— Não. Tem uma rua lateral ali atrás do prédio comercial. É mais quieta.

Olhei na direção que ela indicou. Arborizada, escura, sem movimento.

— Boa ideia.

Virei o carro e entrei na rua lateral. Estacionei num ponto bem escuro, protegido pelas árvores. Desliguei o motor e o app.

A rua tava completamente vazia.

Fernanda olhou ao redor e sorriu, satisfeita com o lugar.

— Vem pra cá — disse, a voz baixa.

Saí do carro, abri a porta de trás e entrei. A porta fechou com um som seco no silêncio da rua.

Fernanda estava sentada no meio do banco, o corpo virado pra mim. O olhar era direto, sem vergonha, mas também sem arrogância. Só desejo e a vontade de fazer algo só porque queria.

Não falamos nada por alguns segundos. Só nos olhamos.

Me aproximei e beijei ela. Começou calmo, mas logo ganhou intensidade. A boca era macia e respondeu na hora. A mão dela subiu pro meu pescoço, os dedos se fecharam na gola da camisa.

Passei a mão pela cintura dela, sentindo o tecido da blusa e o calor do corpo por baixo. Ela se aproximou mais, o peito encostando no meu.

O beijo foi ficando mais fundo, mais molhado. A respiração dela mudou. Desci a mão pela coxa, subindo devagar por baixo da saia. A pele tava quente. Quando cheguei perto da calcinha, ela abriu um pouco as pernas. Convite claro.

Passei os dedos por cima do tecido. Já tava úmida.

— Você já tava assim? — perguntei baixo, a boca ainda perto da dela.

— Desde que a gente parou o carro — respondeu, a voz rouca.

Deslizei os dedos por baixo da calcinha e toquei direto. Quente, molhada, os lábios abertos. Ela soltou um gemido baixo contra minha boca quando circulei o clitóris.

— Isso... — murmurou.

Continuei com calma, sentindo ela ficar ainda mais molhada. A mão dela desceu e achou o volume na minha calça. Apertou por cima do tecido, sentindo o tamanho.

— Tira — pediu.

Desabotoei a calça e abaixei junto com a cueca. O pau saltou duro. Ela olhou, passou a mão devagar pela extensão e sorriu de leve.

— Gostoso...

Se inclinou e passou a língua na cabeça, devagar, experimentando. Depois abriu a boca e me envolveu. O calor veio imediato. Ela chupou no ritmo que quis: fundo, com vontade, a mão firmando a base.

Passei a mão no cabelo dela e acompanhei. Deixei ela fazer do jeito que gostava. Os sons molhados enchiam o carro. De vez em quando ela olhava pra cima, os olhos fixos nos meus enquanto chupava.

Depois de um tempo, puxei ela pra cima e beijei de novo, com mais fome. A mão dela ainda segurava meu pau.

— Tira a blusa — falei.

Ela abriu os botões com calma e tirou. O sutiã de renda clara apareceu. Desci as alças e liberei os seios. Firmes, mamilos duros. Abocanei um com vontade, chupando e passando a língua, enquanto a mão apertava o outro.

Fernanda gemeu mais alto e segurou minha cabeça contra o peito.

— Continua...

Fiquei ali um bom tempo, alternando os seios, chupando com intensidade. O corpo dela se mexia, o quadril buscando contato.

Quando tirei a boca, ela já tava ofegante.

— Quero você dentro de mim — disse, a voz baixa e direta.

Puxei a saia pra cima da cintura e desci a calcinha. Ela levantou o quadril pra ajudar. Ficou nua da cintura pra baixo, as pernas abertas no banco de couro.

Posicionei o pau na entrada. Ela tava encharcada. Entrei devagar, sentindo cada centímetro. Quando cheguei no fundo, os dois soltaram o ar ao mesmo tempo.

Fiquei parado um segundo, sentindo o aperto quente.

— Pode se mexer — falei.

