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Minhas coleções de calcinhas, amantes e putinhas - Parte 14

Um conto erótico de Geraldo
Categoria: Heterossexual
Contém 9119 palavras
Data: 30/09/2026 12:25:38
Última revisão: 02/10/2026 09:21:27

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui vão de 1 de agosto de 2025 (sexta-feira) a 2 de agosto de 2025 (sábado).

Eu me chamo Geraldo, mas aqui no prédio todo mundo me chama de seu Geraldo. Tenho 62 anos e trabalho como porteiro neste condomínio desde 1988. Ou seja, vi esse prédio nascer, crescer e mudar com o tempo. Esta série é sobre as amantes que tive nesse condomínio. Também as que eu comi uma vez só quanto as minhas putinhas fixas.

Fisicamente, tenho estatura mediana, corpo um pouco avantajado na barriga (culpa das cervejinhas no fim do expediente), mas ainda dou pro gasto. A pele é morena queimada de sol, os cabelos são grisalhos, já rareando aqui e ali, mas ainda dá pra ver que um dia foram pretos. Os olhos são pequenos, ligeiros, sempre atentos. Mãos calejadas do trabalho e um sorriso fácil quando preciso ser simpático. Mas o que ninguém sabe é que por trás dessa cara de porteiro prestativo, eu sou um verdadeiro colecionador. E minha coleção não é de selos, moedas ou figurinhas, mas das calcinhas das mulheres que comi.

Mas não se engane, tenho minha ética. Nunca revelo os nomes delas para ninguém. O que acontece entre quatro paredes, fica entre quatro paredes. Além disso, nunca roubo nem pego calcinhas usadas sem permissão. Cada peça que entra na minha coleção foi dada de bom grado, como um presente da dona. É isso que faz a coleção ter valor: a lembrança de que cada uma foi conquistada de forma legítima.

O capítulo atual começa na sexta-feira de noite.

Cheguei pro trabalho com a sensação de que estava indo pra uma armadilha. Era pouco antes das 18h.

Até a semana passada, eu dava boa noite pra quem passasse, perguntava da família, recebia uma sacola pesada, ajudava uma senhora a chamar o elevador e ainda arrancava um sorriso de alguém. Agora, o síndico Alberto tinha descoberto gosto por mandar nos outros e qualquer gesto parecia poder virar advertência. Até abrir a boca.

Não era só os porteiros e zeladores. As diaristas, babás e entregadores também tinham sentido a mudança no ar. A gente se sentia vigiado e sem ter a quem recorrer. Digo, a Lisandra estava certa. Podíamos falar com o Rogério e outros. Mas o que o seu Rogério ia fazer? Ele era um cara certinho e dentro das regras. Iria esperar a próxima assembleia e pedir um aparte para falar. Provavelmente, iriam responder que fariam uma comissão pra verificar isso e o único resultado tangível seria uma caça às bruxas pra saber quem foi o porteiro delator.

Perto das 19h30, a dona Jéssica apareceu. Ela vinha da academia. Mesmo suado, parecia sempre cheirosa. O corpo dela era uma covardia. Tinha seios médios e cheios marcando a camiseta, cintura firme, barriga de tanquinho e uma bunda grande, redonda, com aquelas coxas torneadas. A pele amendoada dela pegava a luz da portaria de um jeito bonito, com pintinhas discretas no colo.

— Boa noite, seu Geraldo.

— Boa noite, dona Jéssica.

Tive vontade de perguntar como ela estava, mas fiquei com medo da câmera apontada pra mim. Ela percebeu.

— Está tudo bem por aqui?

Eu olhei de lado, pra porta por onde o Alberto tinha saído minutos antes. O homem podia voltar a qualquer momento. Dei uma ajeitada em uns papéis que já estavam ajeitados.

— Tudo certo, dona Jéssica. Plantão tranquilo.

Ela estreitou os olhos.

— Tem certeza?

— Sim, senhora. Tudo dentro do normal.

Odiei cada palavra. Mentir para morador ruim é fácil. Mentir para gente boa fica arranhando por dentro. A dona Jéssica apoiou uma mão no balcão.

— Se precisar de alguma coisa, o senhor sabe que pode falar comigo.

— Obrigado, dona Jéssica. A senhora é muito gentil.

Ela respirou fundo, como quem segurou uma pergunta maior. Depois assentiu.

— Boa noite, seu Geraldo.

— Boa noite.

Acompanhei a saída dela com o canto do olho. A bunda balançou dentro da legging, firme e cheia. Em outro tempo, eu teria feito uma piada leve comigo mesmo, daquelas que ficam só na cabeça. Naquela noite, até meus pensamentos pareciam estar sendo filmados. A dona Jéssica passou direto pros elevadores.

O movimento do condomínio seguiu devagar. Acompanhei algumas babás com problemas com a demora do elevador de serviço sem poder ajudar.

Perto de 20h40, o Lucério apareceu.

Digo apareceu porque aquele homem nunca chegava feito pessoa normal. Ele surgia. Vinha do corredor com a postura torta, a magreza comprida, a calvície leve e aquela cara fechada de vampiro sem castelo. Usava roupa escura e carregava uma pasta debaixo do braço. De dia, eu poderia ter achado graça da figura. Mas ele de noite sempre me dava medo.

O Lucério tinha seus horários. Homem esquisito tem rotina mais certa que relógio de igreja. Pegava suas encomendas sempre no começo da manhã ou no fim da tarde, nunca naquele horário. Ainda assim, parou diante do balcão e falou com aquela voz seca.

— Boa noite, senhor Geraldo. Chegou uma encomenda para mim.

— Boa noite, senhor Lucério.

Tinha uma caixa pequena, entregue às 17h30. Estranhei o fato dele não ter pegado antes. Levantei para buscar e me virei de costas pra ele e, nesse instante, fui surpreendido.

— Não vire de volta.

A voz dele saiu baixa, quase sem movimento de boca. Eu congelei por dentro.

— Procure a encomenda devagar. Finja que está conferindo o armário. Não responda. Só escute.

O meu coração acelerou, mas obedeci.

— As câmeras do estacionamento e das escadas estão com defeito — disse ele. — O problema aparece e desaparece conforme o andar. Se alguém passasse por lá fora do horário de trabalho não teria como ser descoberto caso alguém estivesse de olho. Mesmo uma pessoa obcecada ainda tem apenas 24 horas e não teria como olhar todos os registros de todos os andares das duas torres. Provavelmente, ele deve priorizar alguns apartamentos e o elevador de serviço.

Engoli seco. Continuei de costas para ele, mexendo em caixas.

— As câmeras da portaria gravam imagem. Sem áudio. No entanto, ainda é possível ler lábios. Quando usar o celular, priorize o banheiro ou estacionamento.

A minha mão achou a caixa dele, mas não peguei na hora. Fiquei ali, passando a etiqueta de um lado pro outro, como se o nome estivesse difícil.

— Se entendeu, pegue a encomenda e diga, em voz normal “aqui, senhor Lucério”.

Peguei a caixa, fechei o armário e me virei. Ele estava parado posicionado de costas pra câmera. Para quem visse a filmagem, ele tinha apenas esperado calado um porteiro lento fazer o serviço. Os olhos dele não tinham calor nenhum.

— Aqui, senhor Lucério.

Entreguei a caixa. Ele pegou sem encostar na minha mão.

— Meus agradecimentos, senhor Geraldo. Conte o que aprendeu aos demais aos interessados por WhatsApp.

— Boa noite, senhor Lucério.

Ele saiu deslizando como o Drácula de Bram Stoker. Por um momento, pensei que ele tinha comprado aquela encomenda só pra ter uma justificativa pra vir falar comigo.

Quando fui ao banheiro, avisei pro Zé Maria e pro Astolfo sobre o que o Lucério tinha me contado. Não avisei que tinha sido ele porque quase todos os funcionários confiavam e temiam ele na mesma medida. E eu ainda estava com medo demais pra mandar no grupo dos funcionários e isso vazar pro síndico.

