Aos 24 anos, casada há 4 anos, a vida sexual com meu marido não ia nada bem. Eu me culpava achando que não era aberta a novas fantasias que as vezes ele tentava realizar comigo. Eram fantasias pesadas e por isso eu resistia.
Li em uma revista feminina que a melhor maneira de aquecer a relação era realizar uma dessas fantasias, pois tudo entre um casal que se ama é saudável. Convencida ofereci realizar qualquer fantasia que ele quisesse e o que ele quis quase me fez desistir pois não estaríamos na segurança de nosso apartamento.
Ele me pediu que eu me passasse por puta na pracinha das putas onde faziam ponto. Eu deveria estar vestida como elas e depois de me deixar lá “fazendo ponto” ele daria uma volta com o carro e pararia para negociar comigo sexo a troco de dinheiro e de verdade me pagaria pelo programa.
Em sua fantasia eu deveria vestir minissaia elástica super agarrada, calcinha minúscula, blusinha transparente mostrando a barriga, um sutiã de bojo por baixo, tudo bem colorido e chocante. Nos pés, botas altas de vinil e com uma maquiagem bem puta, além de uma bolsinha. Exatamente como aquelas putas baratas da praça.
De pronto recusei porque estaria em público, mas ele rebateu que mesmo conhecidos jamais imaginariam que fosse eu e para ter certeza compraria uma peruca para disfarçar. Falei do medo de outras putas me atacarem por pegar os pontos delas e ele me disse que dando só uma volta, nem daria tempo para isso. Todos os obstáculos que fui colocando ele foi rebatendo e terminamos que eu ia pensar.
Depois de dias decidi aceitar e arriscar o animando, ou parecendo animar. João se propôs a comprar tudo, inclusive a peruca loira diferente de meu cabelo moreno.
Quando vesti tudo o que comprou me senti uma verdadeira puta que venderia o corpo por dinheiro. A saia não ia a mais de dois dedos da calcinha indecente marcando em minha bunda redonda e generosa. O sutiã verde limão por baixo da blusinha curta branca era visível pelo tecido e era push-up deixando meus seios maiores. A calcinha lilás eram dois minúsculos triângulos de renda ligados por um fio fino nas laterais. A bota de vinil preta brilhante muito alta e a bolsinha de correntinha para poder a girar no ar. A maquiagem muito intensa e colorida.
Pronta com a roupa, maquiagem e peruca, meu medo de ser reconhecida desapareceu, pois só alguém que me conhecesse muito intimamente poderia me reconhecer.
Ao me ver, meu marido ficou animado me dizendo que eu era uma puta perfeita, não sabendo se gostava ou odiava aquele elogio.
Saímos de casa em seu carro e após 2 voltas na pracinha com meu coração quase pulando pela boca, ele parou no lado mais movimentado da rua, incrivelmente onde parecia ter menos putas. Segundo ele porque aquele ponto era tão bom que logo elas eram requisitadas para programas.
Cronometramos a volta na praça e daria uns 5 minutos no máximo para ele voltar e me pegar. Eu desci com as pernas tremendo e ele se foi sob a vista de uma puta mal cuidada que me observava.
Fui até ela e contei que era uma fantasia de meu marido e iria ficar lá só até ele dar a volta na praça e sorrindo ela ficou de boa, mas me mandou ficar perto do fio da calçada para sentir como era a vida dela.
Eu estava toda tímida com meu corpo bonito e sinuoso todo exposto e só iria virar a bolsinha como combinei com ele, quando o visse chegando. Não deu 1 minuto e um carro já parou perguntando quanto custava o programa. Fiquei entre pedir um absurdo ou dizer que já estava esperando alguém e decidi dizer que esperava meu acompanhante pois um louco poderia aceitar pagar o que eu pedisse.
Logo que ele se foi outro e mais outro carro pararam e fui dispensando todos cada vez com mais medo de que um deles não aceitasse minha recusa. Percebi que já tinha passado dos 5 minutos e meu marido não vinha e irritada achei que ele poderia estar atrasando para deixar a fantasia mais realística me deixando cada vez mais irritada com ele.
