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O Futuro Presente em Nosso Passado. Décimo Capítulo: Cinco Perdidos Numa Noite Suja

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Grupal
Contém 3597 palavras
Data: 30/09/2026 17:50:02

Chegaram na casa de Andreza, uma dessas casinhas coloridas, pequena, mas aconchegante, com uma sala de tamanho razoável. Os cinco entraram ainda rindo das histórias do bar, clima leve e descontraído. Verena estava mais relaxada, o álcool e a companhia afastando os pensamentos sobre a briga com Benício.

Jéssica: Bora colocar um som! Essa noite ainda vai render!

Ela conectou o celular numa JBL e logo uma batida dançante e sensual tomou conta do ambiente. A luz central do cômodo foi apagada, ficando uma penumbra, deixando o recinto apropriado. Pouco depois,latinhas de cerveja e garrafinhas de ice limão estavam sobre a mesa. Verena permanecia mais quieta, sentada no sofá, observando tudo. A casa tinha uma energia diferente daquela do bar. Era tudo mais íntimo, convidativo. Após Verena ser puxada pra se juntar a eles, a diversão começou pra valer.

Os cinco se espalhavam e se juntavam, conforme a movimentação. Marquito e Leandro dançavam com leveza, enquanto Andreza e Jéssica remexiam mais o corpo.

Verena ficou um pouco tímida no início, balançando os quadris discretamente, os olhos observando os demais, garrafinha de ice na mão.

Jéssica: Vem, Verena! Deixa eu te ensinar uns passos.

Ela se posicionou na frente, colocando as mãos na cintura de Verena e guiando seus movimentos.

Jéssica: Isso, solta o quadril, deixa o corpo levar. Não pensa, só sente.

Verena: Ai, Jéssica, eu não sei…

Jéssica: Não precisa saber direito, ser perfeita, nada disso. Sua confiança basta. Acreditar em você mesma é tudo!

Andreza: Experimente a noite que amanhã é outro dia. Você precisa ir se soltando, deixa o corpo seguir o fluxo,que amanhã você vai estar mais relaxada.

Verena começou a se soltar, os olhos fechados, o corpo respondendo ao ritmo. A música ficava mais pulsante, a iluminação melhorando, e ela se sentia leve, livre, como se estivesse flutuando.

Leandro: Nossa, daqui a pouco está ensinando a gente.

Verena: Ai, Leo, para de me zoar!

Andreza: kkkkkkkkkkk

Aos poucos, Verena foi entrando na onda. Cantava junto, dava as mãos, gingava com as meninas. Seu riso tomava a face, sua felicidade brotava instantaneamente.

Foi quando as coisas começaram a esquentar. Marquito puxou Andreza para um beijo lascivo, as mãos percorrendo suas costas. Leandro fez o mesmo com Jéssica, puxando pela cintura e beijando seu pescoço.

Verena ficou parada por um momento, observando os dois casais se entregarem àquela intimidade que ela já tinha imaginado tantas vezes. Sentiu o coração acelerar, o corpo responder com um calor que circulava no seu ventre, uma mistura desconcertante de curiosidade, vergonha e expectativa que vinha acompanhando seus pensamentos havia algum tempo.Com a lucidez que lhe restava, achou melhor cair fora o quanto antes

Verena: Ér… pessoal… desculpa, mas… acho que… a hora… é de ir…

Ela falava aquilo, mas sem convicção, nem vontade de realmente ir embora

Jéssica: Fica, Verena, relaxa. Não vai haver nada aqui que possa lhe constranger, sabemos disso.

Os quatro se aproximaram dela, dançando ao seu redor. Verena sentiu o ar faltar, os olhos arregalados, o coração disparado.

Marquito: A gente tá sentindo sua energia, Verena. Acho que… sua noite é conosco.

Leandro: Por favor… está tarde pra retornar sozinha, fique. Talvez seja melhor.

Andreza: Deixa rolar, amiga. A gente vai cuidar de você.

Os quatro a abraçaram com delicadeza, quase que a ninando.Verena sentiu a respiração falhar. As palavras ecoavam em sua mente, começava meio que delirar, coração batendo forte. Ela levantou a mão trêmula e tocou o peito de Marquito, sentindo o calor da pele, os músculos firmes, ele estava sem camisa. As lágrimas vieram, mas não de tristeza - era uma emoção pura, um alívio por finalmente se permitir. Sua voz estava embargada.

