✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Rodadas Proibidas - Capítulo 4: Linhas Cruzadas - Parte 2

Um conto erótico de Darkness
Categoria: Heterossexual
Contém 5827 palavras
Data: 05/09/2026 08:43:46
Última revisão: 28/09/2026 07:48:29

Depois do motel com a Jade, a semana começou corrida.

Eu ainda tava com o gosto da vitória na boca. Ela tinha perdido de novo. A Noite de Prazer Total tava no meu bolso, pronta pra ser cobrada quando eu quisesse. Mas eu não tinha pressa. Gastar aquilo no calor do momento seria burrice. Preferia guardar pra quando doesse de verdade.

Enquanto isso, as conversas com as amigas dela continuavam.

Letícia era a mais fácil. Mandava mensagem quase todo dia. Perguntava do meu dia, reclamava que eu sumia, jogava indireta. Eu respondia sem pressa, sempre deixando a porta entreaberta. Mariana era mais contida. Mandava um "bom dia" de vez em quando, um meme, alguma coisa curta. Eu respondia na mesma medida. Não precisava forçar. A semente já tava plantada.

Foi no meio daquela mesma semana que as mensagens começaram a rarear.

Primeiro a Letícia demorou mais pra responder. Na quinta-feira ela mandou uma mensagem seca:

"Vou ter que desmarcar sábado. Surgiu um compromisso familiar."

Li, ri sozinho e travei a tela.

Não precisava ser gênio. A Jade tinha se mexido. Com certeza tinha conversado com elas, plantado alguma história, falado merda de mim. O timing era perfeito demais pra ser coincidência. Ela não queria que eu chegasse perto das amigas. O ciúme dela tava tão óbvio que quase dava pena.

Quase.

Na real, aquilo só me deu mais vontade. Saber que ela tava se queimando por dentro só pra me impedir de comer as duas tornava o jogo bem mais interessante. Mas eu não ia correr atrás naquele momento. Tinha hora extra no laboratório, prova de cálculo pra estudar e relatório atrasado. Se batesse vontade, eu tinha a Jade em casa. Com a dívida que ela carregava, eu podia foder ela do jeito que quisesse, quando quisesse. Por enquanto, o foco era outro.

O fim de semana confirmou o que eu já sabia.

Fiquei em casa o sábado quase inteiro. A Jade tava diferente. Mais leve. Sorria à toa na cozinha, cantarolava baixo enquanto fazia café, evitava brigar por qualquer besteira. O alívio nela era tão visível que chegava a ser cômico. Se ainda restava alguma dúvida de que ela tinha atrapalhado meu programa, aquela atitude matou a dúvida. Ela achava que tinha ganhado. Achava que tinha me afastado das amigas.

Deixei ela achar.

Pensei sério em cobrar a Noite de Prazer Total naquela mesma noite, só pra apagar o sorrisinho satisfeito do rosto dela. Mas desisti. Seria precipitado. Eu queria usar aquela carta quando o impacto fosse maior. Quando ela tivesse segura demais. Quando doesse de verdade no orgulho.

Guardei a ideia e fui dormir cedo.

Na terça-feira a chuva veio pesada. Eu ainda tava no laboratório fazendo hora extra quando o celular vibrou. Era a Patrícia.

"Caio, as meninas estão presas na faculdade. A chuva alagou tudo e não tem como voltar de ônibus. Você consegue buscar a Jade, a Letícia e a Mariana?"

Quase recusei. Tava suado, cansado, e a ideia de dirigir no alagamento não me animava. Mas quando ela falou os três nomes juntos, algo mudou. Letícia e Mariana. As duas. Molhadas, com frio, precisando de carona. A oportunidade era boa demais.

— Tô saindo agora — respondi.

Antes de sair do laboratório peguei duas blusas de frio que ficavam no meu armário. Joguei no banco de trás junto com o jaleco. No caminho já ia imaginando a cena: as três encharcadas, tremendo, sem ter pra onde correr. Eu chegando com roupa seca. O gesto simples. O efeito que aquilo causaria em cada uma delas. E, principalmente, o efeito que causaria na Jade.

Cheguei na faculdade, abri o guarda-chuva e chamei elas. Entraram no banco de trás molhadas e tremendo. Tirei o moletom e joguei pra Letícia. Mandei a Mariana pegar a blusa de frio no fundo. Dei o jaleco pra Jade. Poucas palavras. Só o necessário.

No carro elas agradeceram. Expliquei rápido que a Patrícia tinha ligado e que eu tava por perto, então cortei caminho. Letícia ainda brincou que sem mim elas teriam ficado presas até a chuva passar.

Deixei a Mariana primeiro. Acompanhei até a porta. Ela tava vermelha, tímida, segurando a blusa como se fosse alguma coisa importante. Depois a Letícia. Acompanhei também. Na porta do prédio ela não hesitou: puxou meu rosto e me beijou na boca. Beijo de verdade, com língua, mão no peito. Durou o suficiente. Quando se afastou, sorriu daquele jeito que já dizia tudo.

