BASEADO EM FATOS REAIS - Episódio 2 :
Prepara-se pra gozar com essa minha história. Não tem romance, só suor, gemido engasgado e a verdade nua, às vezes de quatro, às vezes com a boca cheia. Se for ler, que seja com a mão entre as pernas.
💘
💘
💘
💘
💘
💘
💘
💘
💘
DIÁRIO DIGITAL DE MÔNIQUE - Episódio 2:
🌼MINHA PRIMEIRA VEZ NO ANAL: ENTRE A DOR E O TESÃO🔥
De repente, 18 anos. Para quem ainda não me conhece meu nome é Mônique, tenho 1,72 m de altura, 55 kg, cintura fina, pernas torneadas e longos cabelos castanho-claros que chegam até a cintura. Minha presença dificilmente passa despercebida.
Perdi meu pai aos 3 anos, em um acidente de carro. Aos 15, descobri que ele tinha uma amante em Goiás e um filho que nunca tive interesse em conhecer.
Meu tio João, irmão do meu pai, tornou-se minha principal figura paterna. Embora seu relacionamento com minha mãe não fosse público, eu sabia que tinham um caso. Sem filhos, cuidou de mim com carinho e me ajudou a estudar no melhor colégio da cidade. Antes das aulas, eu passava no mercado da família para pegar o dinheiro do lanche, dar-lhe um beijo e pedir sua bênção.
Até que, inesperadamente, tio João precisou se afastar do mercado para cuidar da saúde mental, e minha avó Regina assumiu a administração. Foi então que Jorge, aos 32 anos, vindo de Campinas, tornou-se gerente. Filho do pastor Pedro, da igreja frequentada por minha mãe e meu tio, pastor Pedro também era síndico do prédio onde eu morava.
Tranquilo e competente no trabalho, Jorge tinha fama de sedutor e mulherengo fora dali. Seu jeito envolvente fazia uma conversa inocente ganhar outro sentido, e diziam que nem uma aliança no dedo costumava fazê-lo perder o interesse.
Minha mãe confiava em mim, mas pediu que eu mantivesse distância do mercado. Não conhecia bem Jorge e não queria que eu virasse assunto entre os funcionários. Em cidade pequena, qualquer aproximação vira fofoca. Eu ainda não sabia que Jorge seria muito mais do que apenas um novo gerente.
Nos fins de semana, eu adorava passar o dia no clube com meus amigos. Era sempre muita resenha, risadas e brincadeiras. Como de costume, aproveitava a ocasião para renovar marquinha de bronzeado e estrear um novo modelo de biquíni, dessa vez um vermelho, com direito cortininha e lacinho. Foi então que percebi o olhar de Jorge sobre mim, atento demais para ser casual.
Ao sair da piscina, fui até o chuveiro para tirar o cloro e desembaraçar os cabelos que, por sinal, ficava bem em frente a Jorge. Enquanto ajeitava o lacinho do biquíni, notei que ele continuava me observando como previa. Sorri de canto e, sem pressa, afastei um pouco a tira, deixando à mostra a marquinha dourada que o sol havia deixado na pele. Quando voltei a olhar para ele, nossos olhos se encontraram por um instante. Pouco depois, ele se levantou, aproximou-se, elogiou meu cabelo e comentou que o biquíni caía perfeitamente bem no meu corpo.
Aproveitei para me apresentar e contei que era neta e sobrinha dos donos do mercado onde ele trabalhava. Conversamos por alguns minutos, até que Marcelo Gouvêia, um rapaz do colégio com quem eu estava começando a namorar, se aproximou. Ele passou o braço pela minha cintura, abraçando-me e beijando meu pescoço por trás. Jorge percebeu a situação, sorriu discretamente e se afastou, deixando-nos a sós.
Assim que ele saiu, meus amigos que estavam na piscina começaram a me provocar, dizendo que eu queria trocar o novinho lutador de Muay Thai pelo coroa experiente, que já tinha virado meu novo crush. E, para completar a provocação, havia ainda outro detalhe: ele usava um sungão que deixava bem evidente seu volume avantajado. A situação, claro, virou mais assunto para a zoação.
Os dias passaram, mas minha curiosidade por Jorge só aumentava. Eu me pegava lembrando daquela tarde na piscina, dos olhares demorados e da confiança com que ele se comportava. Quanto mais eu tentava não pensar nele, mais difícil ficava.
