Aviso: Este é o trigésimo capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 29: O Armazém Abandonado!
Graças à informação precisa de Alexa, Putty e Mackenzie conseguiram resgatar Margot. A repórter havia sido capturada por uma gangue de bandidas de terceira categoria que a mantinham presa em um armazém abandonado no cais.
Depois de derrotá-las de forma humilhante e escatológica, Putty se escondeu enquanto Mackenzie inventava uma história qualquer para a Polícia, que acabou prendendo duas das três criminosas.
Bibby, a loirinha mais ingênua e menos comprometida do grupo, foi deixada de fora e conseguiu escapar, afinal, ela nunca havia concordado de verdade em ser uma bandida.
Após deixar as duas repórteres em segurança no apartamento de Margot, Putty retornou à Alexa Corp para cumprir sua parte no acordo.
No escritório luxuoso do 50º andar, Alexa e Iza já esperavam por ela. Putty agora vestia seu vestido de látex vermelho, extremamente colado ao corpo, tão justo que marcava cada detalhe: o volume dos mamilos duros, as dobrinhas inchadas da buceta e até mesmo as preguinhas delicadas do cu.
Iza se aproximou em silêncio e entregou o vestidinho rosa que Pôia havia dado de presente. Alexa comentou com tom levemente irônico:
— Aqui está o vestido que você esqueceu no meu escritório. Se é algo tão importante quanto aquela repórter loira fez parecer, você deveria tomar mais cuidado com ele.
Putty pegou o vestidinho com cuidado, abraçou-o contra o rosto e respondeu com sinceridade:
— Pode deixar... Isso nunca mais vai acontecer.
Alexa pigarreou alto para chamar atenção e continuou, apontando para um mapa exibido no telão da parede:
— Muito bem. Agora é a hora de você cumprir sua parte no acordo e me ajudar com um problema que estou tendo.
Putty dobrou o vestidinho rosa com carinho e o colocou sobre o divã antes de responder, com um sorrisinho sarcástico:
— O que alguém com tanto poder e recursos como você pode querer de mim, uma simples alienígena com superpoderes incríveis?
Alexa ignorou o tom e explicou, séria:
— Devido a uma revolução, surgiu recentemente um pequeno país chamado Muang Hii-Kon. O problema é que o ditador de lá não está permitindo a instalação de filiais da Alexa Corp no território dele, e isso está atrapalhando meus negócios naquela região. Existe um grupo armado tentando derrubá-lo, mas são apenas um bando de pobres desgraçados com armamento ultrapassado. Eu quero que você invada aquele lugar e elimine o ditador, para que eu possa colocar alguém em seu lugar, sob meu comando.
Putty fechou a cara imediatamente:
— Você quer que eu mate alguém? Não vou ser sua assassina pessoal!
Alexa deu de ombros, indiferente:
— O que você vai ou não fazer é problema exclusivamente seu. O que eu quero é que você tire aquele imbecil do poder, deixando o cargo vago para eu ocupar com uma subordinada minha.
Iza deu um passo à frente, informando com sua voz monótona:
— O voo para lá está marcado para daqui a meia hora. Vou levá-la até o local onde está a nossa aeronave particular.
Putty se virou, já saindo do escritório:
— Não preciso de nada disso. Eu posso voar por conta própria.
Iza olhou para o divã e comentou secamente com Alexa:
— Ela esqueceu de novo o vestido rosa...
Putty voava a toda velocidade sobre os prédios de Gozópolis, impulsionada por um forte jato de diarreia que caía molhado sobre as ruas lá embaixo, melando as pessoas que andavam pelas calçadas.
Ela seguiu para o oceano sem hesitar, rindo sozinha:
— Caramba, realmente tem muita água nesse planeta! Não tinha tanta água assim em Karola. Acho que o povo daqui nunca deve ter sentido sede.
Menos de meia hora depois, Putty começou a sentir seu jato anal perdendo potência. Suas forças se esvaíam aos poucos e sua altitude diminuía rapidamente:
— Mas que merda tá acontecendo? Tô me sentindo fraca... Porra! Será que eu achei o meu limite?
O jato de merda líquida deu seus últimos engasgos e Putty caiu no oceano como uma pedra. Ela tentava se manter na superfície, mas não sabia nadar direito e estava exausta:
— Puta que me pariu, tô fodida!
De repente, o som de um motor se aproximou. Um hidroplano aterrissou perto dela. A porta se abriu e Iza apareceu:
— Suba aqui, sua imbecil.
Dentro da aeronave, Putty respirava com dificuldade, sentada no banco do copiloto. Iza entregou uma enorme caneca com um líquido marrom espesso:
— Tome. Beba isso para se recuperar.
Putty sentiu o cheiro forte e familiar e perguntou, surpresa:
— Isso é uma caneca de merda?
Iza respondeu, sem tirar os olhos dos controles:
— Sim. Quando estudamos sua biologia alienígena, descobrimos que fluidos corporais como merda, urina ou vômito, recuperam suas forças e a deixam mais forte. Então beber isso deve fazê-la se sentir melhor.