Verena: Eu esperei muito por esse momento… Eu não sabia... eu não sabia que era isso que eu queria.

Jéssica, também emocionada, colou a cabeça na testa dela.

Jéssica: Verena… você não sabe o quanto é especial seu momento aqui...

Mãos começaram a percorrer seu corpo. As de Marquito na sua cintura, as de Leandro em seus ombros, as de Andreza em seu rosto, as de Jéssica em suas costas. Verena se sentiu envolta por um turbilhão de sensações, o corpo respondendo a cada toque com um arrepio.

A blusa dela foi levantada, e ela ergueu os braços para facilitar. O sutiã foi desabotoado por trás, as mãos de Jéssica o puxando devagar. A calça jeans desceu, e ela ficou em roupas íntimas, o corpo à mostra para os quatro olhares que a devoravam. Andreza murmurou, beijando seu ombro.

Andreza: Você é linda, Verena. Não sabe o quanto estamos emocionados por essa noite.

As roupas começaram a cair dos outros também. Marquito tirou o que restava, exibindo o corpo musculoso que Verena tanto admirou na praia; Leandro fez o mesmo; Andreza e Jéssica se despiam com naturalidade, os corpos perfeitos se revelando a cada peça que caia.

Quando todos ficaram nus, Verena sentiu o ar escapar de seus pulmões. Seus olhos se fixaram nos paus eretos de Marquito e Leandro - enormes, grossos, impressionantes. Ela nunca tinha visto algo assim ao vivo, e sentiu um misto de excitação e medo. A voz de Jéssica refletia a excitação imperativa.

Jéssica: Aproveita, princesa. Está ganhando um presente que muitas pessoas gostariam de abrir. Quebre as correntes… vem...

A frase foi dita com provocação, mas também com carinho. E Verena sentiu que era verdade. Aquilo era muito mais que um amor terno pode dar.

Marquito: Relaxa… a gente vai com calma...

Então ele abriu a porteira. Beijou primeiro, devorando, enquanto Leandro se posicionou atrás dela, suas mãos percorrendo suas costas nuas. Andreza desceu, beijando seu pescoço, e Jéssica ajoelhou-se à sua frente, começando a beijar sua barriga. Verena sentiu aquelas línguas serpenteantes - nos seios, na barriga, nas costas, no pescoço. Era uma overdose de sensações, um turbilhão de prazer que percorria o seu corpo a fim de se concentrar e depois explodir como bomba atômica.

Marquito a deitou no sofá, e ela sentiu a boca de Jéssica entre suas pernas, chupando-a com uma habilidade que arrancou um grito dela. Andreza mamava seus seios, mordendo suavemente os mamilos, enquanto Leandro e Marquito se revezavam em beijos intensos no rosto e pescoço.

Verena: Meu Deus! Não parem!! Nossa!! Que… gostoso!!!

Totalmente inebriada, Verena estava frequentemente com os olhos fechados sentindo seu corpo vibrar de tesão. Quando abriu os olhos, já via Jéssica ajoelhada mamando o pau de Leandro, que movimentava a jeba na boca da influencer, enquanto Andreza o agarrava pelas costas beijando ele e roçando seu corpo. Ao virar, viu um Marquito com olhares que ela nunca tinha visto. Não eram olhos de um amigo. Eram olhos de predador. Ela se sentia uma caça acuada, com um leão imenso dando espaço apenas para a presa dar seus últimos suspiros.

Marquito: Não consigo evitar o cheiro de seu desejo…

Verena viu aquele garanhão manga larga marchador exalando o vigor de estar ali com ela. Não tinha o que pensar. Engoliu em seco.

Verena: Não perca tempo… prove que lhe quero agora!

E com um beijo que parecia um choque entre dois trens, Verena e Marquito partiram pra uma cena de tirar o fôlego: um homem e uma mulher quase se fundindo de colados, se esfregando, se lambendo, se deitando, se virando, se embolando como se fossem duas espirais rodopiando. Assim, braços e pernas se movimentavam com duas bocas sedenta, línguas se embolando, o mais puro suco de entrega que só uma situação daquelas proporciona.