Perto de 21h30, apareceu a Anacleta.

Ela vinha com um vestido simples, comprido o bastante para não chamar confusão com as irmãs de igreja, justo o bastante para qualquer homem com sangue perceber as curvas. Ela tinha pele morena-clara dourada, rosto oval alongado, sobrancelhas escuras bem desenhadas e uma boca de sorriso largo. O cabelo castanho, longo e jogado para um lado, deixava o pescoço à mostra. O corpo dela sempre me chamou atenção. Seios grandes e firmes, cintura marcada, barriga relativamente seca e coxas cheias. A bunda era média, com projeção gostosa, daquelas que aparecem mesmo quando a mulher tenta se vestir sem escândalo. Eu já conhecia mais do que a roupa mostrava.

Ela era divorciada, escondia isso de todo mundo e sempre tentava parecer que o marido continuava morando com ela, só viajava muito. Pouca gente sabia a verdade.

— Boa noite, seu Geraldo.

— Boa noite, dona Anacleta.

— O senhor está ocupado?

Eu quase respondi com uma brincadeira. Mordi a língua por dentro.

— Estou no plantão, senhora.

Ela entendeu alguma coisa pela minha cara. Como também era acostumada a esconder coisas dos outros, sabia ler rostos melhor que muitos moradores espertos.

— Eu estou precisando de ajuda no meu apartamento. Tem uns móveis que preciso mudar de lugar. O senhor e mais alguém poderiam me ajudar?

Se eu respondesse do jeito normal, a câmera pegava a conversa. Se o Alberto visse, podia dizer que eu era um funcionário acertando serviço particular no expediente, incomodando moradora ou qualquer outro pecado inventado.

Lembrei da dica do Lucério e abaixei como se fosse pegar uma encomenda no armário inferior. Com meu rosto fora do ângulo da câmera, pude responder.

— Posso sim. Tem que ser fora do horário de trabalho.

Não sei o que a Anacleta fez porque não conseguia a ver, se ela se virou pra trás e viu a câmera ou se foi mais discreta, mas respondeu baixo.

— Não sei o que está acontecendo, mas entendo que não possa falar com liberdade. Por mim, pode ser amanhã ou depois, fora do horário de trabalho.

— Amanhã, no começo da tarde dá certo.

— 13h. Vou deixar a porta entreaberta.

— Vou tentar levar o Zé Maria.

— Leve. Se qualquer coisa mudar, a gente se fala por WhatsApp.

Peguei uma caixa qualquer, subi de novo e conferi a etiqueta como se aquela fosse a razão da demora.

— Essa aqui não é sua, dona Anacleta. Acho que a sua ainda não chegou.

— Tudo bem. Obrigada, seu Geraldo.

— Boa noite, senhora.

Ela saiu pelo corredor com passos medidos. O vestido marcava a bunda dela de um jeito discreto. Eu fiquei observando só até onde um porteiro podia observar sem virar prova contra si mesmo.

Às 22h, a Alessandra entrou pela portaria voltando da academia. Ela vinha com top firme e legging colada, segurando uma garrafa na mão. O cabelo loiro cacheado estava preso, com alguns fios soltos grudados no rosto pela suor. A Alessandra tinha um rosto oval-arredondado, bochechas com rubor fácil e olhos castanho-claros que pareciam sempre avaliar a pessoa antes de sorrir. Naquela noite, sorriu pouco.

O corpo dela era forte e gostoso. Ombros firmes, braços com definição, seios médios bem presos no top, com aqueles mamilos grandes e duros que eu já conhecia de perto. A cintura aparecia sob a roupa justa, e a barriga tinha tônus sem exagero. A bunda era redonda, larga em relação à cintura, resultado de treino e natureza. As coxas eram robustas, musculosas, e a legging fazia questão de mostrar. Eu também lembrava muito bem da buceta dela, saliente, com pelos loiros aparados como um arbusto claro.

Ela parou no balcão com o cenho franzido.

— Boa noite, seu Geraldo.

— Boa noite, dona Alessandra.

— Você está estranho.

Fiz de conta que uma caneta tinha caído no chão. Abaixei, peguei a caneta e fiquei de costas pra câmera enquanto respondia.

— Cansaço, dona Alessandra.

— O senhor sempre diz isso quando quer escapar.

Eu virei uma pasta de documentos, abri e comecei a olhar folhas sem necessidade. Mantive a cabeça baixa. A câmera pegaria o topo da minha cabeça e pouco da boca.

— Estou em horário de trabalho.

A expressão da Alessandra mudou ao notar o padrão. Aquela mulher era esperta demais. Ela permaneceu de costas pra câmera.

— Entendi. Me explique o que está acontecendo por WhatsApp quando estiver fora daqui e vou ver o que posso fazer pra ajudar.

Eu queria falar tudo por mensagem, mas uma fala errada podia virar minha demissão.

— Boa noite, seu Geraldo.

— Boa noite, dona Alessandra.

Ela parou perto da porta e olhou de novo para mim.

— Quando esse seu problema passar... Bem... Eu queria um remember.

— Sim, senhora.

O resto da noite se arrastou. Passei a última hora do plantão com a coluna doendo de tanto manter postura de funcionário exemplar. Quando fui embora, senti vontade de dar tchau pra câmera com os dois dedos do meio. Me contentei em bater o ponto.

No sábado, acordei mais cedo do que precisava porque dormi mal. Quando foi a hora de ir pro condomínio, vesti uma roupa simples e deixei o uniforme na mochila. Cheguei pouco antes das 13h. Entrei pelo estacionamento, conforme o conselho do Lucério. Caminhei olhando pras câmeras e notei que algumas tinham a luzinha apagada enquanto outras estavam viradas em ângulos estranhos, como se alguém tivesse mexido.

Subi pelas escadas e cheguei ao andar da Anacleta com uma sensação estranha de que realmente ninguém estava me vigiando. A porta da Anacleta estava entreaberta, como combinado. Entrei e fechei a porta logo depois.

As cortinas estavam puxadas, deixando a luz entrar sem chamar atenção de fora. O apartamento estava um pequeno caos. Tinha caixa encostada na parede, cadeira virada, tapete enrolado e uma estante fora do lugar.

A Anacleta usava uma camiseta velha e um short de malha que já tinha visto dias melhores. A camiseta grudava um pouco por causa do calor. A cintura dela era marcada, a barriga firme aparecia quando ela levantava os braços, e os seios grandes balançavam soltos por baixo do tecido. O short prendia nas coxas volumosas e subia um pouco quando ela se abaixava. A bunda era arredondada, de tamanho médio, com uma projeção bonita que aparecia mais quando ela empurrava algum móvel.

Eu conhecia muito bem o corpo nu dela. Pensei nisso por um instante e me repreendi logo depois. O clima do prédio estava pesado demais para eu deixar o pau mandar na cabeça.

— O que está acontecendo com vocês? — Anacleta cruzou os braços.

— Como assim?

— Os funcionários andam muito estranhos. Ontem, o senhor falou comigo abaixado atrás do balcão. Eu posso não saber de tudo, seu Geraldo, mas sei quando tem gente sendo vigiada.

— É só uma fase ruim, dona Anacleta.

Ela franziu a testa.

— O senhor também vai desconversar aqui dentro?

— Eu preciso do meu emprego.

A Anacleta sabia o que era sustentar aparência por sobrevivência. Ela precisava manter a ilusão de que ainda era casada, apesar do marido não pisar no prédio há mais de sete meses. Se certas pessoas religiosas do condomínio soubessem, iam transformar a vida dela num eterno julgamento.

— O seu Alberto anda apertando a gente. Só isso.

— Seu Geraldo, fica tranquilo. Ninguém vai saber que o senhor está aqui.

— Minha jovem, eu queria ter essa tua fé toda.

