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Pai e filho se reencontram e se tornam amantes | Capítulo 9: O namorado do meu amante

Um conto erótico de SmokeBear
Categoria: Gay
Contém 1601 palavras
Data: 30/09/2026 19:41:01

Nem foi necessário que eu fizesse muito esforço para que meu filho e amante se apaixonasse por outro homem. Renato e Thiago começaram a sair com alguma frequência, não sem antes eu ter uma conversa com cada um. O primeiro a me procurar foi Thiago, dizendo que a noite que passou com Renato tinha sido deliciosa e adoraria repetir.

— Quando você quiser, meu amigo. Se ele estiver a fim também, e eu acho que está, por que não?

— Mas eu não quero atrapalhar nada... Eu não sei quais são os acordos entre vocês, e tem o fato de vocês serem pai e filho, além de tudo… Já é estranho conversar com meu amigo sobre sair com o filho dele, mais estranho ainda sabendo que os dois transam…

— Uma coisa não tem nada a ver com a outra. O fato de estarmos juntos como amantes não significa que não possamos sair com outras pessoas. Deixa de ser cuzão e chama ele!

Eu estava extasiado, me sentindo um corno manso incentivando outro macho a convidar meu amante para foder. Na noite do mesmo dia em que tive essa conversa com Thiago pelo WhatsApp, Renato me procurou. Contou que mantinha contato com Thiago desde aquela noite e que tinha recebido um convite para sair. Saber que eles estavam conversando e imaginar as putarias que rolavam naquele chat do WhatsApp deixou meu pau duraço.

— Ué, filho… Se você estiver com vontade, aproveita! Nunca foi um problema você sair com outros caras, afinal. Você sabe que, quanto mais você me trai, mais apaixonado por você eu fico.

Renato ruborizou mas parecia preocupado:

— É que é diferente, né, pai? Não é um cara qualquer de balada, de aplicativo... O Thiago é seu amigo. Ele me disse que conversou com você a respeito e você disse que estava tudo bem. Mas sei lá, queria ouvir de você.

— Tá tudo bem, sim, filho. Sai com o Thiago, fode bastante, mete um galhão na testa do seu pai.

Renato deu um sorrisinho bobo e me beijou.

— Você é incrível, meu corno. Te amo demais!

Respondi que o amava, agradeci por me trair, mas percebi que ainda tinha algo ali.

— Tem mais alguma coisa, filho?

— Você me conhece como ninguém, né?

— Claro, você é meu filho e o amor da minha vida! Se eu fosse arriscar algo, eu diria que você está com medo de se envolver com o Thiago, não é isso?

— É, acho que sim. Ele é um macho gostoso e adorei trepar com ele, mas além disso ele é carinhoso, inteligente, tem um bom papo… Eu sei que você gosta de ser chifrado e fica excitado quando eu transo com outros caras mas talvez eu não sinta apenas tesão por ele… E se eu te trair de verdade?

Apesar de Renato não ter dito com todas as palavras, ficou claro para mim: ele não estava com medo de se apaixonar por Thiago… Ele já estava apaixonado! Nesse momento, apesar de estar explodindo de tesão com a confirmação, eu precisava segurar um pouco a onda, deixar o fetiche de lado e ser um pouco mais racional para tranquilizar meu filho. Convidei-o a sentar em meu colo, como sempre fazíamos em conversas mais sérias sobre a nossa relação.

— Filhote, vem cá no meu colo… Fetiches à parte, eu quero é que você seja feliz e se realize como homem. Se você se interessou por outro cara, quero mais é que você se permita viver isso… Eu não vou deixar de te amar como pai e como homem porque você se apaixonou por outro.

Ele me olhava com o olhar de cachorrinho pidão e respondeu:

— Eu também nunca vou deixar de te amar, pai. Só não quero que isso atrapalhe o que a gente está vivendo. Nunca imaginei que poderia ser tão maravilhoso se apaixonar e viver um amor tão intenso com o próprio pai. Eu não quero perder isso nunca.

— Então, pronto. Se você se sente assim, por que sair com o Thiago, ou qualquer outro cara, e eventualmente se apaixonar por ele seria um problema?

— É, você está certo… Insegurança minha… Vou sair com ele na sexta então, tá?

— Tá bom, filho.

— Vamos fumar um charuto para finalizar a noite?

Depois do charuto, ainda transamos antes de dormir. Enquanto socava a rola no cu de meu filho, só conseguia pensar no prazer indescritível de estar o empurrando para os braços de outro. Leitei seu rabo imaginando os dois em um beijo apaixonado. Eu me sentia cada vez mais corno, e muito feliz e realizado com isso.

Conforme as semanas passavam, os dois ficavam mais tempo juntos. Renato passou a dormir algumas noites na casa de seu novo macho, o que me deixava sozinho na cama batendo punheta e imaginando quantas vezes Thiago iria esporrar no cu de meu filho naquela noite. Quando estava em casa comigo, Renato me contava as coisas que fazia com Thiago, o que deixava meu pau duro imediatamente. Ele gostava de amarrar os braços de meu filho na cabeceira na cama e restringir seus movimentos enquanto comia seu cu, por exemplo.