Voltei pro carro. A Jade tava no banco de trás, quieta demais, apertando o jaleco. O silêncio dela era ensurdecedor e muito prazeroso.

Em casa abri a porta pra ela, estendi a mão por causa do chão molhado e levei até a entrada. Guardei o carro. Quando voltei, tinha duas canecas de chocolate quente em cima da mesa.

— Isso é pra mim?

— Tava frio. Você ficou molhado. Só isso.

Agradeci, tomei um gole e olhei pra ela. O rosto vermelho, os dedos inquietos, a respiração um pouco mais rápida. Tava mexida. Muito mexida. O beijo da Letícia, o gesto das roupas, o fato de eu ter sido educado com as três... tudo tinha acertado em cheio nela.

Ela murmurou qualquer coisa, pegou uma caneca de chocolate e subiu.

Terminei o chocolate sozinho, encostado na bancada. Os pais chegaram um tempo depois. Conversei rápido com eles, tomei banho e fui dormir.

Deitado na cama, com as mãos atrás da cabeça, sorri no escuro.

A Jade tava se corroendo.

E eu ainda nem tinha começado de verdade.

No dia seguinte à carona, à noite, a Letícia voltou a falar comigo.

A mensagem chegou quando eu já tava deitado, mexendo no celular sem muita vontade. Era um "obrigada de novo pela carona ontem" seguido de um emoji de chuva. Respondi na hora. Em poucos minutos a conversa esquentou. Ela contou que tinha ficado com medo de verdade no meio da tempestade, que o celular tava com pouca bateria e que a ideia de ficar parada no hall da faculdade até sei lá que horas deixou ela nervosa. Falamos do dia dela, de uma professora chata, de um trabalho que ela tinha entregado em cima da hora. Contei do laboratório e de como o alagamento tinha ferrado o trânsito. Em nenhum momento ela mencionou a Jade. Eu também não toquei no assunto. Não precisava.

A gente tava no meio de uma conversa boba sobre a merda que era fazer prova com chuva forte quando o celular vibrou de novo. Dessa vez era a Mariana.

Vi a mensagem e ri alto sozinho no quarto.

Ela avisava que ia levar a blusa de frio pra Jade na faculdade no dia seguinte, pra ela devolver pra mim. Respondi na hora:

"Melhor não. A Jade não gosta muito de mim, vai ser estranho. Deixa que você me entrega pessoalmente outro dia. Eu que te emprestei, nada mais justo você devolver direto."

Ela demorou uns três minutos pra responder. Depois veio um "tá bom, faz sentido" seguido de um emoji sem graça. Ri de novo. As duas amigas da Jade tavam ali, cada uma do seu jeito, puxando conversa. A Letícia era mais fácil, mais direta. A Mariana ia demorar mais — tinha namorado e era mais contida — mas a porta já tava aberta. No momento certo eu daria o bote. Por enquanto era só deixar o tempo trabalhar.

Fiquei conversando com as duas ao mesmo tempo até tarde. Respondia uma, depois a outra, alternando as telas. Quando desliguei o celular e apaguei a luz, já sabia: a Letícia era questão de tempo.

Os dias seguintes confirmaram. As conversas não pararam mais. Nem com ela, nem com a Mariana. A Letícia ficava cada vez mais solta, mandando áudio, reclamando do dia, perguntando do meu. A Mariana também foi abrindo, aos poucos. Mais emojis, mais mensagens longas, menos formalidade. Eu respondia as duas sem pressa, mantendo o ritmo.

Depois das provas finais os resultados saíram. A Letícia me mandou mensagem no mesmo dia:

"Passei, porra. E você?"

Respondi que também tinha passado, raspando, mesmo tendo faltado pra caralho por causa do estágio. Ela mandou uma sequência de emojis de comemoração e logo em seguida:

"A gente tem que sair pra comemorar. Os dois passaram, porra."

Eu tava no laboratório quando li. Sorri e respondi:

"Se for só nós dois e sem hora pra voltar, eu topo."

Ela demorou quase cinco minutos. Depois veio um emoji de boca aberta, um de vergonha e outro de risada. Não confirmou nem desmarcou. Só deixou no ar.

A Mariana também me avisou que tinha passado. Parabenizei. Ela retribuiu. A conversa seguiu normal, sem convite nenhum. Não forcei.

Na sexta-feira daquela semana eu tava saindo da empresa, a bolsa no ombro, o crachá ainda pendurado no pescoço, quando ouvi uma voz conhecida atrás de mim.

— Caio.

Virei. A Letícia tava parada a poucos metros, sorrindo. Tomei um susto real. Não esperava ver ela ali.