Eu dei de ombros, tentando encerrar. Ela percebeu e não insistiu. Apontou pra sala, onde duas estantes pequenas estavam afastadas da parede e um sofá tinha sido arrastado um pouco.

— Vamos começar. O Zé Maria deve chegar jajá e o Carlos e a Rebecca vêm às 15h.

A gente começou a puxar a estante. Aquela danada parecia feita de chumbo. O chão agarrava os pés do móvel, a Anacleta reclamava que eu estava arrastando errado. Ela abaixava, empurrava, se levantava, passava a mão na testa. Depois de alguns minutos, a camiseta dela já estava colada nas costas.

O suor fazia a pele dela brilhar de leve. A camiseta marcava os seios grandes, e eu via os bicos endurecendo por causa do tecido molhado. O short subia quando ela se abaixava, mostrando mais das coxas firmes. A bunda aparecia redonda a cada movimento. Eu ia ficando com aquele tipo de pensamento que nenhum homem devia alimentar quando ainda tinha meia sala pra arrumar.

Ela percebeu a minha olhada uma vez e ficou quieta. Na segunda, virou o rosto depressa e mordeu a boca. Na terceira, abriu um sorriso pequeno, daqueles que a pessoa tenta esconder e piora tudo.

A gente já tinha transado uma vez e a calcinha dela já fazia parte da minha coleção. Desde então, a gente se olhava diferente. Ela passava pela portaria com uma bíblia debaixo do braço e dava bom dia como se eu fosse só o porteiro quando estava acompanhada. Mas quando passava sozinha, ela sempre dava um sorriso de quem nunca esqueceu a minha pica.

A gente empurrou a estante pra outra parede. Depois mudamos o sofá de lugar. Eu ajeitei um pé de mesa bambo e apertei umas peças soltas de um armário. A Anacleta limpava onde os móveis saíam, prendia o cabelo, soltava de novo, reclamava do calor e agradecia baixinho quando eu fazia força por ela. Quanto mais ela se mexia, mais a roupa grudava. O short de malha marcava a frente, apertava atrás e desenhava a bunda dela quando ela se inclinava.

Eu tentava me concentrar. O problema era que ela se abaixava perto de mim e eu via as suas coxas. Os seios grandes balançavam livres sob o tecido.

— O senhor está quieto demais.

— Estou fazendo força.

Ela virou o rosto pra mim. O cabelo grudava um pouco na lateral do pescoço. A boca dela abriu num sorriso que misturava nervoso e provocação.

— Desde quando?

— Desde que eu entrei aqui e vi esse short.

Ela olhou pra própria roupa, depois pra mim. As bochechas ganharam cor.

— Seu Geraldo...

Ela soltou o ar pelo nariz, como quem queria rir e brigar ao mesmo tempo. Depois pegou uma caixa mais leve e levou pro canto. Quando se abaixou, o short subiu mais do que devia. Eu parei com a chave de fenda na mão. Vi a curva da bunda, a pele dourada das coxas, a força das pernas. A Anacleta ficou naquela posição por tempo suficiente pra eu entender que ela sabia que eu estava olhando. Depois se levantou devagar.

— Abril foi um erro — disse ela.

— Se foi, por que tu falou isso com essa voz?

Ela virou de lado. Os olhos dela vieram pro meu rosto e desceram rápido pro volume na minha calça. O meu pau já tinha começado a endurecer fazia tempo. Não adiantava ajeitar. A Anacleta passou a língua nos lábios. O peito dela subiu com uma respiração mais pesada. A camiseta grudada desenhava os seios grandes, os bicos duros apareciam claros no tecido. Ela cruzou os braços e apertou mais ainda o que eu já estava tentando esquecer.

— Porque eu não consigo esquecer.

Levantei devagar, apoiando a mão no joelho. Ela ficou parada perto da janela. O rosto sério já não segurava o resto do corpo.

— Nem eu — disse. — Lembro dos teus beijos. Lembro da tua mão puxando a minha camisa. Lembro de tu dizendo que era só aquela vez.

— E o senhor prometendo que ninguém ia saber.

— E ninguém soube.

Ela baixou os olhos.

— O senhor devia ir embora antes que aconteça de novo.

— Tu quer que eu vá?

A Anacleta olhou pra porta, depois pra mim. O rosto dela estava vermelho. Ela levou a mão até a barra da camisa e puxou um pouco pra ventilar. A barriga firme apareceu. Minha vontade subiu de vez.

— Faz semanas que eu não faço sexo — disse ela, quase pra si mesma. — Semanas. Sem nada.

Eu fui até ela. Ela ficou parada. Passei a mão pela cintura, por cima da camiseta molhada. Ela fechou os olhos quando meus dedos subiram até a base dos seios. A respiração ficou mais curta.

— Então deixa eu cuidar disso.

— Se alguém chegar...

— A porta está trancada.

— Isso é loucura.

Ela abriu os olhos. Havia culpa ali, só que o tesão estava maior. A boca dela tremeu um pouco antes de me beijar.

O beijo veio forte, guardado desde abril. A língua dela entrou na minha. Puxei a cintura dela e ela veio contra mim. Os seios grandes apertaram meu peito. Senti o calor da barriga dela encostando na minha. O pau endureceu de vez dentro da calça e ela percebeu na hora, porque encostou o corpo mais perto e soltou um som baixo contra a minha boca.

Enfiei a mão por baixo da camiseta. A pele da barriga estava quente. Subi devagar, sentindo o abdômen firme, a cintura estreita, o começo dos seios. Ela estremeceu quando toquei por baixo do sutiã. Os seios dela eram grandes, firmes o bastante pra encher minha mão. Apertei com vontade, sentindo o bico duro roçar na palma.

— Seu Geraldo...

Ela me beijou de novo, mordendo a minha boca de leve. A mão dela desceu até a minha calça e apertou o meu pau por cima do tecido. Eu grunhi contra a boca dela. A Anacleta sentiu o tamanho, fechou os dedos em volta do volume e apertou mais.

Ela puxou a minha camisa, abriu os botões com pressa e passou as mãos no meu peito. Meus pelos grisalhos estavam suados. A barriga apareceu e ela deu uma risada curta.

— Safado.

— Safado eu sou. Mas também discreto.

Ela puxou a camiseta pela cabeça. O tecido saiu grudado, deixando o cabelo castanho bagunçado. Ficou de sutiã claro, úmido na parte de baixo dos seios. A pele morena do colo brilhava. Abri o fecho por trás e soltei. Os seios caíram livres, grandes, em formato natural de gota, com bicos escuros e duros apontando pra mim. A visão me tirou um pedaço da calma.

Peguei um seio com a mão e levei o outro à boca. O bico endureceu mais entre os meus lábios. A Anacleta segurou a minha cabeça e puxou, sem paciência. Chupei com gosto. A pele dela tinha gosto de suor e calor. Passei a língua pela aréola, chupei o bico de novo e senti a bunda dela se mexer contra meu pau.

Ela enfiou a mão na minha calça, abriu o botão e puxou o zíper. A mão entrou por dentro da cueca e pegou o meu pau. O toque dela veio firme. Eu soltei o seio com um gemido baixo.

— Com pressa, minha jovem?

— Desde abril.

Aquilo me deixou tonto. A Anacleta se ajoelhou na minha frente, ali mesmo na sala, com os seios livres, a boca inchada do beijo e a cara séria desmanchada pelo tesão. Puxou a minha calça um pouco pra baixo e tirou o meu pau pra fora. Ele saiu duro, grosso, com os pelos grisalhos. Ela passou a mão pela base, subiu até a cabeça e olhou como quem lembrava exatamente do que tinha sentido.

Ela passou a língua na cabeça, devagar, depois chupou só a ponta. A minha mão foi pra parede pra eu não perder o equilíbrio. Os lábios fechavam em volta da cabeça do pau, a língua girava devagar e depois descia mais. Ela não estava brincando. Chupava com fome, como se também tivesse guardado aquilo desde a outra vez.