Certa vez, Renato me perguntou se eu lembrava da noite que vimos um cara bebendo o mijo de outro na festa de putaria. E então, revelou que Thiago o estava iniciando nos “watersports”. Ele começou mandando meu filho deitar no box do banheiro para mijar em cima dele. Depois, Renato começou a ajoelhar para que Thiago mijasse em sua boca. Nas primeiras vezes, ele cuspia, mas com o tempo começou a gostar de beber o mijo de seu macho.

Extasiado ao ver meu filho se tornando um putinho sedento por mijo e cada vez mais submisso, perguntei a Renato se eu poderia fazer o mesmo com ele, ao que ele respondeu:

— Isso eu faço só com meu namorado, seu corno!

Aquilo fez minha cabeça girar. Era a primeira vez que ele chamava Thiago de namorado na minha frente. Eu havia conquistado meu objetivo e me sentia o homem mais chifrudo do mundo. Eu não estava sendo traído apenas sexualmente: meu amante estava namorando com outro, apaixonado e envolvido romanticamente. Uma vez, eu o ouvi falando no celular com Thiago, dizendo "te amo, meu macho" — assim como ele falava para mim também.

Em outras conversas, abraçados de conchinha na cama, eu perguntava a Renato sobre seus sentimentos. Ele se abria totalmente, não apenas pela sinceridade que sempre tivemos um com o outro mas também por saber que eu sentia muito tesão com aquela situação toda, e às vezes trazia um pouco de humilhação para a conversa.

— Você está apaixonado pelo Thiago mesmo, né filho?

— Demais, pai. A gente se conectou muito, temos muita coisa em comum. Adoro conversar com ele, ficar abraçadinho, beijando e vendo filme… E o sexo, então… Ele me trata como a puta vadia que eu sou.

— Ele te come gostoso, filho?

— Muito gostoso, me arregaça toda vez. Termino todas as fodas dolorido de pirocada e de tapa na bunda e na cara.

— É melhor trepar com ele do que comigo, filho?

— Muito! Você é só meu pai chifrudo, seu corno. Thiago é meu macho de verdade.

— E você ama ele, filho?

— Amo demais, pai!

— Obrigado por me trair, meu filho!

É impossível explicar o que eu sentia e o quão rápido as coisas evoluíram desde o dia que Renato chegou em São Paulo. Primeiro, a aproximação entre pai e filho outrora distantes. Depois, o sentimento diferente e especial que surgiu entre os dois. Logo, começamos a foder e nos tornamos amantes. Depois, descobri meu tesão em ser corno e comecei a incentivá-lo a trepar com outros machos, sempre no pelo. Por fim, o joguei nos braços do homem que se tornaria seu namorado.

Ainda que se tratasse de um fetiche e que as coisas acontecessem com pleno conhecimento e consenso entre as partes, eu de fato me sentia traído, e muito feliz e satisfeito com isso. Eu gostava que meu filho, por quem eu me apaixonei depois de ter ficado tanto tempo longe, estivesse não só se relacionando sexualmente com outro homem, mas o amando também.

Um novo mês começou, e aquele era um mês especial: nossos aniversários — Renato e eu comemoramos com quinze dias de diferença. Eu comecei a pensar em algo especial para fazermos juntos e puxei um papo com ele a respeito. Ele não parecia nada empolgado e estava um pouco ressabiado. Perguntei o que estava acontecendo:

— Então, pai… Eu ia mesmo falar com você a respeito… Hoje eu organizei uma comemoração com amigos em um bar. E chamei o Thiago. Comentei com alguns amigos que estou namorando com ele, e todo mundo quer conhecê-lo. Eu quero muito que você vá também, mas não sei se você gostaria de ir como meu pai, “apenas” — ele fez aspas com as mãos.

Foi aí que percebi algo que me preocupou. Renato era super liberal, grande parte de seus amigos também, e com certeza não seria uma grande questão levar dois namorados para a festa. Mas, aparentemente, em nenhum momento Renato pensou em me apresentar como namorado. Afinal, eu era também o pai, e seria muito mais fácil e conveniente me apresentar assim. Eu sempre seria o pai, afinal, enquanto Thiago — ou qualquer outro cara — seria o namorado.

Mais do que isso, essa consciência me trouxe o medo de perder meu amante. Eu nunca perderia meu filho, mas existia a possibilidade de perder o amante — ainda que eles fossem a mesma pessoa. Eu não culpava meu fetiche ou a satisfação de ser corno por isso, mas concluí que eu precisava repensar algumas coisas. E aí veio uma grande virada de chave.

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Foto de perfil genéricaSmokeBearContos: 10Seguidores: 14Seguindo: 3Mensagem Urso maduro, fumante, amante de ursinhos jovens maiores de idade

Comentários

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Nossa que final em? Sabia que esse momento ia chegar rsrsrs. Será que ele vai perder o amante dele?! Es a questão.

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Está aí o porque de eu nunca me dar bem com relacionamentos abertos. Uma hora ou outra os sentimentos mudam e isso é em 100%das relações abertas. E aí temos de lidar com duas consequências:

- a dor da perda

- o fato de que se N fomos quem entregou o ouro para o bandido, fomos quem aceitou por conta de um fetiche e aí além da dor da perda fica também a dor do arrependimento.

Eu até curto relacionamento aberto, mas sem levar a marmita para a cama do casal , e principalmente sem repetições porque é na repetição que aos poucos nasce o sentimento.

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