Já tinha passado uns 10 minutos e recusei 5 propostas já querendo matar meu marido. Foi quando um carro passou e após uns 5 metros deu uma freada violenta fazendo um ruido alto me assustando e depois voltou de ré até onde eu estava, então abriu o vidro do lado do passageiro e meu coração quase pulou pela boca, pois era meu pai que tinha me reconhecido.
Com um olhar furioso como nunca vi na vida ele nem me deixou falar e feroz me ordenou que entrasse no carro, ou ia me pôr a força para dentro. Entrei sob o olhar daquela puta sabendo que não era meu marido pois viu ele me deixar lá e deve ter entendido tudo errado pois sorriu maliciosamente sem saber o que estava acontecendo. Certamente pensou que fui com outro homem e não meu marido.
Já saindo com o carro, transtornado meu pai me perguntou porque eu estava lá. Quando contei que era a fantasia de meu marido, ele queria voltar e dar uma surra nele por me expor daquele jeito.
Eu estava assustada por seu modo de agir, pois mesmo sendo grande e forte ele era gentil e nunca levantava a voz ou as mãos para ninguém, ciente de sua força. Muito menos comigo, sua filhinha frágil de quem era superprotetor.
Meu medo era sua reação contra meu marido, pois ele sempre foi contra meu casamento, sendo uma das poucas coisas em que concordou com minha mãe que também era contra. Por sempre discordarem em tudo estavam divorciados há anos.
Meu pai não parava de ofender meu marido dizendo que ele ia se ver com ele e tomou a decisão de me levar a seu apartamento dizendo que aquela noite eu não dormiria sozinha com meu marido de jeito algum antes de terem uma conversa. Diferente de meu pai grande e forte sempre em forma, meu marido era normal e pouco voltado a exercícios por trabalhar em um escritório.
Quando desci de seu carro na garagem de seu prédio fiquei toda envergonhada de ser vista com aquelas roupas por alguém e por azar no elevador tinha um casal que ficou me olhando horrorizados achando que meu pai solteiro levava uma puta barata para o apartamento. Nunca senti tanta vergonha em minha vida, mas quem sofreria mais seria ele com os falatórios no prédio que levou uma puta para casa. Tinha a certeza que ele iria preferir isso a deixarem descobrir que eu era sua filha vestida daquela forma.
Meu pai morava sozinho e que eu soubesse não namorava firme ninguém desde que se divorciou. Talvez uns casos rápidos pois sendo lindo como era, com aquele corpo tonificado e todo simpático e encantador poderia ter a mulher que quisesse, mesmo de minha idade, 24 anos, ele com 42.
La dentro foi que me lembrei que meu marido poderia estar muito preocupado me procurando por achar que eu pudesse ter sido sequestrada e quando falei isso em voz alta meu pai respondeu que era culpa dele ter me colocando em risco de vida ou de ser estuprada e agredida tendo demorado para voltar, com certeza só para me humilhar.
Peguei o celular para avisar meu marido onde eu estava e que estava segura, mas meu pai o arrancou de minha mão e o desligou dizendo que ele não merecia esse alivio e que com certeza meu marido nem estaria assim tão preocupado como eu achava que estaria.
– Porque você acha que ele não está preocupado e está tão bravo, perguntei desconfiada.
– Você é uma idiota de querer salvar o casamento se rebaixando dessa forma. Foi intencional ele te humilhar criando essa fantasia na rua visto que o problema de falta de sexo não é por sua causa. Descobri ontem por coincidência através de um conhecido em comum que ele tem outra mulher desde antes de se casar com você e eu iria te contar assim que nos encontrássemos, mas tinha medo de você não acreditar em mim.
Fiquei horrorizada sem querer acreditar, mas lá no fundo sabia que era verdade, pois já tinha pensado que o sexo ruim poderia ser por ele ter uma amante. Comecei a chorar de raiva, mas ainda duvidando.