Ela tava diferente da faculdade. Camiseta colada preta, calça legging que marcava as pernas longas e a cintura fina, cabelo preto liso em chanfro caindo nos ombros. Um colar fino no pescoço. Tinha se arrumado. E tava linda.

Ela se aproximou e me cumprimentou com um beijo no rosto, perto da boca.

— Desculpa não ter avisado. Queria fazer surpresa.

— Você é maluca — falei, rindo, ainda processando. — Como você sabe onde eu trabalho?

— Pesquisei. Vi umas fotos suas com o jaleco, achei o nome da empresa e pronto. Não foi difícil.

Ela deu de ombros, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Vim pra gente comemorar. Os dois passaram. Pesquisei e tem um barzinho legal aqui perto. Você tinha falado nas mensagens que tava louco pra chegar sexta porque não ia ter nada pra fazer depois do serviço... então eu vim.

Ri de novo, balançando a cabeça.

— Você é maluca, hein.

— Determinada, não maluca — ela corrigiu, sorrindo.

Fingi cansaço só pra ver a reação.

— Tô morto hoje. Sinceramente só queria ir pra casa, tomar banho e dormir.

O sorriso dela murchou na hora. Os ombros caíram um pouco. Não aguentei e ri.

— Tô brincando.

Peguei a mão dela. Puxei na direção do estacionamento.

— Vamos. O carro tá ali. A gente vai se divertir.

Ela se agarrou no meu braço com força, o corpo colado no meu enquanto a gente caminhava. Eu sentia o cheiro do perfume dela e os seios contra o meu braço.

Enquanto abria a porta do carro pra ela, já sabia como aquela noite ia terminar.

Letícia foi guiando o caminho o tempo todo. Celular na mão, Google Maps aberto, indicando as curvas com a voz calma de quem já tinha pesquisado antes de aparecer na porta da empresa. Em menos de quinze minutos a gente estacionou em frente a um barzinho simples, de fachada discreta, mesas de madeira e luz amarelada. O tipo de lugar que não chama atenção e não cobra caro por porção.

Entramos. Pegamos uma mesa no canto, longe da caixa de som. Pedi refrigerante. Ela pediu o mesmo. Nenhum dos dois bebeu álcool. Eu porque ia dirigir. Ela porque simplesmente não quis. Pedimos batata frita, anéis de cebola e uma porção de frango. A conversa fluiu fácil, sem pressa.

Foi ela quem puxou o assunto das férias.

— Eu e a Jade estamos tentando organizar uma viagem depois do Natal. Só que a Mariana tá empatando.

— Namorado? — perguntei, pegando um anel de cebola.

— Isso. Ele não vai e ela não quer ir sem ele. A gente já quase desistiu umas três vezes.

Ri baixo.

— Final de ano qualquer hotel ou casa é um roubo. Temporada alta, deve ser por isso que ele não quer ir.

— Uma amiga da faculdade chamou a gente. A família dela tem casa na praia. Ficaria bem mais em conta.

— Aí muda o jogo — falei. — Só transporte e comida. Fica top.

Fiquei olhando pra ela por um instante.

— E aí? Tem vaga pra mais um nessa história?

Letícia sorriu de canto, mexendo no canudo do refrigerante.

— Se você quiser, eu dou um jeito.

— Que jeito?

Ela não hesitou.

— Falo que você é meu namorado.

Soltei uma risada curta, genuína. Aproximei a cadeira um pouco mais. A mesa era pequena.

— Você faria isso mesmo?

Ela me olhou direto nos olhos.

— Faria.

Não respondi com palavra. Inclinei o corpo, segurei o queixo dela com dois dedos e beijei a boca dela. Letícia retribuiu na hora. Sem surpresa, sem resistência. Os lábios dela eram macios e tinham gosto de refrigerante. O beijo durou o suficiente pra eu sentir a língua dela e o jeito que ela puxava meu lábio inferior. Quando me afastei, ela tava com os olhos meio cerrados e um sorriso satisfeito.

— Você realmente é uma maluca determinada — falei, ainda perto.

Ela riu e me deu um selinho rápido.

— Já te falei. Determinada.

Voltamos a conversar. Férias, praia, a possibilidade real de eu ir junto, a cara que a Jade faria se eu aparecesse. Rimos disso. Comemos o que restava das porções. O tempo passou sem a gente perceber. Quando olhei pro relógio do celular, a noite já tinha caído de verdade.

— Melhor a gente ir — falei, chamando o garçom com um gesto. — Tenho que te deixar em casa.

Letícia ficou quieta por um instante, girando o copo vazio entre os dedos. Depois levantou o olhar.

— Eu avisei meus pais que ia dormir na casa de uma amiga.

O silêncio que se seguiu foi curto, mas carregado. Eu entendia exatamente o que ela tava dizendo. Não tinha obrigação de voltar. Não tinha horário. Não tinha ninguém esperando.

