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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 19

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 3336 palavras
Data: 01/09/2026 07:35:59
Última revisão: 01/09/2026 13:46:41

Jerry sorriu para essa possibilidade. Confirmou para Laura que faria a proposta e depois contaria para ela sobre a reação de Kelly. Ele só não sabia como abordar a esposa. Então pensou em fazer isso num momento em que ela estivesse bem relaxada, ou seja, após uma tórrida noite de amor.

Três noites depois, a casa estava quieta. Katie dormia no quarto dela com o elefante de pelúcia apertado contra o peito, sua imensa orelha cobrindo seu delicado rostinho. Jerry e Kelly já estavam no quarto do casal, ela preparando-se para dormir, ele para dar um passo definitivo em seu relacionamento.

E partiu dele a iniciativa. Mal sabia Kelly que, naquela noite, mais do que prazeres mundanos estariam em jogo.

[CONTINUANDO]

Ele a puxou de surpresa para perto, mas sem pressa ou violência, apenas como quem teme que o momento se quebre se for apressado demais. Beijou a testa, a ponta do nariz, a curva da boca. A mão desceu pelo pescoço, abriu o robe de cetim e encontrou a pele quente por baixo. Kelly começou a tremer com aquela inesperada iniciativa, mas gostou e se deixou levar.

Ele beijou o vale entre os seios, o ventre ainda plano onde o segredo crescia em silêncio. Depois ajoelhou-se à frente dela, puxou-a para a beira da cama, deitando-a de barriga para cima. Abriu suas pernas com uma delicadeza que contrastava com a urgência que vinha dentro de si. Enterrou o rosto entre as coxas dela:

- A-Aiiiiiii! – Gemeu Kelly, agarrando-se aos cabelos dele.

A língua era devagar e faminta ao mesmo tempo, traçando círculos no clitóris, chupando com uma pressão calculada, descendo até o centro úmido e voltando. Kelly arqueou as costas, os dedos enterrados no cabelo dele, os gemidos baixos e contidos por causa da filha que dormia do outro lado do corredor. Quando ela estava no limite, o corpo já tremendo, Jerry parou, subiu lentamente o corpo dela e a penetrou com uma lentidão programada, olhando nos olhos dela o tempo todo, como se quisesse gravar aquela imagem, torcendo para não ser a última:

- Eu te amo. - Murmurou contra a boca dela: - Eu te quero. Sempre. Só você.

Kelly gemeu alto, as unhas cravadas nas costas dele, tendo um orgasmo inesperado. Jerry ficou admirando a esposa enquanto ela respirava com gemidos entremeados. Logo, eles passaram a se mover juntos, primeiro sem pressa, depois com uma urgência crescente. Ele a virou de lado, levantou uma das pernas dela e voltou a entrar fundo, beijando o ombro, a nuca, a orelha, sussurrando palavras baixas que se perdiam entre a respiração. Quando sentiu que ela estava perto de novo, deslizou a mão entre os corpos e estimulou o clitóris no mesmo ritmo das estocadas. Kelly gozou novamente, o corpo inteiro tremendo, um gemido abafado no próprio pulso. Jerry a seguiu pouco depois, enterrado nela até o fim, e tendo um grande orgasmo, longo e silencioso, os braços apertando-a contra o peito como se pudesse fundir os dois corpos.

Depois, ainda ofegantes, ele a puxou para si. Os dedos traçavam círculos distraídos na pele quente dela. O silêncio confortável era rompido apenas pelas respirações e quase inaudíveis risadinhas que ela exprimia. Até que Jerry falou, a voz baixa, rouca de cansaço e de coragem:

- Eu queria te propor uma coisa...

Kelly ergueu a cabeça, os olhos de mormaço, ainda meio sonolenta de prazer, os cabelos grudados na testa:

- Faço!

- Como?

- Faço o que você quiser.

- Cuidado, hein!?

Ela o encarou mais séria e deu um sorriso malicioso:

- Ui! Agora fiquei arrepiada. Do que se trata?

Ele respirou fundo, o peito subindo e descendo próximo ao rosto dela:

- Enquanto a gente espera o prazo para fazer o exame de DNA, eu... queria... é... queria te dar liberdade.

- Ué!? E eu já não tenho? – Retrucou ela, sorrindo e balançando as pernas, curiosa.

- É. Sim e não. A liberdade de que eu estou falando, para se encontrar com o Chuck, ainda não...

Kelly parou de balançar os pés de imediato e arregalou os olhos, encarando o marido. Levantou ainda mais a cabeça, sua testa se franziu e ela perguntou:

- Co-Como é que... é!?

- É, ué!? Uma liberdade para... Assim... Alguns dias na semana. De forma discreta, sem mentiras para mim, com total liberdade para fazerem o que quiserem. Eu não quero regras sobre o que pode ou não acontecer entre vocês. Eu só quero que, no final, quando o resultado sair, você escolha de verdade, com o coração e alma. Sem dúvida. Sem um “e se eu tivesse tentado”. Entendeu?

Kelly ficou imóvel, boquiaberta. Praticamente nem piscava, como se tivesse sido congelada no tempo com uma proposta que demorava a encontrar sentido dentro dela. A respiração acelerou. Ela se sentou na cama, puxando o lençol contra o peito, o corpo ainda suado pelo sexo de minutos atrás:

- Você… tá falando sério?

- Estou. Eu pensei nisso por dias, até conversei com a Laura. Eu não aguento mais viver com a sensação de que sou uma segunda opção para você e de que estou segurando você à força. Se você ainda precisa dele de alguma forma, eu prefiro que você descubra isso e vá. Mas que se voltar, que volte inteira. Não porque eu te impeço de ir.

O silêncio que se seguiu foi longo e pesado. Kelly ficou pálida, balançou a cabeça várias vezes, negando, como quem tenta afastar uma ideia impossível de ser processada de uma só vez. Quando finalmente falou, a voz saiu trêmula:

- Jerry, isso é… Eu não sei o que dizer. Eu preciso pensar. Eu... Eu preciso falar com a Laura. Eu nem sei se quero isso!

- Tenha todo o tempo do mundo, mas não ultrapasse o do resultado do exame de DNA. É só o que eu te peço.