– Você tem certeza disso?
– Absoluta. Esse conhecido é também conhecido do pai dele e já viu os dois juntos várias vezes. Até me disse que não entendeu o porquê ele se casou com outra, tudo isso sem saber que eu era seu pai. Pelo que ele ouviu de seu sogro, seu marido só se casou com você porque sabe que temos um bom patrimônio.
Se já estava furiosa com meu marido por ter me deixado lá na praça correndo riscos além do que combinamos, naquele momento decidi que não queria mais ver a cara dele por me humilhar daquela forma doentia sem nem gostar de mim.
– Talvez ele tenha feito isso para tirar fotos suas lá na praça e poder usar em um divórcio, papai comentou preocupado. Amanhã mesmo vamos lá e vou descobrir isso.
Desisti de ligar para meu marido o deixando pensar que tinha acontecido o pior comigo. Isso se não ele tivesse visto que era de meu pai o carro que entrei. Talvez não se desse conta pois João não tinha muito contato com meu pai que não gostava dele.
– Não vou ligar. Talvez ele possa ter perguntado para a puta que estava perto o que aconteceu e ela pode ter dito que um cliente meio violento parou e entrei no carro com medo.
Sem saber de onde, por raiva disse eu algo mais que não deveria.
– Pena que não foi um cliente porque sabendo como fui enganada todos esses anos eu daria para qualquer um como essa puta que ele me transformou só para me vingar. Talvez esse cliente pudesse me dar os orgasmos que ele não nunca me dá, desabafei irritadíssima para meu pai nunca tendo falado sobre sexo com ele.
Senti seus olhos verdes lindos correm meu corpo me analisando melhor naquela roupa de puta me fazendo tremer e me envergonhar. Após me analisar por longos segundos, meu lindo, grande e forte pai pegou a carteira no bolso traseiro de sua calça jeans, a abriu e tirou dela várias notas de 50 e uma de 100 e colocou em cima da mesa ao nosso lado.
Olhei assustada e se colocando a minha frente colocou a mão grande e pesada em meu ombro me forçando para baixo até que me agachei.
– Aí está seu pagamento por essa noite. Me dê um boquete bem puta e vou te dar os gozos que você precisa sem correr os riscos que você correu.
Foi um choque gigantesco, porque papai sempre me tratou como sua filhinha intocável e sem nenhuma malicia. Era evidente que ele fazia por amor antes de tudo, sabendo que mesmo eu sendo tão bonita era uma mulher insatisfeita e infeliz chegando ao absurdo de me arriscar daquela forma. Em sua raiva descontrolada por meu marido achou o modo de me satisfazer e de eu me vingar dele.
O choque também era por seu comportamento inesperadamente impositivo além de sua beleza e masculinidade. Se eu não aceitasse ele teria parado imediatamente de agir daquela forma, mas algo se incendiou dentro de mim agachada submissa a sua frente vestida de puta.
Olhando em seus olhos cedi a luxuria incestuosa e excitada como nunca imaginei que poderia estar, levei minhas mãos, abri o botão, depois o zíper e puxei para baixo sua calça jeans justa. Na cueca vi estampado de lado um pau gigantesco, pelo menos diante daquele que eu conhecia, e quando o liberei ele foi para sua posição e percebi que tinha no mínimo o dobro em comprimento e grossura do de meu marido me assustando e me excitando, pois só tive o dele.
Me vendo assustada ele manteve aquela fantasia de eu ser uma puta que pegou na rua. Talvez para diminuir seu remorso por fazer o que estava fazendo com a filha.
– É grande, não é? Você vai gostar porque putas de rua adoram pau grande.
Papai falar daquela forma comigo estava me levando quase a um orgasmo sem ao menos ser tocada ou estar tocando nele.
– O único que tive não era desse tamanho. É no mínimo o dobro.
– Você vai adorar como as outras adoraram. Até minha ex-mulher de quem sou separado, as vezes me pede para fode-la porque sente muita falta dele, falou de minha mãe como se fosse outra mulher.