— Anacleta...

Ela desceu mais. Uma mão apertava a base, a outra segurava a minha coxa. O som era baixo, com a saliva espalhando pelo pau. Ela subia e descia sem pressa no começo, olhando a minha cara de vez em quando. Depois acelerou. A cabeça do pau batia no fundo da boca dela e eu sentia a garganta se abrir um pouco. Ela soltava pequenos gemidos enquanto chupava e isso fazia o pau latejar.

Eu passei a mão no cabelo dela, sem forçar. Os fios castanhos escorregavam entre os meus dedos. Ela chupava melhor a cada movimento, apertando com a mão, usando a língua por baixo. Os seios grandes balançavam quando ela mexia a cabeça. Os bicos continuavam duros. Aquela imagem da Anacleta de joelhos, suada, com a boca no meu pau e os olhos escuros brilhando de tesão, era coisa pra deixar qualquer um alucinado.

— Assim tu me faz gozar antes da festa começar.

Ela tirou a boca devagar. Um fio de saliva ligou os lábios dela à cabeça do pau antes de romper. Ela sorriu, pequena e safada.

— Nem ouse!

Ela lambeu de novo, chupou a cabeça mais uma vez e soltou. Depois levantou, me puxando pela camisa aberta.

— Agora eu quero a sua boca.

Levei ela pro sofá. A Anacleta deitou de costas, puxando o meu rosto pra outro beijo. A pele suada escorregava sob meus dedos. Tirei o short junto com a calcinha, descendo pelas coxas grossas. Ela ergueu a bunda pra ajudar, impaciente. Quando a roupa saiu, vi a buceta dela, com pelos escuros aparados de um jeito simples, sem desenho de salão. Os lábios estavam rosados e inchados pelo tesão. A entrada brilhava. As coxas volumosas se abriram pra mim com uma facilidade que me deu vontade de agradecer.

— Gostosa!

— Cala a boca e chupa.

Abaixei a cabeça. A primeira lambida fez as pernas dela abrirem mais. A buceta da Anacleta era macia, molhada no ponto certo. Passei a língua de baixo pra cima, devagar, sentindo o gosto forte dela, misturado ao suor da tarde. Ela segurou o encosto do sofá e arqueou o corpo. Os seios grandes balançaram. Chupei o grelo com calma, depois enfiei um dedo na entrada. A buceta apertou o meu dedo na hora.

— Ai... isso.

Usei a língua e o dedo juntos. Ela ficou mais molhada depressa. As coxas dela fecharam um pouco na minha cabeça quando o prazer aumentou. A pele morena das pernas tremia. Ela tentava controlar os gemidos mordendo os próprios dedos, mas o corpo dela entregava tudo. A barriga contraía, os seios subiam com a respiração, a buceta apertava o meu dedo num ritmo cada vez mais nervoso.

Eu meti outro dedo. Ela soltou um palavrão baixo e abriu mais as pernas.

— Assim?

— Não para!

Chupei o grelo com mais pressão. Os dedos entravam e saíam devagar, molhados até a base. A Anacleta começou a mover a bunda contra a minha boca. A vergonha tinha ficado pra trás junto com o short.

Passei a mão pela parte de trás da coxa dela e subi até a bunda. A carne era firme, boa de apertar. Afastei um pouco as nádegas e desci a língua, lambendo a buceta até a entrada e subindo de novo. Ela gemeu mais alto. Depois beijei a pele perto do cuzinho. O corpo dela travou.

— Seu Geraldo...

— Só vou brincar.

Lambi o cuzinho dela com a ponta da língua. A Anacleta estremeceu inteira. O som que saiu da boca dela misturou susto e tesão. Voltei pra buceta, chupei o grelo, enfiei os dedos de novo e depois subi a língua pro cuzinho outra vez. Ela segurou o meu cabelo com força.

— Meu Deus...

Alternei a boca entre a buceta e o cuzinho. Ela ficava mais solta a cada lambida. O cuzinho era apertado, rosado, bonito entre as nádegas firmes. Eu brincava com a língua, depois voltava ao grelo antes dela reclamar. A buceta dela apertava os meus dedos com tanta força que parecia querer prender a minha mão lá dentro.

— Vou gozar — disse ela, quase sem voz.

— Goza na minha boca.

Ela gozou com as coxas prendendo a minha cabeça. A buceta pulsou em volta dos meus dedos. O corpo dela tremeu no sofá, os seios balançaram e a boca abriu num gemido que ela tentou engolir. Continuei lambendo mais leve, sentindo os espasmos diminuírem. Ela puxava e empurrava a minha cabeça, sem saber se queria mais ou descanso.

Quando levantei, o rosto dela estava vermelho, a boca inchada, o cabelo grudado na testa. A Anacleta me puxou pelo pescoço e me beijou, mesmo com o gosto dela na minha boca.

— Tira a roupa.

— Com prazer.

Arranquei a camisa dos ombros, empurrei a calça e a cueca até onde dava. Peguei a camisinha na carteira. Ela acompanhou cada movimento com os olhos. Encapei o pau latejando. Voltei por cima dela no sofá, encaixei a cabeça na buceta molhada e entrei devagar. A Anacleta prendeu o ar. A buceta dela era apertada e quente. Depois daquele gozo, a entrada cedeu melhor, só que apertava o meu pau como se tivesse saudade mesmo.

Fui entrando aos poucos. Quando cheguei até o fundo, parei. Ela fechou os olhos e soltou o ar pela boca. Os seios grandes ficaram prensados no meu peito e a buceta pulsava em volta do meu pau. Ela mexeu a bunda no sofá, testando o encaixe, e me puxou pela nuca.

Comecei devagar. O som era baixo no começo. Pele batendo, respiração misturada, o sofá reclamando sob nós. A buceta dela me apertava de um jeito gostoso demais. Cada vez que eu saía, ela parecia puxar o meu pau de volta. Cada vez que eu entrava, ela soltava um gemido curto no meu ouvido. Eu metia segurando uma coxa dela, sentindo a força das pernas. A Anacleta cruzou os tornozelos nas minhas costas e me prendeu mais fundo.

— Fazia tempo demais — disse quase sem voz.

Aumentei o ritmo. Os seios dela pulavam a cada estocada. Baixei a cabeça e chupei um bico enquanto metia. Ela gemeu mais alto. A buceta apertou o meu pau com tanta força que precisei respirar fundo pra não gozar cedo. A cada estocada, o som dos nossos corpos ficava mais nítido. Ouvia meu pau entrando nela, o ar saindo da boca dela entre seus gemidos, o choque da minha barrigona contra a barriga sarada dela.

— Essa buceta é boa demais, Anacleta.

Ela gemeu e virou o rosto pra me beijar, quase me mordendo. Nos beijamos enquanto eu continuava metendo. Ela segurou minha bunda com as duas mãos e me puxou mais fundo. Aquilo me pegou de surpresa.

— Está gostando mesmo, né?

— Estou precisando.

Tirei o pau devagar, virei ela de lado e puxei uma perna dela pra cima. Enfiei de novo por um ângulo mais fundo. A Anacleta arregalou os olhos e agarrou o braço do sofá.

A posição deixava a buceta dela mais apertada. Eu sentia a parede quente por dentro, cada contração. Ela gemia mais baixo, com a cara virada pro sofá, tentando abafar. O corpo suado escorregava um pouco contra o tecido. A bunda dela balançava a cada estocada. Segurei a carne dela e apertei.

— Essa bunda também é uma covardia.

— Para de falar e me come!

Meti mais forte. O gemido dela respondeu na hora. O sofá rangeu alto. Eu a levantei e fomos meio atrapalhados até a cozinha. Eu com a calça arriada, ela nua e suada, os dois tentando não derrubar as caixas pelo caminho.

