O sofá da sala era cinza, largo, o mesmo onde Tatiana assinava contrato.
Dessa vez não havia pasta. Havia dois copos. Eduardo numa ponta, camisa ainda abotoada. Henrique na outra, perna aberta, o irmão que tinha voltado com a boca molhada da mesa de vidro. Tatiana ficou de pé na frente deles, saia escura, o caso de mais de um ano respirando curto.
Ninguém falou de sinergia.
Henrique puxou a barra da saia com dois dedos. Eduardo não impediu. Só segurou o celular no joelho, como se a lente ainda fosse o lugar dele.
— Hoje não — disse Tatiana, baixa. — Hoje você sobe.
O corno levantou o olhar. O desejo que ele tinha empurrado para debaixo da mesa, para o alto-falante, para a gravação, ficou parado no meio da sala. Contido. Duro. À espera de um pretexto.
Henrique deitou no sofá, de costas, cabeça no braço. Abriu o cinto. O pau dele subiu contra a barriga, grosso, a cabeça já brilhante. Tatiana subiu no colo dele de frente. Ela estava sentada no quadril do irmão, joelhos no couro, tronco erguido. Desceu a calcinha. Encaixou a buceta no pau. Uma gota de pré-porra voou até o chão. Depois o resto do caralho entrou suave.
Eduardo ficou ajoelhado no tapete, ao lado do sofá, o terceiro do código. Perto demais para quem só filmava.
A câmera lenta foi no pau.
De perto, o pau de Henrique deixou de ser recorte. Era um tronco escurecido na ponta, veia do lado esquerdo em relevo, pele fina puxada, a glande larga já descascada, um fio de gala transparente escorrendo da fenda para a raiz. Cheiro de homem e de sofá quente. A buceta de Tatiana descia em volta daquilo, os lábios abrindo, engolindo a cabeça, o brilho da pré-porra misturado no tecido da calcinha arrebentada que ela ainda tinha na coxa. Eduardo aproximou a boca sem pedir o resto. A língua tocou primeiro o ponto onde o pau saía dela. Gosto salgado. Quente. A veia latejou contra o lábio.
Tatiana rebolou. O pau subia e descia. Eduardo chupou o que aparecia, a boca no encontro, o nariz na virilha dela. Henrique segurou as nádegas da potranca e a empurrou para cima. O gemido dela saiu baixo, de quem tinha segurado o dia inteiro.
— Mais — ela disse.
Eduardo abriu a própria calça. O pau dele saiu na altura do sofá, claro, grosso, a cabeça rosa-escura já molhada. Tatiana virou o rosto e engoliu aquele cacete enquanto cavalgava o irmão.
Ela começou a gozar horrores.
Quando as coxas de Tatiana tremeram, Henrique saiu de dentro. Virou o queixo para o alto do sofá.
Ele ficou deitado no mesmo lugar, pernas abertas, o pau batendo na barriga. Tatiana subiu o joelho, girou, sentou a buceta no rosto do irmão. Os lábios vaginais dela abriram na boca dele. Henrique mamou fundo, nariz no osso, língua no clitóris, o queixo brilhando. Tatiana segurou o encosto e rebolou na cara.
Eduardo ficou entre as pernas do irmão.
O cu de Henrique estava na altura de receber um pelo talo do irmão. Eduardo cuspiu. A glande encostou no anel apertadinho. Entrou devagar. O irmão meteu no irmão, meteu fundo. Henrique gemeu com a boca dentro da buceta de Tatiana. Cada estocada de Eduardo empurrava a boca dele mais fundo nela.
O desejo se materializou do lado errado do script.
Não foi o corno entrando na mulher. Foi o corno entrando no irmão. Tatiana gozou sentada na cara do Henrique, coxa no barba melada, olhando Eduardo foder o próprio irmão no sofá da sala. Henrique gozou na barriga, sem a mão, a língua ainda nela. Eduardo latejou fundo, preso, e gozou no cu do Henrique num som baixo, de quem tinha esperado quatro episódios para usar a boca e o pau no lugar da lente.
Ficaram bem cansados.
Suor. Uísque virado. Celular no tapete, tela para baixo, pela primeira vez sem gravar.
Tatiana passou o polegar no lábio de Eduardo e mostrou o gosto do irmão.
— Amanhã os dois dormem aqui de novo — disse. — E o Vicente quer o link para fazermos a cinco.
Eduardo olhou o aparelho. Havia uma mensagem nova, hora recente, nome Vicente.
Manda ao vivo. Estou no carro. Mesma porta.
O corno não tinha filmado, mas seu irmão sim.
O diretor da concorrente, lá embaixo no prédio, tinha filmado a sala inteira pela câmera que Henrique, seu sócio. Quando entrara na casa ele, havia deixado o celular gravando no vaso da estante.
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Série TATIANA:
TATI#01 — Tatiana Chamou os Lutadores para treinar em casa
TATI #02 — A Reunião Começou com Ela Ainda Cheia dos Dois
TATI #03 — O Corno Sentou na Poltrona e Mandou Eles Abrirem Ela Devagar
TATI #04 — A Mesa de Vidro da Concorrente
TATI #05 — Os Dois Irmãos no Sofá da Sala
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