Ela começou a rebolar em cima de mim, no ritmo que queria. Segurei a bunda dela com as duas mãos, acompanhando o movimento, mas sem forçar ainda. Os seios balançavam na minha frente. Voltei a chupar um mamilo enquanto ela cavalgava.

O ritmo foi aumentando. O som dos corpos batendo ficou mais alto. Fernanda gemia sem se preocupar em segurar. Eu sentia o prazer dela crescendo.

Em determinado momento, segurei a cintura dela com mais firmeza e comecei a meter de baixo pra cima, assumindo o controle. As estocadas ficaram mais profundas.

Ela jogou a cabeça pra trás e gemeu mais alto.

— Assim... isso...

Continuei com a pegada firme, controlando profundidade e velocidade. Uma mão subiu e apertou o seio dela enquanto eu metia. O corpo dela respondia a cada movimento.

Não tinha pressa de acabar. Só a vontade de sentir mais.

Continuei metendo de baixo pra cima, firme e fundo. As mãos seguravam a cintura dela. Fernanda rebolava no mesmo compasso, os gemidos mais soltos a cada estocada. O calor dentro do carro tinha aumentado. O cheiro de sexo tomava o ar.

Me inclinei e voltei a chupar os seios dela. A língua girava em volta do mamilo, os lábios puxavam. O corpo dela reagia na hora. As unhas cravavam nos meus ombros e um gemido mais agudo escapava toda vez que eu puxava o mamilo com mais força.

— Assim... caralho... — murmurou, a voz rouca.

Troquei de seio e fiz o mesmo. Enquanto chupava, continuei metendo com ritmo constante. O banco rangia baixo. O som molhado dos corpos se misturava com a respiração dos dois.

Depois de um tempo, segurei ela pela cintura e virei com firmeza. Ela ficou de quatro no banco, as mãos apoiadas no encosto da frente. A saia ainda erguida na cintura. Entrei de uma vez por trás e o gemido que ela soltou foi mais alto.

Comecei a comer ela com pegada forte. Estocadas profundas, ritmadas, a mão direita segurando o cabelo e puxando a cabeça pra trás com controle. A outra mão apertava a cintura, puxando o corpo contra o meu a cada investida.

Fernanda gemia sem se preocupar em abafar. O corpo rebolava contra o meu, pedindo mais. Eu sentia o aperto quente dela, a umidade escorrendo, o jeito que a boceta se contraía toda vez que eu acertava mais fundo.

— Mais... assim... — pedia entre os gemidos.

Eu metia com força, sentindo o prazer dela crescer. De vez em quando parava bem fundo e rebolava devagar, provocando, antes de voltar a estocar com intensidade. O corpo dela tremia. As pernas já não estavam tão firmes.

Quando percebi que ela tava perto, segurei o ritmo de propósito. Fiquei parado no fundo, só sentindo ela se contrair em volta do meu pau.

— Não... continua... — pediu, a voz quase em súplica.

— Ainda não — respondi baixo, a mão ainda no cabelo dela.

Fiquei mais alguns segundos assim, sentindo o desespero dela aumentar. Depois voltei a meter com força.

Dessa vez não segurei.

— Pode gozar.

Fernanda gozou forte. O corpo inteiro tremeu. Um gemido longo e rouco ecoou dentro do carro. A boceta apertou em espasmos longos e firmes em volta do meu pau. Continuei metendo durante o orgasmo, prolongando cada contração até ela amolecer.

Quando os espasmos passaram, ela ficou ofegante, a testa apoiada no encosto, o corpo mole.

Não saí de dentro dela. Diminuí o ritmo, mas continuei com movimentos lentos e fundos, sentindo o corpo ainda sensível.

Depois puxei ela de volta pra cima de mim. Ela se acomodou com as pernas tremendo e começou a cavalgar de novo. Dessa vez o ritmo era mais entregue. Segurei a bunda dela e ajudei no movimento, metendo de baixo pra cima no mesmo compasso.

