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Ameaçado e enrabado pelo filho do padrasto

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 4310 palavras
Data: 03/09/2026 20:54:07
Última revisão: 09/09/2026 03:42:43

Madalena, Aloízio, Bruno e Candinho fizeram as malas na manhã de domingo e deixaram tudo organizado pra volta pra casa. Eles ficaram em Iguaba só até a hora do almoço, mataram as saudades dos parentes e se despediram cedo, porque Madalena marcou de ainda passar na casa da mãe e Aloízio não adiou a pelada com os colegas do trabalho.

Bruno também precisava voltar, por causa do trabalho, e Candinho ficou de separar as mídias que a web designer da agência solicitou pra segunda-feira, ou seja, todo mundo teve motivo pra retornar cedo. A lua de mel improvisada em Iguaba chegou ao fim, eles entraram na HB20 e Aloízio programou o trajeto no aplicativo do celular.

- Na próxima, vamos combinar de acampar lá no sítio. Vocês ainda não foram no Recanto, né? – Norma se pendurou na janela do carona.

- Ainda não, Norminha. A próxima vinda vai ser mais tranquila, sem lua de mel. – Madalena riu pra concunhada.

- E tu, seu safado, vê se pega uma folguinha pra curtir o dia comigo. Só treinou e dormiu, porra! A gente quase não se vê, tu não aparece no Rio. – Aloízio reclamou com o irmão.

- Culpa tua, Aloízio. Se aparecesse mais em Iguaba, não ia ter essa preocupação toda. Vocês não saem da Freguesia. – Vitório devolveu.

- Correria, Vitório. Se eu não tivesse tirado férias, a gente não teria vindo. E também a lua de mel da patroa. Heheheh.

- Da patroa não, NOSSA. Por acaso casei sozinha, homem? – a mãe do Candinho questionou.

- Claro que não, minha gostosa. Tô brincando. Heheheh... – o maridão alisou o bigode e caiu na risada.

Na parte de trás do carro, Bruno Terrier tava sentado atrás do pai e conversava com o primo Gerson, que estava do lado de fora. À direita, Candinho com a câmera nas mãos, apontando pro primo Gilson na janela e focando no tanquinho do marrento, descendo pra cintura e pra trilha de pelos no elástico do calção.

- Vê se volta, moleque. Depois quero te levar lá na comunidade pra tu conhecer meus parceiros. – Gil falou baixinho. – Na real, eles que querem te conhecer. Heheheh...

Cândido achou graça, fez cara de safado e registrou o momento da despedida dos parentes. Aloízio girou a chave na ignição, pisou no acelerador e fez o motor da HB20 roncar, depois puxou o cinto e desceu o freio de mão. O feriadão tava terminando e a família caiu na estrada, foi batendo aquela sensação estranha de retornar à rotina.

Uma sensação estranha de... Fim.

Assim como na ida, Aloízio sentiu a bexiga encher e Madalena também precisou ir no banheiro, então eles pararam em Rio Bonito, no mesmo posto de combustível ao lado da churrascaria. O casal desceu do carro e restaram apenas Bruno e Candinho sozinhos no banco de trás, um com a câmera na mão e o outro de mochila no colo.

- E tu, bichona? Não vai no banheiro? – Terrier provocou.

Cândido fez que não com a cabeça, mirou a lente da máquina no filho do padrasto e viu o exato momento em que Bruno mudou de expressão, foi de zoador pra sarcástico.

- Tem certeza que não vai dar uma passada no banheiro? De repente tá rolando aquela festinha... Lembra da outra vez? – ele sorriu e mostrou as presas. – Vai dizer que não lembra?

O atleta abriu o bolso da mochila, começou a mexer lá dentro e procurou alguma coisa. Tirou umas meias sujas, jogou pro lado e continuou vasculhando, como se buscasse algo perdido na bolsa. Uma das meias bateu no rosto do Candinho, ele respirou aquele chulé azedo e fez cara de nojo. Jogou a peça de roupa no chão do carro, atitude que deixou Bruno surpreso.