Dois dias depois, Kelly estava sentada no mesmo sofá do consultório da Dra. Laura Mitchell. Os olhos ainda carregavam o choque da proposta. As mãos apertavam uma à outra no colo com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. Laura ouviu ela repetir a proposta do marido, que Kelly dizia julgar absurda, ou até mesmo que Jerry pudesse estar louco. Ouviu todo o relato sem interromper, apenas assentindo de vez em quando, o caderno aberto sobre o joelho:

- Ele propôs isso de verdade! - Repetiu Kelly, pela segunda vez, a voz ainda descrente: - Liberar para eu ter um caso com o Chuck. O Chuck!? Tudo bem que é enquanto esperamos o exame, mas... é o Chuck! Para eu decidir sem nenhuma dúvida sobre ele e o Chuck, Laura. Isso não é loucura?

Laura fechou o caderno com cuidado e ergueu o olhar. Não respondeu de imediato a pergunta de Kelly, pois ela já sabia a resposta ouvida da pouca de seu professor. Ainda assim, conduziu a sessão:

- E o que você sentiu ao ouvir a proposta?

- Eu!? Ué! Medo. Surpresa. Alívio. Culpa. Desejo. Tudo ao mesmo tempo. Eu nunca esperaria isso dele. Até o divórcio eu cheguei a imaginar que ele pudesse me pedir, mas abrir a porta daquele jeito, isso nunca!

A terapeuta falou com a calma habitual, mas havia uma seriedade extra na voz:

- A proposta de Jerry, pelo que ele me trouxe nas sessões individuais, não nasceu de liberalidade repentina nem de indiferença, Kelly. Nasceu de uma exaustão profunda e de um cálculo doloroso. Ele analisou os riscos com uma clareza que me surpreendeu. Sabe que pode perder você. Sabe que o Chuck pode reocupar um espaço que ele não gostaria de dividir. Sabe que a dinâmica com a Katie pode se abalar. Mesmo assim, escolheu arriscar a verdade em vez de continuar numa prisão emocional de incerteza decorrente de controle. Isso denota uma maturidade difícil de alcançar. E também um amor que, neste momento, prefere a dar liberdade à manter uma posse.

Kelly apertou ainda mais as mãos trêmula, segurando-as entre os joelhos:

- E os riscos, Laura? Porque eu sinto que qualquer passo errado que eu der, destrói todo mundo.

- Os riscos existem e são grandes, mas não são de destruição exatamente. Eu prefiro dizer que é de clareamento de sentimentos. Você pode se reaproximar de Chuck de um jeito que não tem volta? Pode! Jerry pode descobrir, no meio do processo, que não aguenta a realidade do acordo? Pode! A criança que está a caminho pode nascer no meio de uma estrutura ainda mais frágil? Pode! Mas ele está consciente disso. O que ele concluiu surpreendentemente, é que a alternativa de continuar no limbo da dúvida, da culpa e das meias-verdades, também está destruindo vocês, só que de forma mais lenta e silenciosa. A proposta dele, por mais incomum e arriscada que seja, tenta criar um espaço de honestidade até que a verdade biológica do exame se revele e você possa ter substratos suficientes para tomar uma escolha emocional realmente definitiva.

Kelly baixou a cabeça. Uma lágrima escapou e caiu sobre as mãos entrelaçadas. Quando falou, a voz estava quase sem som:

- Ou seja, tudo passa por mim. Eu sou a culpada de tudo no final.

Laura colocou seu caderno de anotações de lado e se inclinou, tocando as mãos de Kelly, um contato incomum numa terapia:

- O destino foi o culpado de criar duas rotas. Você só está tendo a chance de decidir por qual seguir. Alguém sairá machucado, inevitavelmente... Mas se você agir com honestidade com os dois, a chance de recuperação é imensa.

- Eu não sei se sou capaz de fazer isso, Laura. Não quero machucar mais ninguém.

Laura se recostou novamente e esperou alguns segundos antes de responder:

- Você não precisa decidir hoje, nem amanhã. Mas precisa reconhecer que a porta que ele abriu é, no mínimo, uma tentativa de não repetir os mesmos erros de silêncio e omissão que trouxeram vocês até este momento. O que você fará com essa porta, atravessá-la ou fechá-la, só você pode responder. E só depois de olhar para dentro de si mesma com a mesma honestidade que ele está tentando oferecer.

Quando Kelly saiu do consultório, o sol da tarde batia na calçada de forma impiedosa. Ela parou na frente do carro, as chaves apertadas na mão, e ficou olhando o reflexo distorcido de si mesma no vidro do para-brisa. Pela primeira vez em muitas semanas, a pergunta que martelava dentro dela não era apenas “de quem é o bebê?”. Era outra, mais ampla e mais assustadora: “Quem eu sou capaz de escolher quando ninguém mais me impede?”.”

O trajeto até em casa passou em branco. Ela mal registrou os semáforos, o trânsito, o som do rádio ligado em volume baixo. Ao estacionar na garagem, ficou alguns minutos dentro do carro com as mãos no volante, respirando fundo. A casa estava quieta. Katie ainda devia estar na escola. Jerry só chegaria no final da tarde.

Kelly entrou, largou a bolsa sobre a bancada e ficou parada no meio da cozinha. A proposta de Jerry ecoava com uma clareza quase cruel. Liberdade. Mas... para encontros com Chuck!? Para uma escolha verdadeira no final. Tudo o que ela, em algum momento obscuro, talvez tivesse desejado em silêncio, agora estava sendo oferecido de forma explícita. E o peso disso era maior do que ela havia imaginado. Sentia-se pequena para tal desafio.

Ela tentou ocupar as mãos. Limpou a pia que já estava limpa. Organizou a louça. Dobrou um pano de prato duas vezes. Nada dissolvia a sensação de que o chão não era mais tão firme como antes.

Quando Jerry chegou com Katie, mais cedo do que o habitual, encontrou-a sentada à mesa da cozinha, as mãos em torno de uma xícara de chá que já esfriara. Ele percebeu imediatamente o estado dela. Largou a pasta na poltrona e se aproximou com cautela:

- Você falou com a Laura.

Não era uma pergunta. Kelly apenas assentiu, sem levantar os olhos de imediato. Ele insistiu:

- E?