Os seios balançavam na minha frente. Voltei a chupar um mamilo com força enquanto ela rebolava. O segundo orgasmo veio mais rápido. O corpo dela tremeu de novo, os gemidos mais agudos e curtos. Segurei firme a cintura até ela terminar de gozar.

Enquanto ela ainda se recuperava, continuei metendo com mais intensidade, buscando o meu prazer. O ritmo ficou mais forte e irregular.

— Onde você quer? — perguntei, a voz rouca.

— Dentro... — respondeu, ainda ofegante, os olhos meio fechados.

Algumas estocadas depois, gozei fundo nela. Segurei a cintura com força, o corpo tensionado, os jatos longos e quentes. Fiquei parado no fundo, sentindo o orgasmo passar enquanto ela ainda pulsava em volta de mim.

Ficamos quietos por um tempo, só respirando. O ar dentro do carro tava quente, pesado, cheirando a sexo.

Fernanda ainda sentada em cima de mim, a cabeça caída no meu ombro, o corpo mole.

— Caralho... — murmurou baixo, quase sem voz.

Passei a mão pelas costas dela, devagar, sentindo a pele quente e suada.

Ficamos assim mais alguns segundos, sem pressa de separar.

Depois de um tempo ela se mexeu com dificuldade e desceu do meu colo. As pernas tremiam. Sentou no banco ao lado, ofegante, e começou a se ajeitar em silêncio.

Me ajeitei também, puxei a calça de volta e abotoei. Peguei o pacote de lenços na porta do carro e estendi pra ela.

— Toma.

Ela pegou com um sorriso cansado e limpou o que precisava. Depois puxou a calcinha, ajeitou a saia, colocou o sutiã e a blusa. Movimentos lentos, sem pressa.

Quando terminou, ficou olhando pra frente por alguns segundos, ainda recuperando o fôlego.

— Caralho... — murmurou de novo, quase rindo. — Eu precisava disso.

— Eu também — respondi.

Ela me olhou de lado e sorriu de verdade. Um sorriso cansado, mas satisfeito.

— Obrigada pela gorjeta... e pelo resto.

— Acho que a gorjeta fui eu quem recebeu.

Ela riu baixo.

Liguei o carro e saí da rua lateral. Dirigi de volta até o portão do condomínio em silêncio confortável. Quando parei, ela abriu a porta e pôs um pé pra fora.

Antes de sair, se virou e me olhou.

— Me passa seu celular.

Desbloqueei e entreguei. Fernanda digitou o número, salvou o contato e discou. O celular dela vibrou dentro da bolsa.

— Pronto — disse, devolvendo o meu. — Agora você tem o meu também.

Ficou quieta um segundo, olhando pra mim.

— Se quiser... liga. Não precisa ser só de madrugada.

Sorri de lado.

— Vou ligar.

Ela sorriu de volta, mais aberta.

— Foi bom te conhecer, Lucas.

— Foi bom te conhecer, Fernanda.

Ela saiu do carro, fechou a porta e caminhou até o portão. O passo ainda tava um pouco incerto. Antes de entrar, olhou pra trás uma última vez e sumiu do outro lado.

Fiquei parado por uns instantes, olhando o lugar onde ela tinha entrado. O corpo ainda quente, a memória do cheiro e do calor dela fresca.

Depois respirei fundo, liguei o app de novo e coloquei o carro em movimento.

A madrugada ainda tinha algumas horas pela frente.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS, MAS OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL PODEM NAO SER MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Comentários

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Desculpe, falar mas tem uma série com esse mesmo nome.

Com dez capítulos

Postado por infinity: https://www.casadoscontos.com.br/perfil/285814

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Desculpa pelo o que? Eu que agradeço por me avisar, não sabia mesmo, já mudei o nome da série para não dar problema. Muito Obrigado.

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