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A esposa puta e os mendigos - Parte 5

Um conto erótico de Larissa de Astorga
Categoria: Grupal
Contém 1240 palavras
Data: 30/09/2026 16:26:55

Os mendigos negros passaram a vigiar minha casa, e a fiscalizar as minhas ações. Invariavelmente, algum da comunidade, em vistas dos relatos de meus amantes, inventavam qualquer pretexto para me visitar. Volta e meia algum me batia no portão pedindo esmolas. E é claro, a Andreinha aqui, viciada em cacete negro, botava pra dentro de casa.

E num dia como qualquer outro, em que eu ia levando minha filha de 10 anos para o colégio, ela me perguntou:

– Mamãe, por que tem tantos negros fedorentos indo até a nossa casa?

– Querida, você não pode falar desta forma, certo? Não sou formada em Serviço Social? Pois, é… aprendi a ajudar toda essa gente.

E o carro passando por um negro de chapéu, ao pé da calçada, este comentou com o Joel (minha filha com o fone no ouvido):

– Ei, Joel! Então é essa branca gostosa que tá pra gente?

Percebi que era o tal chefe dos agiotas, e segurei a embreagem para ouvir a resposta.

– Porra, cara! O velho Jack tá oferecendo, mas ela foi tão boa comigo, que...

– Você é um banana!… e mentiroso!

Vi que o clima tava meio pesado, a bacorinha deu sinal de vida, e… dei uma rezinha para interpelar:

– Ele não é mentiroso! Me espera aqui, que eu te mostro. Volto em meia hora.

Quando voltei, o Senhor Jack tava junto com o infeliz que queria me traçar. O Joel – pobre coitado – tinha dado no pé. E ali, naqueles 3 metros entre o carro e os negros, me passou um filme pela cabeça, com a comichão desmedida na dita cuja, e o cu também piscando em festa.

Com os olhos vidrados no meu vestido colado, Senhor Jack exclamou:

– Caralho! Como é que eu consegui pegar essa vadia deliciosa?

– Oi, Jack! O prazer foi todo meu! Não vai me apresentar o bonitão aí?

O sujeito meio escurinho, e com cara de mau, falou:

– Ué, a gente já se conhece de 30 minutos, lembra? - e estalando os dedos: - Galera, pode pular, que a gente ganhou no papo.

Caíram da árvore mais 3 mulatos guapos, porém mal vestidos, e nada perfumados, como os outros.

************

Já no carro, virei para o agiota, dizendo:

– Desculpe não atender o grupinho lá em casa! Você sabia que meu marido vai chegar a qualquer momento, e ainda tenho que pegar o Jack e o Joel logo mais à noite? Enquanto isso, você e teus colegas podem me matar a curiosidade de ser comida por 4, em um motel mesmo.

– Mas você é mesmo uma puta safada! Já pegamos todos os detalhes com eles, e acho que não vai sobrar nada de você, mas tudo bem.

– Claro que sobra, querido! E pode deixar que eu pago.

Quando chegamos, logo após anunciar na portaria que eu estava com 4 homens, e queria refeição para 6, estacionei e saí levantando o vestido, e mostrando o fiozinho atochado:

– E então, rapazes? Vocês estão prontos para um pouco de bucetinha branca? Eu já estou cheia de tesão!

No interior do quarto, ajoelhei e comecei a chupar, tora por tora, batendo na minha cara, e deslizando de tesão em gosma branca pela minha face e boca. Foram inflando as picas, mas logo anunciou-se que a comida chegou, e o cardápio era estrogonofe, que…

Me empurraram e se alinharam os 4 na mesa. Fui para debaixo, e enquanto comiam, saboreei cada centímetro de rola preta, chupando bem devagar. Há quem diga que o homem não goza enquanto está comendo, e eu acabei constatando que é verdade.