De repente, O barulho de chupação de pica era mais alto que a música, dada a vontade que aquelas pessoas demonstravam em exalar um prazer avassalador. Andreza e Jéssica disputavam o pau de Leandro, ávidas, sacanas, pontas das línguas sugando, explorando cada pedaço daquele músculo. Espremiam seus ovos, moviam a cabeça alucinadamente, disputavam a pica, ralavam na cara,os supercílios das duas se chocavam de tanto furor. Do lado delas, bem próximo, uma Verena nova, ávida, entregue, boqueteava aquele moreno, as mãos apertando o pau como se ele fosse fugir a qualquer hora, o que ela jamais deixaria. Ela mamava, a baba escorria, seus olhos mirando o rosto dele, mostrando todo a dedicação que ela oferecia, os dedos polegar e médio da mão esquerda não se encontravam naquela punheta feroz. E ela punhetava com as duas mãos, deixava a ponta da língua serpentear a rola, afogava os lábios até a cabeçorra bater na garganta. Três mulheres exprimiam um sexo oral que chegava a ser violento, tamanho era o empenho. As mãos arranhavam as coxas dos caras, o pau batia na cara, lapava as línguas, salivas escorriam como uma goteira insistente caindo do telhado numa noite chuvosa por cima de pescoços e seios. O front da putaria estava naquela batalha da chupança.

Não demorou muito, Jéssica estava de quatro sendo socada, as mãos de Leandro puxando sua cintura para a pica arrombar mais aquela buça quente. Andreza alisava as costas dela, incentivando o comedor a meter mais e mais. Do lado, uma espanhola feroz de Marquito nos peitos grandes de Verena. Sim, ela não chegava ser uma peituda clássica, mas tinha os maiores pares das três. Aquele pau enorme roçava as tetas da curiosa, enquanto ela espremia o pau, que batia no seu queixo, enquanto sua linguona tentava alcançar o pau que ia pra frente e pra trás desbravando seu busto.

Jéssica: Soca, porra! Vai, Leo, mete tudo, tudoooooooooo

Jéssica só parou de falar quando Andreza meteu aquela xota melada em sua boca, era uma alucinação as socadas de Leandro, a bunda de Jéssica ecoando o som e baques, baques, baques, baques, e sua boca devorando a buçona de Andreza.

Andreza: Uhhhhhhh, que putariaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… lambe, putonaaaaaaaaaaaa

Verena estava já deitada de ladinho, e Marquito atrás dela batia sua grossa rola no grelo dela, fazendo-a arrepiar toda

Verena: Vai, devagar, Marquito… não estou acostumada com algo tão grosso

Marquito: Relaxe, gostosa… vou enfiar bem lento… e gostoso…

Após ouvir aquilo em seu ouvidinho, sua buceta lubrificou ainda mais. Com jeito, Marquito foi empurrando até entrar a cabeça. Verena suava, esperando que ele enfiasse logo. Já não aguentava mais

Verena: Por favor, Marquito, enfia logo… meu deus, enfia isso vai…

Marquito foi acelerando a enfiada. Tudo era meio devagar, contrastando com a gritaria e gemedeira ao lado.

Leandro: AHHHHHHHHHH, TOMA VACA! PICAAAAAAAAA

Jéssica: ISSO, PORRA, VAI FUNDO, AHHHHHHHHHHH

ANDREZA: ME LAMBE, PUTA!!! LAMBE METE A LINGUA NA MINHA BUCETAAAAAAA

Aqueles decibéis pornográficos estimularam Marquito, que empurrou com mais vigor, fazendo Verena dar um longo grito abafado. Ele parou

Marquito: Vou mais lento agora, e...

Verena: Gozei, Marquito!!!… já gozei… vai, pode ir metendo, que delícia…

E então, Marquito atacou o pescocinho dela, ia chupando como um vampiro. Verena se contorcia e não demorou pros seus gritinhos de prazer se misturarem com as outras duas

Verena: AI… AI… AI… AI… GOSTOSO… VAI, METE, VAI… AI QUE MARAVILHA, COMO É BOM…

E assim, gritos se misturavam, socadas de lá, de cá, uma confusão de gargantas ecoando prazer em polvorosa.

“AHHHHH, TESÃO”

“METE MAIS, DELÍCIAAAAAAA”

“METE, SOCA… AHHHHHHHH”

“LAMBE MINHA XOTA, PUTAA”

“AH, VERENINHA, QUE XOTINHA APERTADA, AH, VOU METER, VOU METEEEEEEEEEEEEEEEEER, AHHHHHHHHHHHHH”

Marquito estava cravando pesado na buceta de Verena, que se enlastecia ante as golpeadas precisas do novo amante.