Duas vezes na semana, eu voltava do treino de vôlei acompanhada pelos meus primos, Victor e Guilherme. Victor era um ano mais velho que eu, e Guilherme, dois anos mais novo. Os dois treinavam futsal e são filhos da irmã do meu pai e do tio João. Crescemos os três juntos brincando na casa da fazenda da vó Regina, praticamente como irmãos, e até hoje dizem que somos muito parecidos.
Eles costumavam me acompanhar até pouco antes do mercado. Dali em diante, eu seguia sozinha para casa. Desde o dia em que conheci Jorge no clube, comecei a ter a impressão de que ele sabia exatamente o horário em que eu passava por ali. Bastava eu me aproximar do mercado para avistá-lo de longe, parado à porta, acompanhando-me com o olhar.
Aquilo me deixava extremamente nervosa. Minhas pernas ficavam bambas e um calor estranho tomava conta do meu corpo. Às vezes, eu chegava a pensar que minha menstruação havia descido.
Ao passar por ele, eu já esperava um leve puxão nos cabelos ou um sussurro no ouvido.
— A menina mais perfeita que essa cidade já viu.
Tentei não sorrir.
— Você fala assim com todas, Jorge?
Ele se aproximou, fazendo meu coração acelerar.
— Não. Só com aquela que consegue me fazer perder o juízo.
Por um instante, esqueci completamente o que pretendia responder. Ele continuava me olhando daquele jeito, como se estivesse esperando para descobrir até onde eu deixaria aquela brincadeira chegar.
Por um instante, esqueci o que ia responder.
— E eu faço você perder o juízo?
Ele sorriu.
— Você não faz ideia.
Senti um arrepio percorrer minha pele. Eu deveria recuar, mas permaneci exatamente onde estava.
— Talvez eu queira descobrir até onde consigo levar você Monique.
Dessa vez, fui eu quem sorriu.
— Cuidado. Posso gostar da brincadeira.
Dessa vez, fui eu quem sorriu.
— Cuidado. Posso gostar da brincadeira.
Ele se inclinou e sussurrou junto ao meu ouvido:
— Eu vou te devorar de um jeito que você vai esquecer completamente que um dia tentou resistir a mim.
Afastei o rosto, indignada.
— Credo! Você realmente falou isso com a maior cara de pau? Vou contar tudo para o meu namorado, quero ver você explicar depois! E olha que eu vou adorar assistir você se enrolando nas próprias palavras.
Afastei-me um pouco, tentando recuperar o controle da respiração. Estava irritada. Pelo menos era isso que eu repetia para mim mesma.
O problema era que meu corpo parecia não ter recebido o aviso. Mesmo assim, continuei ouvindo.
— Não é só bonita. Você é simplesmente encantadora. Irritada, então... gostosa demais para a minha concentração.
Ele sorriu de canto, aquele sorriso cafajeste que parecia existir apenas para me provocar.
— Vou acabar fazendo você esquecer até o próprio nome.
Revirei os olhos, tentando esconder o sorriso que ameaçava escapar.
— Você se acha demais.
— Talvez. Mas ainda não respondeu.
— Responder o quê?
— Se está tão irritada comigo, por que ainda está aqui?
Meu coração disparou. Eu queria uma resposta, mas não tinha.
Ele percebeu.
E sorriu.
Embora assustada com o rumo daquela conversa, decidi ir para casa. A verdade? Eu estava adorando cada segundo. Sentia aquele friozinho gostoso no estômago, mas fingia indiferença. E quanto mais eu fingia não me importar, mais ele parecia ficar obcecado por mim.
Pela manhã, eu vestia o uniforme do colégio católico onde estudava, conciliando a rotina escolar com a preparação para o vestibular. A saia pregueada terminava alguns bons dedos acima do joelho e, sempre que podia, eu ainda dava um jeitinho de puxá-la mais um pouco. A camisa branca de botões, as meias três quartos e o sapatinho preto de salto discreto completavam o uniforme. Parecia que os homens piravam ainda mais quando eu passava vestida daquele jeito.
Um dia, criei coragem e entrei no mercado, fingindo que precisava comprar açúcar de confeiteiro. Era o horário de almoço do Jorge. Ao me ver, ele veio direto ao meu encontro. Percebeu na hora que eu estava ali por ele. Mesmo com o mercado cheio, nossos olhares diziam mais do que qualquer palavra, e a tensão entre nós ficava cada vez mais difícil de esconder.