Eu não tinha ideia que minha mãe se encontrava as escondidas com meu pai, mas pensei que depois de ter aquele pau imenso na buceta, poucos homens no mundo poderiam a satisfazer.
Levei minhas mãos o segurando lado a lado e ainda sobrou quase o mesmo tanto. Meus dedos nem se fechavam e ao aperta-lo era incrivelmente firme e ao mesmo tempo flexível e quente, muito quente.
O puxei para a horizontal usando força e parei vidrada diante daquela maravilha. Meu pai, meu cliente, me vendo sem ação agarrou minha nuca por cima de minha peruca loira e me fez engoli-lo e começou a foder minha boca com cuidado, com certeza para não me machucar.
Adorando seu modo dominante e aquele pau grosso que esticava meus lábios, incorporei a puta por quem me passava com aquela roupa e dei o melhor oral de minha vida depois que ele me soltou.
Lambia, beijava, babava, chupava e engolia aquele pau delicioso com uma necessidade que nunca senti com meu marido devolvendo a ele o chifre que ele me dava com um homem 10 vezes mais macho do que ele.
– Que delicia de boquinha que você tem. Nunca fui chupado assim gostoso. Ohhhhhh.
Seu elogio só me deixou mais gulosa e do mesmo modo que seu corpo tremia de excitação o meu também tremia achando que pela primeira vez na vida poderia gozar sem tocar minha buceta.
Quando ia gozar, ele me segurava diminuindo o ritmo e acho que me deixou uns 10 minutos o chupando, gemendo e me estimulando. Com seu pau quase rasgando meus lábios eu só gemia abafado, pois estava no melhor momento sexual de minha vida, chupando o pau imenso de meu papai lindo com sua cara de homem toda retorcida de prazer.
– Hummmmmmm. Hammmmmmmmm, eu gemia abafado querendo que jamais acabasse, mas também querendo seu esperma que engoliria como nunca engoli de meu marido.
– Ohhhhh, você é uma puta deliciosa e vou te foder a noite toda depois de gozar em sua boca.
Papai em seu papel de cliente de uma puta, assumiu de novo o controle me segurando pela nunca, fodendo minha boca me fazendo olhar em seus olhos até que gozou um mar de esperma que fui engolindo sem ele saber se eu queria me tratando como puta.
Não aguentando tanto volume fui engolindo o que conseguia e deixando vazar o excedente e de tão excitada sendo dominada daquele jeito e engolindo esperma pela primeira vez, justamente de meu pai, tive um orgasmo imenso sem me tocar. Ele percebeu.
– Isso putinha. Você vai gozar essa noite como nunca gozou na vida. Vou te deixar de volta naquela pracinha com as pernas bambas e a buceta escancarada.
Por papai nunca ter falado palavrões em minha frente seu modo cru de falar, me chocava, mas também me excitava. Sabia que ele nunca me levaria de volta para aquela praça, mas era um modo de me excitar e fazer meu gozo ficar ainda mais longo.
Deixava meu marido gozar em minha boca as vezes, mas só no banho porque lá poderia cuspir, tendo nojo, mas naquela situação com meu pai adorei o sabor e adorei engolir, e com certeza gostaria de repetir.
Quando nossos orgasmos terminaram, ele me fez lamber todo o esperma que tinha escorrido em seu pau e quando terminei, louca para o ter em minha buceta não me importando se fosse machucar, ele queria o mesmo.
– Você chupa um pau maravilhosamente bem. Nunca tive alguém como você e está valendo cada centavo. Sua buceta está limpa?
– Sim, você era meu primeiro programa da noite, respondi me colocando no papel de puta.
A verdade era que evidentemente sabíamos que éramos pai e filha e do ato proibido que cometíamos, então aquela fantasia dele estar fazendo um programa com a puta que encontrou na pracinha, aliviava a situação.
