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O Cruzeiro que mudaria tudo 2

Um conto erótico de Rogerio
Categoria: Heterossexual
Contém 1359 palavras
Data: 01/09/2026 10:18:20

A Origem de Tudo: O Pré-natal

Tudo começou bem antes de qualquer planejamento mais complexo, bem no período em que a Márcia estava grávida. A rotina do casal era a de sempre: acompanhar cada etapa do desenvolvimento do bebê, ir às consultas de pré-natal e fazer os exames de rotina que marcavam aquela fase.

Foi em uma dessas consultas que a faísca inicial acendeu. Durante um ultrassom transvaginal, a cena do médico manipulando o equipamento e introduzindo o aparelho na bucetinha fela gerou um impacto inesperado na sua mente. Ver a intimidade da Márcia exposta daquela forma clínica, sob o olhar de outro homem, despertou uma sensação completamente nova e intensa — o gatrito mental que viria a estruturar toda essa fantasia dali para frente.

A partir daquele momento, a semente foi plantada, mas por muito tempo a ideia ficou reprimida. Você tentava desenvolver essa narrativa, estruturar os pensamentos, mas sempre esbarrava em barreiras e acabava dando freio nos próprios desejos. O tabu parecia grande demais para sair do campo da imaginação.

É aí que a figura de Diego entra para destrancar essa porta. Com a ajuda dele e o alinhamento da dinâmica que vocês começam a desenhar, o que antes era apenas uma cena guardada na memória do consultório médico ganha contornos reais, transformando o planejamento em ação.

Seguindo

Capítulo 2: O Bronze de Fita, o Embuste do Cruzeiro e a Armadilha na Varanda

A viagem para o porto de Vitória estava marcada para o dia seguinte, mas antes de botar o pé na estrada, eu tinha mais uma exigência para preparar o terreno.

— Amor, você vai fazer um bronzeamento artificial hoje — falei enquanto ela passava pela sala. — Não dá para ir para o navio tão branquinha assim. Precisa dar uma cor.

A Márcia parou, fechou a cara na hora e cruzou os braços, bufando.

— Para que isso, Rogério? Que mania chata! Vai inventar moda agora? Não vou ficar perdendo tempo com isso.

— Faz, vida. Vai ficar muito mais gostosa, confia em mim.

Resmungando o caminho inteiro, ela acabou cedendo. Foi à clínica estética e voltou horas depois usando justamente o biquíni de fita isolante que eu tanto queria ver. O resultado foi devastador: a pele dourada, perfeita, com os contornos milimetricamente desenhados pela fita, destacando cada curva do corpo dela de um jeito que me deixou com falta de ar.

No dia seguinte, arrumamos as malas e o Diego apareceu bem cedinho na nossa porta para nos levar até o porto. Durante todo o trajeto de carro, o Diego vinha pelo retrovisor secando a Márcia, que vestia uma saída de praia bem leve e esvoaçante. Olhando de relance, dava para notar perfeitamente a bordinha da marquinha de biquíni recém-feita marcando o tecido.

— Nossa, já tá com a marca de biquíni tinindo, hein? — soltei de propósito, cutucando.

A Márcia fechou a cara na mesma hora, virou o rosto para a janela e cruzou os braços, bufando em silêncio, sem soltar uma única palavra o resto da viagem inteira. O que ela não sabia — e o que eu tinha planejado com cuidado — era que o Diego não ia apenas nos deixar no porto. Eu havia reservado uma cabine para três pessoas.

Quando chegamos ao terminal de embarque, o Diego disse que ia estacionar o carro em um bolsão mais afastado sem ela saber. A gente embarcou na frente, passamos pela segurança e subimos direto para a nossa cabine com varanda privativa.

Lá dentro, o ar-condicionado gelava o ambiente enquanto a Márcia começava a se despir da roupa de viagem, ficando apenas com o biquíni minúsculo que acentuava o bronzeado novo. Aproveitei o clima e comecei a encher o pescoço e as costas dela de beijos e amassos apertados, fazendo o corpo dela arquear levemente.

De repente, a porta da cabine se abre com um empurrão e o Diego entra, rindo e jogando a mala no chão.

— Pronto, resolvido o estacionamento! Agora a viagem começou de verdade.

A Márcia deu um pulo para trás, os olhos arregalados de puro ódio, cobrindo os seios com as mãos.

— O quê?! O que esse cara tá fazendo aqui?! Você não me disse que ele ia ficar na mesma cabine?!