O fardo do açúcar de confeiteiro ficava no fundo, numa prateleira bem alta. Quando Jorge subiu na escada, fiquei logo abaixo, segurando-a para ajudá-lo a alcançar. Foi então que percebi que ele estava sem cueca e que, naquela posição, o short deixava aparecer claramente o pênis. A visão me deixou ainda mais tensa, principalmente porque ele parecia absolutamente tranquilo, como se soubesse exatamente o que eu estava vendo.
Ele continuou sorrindo, com aquele olhar carregado de malícia, aparentemente no controle total da situação, como quem sabe exatamente o efeito que causa. Abriu o farto, entregou-me o pacote de açúcar e, encarando meus olhos, perguntou se eu tinha gostado do que vi. Depois, num tom provocante, convidou-me a voltar quando fechasse. Disse que queria trocar uma ideia. Saí sem conseguir dizer uma palavra, deixando o açúcar sobre a prateleira.
— Ei, ei! Volta aqui, sua louca! Você esqueceu o açúcar!
Em casa, enquanto me arrumava no banheiro, eu não conseguia tirar da cabeça a imagem daquele homem. A lembrança despertava um desejo intenso e fazia minha imaginação ir além do que eu ousava admitir.
Decidida, mas com um friozinho na barriga, vesti uma saia jeans rasgada, uma blusinha branca tomara que caia e uma sandália rasteira. Liguei para minha mãe e disse que iria à casa do meu primo Victor, pois precisava de algumas dicas de estudo.
Tenho consciência do efeito que causo. Talvez seja o jeito de olhar, o sorriso que aparece quando percebo que estou sendo observada, ou simplesmente a confiança de saber exatamente o que tenho e como usá-lo. E, naquele inicio de noite, eu estava especialmente disposta a descobrir até onde aquela sensação poderia me levar.
Quando passei em frente ao mercado, a porta estava entreaberta e ouvi alguém me chamar. Era o Jorge! Ele me chamou pra entrar e eu já fiquei meio bolada, pensando: Ué, o que será que esse homem quer? Entrei, e, pra completar, ele fechou a porta atrás de mim, sem dizer uma palavra. Eu, já meio assustada, pedi pra ele abrir. Vai que alguém tinha me visto entrando ali e já estava pensando besteira?
Com uma expressão estranha, Jorge disse que eu não precisava ficar nervosa, e foi me levando pro setor de bebidas. O cheiro forte de maconha tomava o ar. De repente, ele me abraçou por trás e começou a chupar meu pescoço, já sentia o volume do seu pau sarrando minha bunda. Em seguida, insistiu pra eu experimentar uma bebida com um nome esquisito.
No fim, aceitei. Não queria que ele pensasse que eu era uma menininha ingênua. Queria que me visse como uma garota de mente aberta, moderna, tipo aquelas da capital.
Depois de tomar uma dose dessa tal cachaça e dar um teco no baseado, foi a minha primeira vez, senti a onda bater. Jorge deu algumas puxadas e logo apagou, colocando a bagana, o restinho do baseado, no bolso da minha saia. Em seguida, me puxou pela cintura e me deu um beijo de tirar o fôlego. Depois, puxou meu top para baixo, deixando meus seios expostos.
— Quero te chupar inteira, bem devagar, sentindo cada pedacinho de você e fazendo você arrepiar só com a minha boca!
— Calma! Calma... Vai com calma!
— Você contou pro seu namorado, o lutador de Muay Thai, né?
— Marcelo Gouvêia. Esse é o nome dele. Não contei. A gente terminou!
— Oh, glória!
Ele sorriu, em seguida apertou meus peitos, que já estavam durinhos, e começou a mordiscar, lamber e chupar. Enquanto uma mão envolvia meu pescoço, a outra deslizava pelas minhas coxas, levantando a saia devagar. Jorge parecia se deliciar ao explorar cada parte do meu corpo. Minha calcinha já estava toda enfiada no meu bumbum suado, o que deixava o rapaz ainda mais louco.
