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Virgem, Quieto e Bem Dotado

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1563 palavras
Data: 01/09/2026 00:05:46

O calor da tarde grudava na pele como um beijo molhado e insistente. A casa estava vazia. Os adultos tinham saído para o almoço de família na cidade vizinha e só restavam Marina e Márcio, primos de sangue, sozinhos sob o teto que parecia respirar junto com eles.

Marina tinha dezenove anos e um corpo que já sabia exatamente o que queria. Seios firmes e pesados, cintura estreita, coxas macias que se esfregavam uma na outra quando caminhava, deixando um rastro quente de desejo. Márcio, dezoito, quieto demais, olhos baixos, voz quase um sussurro. Virgem. Todo mundo sabia. Ele se encolhia quando ela passava perto demais, como se o próprio ar entre eles fosse perigoso.

Ela o encontrou no quarto dos fundos, sentado na cama de solteiro, folheando um livro qualquer só para ter algo nas mãos. Marina entrou sem bater, fechou a porta com um clique suave e encostou o corpo na madeira quente.

— Tá sozinho, primo…

Márcio levantou o rosto. As orelhas já estavam vermelhas, o pescoço marcado por uma linha de suor fino.

— T-tinha… não tinha mais ninguém em casa…

Ela se aproximou devagar. O short curto subiu um pouco quando se sentou ao lado dele. A coxa dela tocou a dele, pele contra pele, e o contato sozinho já fez o menino engolir seco. Marina sentiu o tremor que percorreu o corpo dele.

— Você nunca beijou ninguém de verdade, né?

Ele balançou a cabeça, quase imperceptível.

Marina não pediu permissão. Segurou o queixo dele com firmeza, virou o rosto e enfiou a língua na boca dele de uma vez. Márcio soltou um som abafado, mãos tremendo no colo. Ela chupou a língua dele com fome, mordeu o lábio inferior até sentir o gosto de sangue leve, deixou saliva escorrendo pelo queixo dele, pelo pescoço. Quando se afastou, ele respirava pela boca, olhos vidrados, a boca entreaberta e molhada.

— Tira a camisa.

A voz dela era baixa, rouca, mas não admitia recusa. Márcio obedeceu, dedos falhando nos botões. O peito magro apareceu, mamilo escuro e endurecido pelo ar, pele quente e úmida de suor. Marina passou a mão aberta pelo peito dele, sentindo o coração bater descompassado sob a palma, desceu até a barriga, sentiu o músculo tremer sob os dedos.

— Agora a calça.

— Ma… Marina… a gente não pode…

Ela já estava ajoelhada no chão, entre as pernas dele. Puxou o zíper com os dentes, o metal frio contrastando com o calor da própria boca. A cueca cinza estava molhada na frente, o tecido escuro de pré-gozo. Marina puxou o tecido para baixo e o pau de Márcio saltou para fora, pesado, grosso, já meio duro, a glande rosada e úmida, brilhando.

Ela parou.

O silêncio durou dois segundos longos.

— Caralho…

Era longo. Mais do que ela esperava. Grosso o suficiente para a mão dela não fechar direito em volta. As veias saltavam na pele fina, latejando. As bolas pesadas, cobertas de pelos escuros e macios, contraídas de nervoso. Márcio tentou cobrir, mas ela afastou a mão dele com um gesto seco.

— Isso… isso é seu?

Ele só corou mais, o rosto inteiro queimando.

Marina não esperou. Envolveu a base com as duas mãos e passou a língua pela fenda, lenta, lambendo o líquido transparente e salgado que já escorria. Márcio soltou um gemido fino, quase de dor, o corpo inteiro se arqueando. Ela engoliu a cabeça de uma vez, chupando forte, sentindo o gosto salgado, a carne quente batendo no céu da boca, a glande inchada pulsando contra a língua. A cada vez que descia, o pau engrossava mais, pulsava, enchia sua boca até quase engasgar. Ela babava sem vergonha, fios grossos de saliva escorrendo pelos dedos, pelo pau, molhando os pelos da base, pingando no chão. Chupava fundo, a garganta se abrindo, o nariz quase tocando a barriga dele, enquanto as mãos apertavam as bolas pesadas.

Márcio estava com as mãos na própria cabeça, olhos fechados, respiração ofegante, gemidos altos e sem controle.

— Para… vai gozar…

Marina tirou a boca com um estalo molhado, mas continuou masturbando ele, rápido, apertando a base, o polegar esfregando a glande escorregadia.

— Não goza ainda. Eu quero sentar nisso.

Ela se levantou, tirou o short e a calcinha de uma vez. A buceta já estava encharcada, os lábios inchados e brilhantes, o clitóris latejando, uma linha transparente de desejo escorrendo pela parte interna da coxa. Marina subiu na cama, ajoelhou por cima dele, segurou o pau grosso e encostou a cabeça na entrada. O calor era absurdo. Ela desceu devagar.