Verena: AI, AI, AHHHHHHH, ISSO, ASSIM, TESUDO, GOSTOSO, PAUSUDO!!!

Depois de muitos gozos, Leandro colocou Andreza de quatro e passou a socar. Verena respirava deitada de costas e só viu Jéssica por cima dela mamando seus peitos. Ela passava a mão pelo corpo da influencer também. Não demorou e Jéssica cravou a boca em sua xota. Ela deu um gritinho assustada, mas logo a bucetona de Jéssica estava ao alcance de sua boca. Não pensou: meteu a linguona também.Um 69 louco entre as duas passou a rolar.

Andreza: LEANDO, SEU MERDA, METE PRA VALER, SOCAAAAAAAAAAAA…AH, SEU ANIMAL, ASSIMMMMMMMMM

Leandro: AHHHH, PUTA, TOME VARA!!! VAGABUNDA DO CARALHO!

E Leandro puxava os cabelos de Andreza, socando, bombando em alta velocidade. Jéssica e Verena se chupavam. Marquito enfiou seu pau na boca de Andreza,que passou a chupar e lamber. Os cinco estavam enlouquecidos demais!

Marquito agora enfiava o pau na boquinha de Jéssica, Andreza estava em cima das costas dela, Leandro metendo, e Verena embaixo de Jéssica. Os cinco começavam a curtir juntos aquele rendez-vouz inesperado. Jéssica e Andreza disputavam o pau de Marquito quando Leandro passou a enfiar em Jéssica, quando Verena ainda estava com a língua chupando ela. Foi então que Verena viu aquele pau comprido ir sumindo na xota que lambia e ela, alucinada, começou a lamber o pau que entrava e saia. Os corpos já reluziam de suor.

Marquito enfiou em Verena, Jéssica se abraçou a ele, o corpo de Andreza deslizando nas costas suadas da influencer, e Leandro metendo bala. O corpo de Verena se debatia, levando bombada, o corpo de Jéssica pesando sobre o dela.

Verena: AHHHHH, QUE LOUCURAAAA!!! SOU UMA LOUCAAAAAAAAAAAA.

Por hora, o pau escapava de sua buceta e Jéssica caia de boca. E foi assim aquele momento.

Jéssica agora montava em Marquito, cavalgando ele, seu corpo pra cima e pra baixo, sentindo a pica do moreno entrando pra valer.

Jéssica: ME FODE, PORRA!!! METE BALA, TESÃO!!

Leandro bombava Verena, que estava de frente pra ele, mas os dois de lado, enquanto chupavam Andreza. Jéssica quicava abraçando Andreza, que oferecia a buça pras línguas de Verena e Leandro explorarem avidamente

Andreza QUE TESÃO, CARALHO! ISSO É UM SONHO! CHUPEM MINHA BUCETA, CARALHO!!AHHHHHH

A posição incomodava Verena, que se levantou, se virou, e sentou na pica de Leandro, deixando aquele colosso afundar todo.

Verena: AI, ASSIM…ME FODE, LEANDRO, ME SOCA TODA!! AI, AI, AIIIIIIIIII, TÔ ALUCINADAAAAAAAAAAAA

E Verena pulava, seus peitos pulavam junto, não tinha freios. Jéssica vendo Verena naquela ferveção, começou a se masturbar muito, toda arreganhada

Jéssica; VAI, VERENA, FODE GOSTOSO, REALIZA SUA FANTASIA!! VAI, FODE, FODE, SE LARGA NESSA PICA, QUE DELÍCIA, QUE TESÃO!!!

Verena deu mais umas quicadas e logo berrava em um gozo que sacolejou seu corpo

Verena: AHHHHH, TÔ GOZANDOOOOOOOOOO, AHHHHHHHHHH… PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAA. ME MATA DE PRAZER, MATAAAA

Verena se desencaixou com o corpo ainda fervendo. Ficou um pouco deitada ouvindo Andreza montar Marquito e Jéssica montar Leandro. As duas de costas pra ele, alucinadas, pulando como se estivessem numa cama elástica.

Andreza: VAI, PORRA, QUE NOITE DO CARALHO!!! METAM, SEUS PUTOS GOSTOSOS!!!