Putty já entornava a caneca, saboreando com prazer, deixando escorrer pelos cantos da boca:
— Aliás, o que você tá fazendo aqui?
Iza, ainda pilotando o hidroplano sem desviar o olhar:
— A mestra Alexa e eu desconfiamos que você acabaria caindo no oceano e precisaria ser resgatada. Como previmos, você foi idiota o suficiente para superestimar suas capacidades.
Putty comentou, meio irritada:
— Você usa essas palavras difíceis pra me esculhambar sem eu perceber, né?
Iza escondeu um sorrisinho:
— Não sei do que você está falando...
O hidroplano pousou a alguns quilômetros da praia de Muang Hii-Kon.
Iza avisou, abrindo a porta:
— A partir daqui nós vamos voando sem o hidroplano. É perigoso entrar com ele no espaço aéreo desse lugar, podemos ser detectadas pelo radar e derrubadas por mísseis.
Putty já pegou Iza no colo, se preparando para voar, quando a assistente reclamou, irritada:
— O que você pensa que está fazendo? Me solte, sua estúpida abusada.
Putty perguntou, sem entender:
— Mas você disse que a gente ia voando sem esse avião... Você por acaso aprendeu a voar também?
Iza pressionou um botão em sua pulseira e uma armadura verde tecnológica compacta se materializou colada ao seu corpo, marcando cada curva. Sem dar explicações, ativou o propulsor anal e um jato de bosta líquida jorrou de sua bunda, lançando-a pelo céu a toda velocidade.
As duas voavam lado a lado, jorrando diarreia pelos cus, com Iza guiando o caminho:
— Vamos nessa direção. As forças rebeldes locais têm um acampamento por aqui. Vamos nos encontrar com elas e planejar nosso ataque.
Chegaram ao acampamento rebelde e foram recebidas por Saranya, a líder: uma mulher de pele morena, cabelo preto liso preso em tranças, corpo magro e atlético, seios médios, bunda firme, vestindo roupas militares improvisadas e uma bandana vermelha na testa.
— Sou Saranya, a líder desse grupo. Vocês devem ser as duas mulheres que Alexa disse que chegariam voando para nos ajudar, não é?
Iza respondeu com sarcasmo:
— Você costuma ver muitas mulheres voando com um jato de bosta vazando pelo rabo? É óbvio que somos nós.
Saranya, irritada, guiou as duas para dentro da tenda principal. Quando ia começar a explicar o plano, Iza a interrompeu:
— O plano é o seguinte: Vocês vão atrair a atenção das tropas inimigas, avançando pra cima delas e atirando, enquanto nós duas vamos invadir o Palácio para eliminar o líder inimigo.
Saranya e as outras rebeldes começaram a reclamar, indignadas:
— Você quer que a gente sirva de isca? Mas assim muitas de nós vão morrer!
Iza, sem demonstrar nenhuma emoção, respondeu:
— E se sacrificarem para a libertação de seu povo não é um ato nobre?
Putty colocou a mão no ombro de Saranya e interrompeu, olhando para Iza com tom desafiador:
— Vocês não precisam se sacrificar... Podem ficar apenas atirando de um lugar seguro. Contanto que façam bastante barulho e atraiam atenção, nós duas daremos um jeito.
Iza reclamou, furiosa:
— Você espera que apenas nós duas enfrentemos o exército inteiro do inimigo, atacando pela frente?
Putty respondeu com um sorriso confiante:
— Essa armadura aí que você está usando é igual àquela que a Alexa usou contra mim, imitando os meus poderes, não é? Então ela deve aguentar os inimigos numa boa.
Algum tempo depois, quando o Sol já se punha, o ataque começou. As rebeldes atiravam de posições seguras entre as árvores, atraindo a atenção dos soldados do ditador.
Putty e Iza dispararam como dois mísseis humanos, arremessando soldados para o alto como pinos de boliche.
Um tanque disparou na direção delas, errando o tiro por poucos centímetros.
Putty saltou e grudou a buceta no canhão:
— Atira de novo! Atira que eu vou engolir essa porra com a minha buceta!
Iza se arremessou sobre Putty, derrubando-a no exato momento em que o tanque disparou novamente. As duas rolaram no chão.
Iza perdeu a paciência e gritou, alterada:
— O que você estava fazendo, sua imbecil? Aquele tiro ia ter estourado a sua buceta e varado até sair pelo teu cu, porra! Vê se usa esse cérebro dentro da tua cabeça pelo menos uma vez, se é que você tem um!
Iza se levantou e continuou avançando. Putty ficou confusa, murmurando para si mesma:
— Ela tava preocupada comigo? Essa é nova... quem diria...
O tanque se preparava para disparar novamente, mas Putty o segurou e, com esforço, virou o veículo de cabeça para baixo.
O piloto saiu correndo e gritando:
— É um monstro! Socorro!
Putty e Iza estouraram a porta principal do Palácio, derrubando soldados que atiravam inutilmente, até chegarem ao Salão Principal.
Lá estava o ditador, um homem gordo, vestindo um traje dourado ridículo, e sua esposa, uma mulher magra de pele amarelada, cabelo negro preso em coque alto, vestido vermelho longo com fenda alta lateral que mostrava a perna comprida, seios pequenos empinados e bunda firme.