Ela respirou fundo, ainda olhando a xícara:

- Eu pensei que você tivesse enlouquecido. Mas ela não achou isso. Disse que a proposta nasceu de exaustão e de um cálculo doloroso, que você analisou os riscos e que prefere uma verdade mesmo que seja dolorosa.

Jerry pediu para Katie guardar suas coisas no quarto e puxou a cadeira à frente dela e se sentou. Ficou em silêncio, esperando. Kelly finalmente ergueu o olhar. Os olhos estavam cansados, mas lúcidos:

- Eu estou com medo, Jerry. Medo de aceitar e destruir o que ainda temos. Medo de recusar e passar o resto da vida me perguntando se eu teria escolhido diferente. Medo de magoar você de um jeito que não tem conserto. Medo de me reaproximar do Chuck e descobrir que o que sinto por ele ainda é forte demais. Medo de descobrir que não é.

Jerry concordou com um discreto aceno de cabeça. Manteve a voz baixa:

- Eu também estou com medo. Mas eu prefiro esse medo do que continuar fingindo que a gente consegue apagar o que aconteceu só com esforço e terapia. Eu só quero uma certeza, Kelly. Só isso.

Kelly passou a mão pelo rosto:

- Tá. Não vou dizer que aceito. Mas, supondo que eu aceite, como seria isso, na prática? Você já pensou nisso?

- Já. – Jerry pegou a xícara dela e foi até a cafeteira, trazendo outra agora fumegante para ambos: - Não quero impor uma forma definitiva. Isso tem que ser da forma mais confortável para você e ele. Não podem ser muitos dias na semana para a Katie não desconfiar. Aliás, se puder ser durante o horário escolar, seria perfeito.

- Dormir lá, nem pensar?...

- Talvez uma vez ou outra, mas desde que seja bem explicado para a Katie. Eu só quero transparência. Você avisa quando for sair e quando pretende voltar. Nada de mentiras. A Katie é minha maior preocupação. Então, por favor, nada de cenas públicas. E no dia seguinte ao que sair o resultado do DNA, você escolhe. De forma clara. Sem “vamos ver”. Sem ficar no meio.

- E se eu me envolver de novo com ele? Digo... emocionalmente?

Jerry demorou um segundo para responder essa. Aproveitou para tomar uma boa golada do café. Desviou o olhar por um segundo e a encarou:

- O problema é que você ainda está envolvida emocionalmente com ele, Kelly. Não fosse isso, já o teria descartado. Aliás, não fosse isso, nem teria transado com ele. – Jerry fez uma pausa, notando que Kelly não havia reagido negativamente: - Lembra do Mike, aquele seu colega de faculdade que tentou se aproximar de você? Você nem titubeou para mandá-lo embora. O problema não é outro homem, é o Chuck.

- Eu sei... Acho que você tem razão. Mas tenho medo de fraquejar novamente...

- Estou te dando a liberdade de fazer o que quiser com ele. Converse. Interaja. Brinque de casinha. Transe novamente. Eu não estou oferecendo isso porque acho que vai ser fácil. Estou oferecendo porque não aguento mais ser uma prisão para você, uma... uma segunda opção.

Kelly o peso de suas palavras. Baixou os olhos para as próprias mãos. Pegou a xícara das mãos dele e tomou um gole também:

- Eu preciso de alguns dias. Só para… pensar. Não quero decidir no meio do choque, de cabeça quente.

- Sem problemas. Eu não estou cobrando resposta agora. Só preciso que você saiba que a porta está aberta de verdade. Não é um teste, nem uma armadilha. Quero apenas que você decida sem deixar nenhuma dúvida para trás. É... É o que eu consigo oferecer neste momento.

Eles ficaram sentados em silêncio por um tempo longo. A casa ao redor parecia maior. Do lado de fora, o dia começava a escurecer.

Logo o silêncio terminou com o retorno de Katie. A rotina tinha que seguir. Mais tarde, jantaram como se a normalidade ainda fosse possível. Kelly riu das histórias da filha. Jerry ajudou a arrumar a mesa. Os gestos eram cuidadosos, demais até, quase cerimoniais. Quando a menina dormiu, os dois se recolheram ao quarto, mas não havia clima para sexo. Apenas uma proximidade de corpos sob o mesmo lençol e o peso de uma decisão que ainda não tinha sido tomada.

Nas duas noites seguintes, Kelly dormiu mal. Acordava de madrugada e ficava olhando o teto. Às vezes ia até a cozinha e bebia água só para ter o que fazer com as mãos. A proposta não saía da cabeça. Em determinados momentos, ela sentia um alívio quase vergonhoso: a possibilidade de ver Chuck sem mentira, sem furtividade, sem a culpa imediata de estar enganando Jerry. Em outros, o pavor a apertava a ponto de doer o peito: e se ela fosse e não quisesse voltar? E se voltasse e descobrisse que tinha magoado Jerry de forma irreparável? E se ela decidisse por Jerry, mas o exame dissesse que o bebê era de Chuck?

No terceiro dia, no final da tarde, enquanto Katie fazia lição de casa na mesa da sala, Kelly parou atrás da cadeira de Jerry, que revisava uns documentos do consultório. Hesitou alguns segundos. Depois falou, a voz baixa o suficiente para a filha não ouvir:

- Eu ainda não tenho a resposta final. Mas… eu estou considerando. De verdade.

Jerry ergueu o olhar. Não sorriu. Apenas assentiu uma vez, devagar:

- Tudo bem. Quando tiver, a gente conversa.

Kelly ficou ali mais um instante, a mão apoiada no encosto da cadeira dele. Depois se afastou e foi ajudar a filha com a lição, o coração batendo mais forte do que gostaria de admitir.

À noite, após a filha dormir, ela perguntou:

- E se o Chuck não concordar?

- É um direito dele. Se ele não aceitar meia Kelly, você terá que decidir se aceita se entregar inteira para ele de vez, ou ficar apenas comigo.

Kelly concordou, sentindo um estranho rubor na face:

- Tem certeza do que está me propondo? Não é mesmo uma armadilha?

- Juro que não.

- Eu não sei se quero transar com o Chuck... Mas conversar poderia ser interessante.

- Faça o que tiver vontade. Não vou me opor a nada. Só não nos exponha em público, por favor.