Jéssica: AI, GENTE QUE TESÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO. FODAM, VAI, MOSTREM PRA ELA O QUE É FODEEEEEEEERRRRRRRRR, AHHHH

Verena via aquilo como se estivesse realizando uma viagem muito esperada, vendo um marzão enorme, durante uma travessia marítima. Agora era ela quem se masturbava vendo tudo aquilo.

Verna: AI, QUE DELÍCIA, QUE PRAZER!!!MONTEM SEUS HOMENS, GOZEM, GOZEEEEEEMMMM, TÔ LOUCA, LOUCA, LOUCAAAAAAAAAAAA.

E ficaram assim, naquela gritaria toda.

As duas continuaram quicando nas varas, Verena tentava mamar os peitos de Jéssica, mas estava difícil, as tetas balançavam muito. Quando Jéssica parou, Verena avançou no pau de Leandro, todo babado, ela não tava nem aí, mamava, lambia, colocava a linguona de fora pra chupar, mamar lamber, sendo acompanhada de Jéssica, as duas ensandecidas, lambendo a picona, línguas se encontrando, um caos.

Jéssica estava de ladinho recebendo Marquito, que a comia de lado com fúria, e em cima dela, o corpo de Verena, de quatro, recebia Leandro. Andreza estava quase sentada nas costas dela beijando Leandro, enquanto esse socava muito a namorada do amigo.

Jéssica: VAI, MARQUITÃO, METE, ME FODE, SOCA ESSA PICA TODA, VAI!!!

Verena: AIIIIIIIII, NOSSA, MEUS DEUS, COMO É GOSTOSO, SOCAAAAAAAAA… AI, VOU GOZAAAAAAAAARRRR, AH

Jéssica: GOZA, PUTAAAAAAAAAAA, VADIAAAAAAAAAAAAAAA, VOCÊ É DAS NOSSAS, AMAMOS VOCÊ, VERENA, TESÃAAAAAAAAAAAOOOO, VAI, CURTE COM A GENTEEEEEEEEE

A noite corria, a fudelança já durava um tempão, garrafas de água espalhadas, latas de cerveja viradas, e cinco elementos fudendo em alta. Verena estava de quatro sendo socada com extrema velocidade por Marquito, mãos apoiadas no sofá, orgasmos lancinantes, muitos gritos, e incentivos.Verena havia se transformado. A mulher tímida e contida que tinha chegado àquela casa agora era uma criatura de desejo puro, entregue aos quatro corpos que a envolviam. Ela gemia, gritava, pedia mais, e os quatro a atendiam com uma voracidade que a deixava sem fôlego.

Verena: OHHHHHHHHHHHH, NUNCA FODI TANTOOOOOOOOOO! VAI, ME LASCA, ME LASCA, LASCA ESSA PUTAAAAAAAAAAAA

No sofá, Jéssica cavalgava Leandro, com velocidade, com maestria, seu corpo remexendo, rebolando, gozos sucessivos. Andreza batia uma siririca louca

Andreza: AHHHH, EU AMO VOCÊS, AMO A GENTE, VAI, FODAM!!!VAI MARQUITO!! DEIXA VERENA VICIADINHA NESSA PICA, MOSTRA A ELA O QUE É FODER DE VERDADE, QUE TESÃO, QUE LOUCURAAAAAAAAAAA

Em momento que Verena estava ajoelhada, rabão pra cima, mamando loucamente Marquito, ela sente uma lingua em seu cuzinho e se arrepia. A doida da Jéssica, loucona, metia ponta da língua ali, num local que, erogenamente, era inédito pra ela. Ela se virou enquanto Andreza também se juntava a ela na chupação daquele orifício.

Verena; Ai, suas loucas, querem me matar com essas línguas escrotas, vadias???!

Jésscia: Hoje é seu dia, nosso dia, tudo é especial.

Verena entendeu. Queriam tirar a virgindade do cuzinho dela. No embalo daquele desatino erótico, ela falou com uma vozinha bem doce, fininha

Verena: Ai, nunca dei..

Andreza: Ah, sabemos disso…

Leandro chegou com o pau em riste, dando beijões nas nádegas dela, as duas agora não só lambiam, como tentavem meter um brinquedo erótico, uma espécie de pião de silicone.