Segurei a mão dela por cima da mesa.

— Então a gente pode ir pra outro lugar.

Ela assentiu, sem desviar o olhar.

— Pode.

Paguei a conta em dinheiro, deixei um troco e saímos. Do lado de fora o ar já tava mais fresco. Caminhamos até o Gol em silêncio. Abri a porta pra ela, contornei o carro e entrei. Antes de dar a partida, olhei pra ela.

— Tem certeza?

— Tenho.

Liguei o motor e saí na direção da marginal. Dessa vez nenhum dos dois precisou falar o destino. Os dois já sabiam.

O motel ficava a menos de vinte minutos dali.

O motel era discreto, daqueles de fachada simples e muro alto na marginal. Entrei, peguei a chave de quarto e voltei pro carro. Letícia tava quieta, mas os olhos brilhavam. Subimos juntos. O quarto muito bem arrumado e limpo. Cama grande, espelho na parede, banheiro com box de vidro.

Assim que a porta se fechou, ela não esperou.

Virou pra mim, passou os braços no meu pescoço e me beijou com vontade. Não era o beijo calmo do bar. Era faminto. Língua, dentes, mão no meu cabelo. Retribuí na mesma intensidade, apertando a cintura fina dela, sentindo o corpo colado no meu. A camiseta preta subiu fácil. Por baixo não tinha sutiã. Os seios eram firmes, não muito grandes, mamilos um pouco escuros e já duros. A pele dela era morena clara, lisa, quente.

— Quero tomar banho — ela murmurou contra minha boca. — Com você.

Não precisei de mais convite. Entramos no box ainda nos beijando. Tirei a legging e a calcinha dela num movimento só. Ela tava completamente depilada, a boceta lisinha, os lábios já brilhando. Passei a mão ali, devagar, e ela soltou um gemido baixo contra meu pescoço.

— Porra... — ela sussurrou.

Tirei a minha roupa e a Letícia já foi pro chuveiro. Quando a cueca desceu, o pau saltou duro, grosso, as veias saltadas. Letícia olhou pra baixo e ficou quieta por um instante. Os olhos abriram um pouco. Depois ela sorriu, aquele sorriso safado que eu já tava aprendendo a gostar.

— Caralho, Caio... você é abençoado.

Ela não esperou. Ajoelhou ali mesmo, debaixo da água, e pegou meu pau com as duas mãos. A boca desceu quente, molhada, sem hesitar. Chupou a cabeça com força, a língua girando, depois engoliu mais fundo. O barulho molhado ecoava no box. Apoiei uma mão na parede e a outra no cabelo preto molhado dela. Ela olhava pra cima enquanto chupava, os olhos escuros fixos nos meus, babando sem o menor pudor.

— Que delícia... — eu disse, a voz rouca. — Porra, Letícia...

Ela tirou a boca só o suficiente pra falar:

— Gosto de chupar.

Voltou a engolir. A água escorria pelos seios dela, pelos ombros, pela curva da cintura. Deixei ela chupar por um tempo, sentindo o prazer subir, mas não queria gozar ainda. Puxei ela pela nuca, levantei e beijei a boca molhada dela. O gosto de mim tava nela. Empurrei de leve contra a parede do box, a água caindo nos dois, e desci a mão entre as pernas. Dois dedos entraram fácil. Ela tava encharcada, quente, apertando meus dedos na hora.

— Já tá assim? — provoquei, beijando o pescoço.

— Desde o bar... — ela gemeu. — Você não imagina.

Fiquei ali, dedando devagar o clitóris, a boca no mamilo escuro. Ela rebolava contra a mão, as unhas nas minhas costas, gemendo baixo e constante. Quando senti o corpo dela começar a tremer, tirei os dedos. Ela reclamou com um som frustrado.

— Não… não para.

Abri a porta do box, peguei uma toalha e passei nela rápido, quase sem cuidado. Depois em mim. Saímos molhados, pingando no chão. Empurrei ela na direção da cama. Letícia caiu de costas, as pernas longas se abrindo na hora. Fiquei de pé olhando. A cintura fina, os seios firmes, a boceta depilada e molhada. Ela tava linda. E já tinha certeza que ela é safada pra caralho. Confesso que isso me pegou de surpresa. Eu esperava alguém mais contida. Encontrei alguém que queria tanto quanto eu.

Desci entre as pernas dela e chupei.

A língua passou devagar entre os lábios, subiu até o clitóris e ficou ali, chupando com pressão. Letícia soltou um gemido alto, as mãos no meu cabelo. Enfiei dois dedos de novo, curvando, enquanto chupava. Ela rebolava, molhando minha boca, gemendo meu nome. O gosto dela era levemente doce. Chupei com vontade, sem pressa, sentindo o corpo dela ficar cada vez mais tenso.

— Caio... assim não... eu vou...