Kelly respirou profundamente e encarou o marido:

- Tá. Eu topo conversar com ele... Mais do que isso, acho que não.

- A decisão é sua. Ela será sempre sua.

Kelly concordou com um meneio de cabeça:

- Eu não sei como falar com ele.

- Quer que eu fale?

- Você!?

- É.

- Você faria isso?

- Apesar de ser o cúmulo da cornitude da minha parte, acho que faria.

- Credo, Jerry! Eu só estava pensando... E se fizéssemos juntos? Uma conversa aO que você achar melhor...

À noite, na cama, Kelly mandou uma mensagem para Chuck:

Kelly – “Boa noite. Preciso conversar com você, pessoalmente.”

Chuck não demorou mais que segundos para responder:

Chuck – “Boa noite. Jerry sabe que estamos conversando?”

Kelly ficou surpresa e mostrou a tela do celular para o marido que via um vídeo qualquer no Youtube. Ele a encarou:

- Então... você decidiu?

- Sim. Vou conversar com o Chuck para tentar entender o que acontece. Só isso.

Jerry concordou com um movimento de cabeça:

- Então, responda.

Kelly digitou:

Kelly – “Sim, ele sabe. Também participará da conversa.”

Chuck – “Ok. Que dia, horas e onde?”

Kelly olhou para o marido, que agora a olhava também com uma expressão cansada:

- Ele quer saber quando e onde?

- Que tal aqui, no horário do almoço?

Kelly repetiu a sugestão na mensagem para Chuck que respondeu rapidamente:

Chuck – “Ok. Estarei aí.”

Kelly se despediu formalmente e olhou o marido que também a observava em silêncio. Ela se sentiu fraca, feia, cansada. Procurou o peito dele, e foi recebida com um abraço e uma frase derradeira:

- É melhor assim.

A porta estava aberta e Kelly ainda titubeava em atravessá-la. Tinha medo de estar caindo numa armadilha do próprio coração. Tinha medo de ir e não voltar. Mas, pela primeira vez desde o retorno de Chuck, sabia que não estaria mentindo, e pretendia honrar essa confiança. Conseguiria?

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Este conto recebeu 57 estrelas.
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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 413Seguidores: 790Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Será que vai rolar entre a Kelly e Chuck??

💯💯💯⭐⭐⭐

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Pena que ando sem tempo de acompanhar a resenha, só agora consegui ler o final do 19 e já tem o 20, que nem comecei ainda!!!

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Vamos ver até onde nosso Mark vai, muito estranha a atitude de Jerry, pois vejamos, em Jornada, no caso do Mark e da Nanda, mesmo sendo liberais, quando Mark propôs a ela interagir intimamente com o Rick, todos aqui fomos contra. Imagina no caso presente de um casal tradicional, fica muito complicado, não bate com o perfil do Jerry este tipo de proposta.

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Acreditem , não é o esposo q vai surtar

Ja dei dica demais hoje 🫣

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Vamos aguardar amigo Doda!!

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Mano Ramsés , de verdade ?

A Nanda cantou a bola pra Vcs que não perceberam rs .

Primeiro e segundo capítulo, reparem quando o bola de vôlei parou de ir pra casa do marido que a mulher ficava abrindo a tela do celular , nao brincava com a filha ... olhava a janela etc etc etc .

Prestem atenção nos primeiro e segundo capitulo .

O mineiro ja deu 6 voltas em Vcs kkkkk

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Irmao Dodinha!

Eu vou esperar agora para ver o andamento desse conto com todo o carinho e atenção.

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Em você ele não precisa dar volta, já é todo enrolado, não fala lé com cré kkkkkkkkkkk

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Salve mano Sensa VV , olha oque escrevi sobre a proposta rs .

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Desde o terceiro capítulo eu disse sobre a "proposta" e os meus irmaos do FUCDC deram risada .

Calma pessoal , não se afobem rs

O mineiro deve estar rindo demais rs

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Mark piorar ainda mais pro Jerry? Coitado, vai surta.

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Boa tarde Zé Luiz, o Jerry já surtou, nenhum monogâmico em sã consciência faria uma proposta nesse sentido, ou realmente ele sempre foi liberal e enganou todo Mundo, não há outra opção. Surtado ou liberal desde sempre, não há outra alternativa de interpretação para o Jerry nesse momento.

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Surtado só nesse momento que ele percebeu que perdeu.

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Ele sempre foi centrado , mas a possibilidade de o Chuck ser o Pai da criança desequilibrou ele totalmente.

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Pode ser que a Dra Laura não tenha percebido a verdadeira extensão desse desequilíbrio.

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É uma mudança muito grande no perfil de um personagem, um cara foi traído não gostou, não mostrou perfil de corno, quiz separar da esposa, diz que a ama e não quer perde-la, derrepente resolve liberar a esposa para se relacionar com outro que já esteve com ela e que está tentando tira-la dele, só pra ela decidir com quem quer ficar, é um jogo de bem me quer, mal me quer, se isso não beira a loucura e irracionalidade, não sei de mais nada. Outro ponto importante nesse dividida da Kelly, é que nessa vida, abaixo de Deus, não existe certeza de nada, portanto ela deve fazer a escolha, se manter fiel a essa escolha e seguir em frente, no casamento não existe uma certeza que vai dar certo, o que existe ali, é um propósito que fiz e, quero ser fiel a ele e que todas as manhãs ao levar reafirmo meu propósito e sigo em frente, até o dia que der certo, se não der mais, pego meus panos e desocupo o beco. Essa indecisão da Kelly já mostra claramente pro Jerry: o que ele quer e exige em um relacionamento e o que ela esta oferecendo não serve mais, não satisfaz mais seus anseios, ele dá tudo e recebe metade, e no amor não se vive de migalhas, é tudo ou nada. E se ela voltar, jamais vai voltar inteira, se ela tivesse a capacidade, que ninguém tem, de se envolver com Chuck que tem afinidades e após várias trepadas escolher o Jerry, ficará a sombra entre os dois, se a escolha foi a melhor, se realmente era isso que ela queria, e o Jerry não apagaria essa mancha da traição. Portanto mais uma vez, Jerry: já deu o que tinha que dar, um filho não segura casamento, segue sua vida, arranje outra que te ofereça o que você busca e seja feliz.