Fomos para a cama, e comecei a cavalgar uma das picas negras, e o outro começou a me cutucar a portinha do cu. Cutucar, e depois meteu a rola. Era DP, e eu já estava acostumada, mas…

Retiraram, e o da frente deslocou o cacete da buceta até o meu cu. E depois, senti quando o outro ia enfiando no mesmo orifício. Fiquei sentindo a pressão, até que perguntei:

– O que está fazendo? Assim, não dá.

– Relaxa, princesa! Você está na nossa mão agora!

Foi apertando, até que eu gritei suplicando:

– Aaaaaai! Esperem, rapazes! Isso não vai dar ceeeerto! Não vai caber tudo isso no meu rabo!

Não adiantou. Ele me segurou, dominando o meu quadril, e foi empurrando. Dalí a pouco, eu tinha 2 paus negros dentro do meu cu. Eu me contorcia, mas eles eram malvados e não se comoviam. Sorte que aquela pressão, aos poucos, foi se tornando prazer, até eu suspirar e declarar:

– Oh, Deus! Que porra é essa? Estou gozando pelo cu!

Então os negros soltaram a gozada, enchendo o meu esfíncter de porra. O chefe se aproximou:

– Ei gata, você não se esqueceu de mim? Eu não participei dessa dupla anal.

– Não querido! Claro que não esqueci. Mas não se preocupe, que não vou a lugar nenhum sem antes esvaziar esse seu sacão preto aí.

Sentei com o rabo regaçado na rola dele, quando me fletiu para trás, oferecendo também ao outro que ficou de fora. Este deu uma roçadinha na buça, mas foi também meter no mesmo buraco. Era a segunda rodada de DP no meu rabo. Quase desmaiei, e quando terminaram e me jogaram de lado, meio desfalecida, falei:

– Ai, isso foi incrível! Gozei de novo!

– Que bom que gozou, porque foi a última. - disse o chefe agiota.

– Como assim? Não vai ter mais?

Esticou o pé direito, preto e imundo, pedindo:

– Só se você lamber o meu pé, chupando bastante o dedão!

Minha cara de ódio queria dizer que não! Não queria lamber aquele pé imundo. Ele insistiu:

– Ou você quer parar de meter agora?

Respondi:

– Seu, desgraçado! É claro que eu não quero parar de foder!

– Então,… ouvi dizer que a senhorita lambe até o cu dos pretos por aí, … e o que é um dedinho desses?

Minha nova cara de ódio queria matar o agiota, mas suspirei e voltei a encarar o dedão. Encaixei na boca e comecei a lamber. Depois, já costumando, desci e lambi toda a sola do pé. Enquanto isso, um outro dizia:

– Ei, gata! Nós também te amamos, e queremos um trato no dedão aqui também

Tive que lamber todos os pés. E enquanto lambia, eu ia pensando: “Merda! Cada coisa que eu tenho que fazer, mas eu preciso continuar tomando metidas de cacetes pretos!”

Sorte que logo após, eles continuaram me comendo a tarde toda, e eu cheguei faceira em casa. Meu marido foi me pegar ainda de calcinha, e ficou me olhando. Virei a bunda, e falei:

– O que foi? Nunca viu uma senhora casada de fio-dental?

Deitei no tapete, e ele arriscou dar uma rapidinha. Após menos de 3 minutos, ele já estava gozando. E eu pensando: “Nem acredito que minha buceta ainda é capaz de apertar esse pintinho do meu marido. Acho que é porque aqueles pretos me regaçaram mais o cu, e ela sobrou para o titular aqui”.

Ele saiu dizendo:

– Desculpe querida, mas tenho que terminar um trabalho no PC. A propósito, você não vai buscar nossa filha?

Lembrei do Joel e do Senhor Jack. Saí e tinha um preto no meu portão. Pedi para ele me acompanhar até o colégio, que eu daria uma chupada no pinto dele. O plano era ele dizer para minha filha quando a gente voltasse, que uns amigos dele estava precisando de umas orientações de benefício social. – Pretexto para eu dar um pulinho na favela, sabe? Depois da cutucada de galo do meu marido, eu estava com vontade.

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