Parei de propósito. Levantei o rosto. Ela tava ofegante, as bochechas vermelhas, os olhos meio fechados.

— Quero sentir você gozar no meu pau primeiro.

Ela riu, sem ar, e me puxou pra cima. Beijamos de novo, bagunçado, molhado. Me posicionei entre as pernas dela. A cabeça do pau encostou na entrada. Ela tava tão molhada que deslizou fácil. Empurrei devagar, sentindo cada centímetro entrar. Letícia arqueou as costas e soltou um gemido longo, fundo.

— Caralho... você é grande...

— Aguenta?

— Aguento - Ela sorriu - Eu quero.

Comecei a me mover. Devagar no início, sentindo ela apertar em volta de mim. Depois mais fundo, mais firme. As pernas dela se fecharam na minha cintura. As unhas desceram pelas minhas costas. O barulho da pele batendo começava a preencher o quarto. Eu beijava a boca dela entre uma estocada e outra, ou o pescoço, ou o ombro. Ela gemia sem parar, baixo e constante, o corpo respondendo a cada movimento.

A primeira posição foi assim: ela de costas, eu por cima, olhando no olho. O ritmo foi aumentando. Eu sentia o prazer subindo, mas segurava. Queria ver ela gozar antes. A mão desceu entre os corpos e encontrou o clitóris. Esfreguei em círculos enquanto metia. Letícia fechou os olhos, a boca se abriu, e o corpo inteiro tremeu.

— Aí... aí... vou gozar desse jeito Caio...

Ela gozou com um gemido alto, a boceta contraindo forte em volta do meu pau. Continuei metendo durante o orgasmo dela, prolongando, sentindo cada espasmo. Quando os tremores diminuíram, ela tava mole, ofegante, o sorriso bobo no rosto.

— Caralho... — ela sussurrou.

Eu ainda tava duro dentro dela. Saí devagar, virei ela de lado e me encaixei por trás, levantando uma perna dela. Entrei de novo. Nessa posição eu conseguia ir mais fundo. Uma mão na coxa. O ritmo voltou firme. Letícia empurrava o quadril pra trás, encontrando cada estocada. O som molhado era constante agora.

Dei o primeiro tapa na bunda dela. Não muito forte. Só pra testar. O estalo ecoou. Ela soltou um gemido diferente, mais agudo, e apertou em volta de mim. Bati novamente. Ela soltou novamente um gemido, só que dessa vez ela me olhou com uma cara de tesão.

— De novo — ela pediu, a voz rouca.

Dei outro, mais firme. A pele morena ficou vermelha. Ela gemeu alto e rebolou com mais vontade. Eu não esperava essa reação. Continuava metendo e dando tapas espaçados, sentindo o corpo dela responder cada vez mais solto. A safadeza dela me pegava de jeito. Não era pose. Era tesão e desejo real, está ficando cada vez mais claro o que a Letícia gostava para mim.

O prazer subia de novo. Eu segurava, concentrado no ritmo. Letícia já tava gemendo sem parar, a mão dela descendo pra se tocar. Tirei a mão dela e substituí pelos meus dedos. O segundo orgasmo dela veio mais rápido. O corpo tremeu, a boceta apertou, ela soltou um "porra, Caio" arrastado enquanto gozava de novo.

Continuei por mais alguns instantes e depois parei, ainda duro, respirando fundo.

Ainda não tinha gozado. E ainda não tinha acabado.

Saí de dentro dela só o tempo de virar o corpo. Letícia já se mexia, ainda ofegante. Puxei ela pela cintura e coloquei de quatro no meio da cama. As pernas longas se abriram, a bunda empinada, a boceta vermelha e molhada à mostra. Me posicionei atrás e enfiei de uma vez.

— Ahh... — ela soltou, a voz saindo baixa e rouca. — Porra...

Segurei os quadris dela com as duas mãos e comecei a meter. Ritmo firme, profundo. O barulho da pele batendo logo preencheu o quarto. Dei o primeiro tapa na bunda. Não muito forte, mais com certeza com mais firmeza que os outros tapas. O estalo foi seco. Letícia soltou um gemido mais agudo e empurrou o quadril pra trás.

Continuei metendo e dei outro tapa, agora um pouco mais pesado. A pele morena ficou marcada. Ela gemeu alto e apertou em volta do meu pau. O corpo dela ficou mais solto, mais entregue. Percebi na hora. Cada vez que a mão batia, ela rebolava com mais vontade e gemia mais alto. Não precisei perguntar nada. Só continuei.

— Isso... — ela falava entre as estocadas. — Assim...

— Tá gostando de levar rola, sua puta? — perguntei, a voz baixa, ainda metendo fundo.

— Tô... caralho... tô.

Dei mais um tapa. O som ecoou. Letícia xingou baixo e empurrou a bunda contra mim com força.

— Me fode... — ela pediu, a voz embargada. — Mais forte, filho da puta.