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Pode ser isso tbm...a tag terror pode se referir a Jerry perder o juizo?

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Dele perder o juízo eu não sei, mas vale lembrar que alguns capítulos atrás a Kelly frisou numa conversa que ele estaria "vermelho, nervoso" e também a Dra. Laura que também frisa que ele possa não aguentar o processo que ele mesmo propôs. As vezes um coração cheio de amor, misturado com outro sentimento, pode não suportar o baque.

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Dra Sardentinha tbm se preocupou muito com o Jerry. É verdade!!

Se tivermos "terror" ele é um forte candidato a espanar. Pois agora é ele que esta perdendo tudo! Para um cara super controlado como ele, sua vida virou de ponta cabeça.

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Acompanho o relator e em relação a terror, os 4 anos de vida do BA na ilha foram um terror e agora a vida do Jerry está um terror e como o Mark sinalizou pode piorar e muito ao ponto do Jerry colapsar de vez e espero que dentro disso haja uma recuperação para ele.

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Calma, gente!

Vocês estão muito hiperfocados.

Acho que tem leitor aqui se esbaldando num certo "cafezin", esquecendo que não é qualquer um que dá conta de beber naquelas águas mornas...

Fiquem calmos. O conto ainda não acabou. E ainda vai piorar antes de acabar.

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Já sei! Tem a Tag terror.

Chuck vai ficar insano.

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É o Wilson que vai enlouquecer, na realidade BA é a Bola Assassina.

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É o seguinte...o leitor beberrão de "cafezin" acho que sou eu mas tbm pode ser vc! Sendo assim vamos colocar a carapuça e fazer o FUCDC funcionar.

Sempre achei que Chuck pudesse ficar neurótico e com esse lance de novo de vai piorar antes de acabar acho que é o Jerry que vai se quebrar inteiro mentalmente e vai barbarizar.

Só acho...

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Eu tô seguindo o conselho do Mark e cortei o cafezin de águas Mornas, só que uma das consequências da abstinência, quem vem que nem relâmpago, é a perda de inspiração para falar bobagens e mais ainda para falar sério, vou esperar o efeito da abstinência passar para ver se volto ao "normal".

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Kkkkkkkkkkl eu amo vocês lkkkkkkkk

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Agora só café normal! Abolido os outros tipos.

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Mas o cafézinho normal tbm é inspirador meu Presidente. Começamos o FUCDC no Kayrosk com ele lembra?

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Sim, mas a abstinência do Cafezin é forte. Kkkkkk

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Falando em inspiração, lembrei de 3 passagens do Céu e o Inferno. Depois me chama na Musa Manú.

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E eis que nasce mais um corno manso disfarçado de bom samaritano . Mais um para o reduto dos cornos de plantão.

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Jerry gosta fazer o quê, mas pelo menos foi bem elaborado não foi não?????

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Na minha humilde opinião o Mark mandou mal no desenvolvimento do Jerry, analisando o Jerry dos primeiros capitulos e esse que além de ''ceder'' a esposa, ainda faz o meio de campo convencendo e conversando com ambos, parecem duas pessoas TOTALMENTE distintas. Fora isso a qualidade de texto, como sempre, é impecavel.

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Era tesão de Corno Manso guardado no Cofre a Sete Chaves, tem muitas pessoas guardando muitas Sentimentos e Sensações Humanas no Armário, as vezes por toda a vida, mas não quer dizer que SEMPRE estiveram lá, no subconscientemente acessível, não estou dizendo que todos sejam assim, teoria recorrente mas totalmente equivocada, mas tem uma parcela de seres humanos que tem os mais diversos Fetiches guardados dentro de si, pelos mais diversos motivos.

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Para mum, só faz sentido o Jerry participar dessa conversa para expor a sua proposta para o Chuck. E mesmo assim, em uma situação constrangedora.

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Me ocorreu uma parada que talvez pudesse resolver a situação de uma vez a favor do Jerry.

Imaginem que eles vão conversar com o Chuck e o Chuck diz que isso é maluquice e que nunca aceitaria uma parada assim. Ao passo que o próprio Jerry, ferido e destruído, tenta convencê-lo de que isso seria o melhor pra Kelly. PRA KELLY. Não pra ele.

Nesse momento, ela, Kelly, percebe que mesmo se ferindo, Jerry ainda luta pelo amor e pela felicidade dela e nesse momento ela percebe que durante todo essa loucura, foi com ele que ela sempre se preocupou, pra ele que ela sempre quis voltar... Seria uma conversa só e os dois poderiam se resolver... Sei lá, eu torço por finais felizes e ainda mais quando gosto do personagem...

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A única coisa que eu achei estranho é o Jerry participar dessa conversa inicial com o Chuck.

Veja bem, se o casal estivesse escolhendo iniciar uma vida libera eu entenderia, seria o correto. Mas não é esse o caso.

Por mais companheiro que o Jerry esteja sendo, a sensação que eu tenho da participação do marido nesse caso é de pura entrega.

E Jerry nao quer entrega-la, ele quer dar a ela a liberdade de escolha, e liberdade de escolha e entrega sao oisas diferentes.

Acho que quanto menor a interação entre Jerry e Chuck melhor. Vamos ver o que Mark nos reserva.

Sobre Chuck, se ele aceitar e deveria aceitar, ele deve fazer de tudo para reconquistar a Kelly, é a oportunidade que ele tanto pediu então ele nao deveria ser bonzinho com o Jerry, se o Jerry quer ser bonzinho com o Chuck, problema é do Jerry.

No amor e na guerra...

Sobre a Kelly, situação dificil e escolha dificil. O mínimo que ela deve fazer é manter o respeito. Tem coisas e situações que ela nao precisa levar de um para outro.

Que venha a conversa e a interação...

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Então na sua visão Kelly deve ficar de lado analisando qual o melhor caminho para ela enquanto Jerry e Chuck jogam sujo um com o outro?

No amor e na guerra...

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Vai ser escrotão o que vou dizer mas acho que o próprio Chuck, pelo que aconteceu nesse episódio, não concordaria se fosse diferente. Pra tudo que ele tá fazendo, ele precisa da validação do Jerry. Então por mais escrota que possa ser essa conversa inicial, não seria diferente.

