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A Tradição do Ritual Familiar Proibido – Cap. 7 – A Noite Avança.

Um conto erótico de Bernardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1810 palavras
Data: 01/09/2026 09:55:49

Eu estava ofegante, o corpo ainda tremendo com o prazer recente, quando Beatriz se levantou, um sorriso satisfeito no rosto.

— "Vou buscar uma bebida para nós," — ela disse, beijando minha bochecha. — "Não vão a lugar nenhum."

Ela se afastou, sua bunda redonda e nua balançando a cada passo, e eu fiquei ali, sentado sobre as almofadas de veludo, tentando recuperar o fôlego. Valentina se sentou ao meu lado, seu corpo ainda quente e úmido.

— "Então, primo," — ela disse, inclinando a cabeça. — "O que está achando da festa até agora?"

Eu ri, um som rouco e quase nervoso.

— "É... bem diferente do que eu esperava."

Valentina riu, seus dedos traçando círculos preguiçosos em meu peito.

— "Diferente como? Melhor ou pior?"

— "Melhor," — admiti, surpreso com a verdade daquelas palavras. — "Muito melhor."

Ela sorriu, satisfeita, e se aninhou contra mim. Beatriz voltou alguns minutos depois, três taças de champanhe equilibradas nas mãos.

— "Bebam," — ela disse, entregando uma para cada um. — "Vamos precisar de energia."

Eu bebi um longo gole, sentindo o champanhe gelado descer pela garganta. Os olhos percorriam o salão, observando as cenas que se desenrolavam ao redor.

O cenário havia mudado. Todos tinham trocado de parceiros.

Vi Helena — minha mãe — ajoelhada, sendo comida por Gabriel enquanto ele a puxava pelos cabelos, os quadris batendo contra sua bunda. Ela gemia alto, a cabeça inclinada para trás, o prazer estampado em seu rosto.

Vi Cecília — minha irmã — de quatro, sendo comida por Dom Eduardo, meu pai. Suas mãos apertavam os quadris dela com força, enquanto ela gemia, os seios balançando a cada investida.

Vi minha avó Leonor, ainda sentada em sua poltrona, suas pernas abertas enquanto Cláudia — minha tia ruiva — estava ajoelhada entre elas, sua cabeça se movendo entre as coxas da matriarca. Leonor gemia baixinho, uma mão pressionando a cabeça de Cláudia contra sua intimidade, os olhos cinzentos semicerrados em êxtase.

Meu pau já estava endurecendo novamente. A visão de tudo aquilo — minha mãe sendo comida pelo primo, minha irmã sendo comida pelo pai, minha avó sendo chupada pela tia — era simplesmente demais para um homem de dezoito anos.

Beatriz percebeu. Sua mão deslizou para o meu colo, encontrando meu pau duro e pulsante.

— "Já está pronto de novo, irmãozinho?" — ela murmurou, os dedos envolvendo-o com uma lentidão deliberada. — "Você é insaciável."

Valentina riu, inclinando-se para beijar meu ombro enquanto Beatriz começava a me punhetar lentamente, o movimento suave e ritmado.

Mas então Helena parou. Ela empurrou Gabriel para trás e se levantou, seus olhos verdes fixos em mim enquanto atravessava o salão nua, os seios balançando a cada passo. Seu corpo brilhava com o suor do sexo com Gabriel.

— "Bernardo," — ela disse, parando diante de mim. — "Eu preciso de você."

Ela puxou minha mão, puxando-me para cima.

— "Foi tão bom naquela noite," — ela continuou, os olhos verdes brilhando. — "E eu quero sentir você de novo. Agora. Com todos olhando."

Gabriel se aproximou, seu corpo nu e suado, e se sentou no lugar que eu acabara de deixar vago.

— "Vocês não se importam se eu ficar com as duas, né?" — ele perguntou, com um sorriso que era quase inocente.

Beatriz e Valentina trocaram um olhar e riram.

— "Fique à vontade, primo," — Beatriz disse, seus dedos já encontrando o pau de Gabriel. — "A noite é longa."

Helena me puxou para um canto onde almofadas de veludo formavam um ninho macio. Ela se ajoelhou sobre elas, inclinando-se para a frente, sua bunda redonda e úmida erguida para mim.