Depois de uns amassos, comecei a ficar com medo. Percebi que estávamos perdendo o controle nas carícias. Pedi pra ele parar, disse que precisava respirar, mas ele sabia o que queria. Sua mão percorria meu corpo sem pedir licença, deslizando por dentro da calcinha, tocando minha xoxota e os pentelhos aparadinhos, arrancando de mim gritinhos de tesão. Mesmo nervosa, um arrepio percorreu meu corpo como nunca antes. Jorge, ouvindo minha respiração ofegante, sussurrou no meu ouvido:
— Já está toda molhada! Você me enlouquece, sabia Mônique?
Sorri. Confesso que meu ego foi às alturas. Jorge então se ajoelhou, desceu minha saia jeans, afastou minha calcinha e começou a lamber minha xoxota de baixo para cima, me deixando com as pernas bambas. O tesão era tanto que senti uma quentura entre minhas pernas e acabei deixando escapar alguns respingos de xixi na boca dele. Fiquei envergonhada, mas não consegui controlar. Jorge, rindo muito da situação, se levantou, tirou o pau de dentro do short, molhou com saliva e encaixou entre minhas coxas.
Achei que fosse desmaiar. Ele levantou uma pernas e tentou enfiar o pau na minha florzinha. Gritei, dizendo ser virgem. Jorge parou na hora, sem insistir.
— Eu ia te torturar bem devagar, colocar a cabeça e roçar no seu grelinho, até você não aguentar mais, arrancar de você gritinhos e gemidos de prazer, antes de finalmente você se entregar por completo.
— Você é um fofo, Jorge. Fico feliz que me entenda.
— Pelo menos deixa eu lamber essa barriguinha, dar uma mamada nesse seu peitinho.
— Meu Deus... tem que ser bem rapidinho.
Depois de lamber bastante, ele levantou minha saia. Ficamos de frente um pro outro, senti suas mãos abrindo e fechando minha bunda, ele alojou o pau ali, no meio das minhas coxas. Tentei dizer algo, mas não consegui. Sentia a base superior do pau esfregando na minha boceta, até que gozou, sujando minha calcinha com aquele esperma grosso. Não consegui segurar a vontade de urinar e acabei molhando a calcinha.
Me limpei com a parte de dentro da saia, minhas coxas escoria uma gosma, uma mistura de esperma com urina, não sabia que foi orgasmo ou não. Logo me vesti. Jorge abriu a porta dos fundos e mandou que eu saísse depressa. Nem olhei para a cara dele. Ajeitei a roupa, peguei minha mochila e corri para casa.
Assim que entrei em casa, dei de cara com minha mãe, que acabava de chegar do trabalho. Ela percebeu meu semblante tenso e assustado. Improvisei uma desculpa qualquer, que claramente não convenceu, e fui direto para o banho.
Debaixo da água gelada, tentei me acalmar. Depois, coloquei a roupa na máquina de lavar e me tranquei no quarto. Ainda nua, liguei o computador e entrei em um site de vídeos eróticos. Enquanto assistia, não conseguia parar de imaginar como seria ficar com Jorge, seu corpo, seu toque, seu gosto.
O prazer veio rápido, em ondas quentes, e um gemido escapou dos meus lábios. No corredor, ouvi minha mãe perguntar se estava tudo bem. Respondi depressa que era apenas uma cólica e que minha menstruação estava para descer.
No dia seguinte, saí do colégio com uma dor de cabeça horrível e um mal-estar que podia ser consequência de tudo o que acontecera ou da tensão pré-menstrual. Tudo indicava que minha menstruação estava chegando. Não esperei meus primos e fui direto para casa.
Ao passar em frente ao mercado, vi Jorge aos beijos com uma mulher de uns trinta e poucos anos. Fiquei tomada pelo ciúme e pela raiva, com vontade de partir para cima dela, como se ele já fosse meu.
Cheguei em casa furiosa e fui procurar minhas roupas para lavar, mas não as encontrei. Pouco depois, minha mãe ligou dizendo que precisava conversar comigo. Imaginei que fosse algo relacionado ao colégio, já que minhas notas não estavam boas em algumas matérias.
À noite, ela veio ao meu encontro segurando minha saia e minha calcinha.
— Mônique, você está fumando maconha? Achei isso no seu bolso. E essas manchas na sua saia? Por que sua calcinha está assim? Você e o Marcelo Gouvêia estão aprontando?
— Credo, mãe! Tantas perguntas ao mesmo tendo! Eu não fumo maconha. Nem sei como isso foi parar no meu bolso. As manchas devem ter vindo do cesto de roupa suja.