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Jerry tem tesão de Corno, ele enganou todo Mundo kkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkk

Vamos esculhambar o Jerry agora!!! To dentro!!!

Tudo começou naquela cadeira de dentista antes do acidente. Jerry só casou com Kelly para manter a lembrança de Chuck viva em seu coração.

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Já vi aonde isso vai dar,ele vai sentir o famoso tesão de corno e deixar ela dar pro Chuck quando quiser, ela vai virar uma dona Flor só que com o amante vivo

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Jerry, enquanto fazia amor com a esposa. Antes da proposta.

"- Eu te amo. - Murmurou contra a boca dela: - Eu te quero. Sempre. Só você."

Kelly pensando, depois da proposta.

"Nas duas noites seguintes, Kelly dormiu mal. Acordava de madrugada e ficava olhando o teto. Às vezes ia até a cozinha e bebia água só para ter o que fazer com as mãos. A proposta não saía da cabeça. Em determinados momentos, ela sentia um alívio quase vergonhoso: a possibilidade de ver Chuck sem mentira, sem furtividade, sem a culpa imediata de estar enganando Jerry. Em outros, o pavor a apertava a ponto de doer o peito: e se ela fosse e não quisesse voltar?"

O alívio de Kelly responde a questão.

Jerry, como Wilson, foi útil, mas vai acabar como enfeite de prateleira.

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Concordo, digo mais com essa proposta do Jerry a solidez de casinha de madeira virou uma choupana de Palha, em analogia ao clássico Os Três Porquinhos . A Kelly se aconselhar com a mesma terapeuta que "orientou" ou "aprovou" essa proposta do Jerry é praticamente um conflito de interesses, pois a decisão da terapeuta já estava tomada antes mesmo da Kelly expor o problema, a Dra. Sardentinha deveria ter encaminhado a Kelly para um colega de profissão que estivesse totalmente neutro para expor seu entendimento, sem nenhum viés pré estabelecido de aceitação ou negação à proposta sem propósito.

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É isso meu Presidente.

O meu foco esta agora nessa Sardentinha criminosa.

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Eu falo desde o primeiro capitulo. O Jerry foi apenas uma muleta que agora não tem mais utilidade.

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Mesmo perdido, mesmo destruído, mesmo desfeito... O Jerry continua amando e dando espaço pra que a Kelly avalie, experimente e decida. De verdade... Eu tenho uma profunda admiração pelo Jerry. Jamais teria estômago pra proposta que ele fez. Apostou muito alto em um jogo claramente viciado, mas um amor desses, bicho... Tomara que ele consiga achar outra pessoa a quem ele possa transferir esse sentimento e que seja recíproco.

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Só consigo chegar a uma conclusão, o Jerry enganou a todo mundo, inclusive a ele mesmo, ele é Corno Manso. Olha essa diálogo deles:

- Eu não sei como falar com ele.

- Quer que eu fale?

- Você!?

- É.

- Você faria isso?

- Apesar de ser o cúmulo da cornitude da minha parte, acho que faria.

Com essa conversa, chego a conclusão que o Jerry guardou seu tesão de Corno no Armário não, guardou no Fort Knox, mas SEMPRE esteve lá, isso explica tudo, o subconscientemente dele tem mostrado isso, a Kelly pode não ter afastado o Chuck de vez, mas o Jerry sempre o manteve por perto com ações paralelas.

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Mas e Chuck, ele seria um corno manso do Jerry?

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Falo isso desde o início, na cabeça do Chuck o tempo não passou de forma objetiva, tudo foi relativo, no fundo de seu entendimento o Jerry que é o Talarico, foi o Jerry que roubou a esposa dele, afinal o tempo congelou para o Chuck, quando ele voltou, o amor e com ele o sentimento de posse estava mais forte do que nunca, no conto ainda não foi explorada a fundo essa condição psicoemocional, até porque seria até uma retórica emocional fatal para a decisão dos leitores, o que não é a intenção do Sapiente Autor.

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Acho que o Mark espertamente deixou dois caminhos em aberto através da Kelly.

Chuck e Kelly se envolvem sexualmente ou Chuck e Kelly se resolvem na conversa.

E Jerry esta em stand bye.

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Assim como o Chuck esteve em stand by até agora, a não ser na traição inexplicável, que só aconteceu para enlouquecer a cabeça de quem lê, pois já tinha elementos o bastante para dar nó na cabeça, mas o Mark usou magistralmente o imponderável de uma ressuscitação física e amorosa, para deixar a cabeça dos leitores assim, desse jeito que tá no Fórum kkkkkkkkkkkkkkk

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Mark ta sendo genial!

Estamos a beira de um ataque de nervos!!!

Veja o meu caso...eu quero muito a cabeça da doceira Sardentinha!! hahaha

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Foi bola fora do Mentor dela também, a primeira entre tantas bolas dentro, mas dizem que nem Deus é perfeito, pois fez os humanos a sua imagem e semelhança, mas com Livre Arbítrio. Kkkkkkkkkkkk foi mal não resisti kkkkkkkkkkkkkkkk

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O Mentor tomou um cafézinho estragado! Deu dor de barriga mental.

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Tem isso de cafezin estragado em Minas, isso é para ele aprender a parar de tomar café de cápsulas e voltar para o pó coado em água quase fervente, de preferência coador de pano, conforme faço para mim até hoje desde os tempos minha vozinha fazendo cafe, faço do mesmo jeitinho, mesmo tentando modernizar em diversas ocasiões, sempre volto para a tradição tem um gosto mágico.

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E ele tem a opção de tomar o café Fofocaliptico simples ou o TurboNanda!

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Vacilou mesmo então kkkkkkk

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Essa Sardentinha é tão ruim de serviço que ela deixou o Papai Noel ruim na fita!

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Kkkkkkkkkkkk mas ele é o Mentor, não inverta papéis com sua passionalidade kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Nossa Sensatez!!

Eu é que não vou entrar nesse assunto não!

O Papai Noel é que nem a mijada do Demonio na Mejerinha. É sagrado e divino.

Deixa ele quieto lá no Sul de MG.

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Quem mandou ele se juntar com a Dra. Sardentinha kkkkkkkkkkkkkk

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Muda de assunto!! Se nossa Musa prestar atenção nessa conversa estamos ferrados!!

Vamos focar só na Sardentinha cheia de doces na cabeça mesmo!