Na cozinha, ela apoiou as mãos na pia e empinou a bunda. Aquela visão quase me fez ajoelhar. As costas dela estavam úmidas, a cintura afinava antes da bunda arredondada e as coxas fortes se abriram pra mim. A buceta brilhava entre as pernas.

— Vem.

Entrei por trás. Dessa vez foi mais fácil. A buceta dela estava tão molhada que o meu pau deslizou até o fundo. Ela soltou um gemido rouco e segurou a beirada da pia. Comecei num ritmo firme. O barulho dos corpos batendo ficou mais alto na cozinha. A bunda dela vinha contra mim a cada estocada.

Segurei a cintura e olhei o meu pau entrando e saindo. Os lábios da buceta se abriam em volta da cabeça do pau e fechavam quando eu saía. Aquilo era uma visão que homem nenhum esquece. A Anacleta empurrava a bunda pra trás, recebendo tudo, sem a vergonha do começo. A seca dela estava se saciando pouco a pouco.

— Assim... Assim, seu Geraldo.

Dei um tapa leve na bunda dela. A pele dourada marcou um pouco. Ela gemeu e baixou a cabeça.

Meti mais fundo. A bunda dela batia na minha barriga e o som ficou mais safado. Eu sentia o suor escorrendo pela testa. A respiração dela ficava cada vez mais quebrada. Passei a mão pela lateral da coxa, subi pela bunda e cheguei no cuzinho. Brinquei por fora com o polegar molhado. Ela travou o corpo.

— Seu Geraldo...

— Só brincando.

Molhei melhor o dedo na buceta dela e voltei pro cuzinho. Massageei a entrada, sentindo o anel apertado reagir. Ela respirou fundo e abriu mais as pernas. Continuei metendo na buceta enquanto pressionava o dedo aos poucos. O cuzinho dela cedeu um pouquinho, quente e apertado. A Anacleta gemeu de um jeito diferente, com vergonha e tesão juntos.

O cuzinho dela apertou meu dedo com força, e a buceta apertou meu pau junto. Aquilo quase me tirou do corpo. Era apertado demais e ela tremia inteira com as duas entradas sendo provocadas. Continuei metendo na buceta, devagar e fundo, com o dedo entrando um pouco mais no cuzinho dela.

Ela nunca disse que era virgem no cu. Sei que os evangélicos têm essa noia sobre sexo anal, mas pelo jeito que ela recebia o meu dedo, eu tinha certeza de que aquele cu já tinha levado rola algumas vezes. A Anacleta soltou um palavrão baixinho que eu nunca esperaria ouvir daquela boca.

— Olha a crente falando bonito.

— Cala a boca e mete, desgraçado!

O corpo dela se entregou de vez. A bunda rebolava no meu pau, o cuzinho agarrava meu dedo, a buceta molhada me apertava num ritmo cada vez mais nervoso. Ela segurava a pia e recebia. O som dos corpos se chocando encheu a cozinha, com aquele tapa úmido de pele e a respiração dela falhando quando eu entrava fundo.

Senti que ela estava chegando ao clímax de novo. Tirei o dedo do cuzinho devagar e levei a mão pra frente, alcançando o grelo. Massageei enquanto metia por trás. A reação veio na hora. Ela dobrou um pouco os joelhos e quase perdeu a força.

— Vou gozar!

— Goza.

— Não para.

— Nem morto.

A buceta dela começou a pulsar antes do gozo vir inteiro. Eu senti no pau. Primeiro uns apertos pequenos, depois contrações fortes, como se ela quisesse me sugar pra dentro. A Anacleta gozou segurando a pia com força, a bunda tremendo contra a minha barriga. O gemido saiu abafado, quebrado, e ela baixou a cabeça entre os braços. Continuei metendo curto, só pra prolongar. A buceta dela ficou mais molhada e os espasmos continuaram por alguns segundos.

Quando terminou, ela ficou respirando fundo. Passei a mão nas costas dela. Ela riu de leve e olhou por cima do ombro, ainda vermelha.

— Ainda não acabou.

— Só acaba quando eu gozar.

— Só acaba quando eu recuperar o tempo perdido.

Ela se virou e me empurrou até a parede da cozinha. Ajoelhou na minha frente, segurou o pau encapado e passou a língua pela camisinha, por cima mesmo, só pra me provocar. Depois levantou, pegou os meus ombros e me beijou com força.

— Tira essa camisinha. Quero chupar direito.

Tirei. O meu pau continuava duro e latejando como se tivesse vida própria. A Anacleta se ajoelhou de novo e pegou com a mão. Dessa vez a boca veio direto, sem brincadeira. Ela chupou a cabeça, desceu mais, voltou, lambeu a lateral e apertou a base com a mão. A saliva dela deixava tudo escorregadio. Eu apoiava a mão na parede e tentava respirar.

A Anacleta me surpreendeu. Normalmente, eu era o cara que deixava as gostosas que me subestimavam sem fôlego e pedindo arrego após uma surra de pica de dar gosto. Foi assim com Lisandra, Alessandra e Sarah, fora algumas vezes com a Andréia. Mas a Anacleta era selvagem até quando parecia calma.

Ela chupava olhando pra cima, parava pra lamber os ovos, voltava pro pau e enfiava mais fundo. Quando eu achava que ela ia cansar, ela mudava o ritmo e começava de novo. O som da boca dela me deixava doido. A língua passava por baixo da cabeça, a mão subia e descia junto, e às vezes ela engolia mais do que eu esperava, fazendo a minha perna falhar.

— Anacleta, se continuar assim, eu gozo.

Ela tirou a boca com um estalo molhado e sorriu.

— Ainda não.

Ela levantou. Eu sentei numa cadeira e ela veio pra frente. Juntou os seios grandes ao redor do meu pau e começou a esfregar. A espanhola quase acabou comigo. Os seios dela eram macios, grandes o bastante pra envolver meu pau direito. Ela juntava com as mãos e subia e descia devagar, olhando pro meu rosto. A cabeça do pau aparecia entre os seios, molhada pelo suor. O atrito era uma delícia. A pele dela escorregava em mim e os bicos duros roçavam nas minhas mãos quando eu tentava ajudar.

Ela viu a minha satisfação, apertou os seios com mais força e acelerou. O som era baixo, molhado de suor, junto com a minha respiração falhando. Eu segurava a beirada da cadeira pra não agarrar ela com força demais. A Anacleta parecia gostar de ver minha cara tentando segurar o gozo. De vez em quando, abaixava a boca e beijava a cabeça do pau. Depois voltava a prender entre os seios.

— Esses teus seios são coisa séria — disse, quase gemendo.

Ela parou bem na hora em que eu ia perder. Ela percebeu que estava me arrancando as forças e gostou. A Anacleta que em público abaixava a voz pra falar de pecado, agora nua parecia outra mulher. Ou talvez fosse a mesma, só sem vigia.

Fomos pro corredor. Peguei outra camisinha e coloquei. Ela encostou as costas na parede, levantou uma perna e me puxou. Enfiei o caralho de novo na buceta. A entrada estava muito molhada e o pau entrou até o fundo. A posição era apertada. A minha barriga atrapalhava um pouco e ela riu no meu pescoço.

Segui metendo ali em pé mesmo, no corredor. O corpo dela batia na parede a cada estocada, e eu precisava segurar a coxa dela pra manter o encaixe. A buceta continuava apertada, mesmo depois de dois gozos. Aquela mulher tinha um fogo que não combinava com a cara séria que mostrava em público. Os seios roçavam no meu peito, balançando livres. A boca dela ficou no meu ouvido, gemendo baixo, dizendo meu nome de um jeito que quase me fez gozar.

— Eu precisava disso — sussurrou.

— Eu também.

— Você já tem mulher demais te querendo.

Calei.

— Acha mesmo que a gente é idiota, seu Geraldo? A gente só não tem como ter certeza absoluta. E nenhuma quer o fim do nosso brinquedinho comunitário...

Não pude evitar de rir com orgulho.