Jéssica: Confia na gente

Não coube a Verena fazer nada, a não ser se excitar com tudo que aquela noite oferecia. Voltou a mamar Marquito, que ficou assistindo aquela conversa doida. As duas lubrificavam com um gelzinho e iam testando aquele brinquedo. Pouco a pouco, aquele objeto ia escorregando mais e mais. Marquito foi se colocando por baixo dela, encaixou o pau e ficou comendo ela devagar, enquanto ela ia sendo penetrada pela peça manuseada pelas duas amigas.

Logo, Marquito bombava mais rápido e quando ela estava prestes a gozar, sentiu a ponta do cacete de Leandro. Olhando pra trás, sentiu que a cabeça já estava encostada em seu buraco. Nisso, Andreza e Jéssica atacaram seu pescoço, sua boca, Marquito beijava também, ela sentia três línguas eufóricas sobre ela, o pau de Marquito pulsando em sua buça já arregaçada, e Leandro metendo aos poucos. De repente, com tanta língua, pau na buceta, e a pressão cuidadosa de Leandro, ela se viu afogueada e soltou um:

“ME LASCAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA”

Foi então que começou o bombardeio em território desconhecido. Marquito e Leandro metiam cacetes numa DP fenomenal. O corpo dela balançava, sacolejava, fervia, ante a investida deles. Ela, enlouquecia mais ainda.

Verena: AH, QUE TESÃO… ACABEM COMIGO, SEUS COMEDORES, VOCÊS ME PERVERTERAM!!!NUNCA SENTI TANTO TESÃO, ACABEM COMIGO, ME USEM, ABUSEM!!!

Jéssica e Andreza colocaram suas bucetas na frente dela e o panorama era loucura total: Verena sendo duplamente penetrada, Marquito lambendo o cuzinho de Andreza, enquanto a buceta dela era lambida por Verena, que lambia Jéssica também, já que as duas estavam com suas genitálias coladas na boca de Verena, enquanto se linguavam desesperadamente. Nesse ínterim, Verena gozou violentamente, começou a ter espasmos, Andreza jorrou líquidos na cara dela, gritando também, Jéssica chorando de prazer e felicidade, enquanto os olhos de Verena ficaram brancos. A íris tinha sumido, isso durou alguns segundos, tamanho orgasmo atingido por Verena. Logo Leandro saiu de seu rabo e ela ficou respirando forte.

Verena: O que foi isso??? Nunca senti isso!!! eu amo vocês, amo!!!

As meninas abraçaram ela, as três ficaram abraçadas, emocionadas

Jéssica: Obrigado, Verena, por essa felicidade!

Andreza: Você é um sonho! Você é nossa!

Após muita chupação, linguadas, tapas, beijos lascivos, pornografia em alto teor, a foda caminhava pro fim. Leandro bombava Verena, toda arreganhada, deitada de costas no sofá e ele deitado sobre o corpo dela acelerando cada vez mais

Leandro: PORRA, VOU GOZAR, CARALHO!! NÃO AGUENTO MAIS!!

Jéssica: TIRA, PORRA! JORRA NA CARA DESSA VAGABUNDA|!!!

Assim foi. Leandro tirou a pica, bateu uma bronha violenta e esporrou

LEANDRO: TOMAAAAAAAAA, PORRAAAAAAAAA

Só deu tempo de Verena fechar o olho e receber uma enxurrada de porra que espatifava na sua cara. Mais dois jatos e o rosto de Verena começou a escorrer porra e suor em abundância. Marquito foi pra perto dela e também despejou sua porra na cara da namorada do amigo

MARQUITO: TOMA LEITE, VERENINHAAAAAAA

Jéssica e Andreza foram pra perto e ainda receberam algumas gotas. Depois, lamberam todo o rosto de Verena que, com a língua pra fora, fez valer aquele momento e as três se linguavam e repartiam o fruto daquela foda fenomenal que tiveram.

O cansaço veio em seguida, e os cinco caíram no sofá e no chão, ofegantes, os corpos ainda entrelaçados. Verena estava no meio, com a cabeça apoiada no peito de Marquito e as pernas de Leandro cruzadas sobre as suas. Andreza e Jéssica estavam aninhadas ao lado, sorrindo.

Verena: Nossa… vocês são máquinas… o que foi isso??? Eu não sei o que deu em mim. Vocês me deixaram louca.