- Que porra é essa, tá maluco?! Perdeu a noção, viadinho!? – a mão grossa segurou Cândido pelo pescoço contra a janela da HB20. – Tá com nojo, “maninho”? Meu pai vive dizendo que eu tenho que te chamar de irmão, então vou chamar. Tu tá com nojo do teu próprio irmão, seu filho duma puta!? Heheheh...

O fotógrafo bateu no antebraço largo do atleta e tentou se livrar, mas Brunão era muito mais forte, lutava jiu-jitsu e o imobilizou com extrema facilidade no banco traseiro. Em seguida, pegou a meia encardida no chão, chegou ela na frente do rosto do Candinho e deu aquele riso sádico.

- Tá com nojo do irmão? Que tipo de viado tu é, hein? Pode ter nojo não.

Mas Cândido tinha. Começou a viagem tomando suor e leite de estranhos na parada do posto, passou o fim de semana amargando no chulé dos primos e dos tios, e faria tudo de novo se tivesse a oportunidade, mas do filho do padrasto ele tinha nojo.

Nojo não, era mais forte. Aversão. Extrema, total e absoluta. Candinho tinha repulsa e ojeriza do irmão postiço. Apesar dos constantes machismos, ele até que conseguia conviver e se dar bem com o novo marido da mãe, mas suportar Terrier diariamente sob o mesmo teto era desafiador.

Pra começar, Bruno era um cara rebelde e agressivo que só sabia resolver as coisas com força bruta e violência. Brigava na porta do colégio quando era mais novo, brigava na saída do estádio de futebol depois de adulto e chegou a sair na porrada com outro sargento no batalhão onde servia, não é à toa que a terapeuta aconselhou a praticar um esporte que o ajudasse a tirar aquela raiva do peito.

Foi assim que ele descobriu a paixão pela trocação de golpes e começou a frequentar o ginásio do quartel, onde treinou durante anos, se especializou e se confederou atleta. Virou esse homem forte e troncudo que anda sempre de cara amarrada, peitoral armado e o corpo em alerta constante, pronto pra briga.

Devido aos vários anos de luta e às quedas no tatame, Brunão tinha as orelhas estouradas e o alto do nariz permanentemente calejado, tipo inchado, lembrando de longe o focinho de um bull terrier, o que explica a alcunha dada pelos colegas do quartel e do jiu-jitsu.

Ele era uma mistura de militar com jiujiteiro que não chegava a ser musculosa feito Vitório, seu tio judoca, mas ainda assim era todo durinho e torneado. Branco, loiro original de fábrica e olhos esverdeados que pareciam duas bilhas de ferro, seu trunfo pra chegar nas moças.

Cabelo crespo cortado em mullet e o físico em dia, com abdômen chapado e muitas veias nas mãos, nos antebraços, nas coxas grossas e nos pés graúdos. Até nas pernas hiper peludas que herdou do pai, os fios eram loirinhos e davam um realce à silhueta.

Ao longo dos anos, a prática do jiu-jitsu ensinou disciplina, funcionou como válvula de escape e ajudou Bruno a conciliar muito da confusão que sentia, mas alguma coisa entrou no caminho. E essa coisa era...

- Não pode sentir nojo do irmão mais velho, “maninho”. – o tom diabólico veio à tona e Terrier ameaçou esfregar a meia imunda na cara do Candinho. – Já que o otário do meu coroa insiste em bancar a puta da tua mãe, agora mais que nunca a gente tem que se dar bem. É pro bem da nossa família, entendeu? Se tu sentir nojo de mim, vou achar que é heterofobia. Heheheh... Seu fresco do caralho. Viadinho.

Cândido borbulhou de raiva e quis enfiar a mão na cara do Bruno pra defender a mãe, o problema é que ele viu que seria linchado na porrada se fizesse isso, então hesitou e achou melhor não arriscar.