Papai me levou até a mesa de refeições do apartamento e me levantando me colocou sentada na borda, então me empurrou devagar para que eu me deitasse com as pernas penduradas. Em um ato de possessão, agarrou e rasgou minha calcinha minúscula que a microssaia não escondia, se inclinou e lambendo minha buceta depilada começou a me dar o melhor oral de minha vida. Sem comparações.
Papai estava em outro patamar e sabia o que fazer, onde lamber, quanto tempo lamber e ainda tinha a excitação explosiva de meu pai a quem eu amava tanto, ser quem estava lá entre minhas pernas.
– Ahhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuu, estou gozandoooooooo.
Papai lambia rudemente meu clitóris sensível e mesmo estando sensível me levou a inúmeros orgasmos que se sucediam. Em meio a meus gozos sem sequencia ele parava brevemente para saborear meus fluidos femininos.
– Ahhhhhmmmmmm, delicioso como seu cheiro. O melhor que já senti, falou voltando a lamber meu grelinho e sorver meu mel.
Foram minutos gozando, muito mais intensamente do que meu marido jamais conseguiu, mesmo ainda sem ter colocado aquele monstro em minha buceta o que só de pensar deixava meus gozos mais fortes.
Depois de minutos me fazendo gozar, ele parou me deixando gozando e se levantou olhando para mim parecendo satisfeito, mas era evidente que queria mais. Manipulando meu corpo que parecia uma gelatina, me virou na mesa me fazendo apoiar o tronco e arrebitar a bunda afastando minhas pernas me deixando vulnerável.
– Agora vou foder essa sua buceta de puta e depois esse cu branquinho. Se precisar pagar mais pelo cu, me avisa, mas você não vai sair de minha casa sem dar tudo para mim.
Me arrepiei até o ultimo fio de cabelo por medo daquele pau em meu cu virgem, mas a excitação com tudo o que estava acontecendo era maior. Lembrar que meu marido poderia estar na polícia dizendo que fui sequestrada e talvez sendo estuprada só me deixou mais tarada e com vontade de dar tudo a meu pai másculo, mas antes tinha que receber aquele monstro em minha buceta.
Sem pressa, sabendo que me teria a noite toda em seu apartamento, papai se posicionou e ficou pincelando gostoso sua glande em minha fenda que nunca esteve tão melada mesmo ele tendo sorvido todo o caldinho que conseguiu pouco antes.
– Você é uma puta gostosa demais para estar naquele lugar. Olha essas curvas lindas, essas ancas tão redondas e esse bumbum tão perfeito e cheio. Fora essas pernas torneadas perfeitas e essa buceta deve ser apertadinha. Nunca tive uma mulher tão linda como você. Mesmo sendo uma puta, acho que vou querer ficar com você exclusiva para mim, pois tenho a certeza que é mais gostosa do que tudo que já tive.
Papai me arrepiou toda dizendo que me queria para ele. Não sabia se era parte da fantasia, ou se realmente era sua intenção. Eu também tinha a certeza que ele me daria prazeres que meu marido não deu e ninguém poderia dar. Se ele me quisesse mesmo eu poderia me divorciar e ficar com ele.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, senti um prazer e uma dor imensa conforme ele foi empurrando a glande abrindo meu canal como jamais tinha sido aberto.
– Se doer demais e quiser parar, me avisa.
Era seu papel de pai que me amava, mas eu sabia que ele queria arrombar minha bucetinha pela forma que a cabeça de seu pau pulsava sem ainda estar toda dentro. Mesmo sentindo dores dilacerantes e tendo meu canal verdadeiramente deflorado por um macho, eu estava amando o novo prazer que sentia.
Para mostrar que eu não o faria parar por nada, espalmei minhas mãos no tampo da mesa as usando de alavanca e fui me afastando muito mais rápido do que ele me penetrava. Eu fui o engolindo enquanto aquele pau imenso me rasgava me dando a certeza que como minha mãe, nenhum outro pau me satisfaria novamente. Conforme foi entrando eu gritava de dor e comecei a gozar no orgasmo que já sabia que seria o maior de minha vida.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuu.