— E tu acha que ter tantas bucetas me faz querer menos esta sua buceta?

Ela apertou meu pau por dentro como resposta. Eu perdi o ritmo por um instante.

— Faz isso de novo.

Ela fez. Contraía a buceta em volta do pau, soltava, contraía de novo. Aquilo era maldade pura. Beijei a boca dela, segurando a perna com mais força. O suor dos dois deixava tudo escorregadio. Eu ouvia o som da minha pele batendo na dela, o ar saindo da boca da Anacleta, os gemidos que ela tentava esconder e não conseguia. O corredor parecia pequeno demais pra tanta safadeza.

A perna dela começou a tremer, mas a mão dela me puxava mais perto. Eu achei que ela fosse pedir pausa. Ela me surpreendeu.

— Mais forte.

— Assim tu me quebra.

Meti mais fundo, mais rápido, sentindo o corpo dela bater na parede. Ela segurou o meu ombro e mordeu a minha pele pra não gritar. A buceta dela ficou apertando em espasmos pequenos. Eu conhecia mulher cansada. Já tinha visto muito corpo amolecer depois do segundo gozo, pedindo água e juízo. Mas cada gozo fazia a Anacleta parecer mais acesa e tesuda.

Voltamos pro sofá. Sentei e ela veio por cima. Desceu devagar no meu pau, encaixando a buceta até sentar inteira. Fechei os olhos. A sensação dela por cima era diferente. A buceta parecia ainda mais apertada quando ela controlava. Ela ficou parada, com o pau enterrado, só contraindo por dentro. Eu senti cada aperto na cabeça, no corpo inteiro do pau, na base. Era como se a buceta dela tivesse vontade própria.

— Puta que pariu, Anacleta.

— Shhh.

— Shhh nada. Isso aí é covardia.

Ela começou a subir e descer. Os seios grandes balançavam diante do meu rosto. Peguei um com a boca e outro com a mão. Ela cavalgava com o corpo suado, a bunda batendo nas minhas coxas, a buceta descendo até o fundo e subindo quase me deixando escapar. Cada descida vinha acompanhada de um som molhado e cada subida me fazia querer puxar ela de volta.

— Gostosa demais.

— Fala baixo.

— Tua buceta não deixa.

Ela riu, e o riso virou gemido quando segurei a bunda dela e ajudei no movimento. A bunda era firme, com carne boa na mão e aquele encaixe certo quando ela sentava no meu pau. A Anacleta rebolou no meu colo, esfregando o grelo em mim. A buceta apertou em ondas, e eu senti meu gozo se aproximar de novo.

— Vou gozar.

— Aguenta, seu Geraldo.

Ela se inclinou pra me beijar. O cabelo caiu no meu rosto, molhado de suor. Os seios apertaram meu peito. A buceta ficou me prendendo lá dentro, com ela sentada até o fim. Eu segurei a respiração e consegui segurar por pouco.

Ela pareceu gostar da minha briga contra o próprio corpo. Sorriu no canto da boca, levantou um pouco e desceu de novo com força. O pau entrou todo, e ela travou em cima de mim, contraindo a buceta várias vezes. A minha mão foi parar no braço do sofá. Se eu apertasse a bunda dela naquele instante, eu perdia.

Ela nem quis saber e cavalgou mais rápido. Apoiou as mãos no meu peito e jogou o cabelo para trás. Os seios grandes balançavam livres, os bicos duros apontando, a barriga firme contraindo a cada descida. A pele morena estava suada, marcada de dedos na cintura.

— Vira — ordenei. — De quatro no sofá.

Ela saiu de cima devagar. Esses segundos serviram pra recuperar o fôlego e deixar o meu gozo mais longe. A Anacleta virou no sofá, apoiou os joelhos no assento e os braços no encosto. A bunda ficou empinada pra mim. A buceta estava inchada de tanto sexo. O cuzinho também aparecia, apertado, ainda úmido da minha língua e dos meus dedos. Aquela visão me fez esquecer qualquer cansaço.

Entrei por trás. Ela gemeu no braço. Comecei forte, sem a pressa atrapalhada do começo. Agora nossos corpos já tinham achado o jeito. O meu pau entrava inteiro, a buceta dela recebia e apertava, enquanto a sua bunda vinha contra mim. Passei o polegar no cuzinho dela de novo.

Pressionei. O cuzinho dela cedeu mais fácil dessa vez. Enfiei o dedo com calma, só até a primeira dobra. Ela apertou tudo. Buceta no pau, cuzinho no dedo. Eu quase perdi a alma. Continuei metendo enquanto brincava ali, sentindo o quanto ela ficava aberta pra mim e ao mesmo tempo apertada em volta de tudo. A entrega dela era completa.

— Seu Geraldo... Assim eu não aguento.

— A ideia é essa.

Meti mais forte, segurando a cintura dela com uma mão e mantendo o dedo no cuzinho. A buceta dela fazia um som molhado em volta do pau. A bunda batia na minha barriga. Ela gemia no braço, abafando o máximo que conseguia. Eu sentia o meu gozo vindo, cada contração dela me puxava mais perto. Mas tentava me controlar.

— Vou gozar — arrisquei.

— Ainda não.

Aquilo me surpreendeu de verdade. Eu já tinha deixado mulher tremendo, reclamando do joelho mole, dizendo que precisava de descanso. A Anacleta estava ofegante, suada, com a buceta inchada e mesmo assim queria mais. Pelo meu orgulho, eu ia aguentar enquanto ela não pedisse arrego. O jeito era pausar um pouco pra baixar a bola.

Tirei o pau dela e ela se levantou meio bamba, mas me puxou pela mão. Fomos pro quarto quase tropeçando nas caixas. No caminho, ela parou no corredor e me beijou de novo. Eu senti a língua dela, a mão dela apertando meu pau por cima da camisinha e a falta de pressa que já tinha virado urgência de novo.

Entramos no quarto. Ela caiu de costas na cama e abriu as pernas. Subi na cama, apoiando os braços pra não jogar todo o meu corpo nela. Encaixei de novo e entrei devagar. A buceta estava tão molhada que o pau deslizou até o fundo. Ela gemeu alto demais. Tapei a boca dela com a mão. A Anacleta mordeu minha palma, os olhos abertos, a buceta apertando em volta de mim.

Comecei a meter, o corpo dela respondeu com gemidos que escapavam mesmo com minha mão ali. Os seios balançavam sob mim. Meti com ritmo firme, sentindo o suor escorrer pelo meu peito e pingar na barriga dela. A Anacleta abraçou as minhas costas, cravando os dedos, puxando meu corpo pra mais perto.

— Mais fundo.

Ajustei o corpo, abri mais as pernas dela e empurrei. O pau entrou até o fim. Ela fechou os olhos e soltou um gemido abafado na minha mão. A buceta dela começou a pulsar de novo. Eu senti que outro gozo dela estava perto e aquilo quase me matou de orgulho. A mulher parecia não acabar.

Ela realmente estava sem sexo há quase quatro meses.

Tirei a mão da boca dela e beijei. Meti mais forte. Ela levantou as pernas, prendendo na minha cintura e me recebeu mais fundo. A buceta apertava com força. Os seios esmagados no meu peito ficavam escorregadios de suor. A Anacleta arranhou as minhas costas e mordeu o meu ombro.

— Eu vou gozar outra vez.

— Goza.

Ela gozou embaixo de mim, tremendo inteira. A buceta fechou no meu pau em ondas fortes e eu precisei parar de respirar pra não ir junto. Continuei metendo curto, fundo, sentindo cada contração dela. O corpo dela se arqueou. A boca abriu sem som por um instante, depois veio um gemido baixo, quebrado. Quando acabou, ela ficou mole na cama, com as pernas ainda presas em mim.

Achei que agora ela ia pedir descanso. Deu um minuto e pouco, ela passou a mão no meu rosto, ainda ofegante, e sorriu de um jeito quase assustador.