— Não me tira do sério! Fala logo o que aconteceu. Eu já tive a sua idade.
Minha mãe era advogada e sabia quando alguém estava mentindo. Percebeu meu nervosismo, minhas mãos trêmulas e os chupões no pescoço, que praticamente contavam toda a história.
— Para de me acusar do que eu não fiz, senão eu vou lá e faço de verdade!
— Fala logo, Mônique! Estou perdendo a paciência!
Sem conseguir sustentar a mentira e ainda com raiva do Jorge, contei que, quando estava indo encontrar meu namorado, ele me puxou para dentro do mercado e me agarrou à força. Disse que resisti no início, mas acabei cedendo e bebi, fumei e transei com ele.
Minha mãe ficou furiosa. Segurou meus braços, gritou comigo e acabou me batendo, completamente descontrolada.
— Eu já tenho dezoito anos! Minha vida é minha, faço o que eu quiser!
— Enquanto estiver morando debaixo do meu teto, quem manda em você sou eu!
— Então quer saber? Eu vou embora! Vou fugir com ele!
— Você não vai a lugar nenhum!
Minha mãe ficou em silêncio por alguns segundos. Depois, respirou fundo e começou a fazer perguntas.
Queria saber se eu havia mesmo consentido e se ele tinha usado camisinha. A cada resposta, sua raiva aumentava.
— Isso é estupro, Mônique. Você entende o que aconteceu?
Sem esperar minha resposta, completou:
— Vou falar com seu tio João e com o pastor Pedro. Depois, vamos à delegacia.
Horas depois, ela voltou mais calma, mas ainda tensa. Disse que tio João prometera demitir o rapaz e conversar com o pastor, pai dele. Também marcaria uma consulta com um ginecologista para mim e avisou que, se eu voltasse a fumar maconha, eu teria sérios problemas.
Contou ainda que tio João tentou convencê-la a não registrar a ocorrência, lembrando que o rapaz já tinha antecedentes por brigas. Por consideração à antiga amizade entre os dois, ela ainda pensaria no assunto, mas deixou claro que, se eu estivesse grávida, tudo mudaria.
O gosto dele, o cheiro, a sensação do pau quente se esfregando em mim, o gozo escorrendo, tudo ainda latejava entre minhas pernas. Eu estava obcecada. Apaixonada. Mesmo sabendo que não houve penetração, me sentia grávida de desejo. A calcinha ainda suja de sêmen era a única prova de que aquilo tinha acontecido. Apesar de todo aquele caos, eu só conseguia pensar em uma coisa: queria vê-lo novamente.
No dia seguinte, eu estava super preocupado. Assisti a apenas duas aulas antes de correr ao mercado, decidido a contar toda a verdade e evitar que Jorge fosse demitido.
Quando cheguei, encontrei-o com os olhos vermelhos e uma expressão que dava pena. Para minha surpresa, quem estava lá era o tio João, que havia pedido ajuda para descarregar cerca de cem sacos de carvão, pois estava sem ajudante.
Com a cara fechada, tio João me levou ao antigo depósito nos fundos do mercado. O lugar era sombrio e abafado, cheio de caixas, móveis velhos, um sofá vermelho rasgado e um enorme espelho. Ao fundo, uma torneira pingava.
Contei tudo. Confessei que havia me apaixonado por Jorge, sentia ciúmes quando o via com outras mulheres e também o desejava. Vivia provocando-o com olhares. Já havíamos nos beijado e trocado algumas carícias, mas eu continuava virgem porque ele nunca quis ir além.
Por fim, disse que, se ele fosse demitido e tivesse de deixar a cidade, eu fugiria com ele e desapareceria da vida de todos.
Tio João parecia alcoolizado e confuso. Encarou-me como se estivesse vendo outra pessoa e disse:
— Garota, você sabe o que sua mentira me fez fazer?
— Desculpa... Eu tinha acabado de ver aquele grosso com outra mulher e fiquei com raiva!
Ele me olhou com dureza.
— Sua vagabunda! Eu bati no rapaz por causa da sua mentira. Você é uma menina inconsequente que mentiu para a própria mãe.
Nesse momento, tio João me deu uma bofetada. Fiquei zonza, sem entender o que estava acontecendo. Nunca tinha passado por aquilo. Comecei a chorar e pedir desculpas, mas ele estava completamente fora de si.
