Depois que meu pai descobriu sobre o meu plug anal, sempre havia um desconforto no ar - como se ele estivesse me julgando. Mas ele levou da melhor forma possível e às vezes perguntava se eu estava plugado. A surpresa maior veio no meu aniversário - além de uma quantia em dinheiro, meu pai me presenteou com um plug novo. Este presente, ele me entregou bem escondido. Era um plug enorme que me romperia ao meio.
Naquela madrugada meu Tio Pedro iria dormir no quarto de hóspedes. Quando todos se recolheram, eu fui para meu quarto experimentar meu novo brinquedo.
Lubrifiquei exaustivamente e tentava fazer entrar, mas meu cuzinho estava apertadinho e eu o sentia se abrindo...
Eu gemi baixinho quando consegui enfiar tudo. Puxei o plug e meu cuzinho ficou piscando enquanto escorria o lubrificante...
Meu tio do nada bateu na porta. Tive que dar meu jeito. Me enrolei numa toalha, joguei um lençol no plug e abri a porta. Ele estava sem camisa, só com um short folgado, seu peito peludo à mostra... Ele havia escutado um gemido e veio ver se estava tudo certo.
Eu improvisei e disse que era da televisão... Mas não colou. Ele empurrou a porta e perguntou se podia entrar. Sem saber onde por a cara, eu permiti. Como um lobo, ele farejou o clima e mandou a real - falou que não tinha nada com a minha vida.
Seu olhar pairou no lençol e logo o puxou, revelando o plug enorme. Ele disse que sempre soube sobre minha sexualidade; sempre soube que eu era uma putinha quase implorando para ser fodida por um homem.
Ele trancou a porta e me persuadiu com sua aura de alfa. Fiquei de joelhos admirando aquela rola pulsando pra fora do short... Eu só consegui sentir o cheiro daquela rola... Ele fez sinal de silêncio e disse para irmos para o terraço.
No terraço, tateando na penumbra, sinto os braços fortes de meu tio me apertando contra a marquise. Eu podia ver quase que o bairro inteiro... No céu, a lua cheia parecia incendiar...
Ele ordenou que eu ficasse de joelhos e obedeci finalmente sentindo aquela rola grossa na minha boca... Ele empurrava a rola dentro da minha garganta me fazendo engasgar... Quando ele conseguiu colocar o pau numa posição mais confortável da minha garganta, ele parou de mexer e aquele momento foi como se estivéssemos conectados... Senti algo quente descendo minha garganta... Após um fluxo contínuo, ele voltou a foder minha boca aos poucos... As bolas eram grandes e lisas... Ótimas pra passar a língua.
Sem dó, ele me virou de costas e puxou minha cueca... Seria no pelo. Meu tio fudeu meu cu, penetrando de uma vez. E por vários minutos, o som de suas bolas batendo na minha bunda. Aquela dor cortante que ao mesmo tempo soava forte e prazerosa...
Eu já não aguentava mais. Não era nada parecido com o plug. Ali era carne quente socando com força... Me arregaçando... Meu tio... Memórias da vida inteira passavam como flashes na minha mente...
Senti quando ele gozou dentro de mim e me apertou, dando socos na minha costela... Ele tirou a rola e meu cu ficou semiaberto - meio oco.
Ele fez sinal de silêncio e foi se certificar de a escada estava vazia... Seguiu em frente, me deixando ali aberto vazando seu esperma...
Na manhã seguinte eu acordei ainda sentindo ele dentro de mim. Fizemos como se nada tivesse acontecido. Mas era difícil controlar depois do que ele fizera comigo. Como ignorar? Como subjugar essa química?
A faísca que você se torna quando se entrega às chamas.