A primeira porção entrou com dificuldade. Marina mordeu o lábio até doer, soltou um gemido alto e rouco. Continuou descendo. Cada centímetro esticava ela por dentro, preenchia, abria as paredes molhadas, forçava o caminho. Quando sentou até o fundo, o pau batia no fundo da buceta, pesado, quente, latejando contra o útero. Ela ficou parada um segundo, respirando fundo, sentindo o tamanho absurdo dela por dentro.

— Porra… você é virgem e tem um pau desse tamanho?

Márcio só conseguia gemer. As mãos dele, tímidas no começo, subiram para a cintura dela, apertando com força crescente. Marina começou a se mexer. Subia quase até a cabeça sair — sentindo a glande puxar as paredes — e descia de uma vez, engolindo tudo com um estalo molhado. O barulho molhado ecoava no quarto. A buceta dela escorria, molhando as bolas dele, a coxa, o lençol. Ela rebolava, apertava por dentro, sentia cada veia, cada polegada, o pau latejando fundo.

Márcio, de repente, segurou firme. Virou o corpo com uma força que ela não esperava, jogou ela de costas na cama e enfiou de novo, fundo, até o saco bater na bunda dela. O tímido tinha desaparecido. Ele meteu com força, rápido, o pau grosso abrindo ela sem piedade, cada estocada fazendo os seios dela balançarem pesados. Marina gritou, unhas nas costas dele, pernas abertas o máximo que conseguiu, o calcanhar batendo nas nádegas dele a cada investida.

— Assim… assim mesmo… fode essa puta… mais fundo…

Ele obedeceu. Cada estocada fazia o pau entrar inteiro, sair quase todo, entrar de novo, molhado, brilhando de porra dela. Marina gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando em volta dele em espasmos violentos, esguichando um pouco de líquido quente que molhou a barriga dele. Márcio não parou. Continuou metendo enquanto ela ainda tremia, o pau latejando, as bolas batendo, até sentir o orgasmo subir.

Ele puxou para fora no último segundo. O pau saiu com um estalo molhado, a glande vermelha e inchada, e jatos grossos e quentes explodiram. O primeiro acertou a barriga dela, grosso e branco, escorrendo pelo umbigo. O segundo e o terceiro bateram nos seios, cobrindo os mamilos, escorrendo entre o vale, pingando nas costelas. Márcio continuou gozando, a mão apertando a base, mais jatos quentes se espalhando pela pele suada de Marina, o cheiro forte e masculino enchendo o ar.

Marina olhou para baixo, viu a porra branca brilhando na própria barriga e nos peitos, e sorriu, ofegante.

Mas Márcio não parou.

Ainda com o pau mole e molhado, ele desceu o corpo, ajoelhou entre as pernas abertas dela e, sem hesitar, enfiou a língua na buceta encharcada. Marina soltou um grito surpreso. Ele não tocou na própria porra — só na buceta dela. Lambia os lábios inchados, chupava o clitóris com fome, enfiava a língua fundo, bebendo o líquido dela misturado ao resto do desejo. A língua dele, tímida no começo, agora era voraz: passava lenta pela fenda, apertava o botão inchado entre os lábios, chupava com força até Marina arquear as costas.

— Caralho… continua… não para…

Ele continuou. Duas dedos entraram junto com a língua, curvando para dentro, encontrando o ponto que fazia Marina tremer. Chupava o clitóris ritmado, a boca inteira molhada, sons obscenos ecoando. Marina gozou de novo, mais forte, as coxas apertando a cabeça dele, o corpo inteiro se contraindo, um grito longo e rouco saindo da garganta enquanto a buceta pulsava contra a boca dele, escorrendo mais líquido quente que Márcio bebeu sem parar.

Quando ela finalmente afrouxou, ofegante, o corpo mole e brilhante de suor e porra, Márcio subiu. O pau dele, que estava mole segundos antes, agora estava duro de novo, grosso, latejando na própria mão. Ele se ajoelhou ao lado da cabeça dela, segurou a base com força e apontou a glande vermelha e brilhante para a boca entreaberta de Marina.

— Abre…

Marina obedeceu sem hesitar. Ele enfiou a cabeça do pau entre os lábios dela e começou a masturbar rápido, a mão deslizando pela pele molhada, a glande batendo contra a língua. Em poucos segundos o corpo dele tremeu. Jatos quentes e grossos explodiram direto na boca dela. O gosto salgado e amargo inundou a língua, preencheu as bochechas. Marina engoliu tudo, a garganta se movendo, bebendo cada jato sem deixar escapar quase nada. Um fio fino escorreu pelo canto da boca, mas ela limpou com o dedo e chupou até o fim, ainda sugando a glande enquanto Márcio soltava o último tremor.

Ele soltou um gemido longo e caiu ao lado dela, o peito subindo e descendo rápido.

Marina passou a língua pelos lábios, saboreando o resto, e sorriu, a voz rouca, ainda com os seios e a barriga cobertos de porra:

— Próxima vez você não vai sair tão fácil, primo. Agora que eu sei o que você esconde… e o que essa boca sabe fazer… e o que a minha também.

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Comentários

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Esse conto merece 100 estrelas .

Erotismo a 300 por hora .

Parabéns

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