Depois de tantas palmadas na bunda já não sentia o peso da sua mão, sentia somente o volume do pau duro pressionando minha barriga me deixando ainda mais tensa com o que poderia vir a acontecer comigo. Confesso que achei que ele ia me matar.
Fora do meu estado normal não sabia o que fazer, só queria que o pesadelo acabasse. Tio João não pensou duas vezes, ainda segurando meu cabelo colocou meu rosto na direção da sua rola grossa e dura.
Começou a esfregá-lo na minha cara, enfiou seus dedos grossos na minha boca que insistia em ficar fechada fazendo abrir, obrigando a chupar seu pau. Apavorada fechei os olhos e chupei com nojo, com choro, babando e se engasgando algumas vezes. Estava sem ar, então depois de alguns vai e vem ele gozou.
Tio João enxugou minhas lágrimas com a própria mão e, logo em seguida, ordenou que eu lavasse o rosto e permanecesse ali mesmo, esperando. Eu sentia tanto nojo que tive ânsia de vômito e, pela primeira vez, experimentei o gosto de um leite quente, de cheiro forte, descendo direto pela minha garganta.
Quando pensei que tudo tinha terminado, tio João disse que chamaria Jorge para se resolver comigo.
Eu ainda sentia o gosto dele na boca e tentava me recompor quando Jorge apareceu. Os dois conversaram em voz baixa por alguns minutos. Só consegui ouvir o final:
— Presta atenção, rapaz. Não quero mais problemas. Vocês se entendam. Só não tire o selo do pacotinho dessa menina. A mãe dela precisa saber que ela mentiu e que ainda é virgem.
Tio João saiu em direção ao salão do mercado.
Jorge não fazia ideia do que realmente havia acontecido comigo. Para ele, eu apenas tinha levado uma surra.
Senti-me como uma cadela no cio, tomada pelo desejo e pronta para me entregar àquele cão feroz. Jorge me percorreu lentamente com os olhos, dos pés à cabeça, como se quisesse saborear cada detalhe antes mesmo de me tocar. Então, sem desviar o olhar, levou as mãos ao short e começou a tirá-lo. Meu coração disparou quando percebi o quanto ele era maior do que eu havia imaginado. Eu queria desviar o olhar, mas não conseguia. Jorge percebeu e abriu um sorriso provocante, como se soubesse que, naquele momento, eu já estava completamente envolvida.
Seu corpo pingava gotas de suor e estava completamente sujo de carvão exalando um odor forte que me deixou logo excitada. Meu corpo implorava pelo dele, Jorge me puxou bruscamente pela cintura, arrancando minha saia, abrindo a blusa do colégio, soltando alguns botões e logo meus seios pularam pra fora do sutiã.
Comecei a chupá-lo, seu pau era bem maior do que o outro que tinha acabado de mamar, lambi a cabecinha saboreando o líquido que já escorria daquela cabeça vermelha, passei a língua, coloquei só a cabecinha na boca e chupei. Ouvi-lo gemer me deu ainda mais tesão, segurei na base e lambi toda a extensão do pau, do saco, das bolas e, então fui engolindo aos poucos até não suportar mais a profundidade dentro da minha garganta que me levou a engasgar varias vezes fazendo com que uma enorme baba escorresse pela minha boca descendo pelo meu queixo. Jorge falava coisas estranhas ao mesmo tempo que me apertava pelo cabelo me forçando a engolir por completo sua piroca.
Jorge jogou o corpo sobre o meu no sofá e me deu um beijo ardente. Meu desejo era tão intenso que, naquele momento, nem me preocupei mais com o que havia acontecido antes. Eu estava decidida a me entregar completamente àquele homem. Queria senti-lo junto de mim, queria amá-lo e viver aquela paixão sem reservas. Cheguei a imaginar um futuro ao seu lado, até mesmo uma gravidez, como forma de me tornar definitivamente sua mulher.
Ele me colocou de quatro no sofá, com o rosto apoiado na almofada e a bunda completamente empinado entregue àquele momento. Logo afastou minha calcinha com os dedos, começou a me lamber e morder meu bumbum, passando a pontinha da língua no meu cuzinho e, outras vezes, lambendo o liquido que escorria da minha xota em brasa, arrancando gritos e gemidos. Podem acreditar, tive vários orgasmos na boca desse macho.
— Pede! Pede bem alto, gostosa, senão eu vou embora e deixo você aí!