— "Me fode, Bernardo," — ela ordenou, a voz rouca de desejo. — "Me fode como você me fodeu naquela noite. Me mostra que você se lembra."

Eu não hesitei. Minhas mãos encontraram seus quadris, e eu a penetrei com um movimento rápido e profundo, sentindo seu corpo quente e apertado me envolver completamente.

Helena gemeu, arqueando as costas contra mim.

— "Sim... assim... mais fundo..."

Eu comecei a me mover, o ritmo rápido e selvagem. As mãos de Helena se enterraram nas almofadas enquanto eu a fodia com uma fome que eu não sabia que tinha. Olhei em volta enquanto me movia dentro dela.

Vi Gabriel com Beatriz e Valentina, as duas primas ajoelhadas diante dele, suas bocas alternando-se em seu pau. Vi meu pai ainda comendo Cecília, os dois gemendo em uníssono. Vi minha avó sendo chupada por Cláudia, seus dedos enterrados nos cabelos ruivos. Vi tios e tias, primos e primas, todos se amando em todas as posições imagináveis.

E ali, no meio daquele mar de corpos, eu estava fodendo minha mãe enquanto minha irmã era fodida pelo meu pai.

Helena gemia meu nome, seus quadris se movendo contra os meus, e eu senti o prazer crescer dentro de mim.

— "Você está tão fundo," — ela gemeu. — "Tão fundo... tão duro..."

Eu a virei, puxando-a para cima, e ela sentou sobre mim, seus olhos verdes fixos nos meus enquanto cavalgava lentamente, cada movimento uma tortura deliciosa.

— "Olhe para mim, Bernardo," — ela sussurrou. — "Olhe para mim enquanto eu gozo."

Eu obedeci, nossos olhos se encontrando enquanto ela se movia mais rápido, mais fundo. E então ela tremeu contra mim, um gemido rouco escapando de seus lábios enquanto seu corpo se contraía ao meu redor.

O aperto me levou ao limite. Meu corpo se arqueou contra o dela enquanto eu me derramava dentro dela, o prazer explodindo em ondas de gozo que pareciam não ter fim.

Helena caiu sobre meu peito, ofegante, rindo baixinho.

"Você é perfeito," — ela sussurrou. — "Absolutamente perfeito."

Ela rolou para o lado, e por um momento fiquei ali, ofegante, olhando para o teto de madeira esculpida. Meu pau ainda pulsava, molhado e sensível, mas começava a amolecer lentamente, o cansaço do prazer repetido se acumulando em meus músculos.

Foi então que senti uma sombra sobre mim.

Levantei a cabeça e vi Cecília — minha irmã mais velha, a serena, a calculista — parada diante de mim, nua, seu corpo esguio brilhando sob a luz das velas. Atrás dela, Dom Eduardo se afastava, sua tarefa concluída, mas seus olhos permaneciam em nós, curiosos e orgulhosos.

— "Agora é minha vez, irmãozinho," — ela disse, um sorriso suave nos lábios. — "Você não acha que vai me ignorar, vai?"

Helena riu, empurrando-me levemente.

— "Vai, Bernardo. Sua irmã merece sua atenção."

Cecília deslizou para baixo, seus dedos traçando o contorno do meu peito, descendo lentamente pela barriga até encontrar meu pau ainda mole e molhado.

— "Ora, ora," — ela murmurou, a voz baixa e safada, os olhos castanhos fixos nos meus. — "Parece que você gastou toda a sua energia com a mamãe."

Ela inclinou a cabeça, seus lábios roçando a ponta do meu pau.

— "Mas eu sei que você tem mais para dar, irmãozinho. Eu sei que você é um homem de verdade."

Ela abriu a boca e me envolveu lentamente, sua língua deslizando ao longo do meu eixo com uma pressão suave e molhada. Senti o calor de sua boca, a habilidade de sua língua, e meu pau começou a endurecer novamente, respondendo ao toque dela com uma fome que me surpreendeu.

— "Isso," — ela murmurou entre os movimentos. — "Fica duro pra mim, irmãozinho. Quero sentir você dentro de mim."

Meu corpo jovem respondeu rapidamente. Em poucos segundos, meu pau já estava duro e pulsante, pronto para ela. Cecília soltou-o com um estalo úmido, os olhos brilhando com satisfação.