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Para falar a verdade vamos continuar. Acho que foi a PSP e o Cortez Gaiolinha que fizeram o Papai Noel começar a bater os pinos!

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Kkkkkkkkkkkkkkk depois disso, pode ser, afinal afinal, kkkkkkkkkk

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É um Show de Horrores!!!

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Tadinho dele. Ele foi "exposto" a situações muito pesadas e loucas ultimamente!

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Eu jamais em tempo algum ficaria disputando o amor de alguém por mim.

A partir do momento que visse que a pessoa que eu amo e desejo está em dúvida entre eu e outra pessoa, automaticamente me retiraria e dissipava essa dúvida de vez e deixaria ela completamente livre.

🌟🌟🌟

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Somos dois!!

Amigo Kiquinho, essa proposta não tem pé nem cabeça. É temerária para todos os envolvidos, no mínimo!

Minha torcida total é para que o sujeito que ficou 4 anos sozinho e isolado em uma Ilha deserta seja o adulto nesse sala!

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E que esse casal procure um novo terapeuta. Quer dizer, ex casal porque esse casamento acabou!

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Sendo um sujeito analítico e prático como todo grande empresário precisa ser, esse seria um caminho descente e coerente a ser tomado por ele.

Penso que ele deveria apenas esperar a confirmação da paternidade e se por acaso não for dele, simplesmente partir e deixar a familha em paz mesmo que tenham que aprender a viver com seus fantasmas(no caso ele) pois ele onde quer que vá vai carregar os dele.

Porque ele tem a certeza de que se o filho for dele quem vai se retirar sem pensar duas vezes será o Jerry e em ambas as situações todos irão carregar seus fantasmas.

Portanto essa dela ficar com os dois no momento não muda nada e é extremamente desnecessária

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Jeery precisar de uma certeza é compreensível.

Kelly precisar depurar esse sentimento de uma vez por todas é compreensível também.

Mas a orientção da terapeuta é totalmente temerária para todos os envolvidos. Ela não conhece o Chuck. Ela não poderia de forma alguma concordar com esse caminho sem conhecer todos os envolvidos.

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Claro que muda, kikinho... Po, muda tudo. Se o filho for do Jerry, o fantasma do Chuck vai continuar. A diferença é que eles terão dois filhos e o pensamento da Kelly do "e se". O Jerry jogou certo, assumiu os riscos... Nenhum de nós faria isso mas a atitude dele, pra cabeça e pro coração foram acertadas. Ou eles se acertarão de vez, ou o castelo de areia desaba de uma vez...

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Sim, ele foi pro tudo ou nada é compreensível sim, mas eu não suportaria saber que ela foi passar a noite com ele seja lá para fazer qualquer coisa, até mesmo nada. Eu iria ter a paciência de esperar até o DNA e aí sim decidir pois pense bem, ela vai e fica esse tempo se relacionando com os dois e depois escolhe por um mas o DNA mostra que o filho é do outro. Te pergunto qual foi a utilidade desses encontros?

Já pensou que a merda pode ficar mais fedorenta do que já está?

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Agora eu não entendi uma coisa. Jerry vai aceitar o filho se ele for de Chuck?

Prazo para Kelly se decidir ele deu, o exame de DNA.

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É que ele deve estar se agarrando a possibilidade do filho ser dele e portanto que depois de saber disso ela se defina a favor dele, ou seja depois disso no imaginário dele o BA estaria eliminado de vez. Será?

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Bem... Eu assumi que, mesmo inconscientemente, o Jerry já admite criar o filho seja de quem for. Ele só quer a Kelly.

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A atitude do Jerry pode até ser correta, mas está fora de hora e contexto, para que essa urgência de expor a esposa grávida com toda a explosão hormonal de uma gravidez a um desafio desses, o que a Kelly precisa realmente durante a gravidez, é de apoio e sensação de segurança, tudo que essa proposta não traz, essa proposta sem propósito é oriunda de um homem ferido e desesperado, fazendo uma proposta egoísta e irresponsável nesse momento, mais tarde após o nascimento da criança, poderia se ter essa dinâmica e entregar a decisão para a Kelly, nesse momento é só uma proposta sem propósito.

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A gente nunca sabe o que se passa na cabeça do palhaço... Eu, de cara limpa, sóbrio... Vou sempre concordar com você, kikinho... Mas a gente nunca sabe o dia de amanhã...

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Essa seria a posição mais correta.

Porém nao renderia 19 capítulos de história

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"Converse. Interaja. Brinque de casinha."

Um verdadeiro show de horrores!

Um casal completamente perdido! Uma terapeuta que precisa urgentemente de tratamento. Tratamento não, ela precisa ser processada!!

"Alguém sairá machucado, inevitavelmente..."

Mestre Mark, to amando...sensacional!!!

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Pq show de horrores ? E onde a terapeuta esta errada ?

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Em tudo!

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A terapeuta não tem expertise nenhuma nesse caso especifico. Ela precisou de um conselho pois não compreendia os mecanismo dessa proposta de Jerry.

E esse caso envolve 3 pessoas. Ela só levou em consideração a situação de 2 deles. Ela não faz a menor ideia do que Chuck sente ou pensa.

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Entao é uma boa hora pra ela ganhar experiência.

Acredito sinceramente que na vida nao existe soluções práticas para problemas complexos e ninguém tem um guia ou manual de instrução para seguir.

Cada ser humano é único e encara a vida e seus problemas de forma diferente.

Existe aqueles que terminariam o relacionamento com a Kelly por achar que o ato de amar é exclusivo, e se a Kelly tem dúvidas, então ela nao ama nem Jerry e nem Chuck, como se o amor fosse algo simples e objetivo.

Existem aqueles que tratariam de bloquear e prender a Kelly, fazer dela um objeto de uso exclusivo, iguinorar todas as incertezas e medo dela e exigir dela adoração, amor e atenção exclusiva. Como se algo assim fosse possivel de se exigir de alguem.

Existem aqueles que se frustrariam, se colocariam como coitados, manipulariam a Kelly, ameaçariam ela de perder a filha e a vida maravilhosa que tem, ameaçariam ela com o uso da violência ou se colocariam em risco a fim de conseguir dela pelo menos o sentimento de dó, Existem vários homens assim, esse tipo pode ate ser a maioria.