O ditador gritou furioso:
— Vocês sabem quem eu sou? Têm ideia de com quem estão mexendo? Eu sou o...
Antes que terminasse, Iza avançou e deu um soco na cara dele, arremessando-o contra a parede. O homem desmaiou instantaneamente.
Putty virou-se para a esposa, que gritava histérica:
— Aquele imprestável era só um fantoche! Na verdade quem manda aqui sou eu, a grande Sarinpatchara! Vocês duas não passam de estrume que eu usarei para adubar o meu jardim. Ajoelhem-se agora mesmo e implorem por misericórdia!
Putty e Iza se entreolharam, quase rindo.
Sarinpatchara batia o pé no chão como uma criança birrenta:
— O que estão esperando? Obedeçam! Talvez eu demonstre alguma misericórdia e transforme vocês em minhas escravas sexuais!
Putty se aproximou em um piscar de olhos e deu um cascudo na cabeça dela, fazendo-a cair de joelhos, gemendo:
— Ai! Como ousa erguer a mão contra mim? Você vai se arrepender disso!
Iza desligou a armadura, ficando completamente nua, de pé na frente de Sarinpatchara, olhando-a de cima, e ordenou:
— Beije meus pés.
Como a mulher se recusava, Iza agarrou seus cabelos e forçou a boca contra o próprio pé, enfiando-o até o calcanhar.
Sarinpatchara engasgava, os olhos arregalados, a garganta se contraindo ao redor do pé. Iza mexia os dedinhos de unhas verdes dentro da boca dela, sentindo a língua quente e molhada deslizar entre eles.
— Isso... sente o gosto do meu pé suado... — ordenava Iza, empurrando mais fundo, forçando a mulher a engolir a própria saliva misturada com o suor salgado.
Sarinpatchara tentava se soltar, mas Iza segurava sua cabeça com as duas mãos, fodendo sua boca com o pé, o calcanhar batendo no fundo da garganta.
A ditadora babava, tossia, com os olhos lacrimejando, mas o corpo começava a tremer de prazer involuntário.
— Olha só como você tá molhada só de chupar meu pé, sua vadia arrogante... — provocava Iza, girando o pé dentro da boca dela.
Putty, já pelada, ajoelhou atrás de Sarinpatchara e fechou o punho. Sem aviso, enterrou o braço inteiro numa só estocada até o cotovelo no cu da ditadora. Ela soltou um urro abafado de prazer, o som engasgado pelo pé de Iza ainda enfiado na garganta.
Putty metia e tirava o braço sem piedade, as paredes moles do cu esticando grotescamente ao redor do antebraço, espirrando merda pastosa e quente para todo lado. A bosta marrom-clara melava o braço, o peito e o rosto de Putty, pingando no chão com sons molhados e obscenos.
— Caralho, o teu cu é um poço sem fundo! Tá piscando e pedindo mais... — rosnava Putty, girando o braço dentro dela, sentindo as contrações quentes e viscosas.
Sarinpatchara convulsionava, com o corpo tremendo em orgasmos violentos. O mijo dourado jorrava da buceta, gozo cremoso escorria pelas coxas, enquanto ela vomitava ao redor do pé enfiado em sua boca.
O vômito quente escorria pela perna de Iza, que se masturbava gemendo baixinho. Ela não queria admitir que estava sentindo prazer com alguém além de sua mestra:
— Sua cadela imunda, como ousa querer me dar prazer? Vou esfolar tua garganta com meu pé até chegar no estômago!
Putty enfiava o outro braço na buceta dela, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo, esticando as carnes internas, fazendo a mulher inchar e jorrar fluidos por todos os orifícios.
— Você tá gozando pra caralho, puta merda! — ria Putty, metendo cada vez mais fundo, os braços saindo cobertos de merda, mijo e gozo.
Iza empurrava o pé com mais força na garganta da mulher, forçando o caminho pela garganta, que fazia ruídos de engasgo borbulhante, misturados com o vômito ácido e a bile que não paravam de sair.
Quando Sarinpatchara finalmente desmaiou, mole e babando, Putty tirou os braços com um som de estalo das carnes moles. Iza puxou o pé devagar, coberto de vômito.
Saranya, a líder rebelde, apareceu na porta do salão:
— Conseguimos derrotar as tropas que faltavam, mas vocês derrubaram quase todo mundo e... Mas que porra aconteceu aqui? Por que essa mulher tá toda cagada assim?
Iza religou a armadura e respondeu friamente:
— Isso é um presente que damos para vocês... podem pendurar na praça como um enfeite.
Putty, ainda sentada no chão melado, recebendo no rosto alguns espirros de diarreia que ainda saiam do cu arreganhado de Sarinpatchara, completou com um sorriso:
— E eu sugiro transformar o dia de hoje em um feriado. Vocês podem comemorar cagando e mijando nela todo ano nesse dia.
Saranya arregalou os olhos, sem palavras.
Putty riu:
— Podem chamar de Dia Nacional de Cagar na Puta!
Continua...