Olá queridos,rotores,
Quero compartilhar uma manhã atípica nas condomínio onde moro.
Importante que nem sempre os
Homens são estes monstros que aparecem ser.
O som da chuva forte lá fora deixava o dia meio preguiçoso, mas a academia do prédio estava abafada. O treino tinha sido pesado e, como sempre acontece comigo depois de malhar, meu corpo estava a mil, exalando calor. Para piorar — ou melhorar —, o Lucas, um vizinho que eu já cruzava de vez em quando, treinou do meu lado. A gente passou o tempo todo conversando, rindo entre uma série e outra, e era impossível não notar o físico dele.
Terminamos, subimos juntos no elevador trocando papo furado e nos despedimos no corredor. Entrei em casa ainda meio acelerada, com aquela sensação quente pelo corpo. Como meu marido tinha ido trabalhar no escritório e eu ia fazer home office, o apartamento estava num silêncio absoluto.
Fui direto para o banho para tentar tirar o suor e esfriar a cabeça. A água caindo no corpo ajudou a relaxar, mas o desejo não passou. Saí do chuveiro, me enxuguei e, antes mesmo de vestir uma roupa normal, o interfone tocou.
Era o Lucas. Ele pediu desculpas pela amolação e disse, meio caindo na risada, que inventou de fazer um bolo por causa da chuva, mas percebeu que estava sem fermento. Perguntou se eu tinha para emprestar.
Nessa hora, nem pensei muito. Coloquei só um vestido leve de alcinha, sem nada por baixo, só para não atender a porta de toalha, e mandei ele subir.
Quando abri a porta, ele me olhou de um jeito diferente, reparando no vestido. Entreguei o potinho de fermento, mas nenhum dos dois se mexeu para encerrar a conversa. Ficamos ali no batente, rindo, conversando sobre o dia, até que a conversa simplesmente fluiu para um tom mais íntimo. Olhei para ele, dei um passo para trás e disse:
— Entra aí, não precisa ficar no corredor.
Ele entrou e encostou a porta. O clique da fechadura mudou o clima da sala na hora. A conversa morreu e o olhar dele desceu pro meu corpo, notando que o vestido marcava tudo. Ele deu um passo, segurou a minha cintura com firmeza e me puxou para perto.
Quando a gente se encostou, deu para sentir o quanto ele já estava com tesão. O beijo veio forte, quente, e a mão dele subiu direto pelas minhas costas, apertando meu corpo contra o dele. Senti o volume dele roçando no meu ventre e soltei um gemido baixo, me entregando totalmente.
— Você não tá de calcinha, né? — ele murmurou no meu pescoço, com a voz rouca.
— Nem de sutiã... — respondi, puxando ele pela nuca.
Ele me segurou pelas coxas e me levantou. Instintivamente, enrosquei as pernas na cintura dele e me apoiei na parede do hall. O vestido subiu todo. Sem perder tempo, o Lucas puxou o calção de para ver seu membro cheio de desejo, comentei “foi o fermento?”risos, nesta hora eu me ajoelhei e fui fazer um carinho, deixando bastante babado, mas preste a gozar. Puxei o Lucas para o sofá, montei e comecei cavalgar, sentia que estava perto deu gozar, segui firme em cima do Lucas, quando comecei a sentir os bicos dos meus peitos ficarem duros, mostrando que estava gozando, parei com espasmos do gozo, e sem perder tempo, Lucas me colou de quatro e começou a me foder mais forte, acelerando o movimento, sentia cada centímetro batendo lá no fundo, estava uma delícia e sem avisar tirou de dentro e gozou no chão, sentamos no sofá e e o Lucas começou a se tricar, olhei para o lado estava aquele novinho com I pau murcho, desesperado para que r embora, segurei sua roupa e falei daqui você na sai agora, não deixo macho sair sem foder meu cuzinho, ele deu uma risada tensa, falou que precisa subir que teria uma reunião, relutei, segurando sua roupa, começando a passar a mao no seu pau, nada de subir, comecei então a beijar seu pau, massageando e nada de sinal, fui ficando desapontada, passando pela cabeça que o problema era meu, que não conseguia deixar um homem de pau duro, o desânimo bateu, liberei a roupa do Lucas que sem muitas palavras pegou, se trocou e estava saindo embora, lembrei o fermento e entreguei, saindo e fechando a porta, me deixando desapontada e triste.