— Mais.

Eu ri, cansado, e ajudei ela a virar. Deitamos de lado, eu atrás dela. A bunda encaixou na minha barriga e a buceta ainda molhada recebeu o meu pau de novo. Essa posição me deu um pouco de fôlego. Eu sentia a pele das costas dela no meu peito, o cabelo castanho no meu rosto, a bunda redonda batendo em mim em movimentos curtos. A minha mão passou pelos seios, segurando um deles enquanto eu metia devagar.

Anacleta levou a minha mão até o grelo. Massageei enquanto metia de lado. O corpo dela respondeu na hora. A buceta ficou mais apertada, a respiração mais curta. A cada estocada, os seios dela balançavam sob minha mão. O bico duro roçava meus dedos. Ela mexia a bunda para trás, buscando o pau, e eu pensava que aquela mulher tinha escondido fogo demais por trás de vestido comportado e cumprimento baixo.

— Tu gosta de me ver assim? — perguntou.

— Toda aberta pra mim. Pedindo mais mesmo depois de gozar.

Ela gemeu e apertou a buceta. Senti o meu pau latejar.

— A partir de hoje, você é minha. Vou te comer sempre que eu quiser. Você nunca mais vai passar essa fome de novo. Só precisa aceitar que é minha.

— Safado.

Ela apertou de novo. Aquilo era resposta bastante.

O ritmo de lado ficou mais lento, só que mais fundo. Eu sentia cada detalhe dela. A mão no grelo deixou ela tremendo de novo. Anacleta parecia cansada e, ao mesmo tempo, cada vez mais entregue. Os gemidos vinham baixos, quase no travesseiro. A bunda dela se movia contra mim com força suficiente pra manter o pau enterrado.

— Vou gozar outra vez — sussurrou.

— Então goza comigo.

— Ainda não. Quero te sentir mais.

Eu quase ri, só que faltou ar. A mulher me mandava segurar como nenhuma outra mulher antes. Mesmo assim, segurei. Meti devagar, depois aumentei quando ela pediu com a bunda. Ela segurou minha mão contra o grelo, me obrigando a fazer do jeito que queria. A buceta pulsou antes do resto do corpo. Depois ela gozou de novo, tremendo de lado, apertando o meu pau até doer de bom.

Dessa vez eu quase fui junto. Tirei a mão do grelo e parei por um instante dentro dela, respirando pesado no pescoço. Saí dela porque os dois precisavam de um pouco de descanso.

Ainda assim, a Anacleta me acompanhava com os olhos, deitada de lado, os seios espalhados na cama, as coxas suadas entreabertas. A buceta dela estava inchada, rosada, brilhando. Os pelos escuros aparados estavam úmidos.

Sentei na beira da cama. Ela se ajoelhou no chão entre as minhas pernas e chupou o meu cacete. Ela alternava lambidas compridas com chupadas fundas, segurando os ovos por cima dos pelos grisalhos. Eu fechava os olhos e abria de novo. A Anacleta de joelhos, nua, seios grandes balançando, boca no meu pau, olhar escuro pra cima. Ela parou antes de me fazer gozar e subiu na cama.

Eu me deitei e ela montou em mim. Guiou o pau pra buceta e desceu devagar. A camisinha entrou molhada pela saliva dela e pela buceta já encharcada. O encaixe foi fácil, profundo. Ela sentou inteira e ficou parada, respirando com os olhos fechados. Os seios grandes ficaram diante de mim. Peguei os dois, apertei, chupei um bico. Ela começou a mexer a bunda em círculos, com o pau enterrado.

Aquilo me fez perder quase toda a defesa. A buceta dela girava em volta do pau. O grelo esfregava na minha barriga baixa. Ela subia pouco, descia forte e apertava por dentro. O quarto parecia girar. O suor escorria entre os seios dela. A pele morena brilhava. O cabelo caía sobre o rosto e ela nem se importava.

— Anacleta, eu estou no limite.

— Eu também.

— Graças a Deus.

Ela riu e cavalgou mais rápido. A bunda batia nas minhas coxas, os seios balançavam, a buceta engolia meu pau até o fim a cada descida. Eu segurei a cintura dela e ajudei no ritmo. Ela não reclamou. Só apoiou as mãos no meu peito e começou a descer com mais força.

Ela apertou a buceta em volta do pau, travou lá embaixo e rebolou. Senti o gozo subindo pesado, sem volta. Segurei a bunda dela com as duas mãos e meti de baixo pra cima enquanto ela descia. A buceta dela começou a pulsar de novo, e ela fechou os olhos, mordendo a boca pra não gritar. Anunciei:

— Vou gozar.

Foi quando a campainha tocou.

Os nossos corpos pararam, congelados. A Anacleta saiu rapidamente de mim e os dois começaram a se vestir na pressa. A campainha tocou de novo. Do lado de fora, veio a voz do Carlos.

— Anacleta? Chegamos.

Eu fechei os olhos, derrotado pela vida.

— Puta que pariu.

Ela olhou pra mim com a cara de quem queria me mandar sumir e sabia que isso pioraria tudo. Os dois se vestiam como dava, sem cueca, sem calcinha.

— Vai pro banheiro — sussurrou.

— Agora não adianta. Se eu sumir, fica pior. Vamos fingir que o suor é dos móveis.

Ela respirou fundo, passou a mão no cabelo e olhou a minha roupa. Eu ajeitei a camisa, fechei mais um botão e tentei limpar o suor do rosto com o antebraço. Os corpos de ambos entregavam mais do que qualquer confissão. Peguei uma almofada do sofá e fiquei segurando como se aquilo escondesse o pau duraço dentro da calça.

A campainha tocou pela terceira vez. A Anacleta foi até a porta, respirou fundo e abriu. Entraram Zé Maria, Carlos e Rebecca.

O Zé Maria olhou primeiro pra Anacleta, depois pra mim. A cara dele mudou na hora. O Carlos entrou logo atrás, calmo, observando o sofá amassado, as almofadas caídas, a roupa amassada da Anacleta, a minha camisa fechada errada. O homem era educado, e justamente por isso dava mais medo.

A Rebecca veio por último. Ela estava de vestido e aquilo me pegou desprevenido mesmo no meio do meu desespero. Era um vestido simples, batendo perto dos joelhos, marcando a cintura fina sem vulgaridade. A Rebecca tinha uma beleza diferente das gostosonas do prédio. A Anacleta era peituda, gostosa, mulher de corpo quente e coxa forte. A Rebecca tinha beleza angelical. O rosto oval, os olhos castanhos claros, o cabelo castanho claro caindo arrumado, a pele clara com aquele ar de moça certinha. Os seios pequenos e firmes faziam um relevo discreto no vestido e a bundinha empinada aparecia quando ela passou por mim de lado. Era linda de um jeito que dava vontade de apreciar eternamente (e de comer eternamente também).

Ela parou na sala e percebeu tudo. Tentou manter a expressão tranquila, coitada, mas os olhos foram até a minha camisa, depois até o short torto da Anacleta, depois até o sofá. A boca dela apertou pra segurar o comentário.

Anacleta fechou a porta. O cheiro de sexo ainda estava no ar e o apartamento todo tinha cara de crime mal escondido. Eu com a almofada na mão piorava tudo.

— Oi, gente — disse Anacleta, tentando parecer normal. — Que bom que vieram.

— Boa tarde — falei, com a voz falhando.

— A gente chegou numa hora ruim? — perguntou Carlos.

— Não — Anacleta respondeu rápido até demais. — A gente estava só arrumando o sofá.

A Rebecca baixou os olhos, e eu vi o ombro dela tremer de leve. O Carlos pigarreou. Eu tentei salvar alguma coisa.

— Está sendo uma faxina pesada.

Zé Maria olhou pra mim e pra Anacleta, então largou na lata, na frente de todo mundo.

— Vocês estavam fodendo loucamente, né?