- Desde que tu e tua mãe apareceram, não sobra tempo e nem grana pra mim. Antes o coroa investia legal, até aparecia pra ver eu competir. Agora... Agora não sobra nada! Eu que sou filho dele, mas é tu e tua mamãezinha que ficam com tudo. A vontade que eu tenho, Candinho... – a mão do Terrier apertou o pescoço do moleque. – A vontade que eu tenho...

Ele afundou a meia suja na cara do Cândido, socou o pano encardido no fundo do nariz do viado e só se contentou quando viu a careta de nojo, a boca aberta, a língua pra fora e as narinas vermelhas.

- A vontade que eu tenho é de dar o castigo que tu merece, seu filho da putinha! Tá com nojinho, tá!? É pra ter nojo mesmo! Abre a boca e lambe meu chulé, arrombado! Tá gostoso?! Tá bem temperado do jeito que tu gosta? Beheheh!

Candinho tossiu no bafo da chulezada, sentiu a garganta esquentar na inhaca e quase engasgou na ponta dura da meia. A língua foi ressecada e desidratada no amargor do futum, seu rosto começou a suar de aflição e os olhos lacrimejaram, foi como se Bruno tivesse lançado uma praga pestilenta dentro do carro.

- H-

- Cala boca, viado! Dei várias chances de tu falar, agora não vai falar caralho nenhum! A partir de hoje, tu tá na minha mão. A banda vai tocar de outro jeito, eu que mando nessa porra. Se tu não fizer o que eu mandar, eu conto pro meu pai tudo que eu sei de tu. Ele vai adorar saber o que tu aprontou em Iguaba, Candinho. Huhuhuh...

Os segundos viraram minutos eternos no banco de trás da HB20, Cândido sentiu ânsia de vômito e isso deixou Terrier ainda mais tentado a humilhá-lo. Só que Madalena e Aloízio apareceram na porta do banheiro e Bruno desfez a dominação pra não ser visto.

- Recado dado. Acho bom obedecer. – ele avisou.

O casal retornou ao carro e a primeira coisa que Madalena fez foi reparar no semblante mal humorado do filho.

- Que cara é essa, meu filhote? Tá tudo bem? – perguntou ela.

- Cara de quem chupou limão e não gostou, Candinho. Hehehe. – Aloízio encarou pelo espelho retrovisor e jogou um beijinho, tentando parecer o padrasto descolado.

- Nada de mais... A gente tava falando que Iguaba foi divertido. Candinho mostrou as fotos que ele tirou, quando chegar ele vai mostrar pra vocês. Não vai, Cândido? – Terrier encarou o novinho e mostrou as presas caninas.

Candinho cerrou os olhos, franziu a testa e não deu trela, ficou na dele. Já não foi fácil aturar o resto da viagem com a língua inchada, as papilas pegando fogo e o bafão pesado do chulé podre do Bruno, imagina bater boca e sentir sede numa hora dessas. Ele não precisava disso, então voltou calado e meio impaciente, girando o anel de bronze no dedo.

- Qual é mesmo a senha do Wi-Fi, amor? – Madalena perguntou.

- De novo isso, minha gostosa?

- É, esqueci de salvar.

- Vê se salva dessa vez. – Aloízio olhou o enteado pelo retrovisor e se concentrou na estrada. – Aloizinho2023.

Candinho soltou um riso irônico, sua mãe fez o mesmo. A família chegou na Freguesia e Madalena se arrumou pra visitar a mãe, enquanto Aloízio aproveitou o último dia de férias e seguiu pro futebol com os colegas.

Brunão foi no ginásio encontrar os parceiros de luta, conforme o combinado, e Cândido adiantou as tarefas do trabalho. Depois jantou, tomou banho e só foi deitar pra dormir lá pra meia-noite, ainda inquieto com a rebeldia do filho do padrasto e revoltado por tudo que escutou da boca dele.