Papai preocupado tentou me parar.
– Nãoooooooooo. Eu quero tudo de uma vez como uma puta. Coloque tudo e me foda.
Se papai não falava palavrões em minha frente dando exemplo, também nunca falei em sua frente e nem gostava muito de falar na verdade, mas para expressar o que senti pela primeira vez eram necessários e não era sua filha quem falava, mas a puta que ele pegou na pracinha.
Segurando em minha cintura por cima daquela tira elástica colorida que se passava por saia, ele me atendeu e colocou pressão contra meu afastamento e logo chegou a fundo de minha buceta. Minha sensação era de que iria implodir de dentro para fora me sentindo ser alargada como jamais fui, fora as pulsações de seu pau o engrossando mais, parecendo 100 vezes mais grosso que meu canal.
Me atendendo papai começou a me foder, começando devagar, mas foi acelerando. Naquele momento eu já soube que nunca mais voltaria a transar com meu marido e o resultado seria o divórcio, sem nem considerar a traição. Aquele seu pau jamais atenderia minhas necessidades depois daquela noite.
Papai começou a me estocar como um animal delicioso e viril mantendo as dores e aumentando a intensidade de meu orgasmo. Experiente ele deixou ainda melhor e mais forte quando largou uma mão de minha cintura e começou a desferir tapas em meu bumbum redondo e carnudo.
Pá. Pá. Pá.
– Aaaaiiiiiiihhhhhhhhhhhhhhhhh. Bate, bate mais. É bommmm.
Pá. Pá. Pá.
Era a primeira vez que papai me batia na vida e era tão gostoso. Tão excitante. Ele me fodia como uma fera indomável que tomava a fêmea submissa de uma forma que nem imaginava que existisse. Com ele quase tudo era novidade, mostrando como o sexo com meu marido era sem graça. Sua mesa de madeira rangia com meu corpo apoiado nela e nossos movimentos descontrolados.
Do jeito que ele gemia e rosnava já poderia ter gozado, mas parecia evitar gostando de me foder e me ver gozar sem parar enquanto me tratava como uma puta vadia de rua, o que só alimentava meu orgasmo infinito.
– Ohhhhuuuu. Bem que eu queria aguentar mais tempo minha puta deliciosa, mas não consigo. Estou gozaaaaaaaando.
Quando senti seu tsunami de esperma incomparável com meu marido, o maior e mais longo orgasmo de minha vida se tornou ainda mais intenso e longo e foi só então que lembrei que não estava protegida porque tinha a intenção de tentar engravidar de meu marido e salvar nosso casamento com um filho.
Pensar em engravidar daquele homem impressionante que me tomava ligou minha chavinha primitiva de querer manter e melhorar a espécie e fiquei ainda mais tarada levando meu orgasmo sem fim muito mais longe do que o seu.
Seu esperma revestindo meu útero e vazando o excesso deixou tudo mais escorregadio e delicioso produzindo o som da umidade no ploc, ploc do pôr e tirar. As vezes olhava por cima de meu ombro vendo a face de papai em êxtase, me deixando feliz e satisfeita por saber que ele estava gostando tanto quanto eu.
Quando terminamos ele ficou ainda encaixado com seu pau pouco tendo diminuído e observava aquele entra e sai em meu corpo.
– Nenhuma buceta teve o encaixe tão perfeito para meu pau. Simplesmente perfeita. Será que o cuzinho será igual, perguntou certamente me provocando.
Eu estava no torpor pós-orgasmo e nem consegui responder, mas se pudesse teria respondido que eu queria muito o aguentar inteiro também lá. Eu seria toda de meu pai no dia mais maravilhoso de minha vida depois daquela situação ter começado tão mal.
Satisfeito após ter apreciado tanto, ele se desencaixou de minha buceta e foi buscar uma toalha me mandando não sair daquela posição. A cada ordem sua eu me pegava adorando mais e mais obedecer a papai como não tinha obedecido na adolescência e muito menos quando ele não queria que eu casasse com meu marido.
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