Jéssica: Bem-vinda ao nosso mundo. Finalmente você chegou. E em grande estilo.

Verena: Sinto que meu corpo foi sequestrado. Essa aqui… não sou eu.

Eles ficaram ali, num emaranhado de corpos exaustos, o sono começando a vencê-los. Verena sentiu os olhos se fecharem, o corpo ainda vibrando com as sensações da noite.

Ela não sabia o que o dia seguinte traria, como iria encarar Benício, ou o que tudo aquilo significava. Mas, naquele momento, entregue ao calor dos quatro corpos, ela se sentiu viva como nunca antes. Aquela noite, que tinha começado com uma discussão, lágrimas e culpa, terminou transformando-se em algo completamente diferente: uma descoberta de liberdade, confiança e desejo de viver uma experiência fora de tudo aquilo que conhecia.

(continua...)

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Comentários

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Pelos comentários, verificamos como é difícil agradar gregos e troianos. Sempre tem os que se decepcionam. Os que gostariam que fosse diferente. Eu até agora, não tive nenhuma surpresa. O Autor está escrevendo ficção, e em ficção, o real vai dando espaço para a fantasia, para a manipulação, a história é conduzida para onde ele deseja, mesmo que sejam situações mais inverossímeis, mas essa é a história, e nada se pode fazer. Eu senti isso lá atrás, e percebi que a intenção do autor é essa mesmo, causar o desconforto, com as atitudes dos "amigos" e da "namorada". A reação do Bene foi bastante natural, mas, na verdade, um namorado com um mínimo de personalidade, retiraria a namorada do grupo no bar, e não a deixaria lá. Essa atitude, revela que ele é covarde, medroso, tímido, tira o cu da reta, e muito beta, para os amigos Alfas. Está traçado o perfil de um provável corno. Já foi chifrado, traído, mas será corno, somente se aceitar essa condição. Do contrário, não é corno, como dizem alguns. Mas, tirando uns exageros sexuais a mais, e umas gritarias exageradas, com falas até intelectualizadas para o momento, o conto ainda está bom, pois deixou as conversas psicológicas na parte anterior, para dar mais atenção á putaria. Afinal este é pra ser um conto erótico. Estou lendo, se não gostasse, já teria abandonado. Vamos que vamos.

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Segundo meus cálculos daqui a pouco o nosso personagem principal vai estar comemorando 48hs de chifre pesado e totalmente devasso com àquela q não gostava de tumulto e de repente, do nada, ficou curiosa e mandou ralar e despregar até o pentelho da prega rainha. A pergunta que não quer se calar é...e o corno? Como vai ser iludido, enrolado e customizado para ser coroado o "Manso do Ano"? Só o talento inequívoca do autor vai nos dizer...

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Astrogildo fez 2 versões de o único que ficou de fora,, gostei mais do final do primeiro conto achei mas justo,o segundo não gostei pq pra mim se não volta pra quente traiu, e esse conto esta indo pro mesmo caminho, por isso pergunto se o final vai ser parecido com a segunda versão, se for eu já paro por aqui.

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Oi Umbelina. Sei que está ansiosa,mas peço que você aguarde. Gostar do final vai depender... Agradeço a leitura,um abraço

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Espero que o autor reserve uma saída de mestre para o Benicio dar o troco nessa pura vadia e nos "amigos" talaricos. Tem que ser uma vingança à altura.

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E aconteceu o que eu previ: Benício foi mais um a fazer parte do grupo de cornos da CDC 😪😓

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Fiquei 2 dias na expectativa pela sequência e saio decepcionado. Eu só continuo na leitura pq o Astrogildo é um baita autor.

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Astrogildo esse conto vai terminar igual ao seu último conto?

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Concordo...pode ser q humilhar seja um tipo de tesão também..quem sabe...o texto é excelente, o desenvolvimento da trama maravilhoso...o "Day After" vai ser bem esclarecedor, afinal o quinteto merece continuar até enjoar e o excluído, bem o excluído merece um mínimo de respeito, tudo a critério do autor....Nota Mil

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Benicio só vai levar na tarraqueta?

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E novamente um conto de traição entre "amigos/irmãos" e a namorada do cara.

Agora só esperar a desculpa dos envolvidos e o malabarismo para aceitação do traído...

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Você escreve bem pra caralho, pena que insiste tanto nesse mesmo roteiro de traição entre amigos.

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