Na segunda-feira de manhã, quando abriu os olhos, a primeira coisa que ele viu foi aquele borrão entrando no quarto e trancando a porta. Candinho esfregou o rosto, olhou de novo e não teve tempo de reagir, porque a próxima sensação foi do peso desabando sobre seu corpo e o imobilizando na cama.

- Eu disse que tu tá na minha mão, não disse? Hora de levantar, maninho. Tehehe... Meu coroa foi na rua e tua mãe meteu o pé pro trabalho, agora somos só eu e tu. Tu e eu.

Não eram nem dez da manhã e Bruno já tava ligadão, de veias pulsando, pré-treino torando e o corpo em estado de inchaço pós academia. A endorfina correndo solta no sangue, as pupilas ultra dilatadas e a pele soltando fervura, resultando num cheiro forte que se espalhou pelo quarto e amargou a língua do Candinho através do olfato.

- Tu vai levantar dessa cama AGORA e deixar meu almoço pronto. Valendo eu contar pra tua mãe e pro coroa que tu deu o cu pro Gilson e pro Gerson, os dois ao mesmo tempo. – Terrier forçou o corpo suado no garotão e deixou o suor cair no rosto dele. – Tá com nojinho do irmão, tá? Hehehe! Deu pra geral e agora tá com nojo de mim, bichona?

Cândido sentiu ranço do suor salgado, as gotas lhe queimaram e ele fez cara feia, pro desgosto do Bruno.

- Meu pai voltou a trabalhar e tua mãe só chega à noite, temo o dia inteiro pra se acertar. Vou dar um pulo no ginásio e quero o almoço pronto quando eu chegar, entendeu? Tu é minha empregadinha. Ou então eu conto tudo, é contigo. Heheheh... – a mão obrigou Candinho a abrir a boca, Terrier lançou duas cusparadas carregadas de raiva na língua dele e gargalhou ao ver as expressões de nojo. – TÁ COM NOJINHO, TÁ!? EUHEUH! LEVANTA LOGO, SUA PORCA IMUNDA!

E tome mais cuspidas. O fotógrafo entendeu o recado, levantou correndo e tratou de ir pra cozinha preparar o almoço, mas nem quando ele buscou os ingredientes na geladeira e parou na frente do fogão, Terrier o deixou em paz. O militar estacionou exatamente atrás de Candinho, respirou na nuca dele e foi curto e grosso.

- Quando terminar, dá um jeito no meu quarto. Tá cheio de leite ressecado no chão, ajoelha naquela porra e esfrega com desinfetante. Escutou?

O loirinho não respondeu. Bruno, então, lhe apertou o pescoço e grunhiu na cara dele.

- ESCUTOU OU NÃO ESCUTOU, FILHO DA PUTA!?

Ele fez que sim, sua boca ainda ressecada no amargor meio salino. Terrier, satisfeito com a resposta, trocou de roupa, saiu pro ginásio e Candinho ficou ali preparando o almoço. Puto de raiva, mas ficou. Sorte que tirou a segunda-feira pra trabalhar de casa e já havia separado as mídias pra enviar à agência, senão certamente teria escutado bons desaforos da diretora.

Por mais que tenha tomado café e escovado os dentes, nada apagou da boca dele aquele gosto forte do suor do Bruno, e isso foi pior do que ser ameaçado e chantageado: foi sinestésico. Mexeu com os sentidos, sobretudo o olfato e o paladar. Mesmo não querendo, Cândido passou a manhã e a tarde com o cheiro e o gosto do irmão postiço, e ninguém quer ter o sabor de um inimigo nos lábios, não é verdade? Só os masoquistas.

Um pouco depois da hora do almoço, a porta da sala abriu e um Terrier recém saído da luta chegou esfomeado. Ele viu que ainda estavam sozinhos, pulou no Candinho no sofá e mais uma vez deixou o corpo suado escorregar na pele macia e sedosa do filho da madrasta.