Existem aqueles que poderiam pegar a Kelly e a filha e se mandar no mundo, começar tudo do zero e fingir que o passado nunca aconteceu. Viver uma ilusão.

Existem os que sao loucos como o Jerry, que a fim de obter uma verdade e uma certeza, deixam a pessoa testar se é aquilo mesmo que ela quer. É um risco alto que pode gerar muita dor.

Nao existe um caminho fácil para se decidir um problema como esse da historia.

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Simplesmente por uma prerrogativa que nunca deve ser deixada de lado,

abrir um casamento nunca vai ser uma terapia de casal, em hipótese alguma, como eu disse um casal deve dar esse passo por estar bem e não dar esse passo para ficar bem, o resultado invariavelmente é negativo se o casal não estiver 100% bem.

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O jogo começou, Kelly terá o direito de escolher,mas há uma pergunta a fazer,se ela for se apaixonar por inteira pelo Chuck e o filho for do Jerry,se depois ela escolher o Jerry e o filho for do Chuck como será.jerry vai ter a coragem de criar o filho do outro como ele mesmo disse que não aguentaria,e a filha como ficará neste jogo?

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Meu sensor cornofóbico alerta apenas para uma coisa: se uma das defesas das relações abertas é de que o sexo é uma coisa e o amor é outra, por que precisa que ela transe com o sujeito para tomar a decisão final de quem ela realmente ama?

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Bem... Quem falou de transar a princípio foi o Jerry. Ela disse que não quer mais transar mas que quer conversar com ele. A gente sabe que ela vai mas, no momento, ela só quer conversar

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Mas quem falou em relacao a berta nesse conto ?

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Até agora ninguém mas aposto que a Jelly iria adorar rsrsrsrs, juntar a fome com a vontade de comer. Mas os outros dois não tem isso com eles e o Jerry propôs isso momentaneamente porque está no desespero.

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Jerry ta parecendo aquele cara fodido de dinheiro que tem que alimentar sua família e só tem o cartão de crédito para usar e sabe que não vai conseguir pagar a fatura.

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Mas dentro da proposta, não seria só sexo, teria um convívio de passar dias e noites juntos numa dinâmica de casal Amoroso, tem idéia do potencial dessa proposta, para que seja vivida essa dinâmica com um Amor Confesso e Inacabado portanto Vívido e Longevo, só uma Bomba H Emocional para fazer mais estragos.

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Aí volto na Louca adoradora de doces!

Acho que na verdade ela é Time Chuck!!

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Pois é presidente uma trepada é uma coisa mas passar noite e viver momento de casal apaixonado é outra totalmente diferente

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Sem chance, por isso eu falei lá em cima, k Jerry vem enganando a Todos, no fundo ele é Corno Manso e pronto, tá tudo explicado e fazendo sentido.

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Será? Não vejo ele com esse perfil, penso mais que seja desespero e veja nesse estilo o único jeito de ficar com a amada e a filha pois amor mesmo ele sabe que ela tem é pelo outro e para não perder tudo talvez ele esteja pensando em ceder partes o que seria deprimente e fugiria como ja está fugindo de toda a imagem que foi criada dessa personagem

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O diálogo que ele se intitula tendo a decisão que é o "Cúmulo da Cornitude" me confirmou alertas que foram deixados ao longo do conto, a Kelly pode nunca ter mandado o Chuck definitivamente embora, mas o Jerry manteve o Chuck por perto com a desculpa de altruísmo, mas na verdade era a possibilidade de Cornitude se manifestando.

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E voltamos de novo. Chuck aceitaria esse papel de ser o 3º elemento? Ele seria o oficial? Ele tem esse perfil?

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Vou seguir me ancorando nos efeitos provocados pelo medo, pelo terror que ele está passando no momento que é estar vendo tudo que ele construiu sendo destruído com.o retorno do BA, perceba que a maior preocupação dele é sempre com a filha ele está procurando minimizar danos e se pra isso ele precisar se sacrificar mudando seus conceitos acredito que ele o faça. Quer prova de amor maior que essa?

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Ele ama a Kelly desesperadamente, mas tem tesão em ver ela com Chuck, repare que ele pediu detalhes do ato sexual, pediu comparações, até do pinto, isso é tesão de Corno Reprimido kkkkkkkkkk vocês vão ficar putos comigo, mas o Jerry não me engana mais não kkkkkkkkkkkkllkkk

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Verdade!!! Ele depois de atende-lo antes do acidente criou um fetiche por Chuck.

E ele quer de todas as formas afastar Chuck de Wilson, esse sim seu grande concorrente.

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Mas ele tem uma terapeuta para ajudá-lo nesse caso. E ela avalizou a decisão dele.

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Mas ele só falou abertamente da insegurança em perder a Kelly, nunca pediu esclarecimentos sobre essa vontade de saber detalhes da traição, o que significaria essa vontade estranha para um monogâmico. Pohh!!!! Ele pediu até informações sobre o Pinto do Chuck, eu deixei passar batido na ocasião, por respeito a um cara em luto amoroso, mas com essa proposta, a verdade tem que ser explorada. Kkkkkk

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Eu acho que só foi insegurança dele mesmo mas como ainda é cedo e precisamos de assunto para fofocar vamos seguir nesse assunto do Jerry corninho!

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Tem deixas do Autor, que foram mascaradas pela. Dor da Perda que o Jerry está sentindo, no fundo ele não teme o Chifre, ele teme que a Kelly escolha o Chuck por Amor.

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Tudo pode ser mas uma coisa é certeza. Jerry não esta bem?

Propor que sua esposa brinque de casinha com Chuck?

Foi isso que eu coloquei no meu primeiro comentário. Um Show de Horrores!!!

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Para homem Liberal já seria uma proposta sem sentido, para um homem que se diz monogâmico raiz é um Show de Horrores sim, só trará sofrimento para todos desde o início da proposta até bem depois do final da dinâmica, seja qual for o resultado.

A não ser que Dna. Kelly esteja sendo montada. Klkkk

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Ta feliz né???

Seu "sonho" esta cada vez mais perto!!!!

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Kkkkkkkkkkkkkkk seria o menos traumático para todos, gosto de finais felizes kkkkkkkkk

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