Segurei o quadril dela e acelerei. As estocadas ficaram mais pesadas, mais profundas. Eu xingava entre um movimento e outro.

— Que boceta gulosa sua cadela... olha como aperta o meu pau.

— Cala a boca e mete, seu cachorro — ela devolveu, sem ar, mas o tom era de provocação.

Ri baixo e dei outro tapa mais forte. Ela soltou um gemido longo e o corpo tremeu. Eu sentia ela cada vez mais molhada, o barulho úmido misturado com o som da pele. Puxei o cabelo preto com uma mão, forçando o arco das costas, e continuei metendo com a outra mão firme no quadril.

— Olha só pra você... toda empinada, levando pau igual uma puta submissa.

— E você tá me comendo igual cachorro no cio — ela respondeu, a voz falhando no meio. — Mete, porra...

O ritmo ficou pesado. Eu metia fundo, dava tapa espaçado, puxava o cabelo, xingava. Letícia gemia sem parar, às vezes devolvia os xingamento. O corpo dela tremia cada vez mais, mas eu segurava o meu próprio prazer. Queria gozar dentro dela assim, de quatro, sentindo ela receber tudo.

— Sua puta — eu disse, a voz rouca.

— Sou... sou puta... agora me fode direito.

Segurei os dois lados da cintura dela com força e meti até o fundo, sem piedade. O prazer subiu rápido demais. Não aguentei mais. Gozei dentro dela com um gemido rouco, o corpo inteiro tensionando, as mãos cravadas na carne dos quadris. Jatos quentes, um atrás do outro, enquanto ela ainda se mexia contra mim, gemendo e xingando baixo.

Fiquei parado ali por alguns instantes, respirando pesado, ainda enterrado fundo. Quando finalmente saí, o gozo escorreu pela coxa dela. Letícia desabou de lado, ofegante, o cabelo grudado no rosto, o corpo mole... mas os olhos ainda brilhavam.

Me deixei cair ao lado, o peito subindo e descendo rápido.

Os dois estavam suados.

E ainda não tinha acabado.

Ficamos quietos por um tempo, só recuperando o fôlego. O quarto cheirava a sexo e suor. Letícia tava deitada de lado, o peito subindo e descendo rápido, uma mecha de cabelo preto grudada na bochecha. Passei a mão nas costas dela, devagar, sentindo a pele quente.

Ela virou o rosto e me olhou. Os olhos ainda tinham tesão.

— Acabou? — ela falou, a voz rouca.

— Ainda não.

Ela se levantou devagar, as pernas um pouco bambas, e subiu em cima de mim. Se ajeitou, segurou meu pau e desceu devagar. Entrei inteiro. Os dois soltamos o ar ao mesmo tempo.

— Porra... — ela murmurou, os olhos fechando. — Você ainda tá duro pra caralho.

— E você ainda tá molhada pra caralho.

Ela começou a cavalgar. Devagar no começo, rebolando, sentindo. Depois mais rápido. Os seios firmes balançavam na minha frente. Segurei a cintura fina dela e subi o quadril encontrando cada descida. O barulho molhado voltou. Letícia gemia baixo, as unhas cravadas no meu peito.

— Isso... assim... — ela falava entre os movimentos. — Me fode por baixo também, filho da puta.

Obedeci. Segurei os quadris dela com força e comecei a meter de baixo pra cima, forte. Ela jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido alto. O ritmo ficou pesado de novo.

— Que puta safada... — eu falava, a voz rouca. — Olha como você pula no meu pau.

— Cala a boca e mete — ela devolveu, sem ar. — Mais fundo...

Virei os dois sem sair de dentro. Agora ela tava de costas, eu por cima, as pernas dela abertas e dobradas. Meti fundo. O ângulo era outro. Letícia soltou um "ahh" longo e puxou minha nuca pra beijar. O beijo era bagunçado, molhado. Eu metia e beijava ao mesmo tempo.

O terceiro orgasmo dela veio sem aviso. O corpo inteiro tremeu, a boceta apertou forte, ela mordeu meu ombro pra não gritar alto demais. Continuei metendo durante o orgasmo, sentindo cada contração, até ela ficar mole de novo por baixo de mim.

Saí com cuidado. Letícia tava ofegante, os olhos semicerrados, um sorriso cansado no rosto. Me ajoelhei perto da cabeça dela. O pau ainda duro, brilhando dos líquidos dos dois. Ela entendeu na hora. Virou o rosto, abriu a boca e me puxou pela base.

A boca quente envolveu a cabeça. Ela chupou devagar no começo, limpando, depois com mais vontade. A língua girava, a mão acompanhava. Segurei o cabelo preto dela e deixei ela trabalhar. O prazer subia rápido. Eu já tinha gozado uma vez, mas o corpo pedia de novo.