- Cadê minha comida no prato, ô sua puta do caralho!? Vou ter que ensinar tua função? Testa a porra da minha paciência não, seu merda! Vai agora botar minha comida, anda! E acho bom tá gostoso, senão tá fudido. Teheheh! – Brunão abriu os braços e deixou a cecezada chorar quente.

Dessa vez não era só o suor azedo e salino, havia também o cheiro e a inhaca dos outros machos lutadores com os quais Terrier saiu na mão durante o treino. Pra desfazer o contato físico e se livrar da sensação de nojo, Candinho obedeceu, foi na cozinha e encheu o prato do jiujiteiro, muito puto.

- Agora prepara o suquinho do teu irmãozão. Lembrou de arrumar meu quarto? Não esquece, caralho! Tu não quer sentir o peso da minha mão. – Bruno coçou a garganta, puxou a cusparada lá do fundo e encheu a boca do irmão postiço de cuspe novamente. – Ainda tá com nojo de mim? Vou te sujar até tu perder o nojinho, teheheh! Te humilhar até tu sair desse apartamento e ralar da minha família. É o que tu merece, viadinho. Não tenho irmão bicha.

A cada cuspe e a cada gota de suor que recebia, Cândido sentia mais e mais repulsa.

A paz só retornou quando o entardecer caiu, Terrier pegou a mochila e foi embora pro quartel, daí o garotão pôde almoçar e trabalhar em paz no notebook. Porém o gosto do suor e a consistência da saliva do Bruno permaneceram agarrados na garganta, não deram paz pro coitado.

Perto das sete, Candinho desligou o notebook, se despreguiçou e pensou em fazer uma caipirinha, só pra descontrair e relembrar dos momentos gostosos em Iguaba. O padrasto e a mãe ainda demorariam pra chegar, o apartamento tava vazia e o silêncio convidativo, mas a paz durou pouco e foi interrompida assim que Bruno Terrier voltou do quartel.

- Botou meu quimono pra bater, viadinho? Arrumou meu quarto? – ele cercou Candinho contra a parede da sala, removeu o coturno e jogou chulé na cara dele. – A não ser que tu queira que eu explane o que o tio Vitório fez contigo naquele banheiro. Até os azulejos suaram, não sei como tia Norma não sentiu o cheiro de cu. Disso tu não tem nojo, né? Mas de mim tem.

Saturado, Cândido não aguentou a provocação, explodiu de raiva e se livrou do jiujiteiro, mas Bruno foi atrás, se atirou nele e os dois rolaram no chão da sala, a briga estourou violenta. Terrier imobilizou e dominou o irmão postiço com uma chave de perna bem executada, travou o pescoço com os pezões e esfregou o dedão cabeçudo na boca dele, como forma de humilhação.

- TÁ MALUCO DE DESOBEDECER!? Te amasso, viadinho! Quer que eu explane pra tia Norma que ela é corna!? – ele foi escalando Candinho aos poucos, chegou atrás da orelha e falou baixo. – Coitada... Minha tia mó gostosa e o marido um viadão incubado, tehehehe. Se eu soubesse, teria ido consolar ela enquanto vocês tavam fudendo no banheiro. Duas bichona. Amassei a cara daquele filho da puta no tatame e vou amassar a tua.

O molecão indefeso até tentou se soltar, mas era mais fraco e não conseguiu. Bruno o apertou, tirou a meia do pé e socou na goela dele sem pena, ainda ficou rindo quando Candinho engasgou e tossiu.

- Aaah, tadinho de tu. Tua goela é rasa, não é? Não tá acostumado a engolir nada... Quem vê assim, nem imagina que tu foi no culto do tio Eliseu. Teheheh. O diabo mora nos detalhes, Candinho, ainda não entendeu? Eu sempre soube... Sou doido pra enfiar a rola nos peito da mulher dele, aquela peituda gostosa. Sabia que ela era atriz pornô? Meu tio não erra uma, puxei ele. Só que eu não sou viado, já ele... Aposto que te enrabou.