Pois bem, leitor. No próximo capítulo, depois de quase dois anos, FINALMENTE O SEU GERALDO VAI COMER A REBECCA!!!!!!

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos a continuação.

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[NOTA DO AUTOR 01]

Acabei adiantando os capítulos do Geraldo e Carlos para poder terminar de revisar o Arco da Trilha com menos pressa. E pra não emendar tantos capítulos da série do Miguel.

Conforme combinamos, os três próximos capítulos vão ser publicados a cada dois dias. Apesar de ser um crossover, minha ideia é que as partes de cada série possam ser lidos de forma independente, com uma transa do protagonista em ponto de vista e a crossover em segundo plano. O teste de fogo vai ser a suruba do próximo capítulo.

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[NOTA DO AUTOR 02]

Quem gosta das aventuras sexuais do seu Geraldo, queria avisar que eu reescrevi, melhorei e expandi a cena de ménage do seu Geraldo com a Alessandra e a Andreia. A minha ideia era dar uma maior padronização nos capítulos de sexo do seu Geraldo.

Particularmente, eu recomendo que leiam. Sei que a minha opinião como autor não conta muito, mas não foi uma revisão simples. Eu realmente reescrevi a cena de sexo toda e deixei ela bem maior e mais condizente com a fama do velho Geraldo. O resto do capítulo continua o mesmo.

Quem estiver interessado, dá uma relida em “Minhas coleções de calcinhas, amantes e putinhas - Parte 10” e comenta lá o que acharam da nova versão.

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[NOTA DO AUTOR 03]

Como os capítulos do seu Geraldo e do Carlos são um crossover muito mais livre que o da Trilha, estou pensando seriamente em postar o remake Geraldo x Sarah logo amanhã. Já está escrito mesmo. Quem tiver interessado, vai poder ler. Quem não tiver, o nosso acordo era um capítulo com sexo a cada dois dias, então vou poder publicar sem quebrar o combinado.

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 185Seguidores: 324Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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QUE CAPITULO BOM! SENSACIONAL Seu Geraldo é o melhor personagem masculino. O ponto de vista dele é sensacional. Ja podemos cravar que Lucério é o nosso Loki (anti-herói favorito)? Foi o craque do jogo. Curioso pars aber do PoV dele o que motivou essa ajuda. Cena de sexo fantástica, muito bom, gostei muito, acho que ele podia ter gozado, mas foi a deixa para suruba, aguardo ansioso.

Ze Maria vai comer as duas?

Tem que rolar anal. Geraldo comeu o cu da anacleta

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Quem diria, a Anacleta dando uma verdadeira surra de buceta no Seu Geraldo... hehehe.. muito bom, ansioso para saber como vai ser a suruba!

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Lucério já está começando os trabalhos pra derrubar o síndico. Ele pode estar preso pela promessa, mas não está mais inerte. Foi uma mudança de postura interessante. Fico aqui com a dúvida se o Lucério teve essa conversa com o seu Geraldo em respeito aos funcionários, por achar que o Alberto ta passando do ponto ou (e eu acho que esse ponto é relevante) por estar muito puto com o Alberto por causa da situação da camera na sauna e dela ter gravado a Jéssica com o Rogério e o Antonio e ter ferido o orgulho do Lucério que ele agora tem a arma pra ganhar a aposta, mas não pelos próprios meios como ele quer.

Os capítulos da Alessandra e esse do Geraldo finalmente estão colaborando pra valorizar mais a Anacleta. Até recentemente ela era quase uma personagem filler sem personalidade nenhuma e sem graça. Eu ainda acho que ela precisa de mais personalidade, principalmente fora das cenas de sexo, mas já deu uma boa levantada na personagem. A Anacleta ganhar mais personalidade é bom por 2 motivos: 1- Ela já está há algum tempo sendo construída pra interagir com alguns personagens principais (especificamente a amizade com a Sarah e a aproximação com a Rebecca) e pra eventualmente participar de transas com esses grupos, mas com ela sendo um pedaço de cartolina feita pra dar quando precisarem de alguém pra encher semana sem conto, ela não acrescenta muito para os outros personagens que ela vai interagir e 2- Ela está em uma posição muito interessante na novela que basicamente ta indo pro lixo por ela não ter personalidade nenhuma. A situação dela de ser parte da "bancada evangélica" da Marieta, mesmo que não necessariamente concorde com ela, ela ter um grande segredo escondido da maioria das pessoas, esse capítulo explorou mais a dualidade dela ainda ser jovem e ter uma libido que não está sendo satisfeita em contraste com a moral religiosa que ela tenta manter e principalmente ela ser potencialmente a primeira pessoa a descobrir os dois trisais por ser próxima da Rebecca e da Sarah (e potencialmente transar com os dois trisais mais pra frente).

Agora a gente precisa de uma exploração um pouco maior da personalidade da Larissa (única completamente sem personalidade definida das personagens mais antigas) e das outras mulheres da torre B.

Uma questão interessante sobre as cameras é que o Lucério basicamente confirmou que 90% das cameras não estão sendo ativamente checadas. o que explica como o Alberto não sabe da maior parte das coisa. Ele está focado especificamente no que é interessante pra ele (controlar os funcionários e ficar de olho nos "alvos" dele).

Vou concordar com o Kawabanga que todo capítulo do Geraldo ter essa situação de vários moradores perceberem que tem algo errado com os funcionários e mesmo assim nenhum dos funcionários falar nada nem com aqueles mais próximos deles ta se estendendo demais. Nem que a solução seja a Lisandra contar tudo pra Jéssica / Rogério / Lorena (inclusive, pela proximidade deles é até estranho já não ter contado tudo).

Muito curioso pra continuação desse capítulo.

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Excelente conto, gostaria que tivesse bi feminino nesse suruba e não seria má ideia bi masculino, ja que a maioria das mulheres são bi, os homens deveriam ser também.

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Não esperava um conto do Geraldo agora mas que bom que veio.

Gostei da solução que o Lucério encontrou para poder conversar com o Geraldo.

Acredito que as câmeras foram desligadas por alguém, mas seria simbólico elas na verdade terem quebrado por serem de baixa qualidade pq o síndico superfaturou a obra e embolsou parte da grana.

E você precisa fazer com que o Geraldo conte para a Jéssica o que está acontecendo. Está começando a ficar irritante ele guardando esse segredo dela (Rogério no momento tem outras preocupações).

A cena de sexo foi boa, mas para mim faltou uma coisa, o Zé Maria poderia ter chegado mais cedo e transformado em um ménage. Do jeito que foi a resistência do Geraldo beirou o surreal, já com dois homens revezando isso não seria um problema e destacaria ainda mais todo o fogo da Anacleta que precisava de dois para dar conta (e nem precisava ter dp, deixava para a suruba).

Estou curioso para saber como essa cena vai terminar numa suruba.

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Eu gosto muito das cenas do seu Geraldo, apesar de em alguns momentos parecerem surreais, o vigor sexual e a capacidade dele proporcionar prazer as mulheres, supera qualquer tipo de estereótipo físico e social. Ele é bem masculo na descrição de uma forma visceral. Acho que até Antônio e Carlos daria pra ele. O personagem está amadurecendo, ficando mais crível. E nada melhor que propaganda boca a boca pra atiçar a curiosidade e libido da mulherada.

Agora uma cena sexual que nao pode faltar com certeza e a doce Rebeca tendo vários orgasmos com ele, a docilidade dela com a pegada dele, vai ser mais explosiva que a transa com a voluptuosa Anacleta. Quero ver o Zé Maria se dar bem com as duas tb. Ele merece.

Deu vontade de ver a Anacleta com uma das lobas, imagina ela dando uma canseira na Alessandra... ou Andreia.

Ainda não esqueci a transa prometida entre o Zé Maria e Natália. Ela merece gozar tb com o seu Geraldo.

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Adorei essa ideia de ver a Anacleta com as lobas e dando canseira nelas.. seria excelente!

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