Ordenou com firmeza, me dando tapinhas no meu rosto e nos meus seios.
— Por favor, fica comigo! Eu preciso de você. Não estou mais aguentando!
Implorei, completamente dominada pelo desejo.
— Que xoxota rosadinha, mas não posso prometi ao João, você precisa continuar virgem.
Ele me encarou por alguns segundos e então ordenou:
— Vira de bruços, cachorra. Quero você exatamente como eu mandar.
Sussurrou enquanto arrancava minha calcinha com força e rasgava meu sutiã.
Logo, pelada, me coloquei de costas e me curvei sobre o sofá, fiquei esperando que ele se aproximasse para me foder. Jorge deu um tapa na minha bunda e disse:
— Que bunda gostosa, todo vermelha das palmadas do seu tio João!
— Ai não! Quero me entregar para você!
Me desesperei quando senti o dedo penetrando, senti que ele queria comer meu cuzinho.
— Relaxa, relaxa...
— Por favor, pode comer a buceta, quero perder a virgindade contigo!
— Eu só posso tirar a virgindade do seu cuzinho.
O jeito foi relaxar, deixar ser penetrada por trás. Fechei os olhos, coloquei a almofada na barriga, empinei a bunda e esperei o ato. Jorge enlouquecido mordia minha bunda e logo em seguida senti sua língua lambendo e babando meu cuzinho, depois seus dedos iam preparando o caminho.
Jorge beijou minhas costas, segurou firme meu cabelo e tirou os dedos do meu cuzinho. Deu algumas cuspidas no buraquinho, pedindo que eu abrisse um pouco mais as pernas e afastasse as nádegas com as mãos. Ajeitou seu pau na portinha do anel me puxou pela cintura e disse:
— Já deu esse rabinho gostoso pra alguém, Monique?
— Não… nunca
Vai doer um pouco, mas logo você vai gostar, vou comer muito esse cuzinho e depois de hoje você vai implorar para eu meter sempre nesse rabão gostoso.
— Calma, vai devagar… Seu pênis muito grosso, vai doer muito.
Mordi a mochila já com os olhos cheios de lágrimas esperando a penetração.
O cheiro forte do suor e aquele pau entrando devagar na minha rosca arrebentando minhas pregas uma por uma, fazia meu corpo estremecer.
— Para por favor é sério está doendo muito. Ha! Ha! que dor! Tira... Tira ... Tira!
Gemi, sentindo muita dor.
— Respira fundo… relaxa o anel!
Aquelas estocadas estavam cada vez mais fortes me fazia gritar alto. Cheia de dor implorei mais uma vez.
— Eu já tenho dezoito anos. Quero viver com você, ir embora daqui. Quero engravidar e ter uma família com você.
Jorge não me escutou e fez sumir seu pau dentro do meu cuzinho. Fui ao delírio, suas coxas roçavam com força nas minhas coxas me fazendo gritar igual a uma vadia.
— Toma cachorra, agora você não vai mais ficar sem piroca aqui na cidade. Vai virar minha cadelinha de luxo! Pede pra mim socar, pede safada!
Senti uma quentura pelo corpo, um tesão que comecei a pedir pra ele meter mais fundo.
— Ha! Ha! Me tortura como você prometeu. Implorei gemendo... haaaaa!
— Toma vai, isso assim, mexe e rebola esse bumbum lindo minha novinha vagabunda. Fazia tempo que não comia um rabo tão gostoso de uma ninfeta!
A situação me fez gozar. Estava de quatro no sofá com a cabeça apoiada na mochila olhando pra trás e vendo meu amor todo sério comendo minha rosca e esfregando a mão na minha florzinha me chamando de cachorra e vadia. Pelo reflexo do espelho, notei ao fundo o Tio João, com a calça abaixada, se masturbando.
Um calor intenso tomou conta do meu corpo e senti todos os meus músculos pulsarem, especialmente na minha intimidade. Eu gemia a cada bombada que Jorge dava no meu cuzinho. Logo fechei os olhos e mordi a mochila gozando. O grito chegou na garganta. GOZEI gostoso! Gemi, gozei gravando as unhas nos braços dele, no momento que ele socava com mais força.
Toda suada e ainda recebendo pau no cuzinho, passei a esperar pela invasão de porra por parte do meu homem.
— Goza pra mim, goza safada! Vou encher esse cuzinho gostoso, você deixa delícia?