O mais novo tentou negar e fez que não com a cabeça, mas Brunão não acreditou e o apertou ainda mais forte contra o chão da sala.

- Deu, deu sim. Sei que deu. Aliás, eu até pensei em fazer uma troca de informações com a Lucília: ela libera o cuzinho pra eu dar uma leitada e eu conto que vi você cuspindo leite no banheiro do casarão depois do culto. Na moral, que cena nojenta, maninho... Não consigo esquecer. – Terrier coçou a rola. – Tem vergonha não, moleque? Tomar gala no cu, ficar de bunda ardida por causa da pica de outro macho? Fala sério! Tem que ser muito bicha mesmo.

Na última tentativa de escapar, Candinho sem querer acertou o saco dele, Bruno gemeu de dor e o largou, os dois finalmente se separaram no chão da sala.

- VAI SE FUDER, SEU MERDA! VAI TOMAR NESSE TU CU, PORRA, NUM FODE! VIADO DO CARALHO! VAI CAÇAR UMA ROLA! – o jiujiteiro perdeu o controle.

Cândido deu as costas pra sair, mas não sem antes escutar mais e mais xingamentos.

- DESGRAÇADO! ME CHUPA, SEU MERDA!

Bastou. Falar da Madalena passou, dar ordens ao longo do dia também, obrigar a cozinhar idem, mas aquela ali foi demais pra ele. Candinho parou de andar, virou o rosto devagar e só depois o corpo. Tirou Terrier dos pés à cabeça, alisou o próprio queixo e pensou por dois, três, no máximo quatro segundos. Nem Bruno entendeu o que aconteceu.

- É FALTA DE PIRU!? TOMA AQUI, Ó! NUM FODE! – o atleta segurou o volume na farda e gritou de raiva, visivelmente irritado com o golpe que levou na bola.

Aí já foi demais. Quem passa o fim de semana em lua de mel com os machos da família em Iguaba, escuta uma frase dessas e deixa passar batida? Cândido não aguentou, ele cansou. Desistiu da luta. Andou até Brunão, parou na frente dele, ajoelhou e abriu a farda, caiu de boca na rola suada.

Se fosse o Candinho de horas atrás, que sentia nojo e repulsa do filho do Aloízio, talvez não teria feito isso e o desfecho seria outro. Mas não, aquele era o Candinho exausto das ameaças e da chantagem. Um Candinho que passou o dia com gosto amargo na boca, cheiro de chulé no buço e bafo de suor na língua.

No fundo ele ainda sentia aversão ao Bruno, e foi justamente da aversão que floresceu um tesão selvagem e inexplicável, cultivado na testosterona aflorada de um lutador alfa e na obediência de um novinho submisso. Combinação perigosa pra se ter debaixo do mesmo teto, e a prova disso foi a língua de um amaciando a cabeça da pica do outro.

- SSSS! O foda de lidar com bicha é isso, tu manda chupar e elas chupam. Minha piroca com queijo, eu sem tomar banho e tu nem aí, teu negócio é rola. Filha da puta... – Terrier, que sempre se viu como hétero, enxergou no sexo sujo a oportunidade perfeita pra humilhar o filho da madrasta. – A lá, a boca chega a tá branca. Teheheh!

Cândido puxou as mangas da blusa, botou o cabelo pra trás e se entregou ao prazer de fazer a piroca crescer na boca, mesmo que fosse a do cara que ele mais detestava. A mão do Bruno pressionou sua cabeça de encontro à vara, ele engoliu queijo durante os engasgos e tudo se resumiu ao azedume que tomou o céu da boca.

Como queria se vingar pelo acertão que tomou no saco, Brunão tentou afogar Candinho na giromba antes mesmo de ela endurecer por completa. Ainda nem tinha alcançado os 23cm de latência e ele já tava lá, grudado no rosto do fotógrafo, o corpo envergado pra frente e as bolas roncando feito motor.