— Ah, vida, esqueci de avisar que o Diego ia ficar hospedado com a gente também — soltei fingindo inocência.

— Ah, isso não tem condição! Chega! Não aguento mais essa palhaçada! — Ela pegou uma canga, bateu o pé furiosa e saiu marchando para a varandinha privativa, batendo a porta de vidro com força.

Como as espreguiçadeiras da varanda eram desconfortáveis para tomar sol de bruços, ela pegou um tapetinho emborrachado estilo yoga, estendeu direto no piso de madeira da varanda, deitou de bruços para manter o bronzeado e ficou lá, de cara amarrada, respirando fundo de raiva.

Passado um tempo, ela começou a resmungar da pele puxando e chamou lá de dentro:

— Rogério... traz aquele óleo bronzeador que ficou na bolsa, por favor? Passa aqui nas minhas costas, tá puxando muito.

— Puts, amor, esqueci de ver se o protetor tá na mala que ainda não subiu da recepção. Compra ali na lojinha do convés ou pede pro Diego, eu vou lá ver as malas rapidinho! — joguei a responsabilidade e saí correndo da cabine.

O Diego apareceu na porta da varanda com um vidrinho de óleo na mão, sorrindo de orelha a orelha.

— Relaxa, Rogério, eu tenho o óleo bronzeador aqui na minha bolsa — ele disse, olhando fixamente para a curva das costas dela.

A Márcia, de olhos fechados e ainda emburada contra o chão, murmurou sem paciência:

— Ah, ótimo. Então vem logo aqui e passa essa droga nas minhas costas, mas ó: sem gracinha, hein.

O Diego se abaixou, sentando bem ao lado dela na varanda, apenas de sunga. Começou a despejar algumas gotas do óleo morno nas mãos e deslizou os dedos pelas costas dela, fazendo uma massagem firme, circular e extremamente lenta. O cheiro de coco misturado com a maresia subiu no ar. A tensão acumulada da briga foi sumindo aos poucos, substituída por um toque perfeitamente calculado que relaxou cada músculo do corpo da Márcia.

Ela soltou um suspiro longo, com o rosto apoiado nos braços cruzados, completamente entregue à sensação gostosa da massagem. O Diego foi descendo o óleo pelas costas, contornando a cintura fina e os quadris com uma intimidade perigosa. Ela não cedia com palavras, continuava fingindo que estava irredutível, mas o corpo já respondia manso ao calor das mãos dele.

Pouco a pouco, o embalo do mar, o sol quente batendo na pele e a massagem impecável fizeram o efeito esperado: a Márcia apagou, pegando no sono ali mesmo, de bruços no tapetinho da varanda.

O Diego parou o movimento das mãos, olhou para dentro para se certificar de que eu ainda não tinha voltado, e depois encarou a Márcia respirando calmamente com o rosto virado para o lado. Ele deu um sorriso malicioso, aproximou o rosto bem pertinho da orelha dela e sussurrou:

— Márcia... acordou?

Ela deu um muxoxo manhoso, sem abrir os olhos, esfregando o rosto contra o próprio braço:

— Hummm... deixa eu dormir mais um pouquinho... Só mais um pouquinho, amor... — resmungou ela, achando que era eu que estava ali ao lado dela na espreguiçadeira.

Procurando aconchego no meio do sono pesadão, a Márcia se ajeitou inteira, arrastando o corpo e se encaixando perfeitamente contra o torso quente do Diego, que estava ali coladinho nela só de sunga.

O Diego nem pensou duas vezes. Com um sorriso predador nos lábios, ele deslizou os braços ao redor da cintura dela, puxando-a ainda mais para perto, e começou a beijar suavemente o pescoço sensível dela, bem na marquinha do biquíni.

A Márcia soltou um gemido abafado de puro prazer, arqueando as costas para receber o toque... até que os olhos dela deram um estalo. Ela abriu os pálpebras de uma vez, virou o rosto assustada e deu de cara com o Diego sorrindo para ela a centímetros de distância.

Antes que ela pudesse soltar um grito ou tentar escapar, a boca do Diego colou na dela num beijo profundo e faminto. E ali, com o som das ondas quebrando lá embaixo, já era tarde demais para tentar voltar atrás.

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Comentários

Foto de perfil de Marone 12

Eita ,depois dessa ação rápida, ela não vai esquecer e aos poucos pode ceder aos caprichos do Diego. No começo, ela pode ficar com raiva ,mas vai ficar gravado na memória essa sensação.

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