— "Agora," — ela disse, a voz rouca de desejo. — "Enfia na minha buceta, Bernardo. Me fode."

Ela se ajoelhou sobre mim, posicionando-se sobre meu pau, a ponta roçando sua entrada úmida e quente.

Eu olhei para ela — minha irmã mais velha, a mulher que sempre foi a mais serena, a mais controlada. E agora ela estava ali, nua, ofegante, pedindo para eu penetrá-la. A excitação cresceu dentro de mim como uma onda, misturada com a adrenalina do momento e a consciência de que eu estava prestes a atravessar mais uma fronteira.

"Minha irmã," — pensei. — "Eu vou foder minha irmã. E todo mundo vai ver. E todo mundo vai aprovar."

A sensação era avassaladora — a mistura de desejo, choque e excitação. Eu sentia meu coração disparar, o sangue correndo quente em minhas veias. Cecília era linda, seu corpo esguio brilhando sob a luz das velas, os seios médios e firmes, os mamilos eriçados. Sua respiração estava acelerada, seus olhos fixos nos meus.

Eu a segurei pelos quadris, guiando lentamente meu pau para dentro dela. Senti seu corpo quente e apertado me envolver, e um gemido escapou dos meus lábios.

— "Isso, irmãozinho," — ela gemeu, arqueando as costas. — "Isso... assim..."

Ao lado, Helena e Dom Eduardo se entrelaçavam, seus corpos nus se pressionando um contra o outro. Helena estava sentada no colo do pai, seus braços envolvendo seu pescoço enquanto eles se beijavam lentamente, suas mãos deslizando sobre a pele um do outro. Eles assistiam, os olhos brilhando com orgulho e excitação enquanto eu penetrava Cecília.

Em outro canto, Gabriel estava com Beatriz e Valentina. As duas primas estavam alternando-se em seu pau, suas bocas trabalhando em uníssono, mas agora Gabriel as havia virado. Beatriz estava ajoelhada diante dele, sua boca encontrando seu pau, enquanto Valentina estava de quatro atrás dele, beijando suas costas e apertando sua bunda. Ele ria baixinho, uma mão em cada cabeça, guiando-as.

Cecília começou a se mover sobre mim, lentamente no início, seus quadris desenhando círculos enquanto eu a penetrava. A sensação era diferente — mais íntima, mais conectada. Não era apenas o prazer físico. Era a consciência de que ela era minha irmã, e que eu estava dentro dela, e que aquilo era certo ali.

— "Você está tão fundo," — ela gemeu, os olhos semicerrados. — "Tão fundo, irmãozinho..."

— "Você é tão apertada," — respondi, a voz rouca. — "Tão quente..."

Eu comecei a mover os quadris, encontrando um ritmo rápido e profundo. Cecília gemia, seus seios balançando com cada movimento, seus dedos pressionando meu peito.

— "Assim," — ela ofegou. — "Fode sua irmã, Bernardo. Fode sua irmã bem gostoso."

Olhei em volta mais uma vez. Vi Helena e Dom Eduardo se beijando, suas mãos deslizando sobre a pele um do outro. Vi Gabriel fodendo Beatriz e Valentina alternadamente, as duas gemendo. Vi Leonor sendo acariciada por Cláudia, seus olhos cinzentos fixos em mim com orgulho.

E ali, no centro daquele caos, eu estava fodendo minha irmã enquanto minha mãe e meu pai assistiam.

Cecília se inclinou para a frente, seus lábios roçando os meus.

— "Goza comigo, irmãozinho," — ela sussurrou. — "Goza comigo agora."

Senti o aperto ao redor do meu pau se intensificar, o calor se tornar insuportável, e então o mundo explodiu em branco mais uma vez. Cecília tremeu contra mim, um orgasmo silencioso percorrendo seu corpo enquanto eu me derramava dentro dela.

Ela deslizou para o lado, ofegante, e me beijou na boca com uma ternura que me surpreendeu.

— "Obrigada, irmãozinho," — ela murmurou. — "Você foi maravilhoso."

Eu estava exausto. Meu corpo parecia pesar uma tonelada, e o champanhe começava a fazer efeito. Fiquei ali, deitado sobre as almofadas, olhando para o teto enquanto o caos continuava ao meu redor.

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