- Quero ver essa piroca limpinha, hein, viado. Faz teu trabalho, faxina essa porra. Hehehe!

No meio do bola gato, a rola pulou, ameaçou engrossar e três jatos de mijão grosso encheram a boca do viado, no que Terrier viu e ficou rindo. Ele não perdeu a oportunidade de abrir a torneira e encher as bochechas do Candinho de mijo, ainda botou pra engolir e batizou a cara do moleque.

- Heheheh! Vai ficar com o cheiro da minha mijada, filho da puta. FFFF! É pra tomar, nem pensa em cuspir! E agora, tá com nojo? Tá com nojinho de mim, Candinho?

Os trotes na garganta limparam a glande, deixaram ela brilhando e ela se revelou rosinha no ápice da ereção, com as bordas mais puxadas pro roxo e a pele estufada, tipo inchadona. Combinava com Bruno e seu corpo rude, taludo, torneado. Extremamente reta pra uma rola tão comprida, ligeiramente inclinada pra cima e com o freio longo, soltinho, delicioso de chupar e lamber.

- Ainda não tá com nojo, viadinho!? Não? – Terrier esfregou as bolas na língua do loirinho, levantou o pé e socou os dedos até a garganta dele. – UHEUEHE! Isso que eu quero ver, é pra ter nojo de mim.

Após o mijo e o queijo, mais cuspidas, chulé, suor pingando e a língua do Cândido faxinando toda a inhaca e o tempero corporal no corpo do militar após um dia inteiro malhando, lutando e treinando. Nunca um paladar foi tão amargo e salgado assim antes.

No início Candinho fez careta, mas foi com tudo, sem se arrepender. Depois de um minuto lambendo, sugando e chupando, ele acostumou na testosterona característica do filho do Aloízio, ficou mais esfomeado e danou a engasgar no caralho sem parar, mostrando do que era capaz.

- ISSO! SSSS! Chupou pau de caminhoneiro, do meus primo e até dos meus tios, agora vai chupar o de quem manda em tu! Trata de engolir, já mandei. Mereço tratamento VIP que nem eles, não mereço, maninho? Hehehe.

Quando achou que não dava pra humilhar mais, Bruno tirou a farda e puxou Candinho pra baixo dos braços, asfixiou ele em puro cecê de quartel. Era pra ser uma experiência degradante e exploradora, mas o garotão se amarrou, botou a língua de fora e fez questão de mostrar seu apreço em obedecer e servir macho alfa mandão.

- Boca de cecê, hehehe! Vou te adestrar pra tu ser meu cachorrinho de agora em diante, tô precisando de uma piranha na coleira. Agora tira o outro coturno e cheira meu pé, anda. Lambe ele, chupa. Engasga nele, mostra que tu quer agradar teu macho. Quero você com o cheiro do teu dono, seu otário. SSSSS! – Terrier dava ordens e grunhia, movido mais pela dominação do que pelo tesão em si.

Tudo que ele queria era expressar o lado animal e se abrir com alguém, e foi justamente com a pessoa que mais detestava que ele teve essa chance. O jiu-jitsu era ótimo pra extravasar as vontades do corpo? Sem sombra de dúvidas, mas sexo agressivo e porradaria na cama eram muito mais anestesiantes do que qualquer outra luta.

Bruno ficou tão galudo que botou Candinho pra mamar de quatro no chão, que nem cachorra, nu e vestindo apenas uma calcinha fio-dental vermelha da Madalena. Cândido gastava garganta pra tentar amaciar aquela piroca imensa, mas sem sucesso. Ela só sossegaria o facho se fosse pra devorar o prato principal.

- ABRE O CU QUE LÁ VAI MADEIRA!

Essa história se chama "LUA DE MEL EM IGUABA" e a continuação dela você acompanha no On Now: onnowplay*com/andmarvin/album/93661

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