— Vai gozar? — ela perguntou, tirando a boca só o suficiente pra falar.

— Vou.

— Então goza na minha boca. Quero sentir.

Não precisei de mais nada. Ela voltou a chupar, mais fundo, olhando pra cima. Segurei a cabeça dela e gozei. O primeiro jato bateu saiu. Ela não recuou. Continuou chupando, engolindo, a garganta trabalhando. O segundo e o terceiro vieram logo atrás. Soltei um gemido baixo e longo, o corpo inteiro tensionando. Quando terminou, ela ainda limpou a cabeça com a língua, devagar, antes de se afastar.

Ela então abriu a boca e me mostrou a porra na boca e depois fechou e vi o exato momento que ela engoliu tudo. Confesso que adorei vê-la fazer isso e ao mesmo tempo chocado. Ela sorriu depois, se levantou e foi até o banheiro. Escutei o barulho dela escovando os dentes antes de retornar para cama.

Ficamos quietos. Só a respiração pesada no quarto. Me detei ao lado dela. Letícia encostou a cabeça no meu peito, o braço jogado na minha barriga. A pele dos dois tava suada e grudenta. Nenhum dos dois tinha força pra mais nada.

Ficamos assim um tempo. Sem falar. Só o barulho do ar-condicionado e o cheiro de sexo no ar.

Depois de um bom tempo ela me olhou e falou, a voz baixa e cansada:

— Caralho, Caio...

— O que foi?

Ela riu frouxo contra minha pele.

— A gente fodeu bonito.

— Fodeu.

Os dois riram. Passei a mão no cabelo molhado dela. Os dois estavam completamente exaustos. Satisfeitos de um jeito que só vem quando o desejo é de verdade e nenhum dos dois segura.

O resto da noite foi só isso: silêncio, respiração voltando ao normal, e o corpo leve de quem não tem mais nada pra provar ou fazer. Desse jeito acabamos dormindo um tempo depois.

Acordei primeiro. A luz do dia já entrava pelas frestas da cortina. Letícia dormia de bruços, o cabelo preto espalhado no travesseiro, uma perna dobrada. O corpo dela ainda carregava as marcas da noite: a bunda levemente vermelha, o pescoço com um chupão discreto. Fiquei olhando por um tempo, só assimilando. Tinha sido muito bom. Melhor do que eu esperava.

Levantei sem fazer barulho, fui no banheiro, lavei o rosto, escovei os dentes e voltei. Ela já tava de olhos abertos, meio sonolenta ainda.

— Bom dia — falei.

— Bom dia — ela respondeu, a voz rouca de sono.

Logo nos arrumamos em silêncio. Ela se vestiu, passou a mão no cabelo e me olhou pelo espelho.

— Gostou da noite?

— Lógico.

Descemos, pegamos o carro. O silêncio durou só até eu sair do estacionamento do motel. Foi ela quem começou.

— Ontem... eu precisava te pedir desculpa por uma coisa.

— Pode falar.

— Por ter desmarcado aquele primeiro encontro. Eu cancelei porque a Jade falou um monte de coisa de você pra mim e pra Mariana.

Ri baixo, sem tirar os olhos da estrada.

— Imaginei.

Ela virou o rosto, surpresa.

— Como assim?

— Vocês duas são as melhores amigas dela. Eu já esperava que ela não fosse gostar da ideia de uma de vocês se interessarem por mim. Quando você sumiu e depois desmarcou, a conta fechou.

Letícia ficou quieta por alguns instantes, processando.

— E você não ficou puto?

— Fiquei um pouco. Mas sabia exatamente o porquê aquilo tinha acontecido. — Olhei pra ela de relance. — O que te fez mudar de ideia?

Ela demorou pra responder. Ficou olhando pela janela, o dedo batendo leve no joelho.

— O dia da chuva. Você chegar, tirar a blusa, dar roupa sua própria blusa para mim, acompanhar até a porta... foi diferente do que ela tinha pintado. Fiquei pensando que talvez ela tivesse falado aquelas coisas justamente porque não gosta de você e por isso também não queria me ver com você. Nem eu ou a Mariana. Aí resolvi arriscar e te conhecer por conta própria.

Assenti. Fazia sentido.

— E aí? O que você achou?

Ela soltou uma risadinha sem graça, o rosto ficando um pouco vermelho.

— Que você é bem divertido, honesto, direto. E... muito bom de cama.

Ri de verdade dessa vez.

— Obrigado pelo elogio. Eu prefiro ser verdadeiro mesmo. Odeio enrolação. — Pausei. — Você também é boa pra caralho, só pra constar.

Ela sorriu, ainda meio envergonhada, e olhou pra frente de novo. O clima ficou mais sério.

— E agora? — ela perguntou. — Tipo... a gente se vê de novo ou foi só ontem?

Respirei fundo. Tinha que ser claro com a Letícia, para não complicar os planos de comer a Mariana no futuro.