Perguntou já falando agressivamente, pronto para esporrar dentro de mim.
— Sim, solta esse leitinho quentinho no meu cuzinho!
— Haaa...! Uh...! estou gozando nesse cuzinho gostoso, safada. Como você é perfeita, nunca meti tão gostoso!
Jorge acelerou, batendo a virilha na minha bunda. Eu tremia toda, o orgasmo vindo diferente, mais profundo, mais forte. Gritei quando gozei, o cu apertando o pau dele em espasmos. Senti Jorge pulsar, gemer rouco e gozar bem fundo no meu rabinho e despejar seu líquido quente e grosso bem no fundinho do meu cuzinho. Assim que Jorge tirou o pau de dentro, fiquei de pé e logo o sêmen viscoso e esbranquiçado da ejaculação começou a escorrer no chão frio do depósito.
Ficamos por alguns minutos quietinhos relaxando esperando as batidas do meu coração normalizar e meu cuzinho parar de babar aquela porra grossa do Jorge. O buraco estava tão aberto e ardido que me deixava assustada.
Jorge admirava meus seios, fascinado pelo contraste entre a marca branca deixada pelo biquíni e o bronzeado da pele. Seu olhar deixava evidente o quanto aquela visão o perturbava, enquanto tio João, que havia retornado, costurava os botões da minha blusa do colégio. Falava alto, repetindo que ninguém, nem mesmo as pessoas mais próximas, poderia saber o que havia acontecido. Segundo ele, aquilo seria um pacto entre nós três. Mesmo sabendo, no fundo, que eu havia acabado de ser violentada, concordei em guardar segredo. Coloquei o sutiã rasgado na mochila e procurei minha calcinha, mas não a encontrei. Sob os olhares atentos dos dois, vesti novamente o uniforme do colégio.
Depois, lembro-me apenas de ouvir Jorge dizer, com a mesma arrogância de antes:
— Bem-vinda ao clube das meninas que dão o cuzinho.
Eu apenas sorri, ainda tomada pelas sensações daquela noite e pensando que queria viver muitas outras dias assim. Depois, saí sem dizer uma única palavra.
Fui para casa abalada, suja, descabelada e com o uniforme amarrotado. Sem algumas peças de roupa, sentia-me ainda mais exposta.
Logo na entrada do prédio, tropecei no primeiro degrau e, em um instante, senti os olhares se voltarem para mim, principalmente o do pai de Jorge, o pastor Pedro e, naquela época, síndico do prédio dentro do condomínio de classe média alta.
Eu me sentia culpada. Minha mãe havia me alertado tantas vezes para abrir os olhos com Jorge, mas eu não a ouvi. E, no fim, a única coisa que abri foram as pernas.
Fiquei de castigo pela mentira. Durante quase um mês, minha rotina se resumiu a casa, colégio e psicólogo, sempre acompanhada pela minha mãe que proibiu meu relacionamento com Jorge por considerá-lo um homem mais velho, tóxico e sem futuro.
Apesar de tudo, não me arrependia de ter vivido aquela experiência, mesmo tendo passado alguns dias sentindo dores e com dificuldade para me sentar. Afinal, eu havia feito questão de trepar com ele, para no final o pau dele ser tão grosso e eu sofrer para aguentar todinho lá dentro do meu cuzinho. Acho que depois que liberei o cuzinho meu bumbum dobrou de tamanho me deixando ainda mais sexy e gostosa.
Minha mãe passou no concurso para Promotora no Rio de Janeiro e, após o fim do ano letivo, nos mudamos para Ipanema. Nas férias, preferi ficar no Rio, apesar da saudade de Jorge. Também evitava o tio João, que já apresentava sinais de demência de início precoce. Ele só tinha 47 anos. Talvez a doença explicasse o que havia acontecido, mas, mesmo assim, eu ainda sentia muito nojo dele.
Se você chegou até aqui, é porque curtiu! Não deixe de dar ESTRELAS, deixar SEU COMENTÁRIO E ME SEGUIR. Isso é muito importante para mim!
Obrigado e, até a próxima!
NÃO DEIXEM DE LER O EPISÓDIO 3
BASEADO EM FATOS REAIS
🌼PERDI O CABAÇO COM O NEGÃO PIROCUDO DA AUTOESCOLA🔥
BEIJOS
💋
Môh Lyndinha