— Eu gostei pra caralho de ontem. Quero te ver de novo se você quiser. Mas no momento eu não quero nada sério. Tenho umas coisas que preciso resolver antes de pensar em relacionamento. Sempre fui aberto é sincero quanto a isso.

Ela ficou em silêncio. Vi pelo canto do olho que o rosto dela tinha mudado um pouco. Decepção leve, mas controlada.

— Eu sei — ela falou por fim. — No dia da carona pra palestra você já tinha falado que tava aberto só pra diversão, que tinha objetivos pra alcançar. Você nunca mentiu.

— Não menti.

Mais um silêncio. Deixei o ar pesar de propósito.

— Se você não quiser continuar por causa disso, eu entendo. Vou lamentar, porque curti muito sair com você... mas respeito.

Ela mordeu o lábio inferior, pensando. Eu sabia que o sexo da noite anterior ainda pesava na decisão dela. O corpo dela tinha se entregado de um jeito que a cabeça agora tentava organizar.

— Eu também curti — ela disse, a voz mais baixa. — E apesar de você deixar claro que não quer nada sério... eu acho que talvez eu consiga te fazer mudar de ideia depois.

Sorri de lado. Ela tava entregue. Eu via.

— No momento não quero. Mas quem sabe no futuro, quando eu resolver o que preciso resolver. — Olhei pra ela. — Mas agora, se você topa continuar se vendo do jeito que a gente está conversando, sem assumir nada oficialmente, eu topo também.

Ela ficou pensativa mais um pouco. Depois assentiu.

— Por mim tá tudo bem. Eu não posso te cobrar compromisso, se desde o começo você foi honesto e continua sendo sincero. Não me enganou.

Fiquei satisfeito com a resposta. Antes que eu falasse mais nada, ela se adiantou.

— Só... não conta pra Jade. Se ela souber que eu saí com você, que quero continuar te encontrando, mesmo sabendo que não temos nada oficial, ela vai ficar muito puta comigo.

Por dentro eu comemorei. Era exatamente o que eu queria desde o início.

— Eu não conto pra ninguém com quem eu saio ou deixo de sair. Minha vida particular só diz respeito a mim. As pessoas podem imaginar o que quiserem. Eu simplesmente não ligo pra boato. — Pausei. — Se você tá preocupada que eu vá contar alguma coisa pra ela, ou pra qualquer outra pessoa, pode ficar tranquila. Não vai acontecer.

O alívio no rosto dela foi imediato. Ela soltou o ar e sorriu de verdade.

Chegamos em frente ao prédio dela. Estacionei. Letícia colocou a mão na maçaneta, mas não abriu ainda. Virou pra mim.

— Eu curti sair com você. E aceito continuar se encontrando mesmo você não querendo assumir nada. Mas vou ser honesta também, eu vou fazer de tudo pra você mudar de ideia no futuro.

Não respondi com palavra. Puxei ela pela nuca e beijei com vontade. Ela retribuiu na mesma intensidade, a mão no meu peito. Quando se afastou, tava sorrindo.

— Até logo, Caio.

— Até logo.

Ela saiu do carro, fechou a porta e caminhou até a entrada do prédio. Fiquei parado observando até ela desaparecer do lado de dentro. Só então dei a partida.

Enquanto dirigia de volta, o sorriso não saía do meu rosto.

Ainda ia me divertir muito com a Letícia. Depois seria a vez da Mariana. E a Jade... quando descobrisse que eu tinha comido as duas melhores amigas dela — e que enquanto isso ainda comia ela também — ia ficar muito, mas muito puta da vida.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS, MAS OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL PODEM NAO SER MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Darkness_ffc a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Não demora com a continuação! Sua escrita é muito boa

1 0
Foto de perfil genérica

Eu tento ir rápido, mas tenho 3 séries: Rodadas proibidas, Amor sem regras absolutas e todo mundo tem um preço.

As duas primeiras que falei requer elaboração, são história mais elaboradas, já a terceira série que mencionei são mais aventuras do que uma série. Fora o projeto de finalização de contos do site.

Aí tenho o meu trabalho, família, muita coisa.

Mas eu já postei alguns episódios das outras séries e já tenho 4 episódios dessa série aqui quase terminados, somente falta fazer a edição, as correções dos erros ortográficos (se o celular ajudar), formatação para facilitar a leitura, aí já posto, depois vou postar algumas finalizações de contos. Estou tentando fazer um pouco de cada coisa.

Não quero deixar ninguém sentindo falta de um bom conto, estou também me esforçando pra cada vez contar uma história melhor, isso inclui: trama, diálogos, sexo, propostas novas.

1 0
Foto de perfil genérica

Que mentiroso, não conto nada pra ninguém, mas tá aí contando pra gent kkkkkkk

Muito bom esse conto. No aguardo do próximo capítulo

0 0