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A Milf Gostosa E A Proposta Indecente Do Seu Filho Aditivo PT 7

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3228 palavras
Data: 30/09/2026 10:27:26
Última revisão: 30/09/2026 14:15:11

Visão de Andressa:

Eu mal podia acreditar. Tinha acabado de ser fodida pelo meu filho.

Me levantei com as pernas ainda tremendo e fui até o banheiro. Tomei um banho rápido com a água gelada — o calor do interior de Minas só piorava a sensação. Saí, peguei o pijama, enfiei numa sacola no fundo da mala e me vesti com qualquer coisa. Me deitei ao lado do Marcos, que dormia como um porco, roncando sem a menor ideia do que tinha acontecido.

A manhã seguinte chegou cedo. Dona Lurdes já estava acordando todo mundo. Bateu na porta e chamou o Marcos. Eu olhei o relógio: 7 horas.

Saímos os dois até a cozinha. Minha sogra me olhou de cima a baixo e perguntou:

— Está com sono, Andressa?

Eu respondi, a voz ainda rouca:

— É muito cedo, Dona Lurdes.

Ela deu um sorrisinho amarelo e falou:

— Sei… uma mulher como você, que não trabalha, né? Não acorda cedo.

Virou as costas e foi preparar o café.

Pouco depois a Larissa e o Hugo apareceram, os dois ainda com cara de sono. O Leandro entrou logo em seguida, sem camisa. O peito definido, a pele ainda marcada pelo calor da noite. Eu evitava olhar pra ele… mas as lembranças da noite anterior voltavam sem pedir licença. O jeito como ele me fodeu, a voz dele mandando eu gemer, o pau grosso me preenchendo por completo.

Forcei o olhar pro café. O coração batia forte demais pro horário.

O café passou rápido. O Leandro e o Marcos foram até o centro da cidade comprar umas coisas pra Dona Lurdes. A Larissa e o Hugo foram almoçar num restaurante da cidade vizinha e só voltariam depois pra me pegar e o Leandro e voltarmos pra BH. Dona Lurdes e a Clarisse ficaram na cozinha preparando o almoço. Eu saí pra dar uma volta pela fazenda.

Foi então que vi o Marcos e o Leandro voltando. Marcos se aproximou e falou:

— Amor, vou levar a Clarisse até a casa dela.

Dona Lurdes completou:

— Eu vou junto, pra ver o pastor.

Os três saíram. Eu e o Leandro ficamos sozinhos na fazenda.

Ele foi pro quarto. Eu fiquei na cozinha, com medo, excitação e a buceta tão molhada que já escorria pela coxa.

Ele apareceu de novo. Eu estava de costas, lavando alguma coisa na pia velha. Ele veio por trás e me prensou contra a bancada. Senti o pau dele duro como pedra batendo na minha bunda. Ele pegou um copo, encheu de água e sussurrou no meu ouvido:

— Me chupa, mãe. Você está molhada. É só aceitar o destino…

Engasguei com a água. Ele segurou minha bunda com força e eu senti o pau dele já fora da calça, quente e latejando. Ele falou baixo:

— Ajoelha.

Eu virei de frente pra ele. Olhei nos olhos dele… e inconscientemente meus olhos desceram pro pau duro entre as pernas dele. Ele colocou as mãos nos meus seios, apertou, e depois tirou minha camisa e o sutiã de uma vez. Enfiou a boca num mamilo e chupou com força. Eu fiquei ofegante. Com a outra mão ele puxou minha calça e a calcinha pra baixo. Se ajoelhou na minha frente, olhou pra buceta encharcada e falou:

— Você está pingando, mãe… é assim que eu gosto.

Abriu minhas pernas, me sentou na beira da pia e passou a me lamber. A língua dele era quente e faminta. Lambeu tudo: os lábios molhados, a entrada, o clitóris inchado. Chupou o botão com força enquanto dois dedos entravam em mim. Eu gemia baixo, as mãos segurando a beira da pia, as pernas tremendo. Ele chupava com vontade, a língua vibrando rápido no clitóris, os dedos curvados dentro de mim. O prazer subiu rápido demais. Meu corpo inteiro tremeu. Eu gozei forte, a buceta apertando os dedos dele, um gemido longo e abafado saindo da minha boca enquanto o líquido escorria pela língua e pelo queixo dele.

Ele pegou minha mão e me levou até o quarto dele. Sentou na beira da cama e falou baixo:

— Me chupa.

Eu obedeci. Ajoelhei entre as pernas dele e enfiei o pau duro na boca. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a controlar o ritmo, empurrando pra baixo. A cada movimento ele afundava mais, forçando a garganta. Eu engasgava, o som molhado e abafado saindo da minha boca:

— Glurk… glurk… gluck…

Saliva escorria pelo queixo enquanto ele metia minha cabeça no pau, sem piedade. Continuou assim até eu sentir o gosto do pré-gozo na língua. Então ele puxou minha cabeça pra trás, me jogou na cama e se deitou de costas. Falou, a voz rouca:

— Cavalga em mim, mãe.

Eu subi em cima dele. Posicionei o pau na entrada molhada e fui descendo devagar. Ele segurou minha cintura e falou:

— Isso… senta no pau do seu filho. Vai fundo.

Desci até enfiar tudo. Comecei a subir e descer. Ele me incentivava:

— Mais rápido… rebola… isso… senta com força nesse pau.

Eu gemia alto a cada estocada que dava em mim mesma:

— Ahh… ahh… porra…

O primeiro orgasmo veio forte. Meu corpo tremeu, a buceta apertou o pau dele e eu gozei gritando:

— Ahhhhhh! Tô gozando… caralho…

Ele não parou. Segurou minha cintura com as duas mãos e passou a me controlar, subindo e descendo meu corpo no pau dele com força. Eu gozei de novo, ainda mais intenso. As pernas tremeram, a vista escureceu por um segundo e um gemido longo e rouco saiu da minha garganta enquanto a buceta pulsava sem parar em volta do pau dele.

Mesmo depois do segundo orgasmo ele continuou me fodendo por baixo. Depois parou, me olhou nos olhos e falou:

— Agora eu vou comer seu cu, mãe. Você vai implorar por mais. Você vai ver.

Ele me pôs de quatro na cama. Abriu meu cu com o dedo, cuspiu dentro e enfiou primeiro um, depois dois dedos, abrindo caminho. Eu gemia baixo com a invasão. Depois ele tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa do pau de 22 centímetros na entrada e falou, a voz rouca:

— Agora eu vou te fazer mulher de verdade, mãe.

Empurrou.

A dor foi imediata e muito pior do que com o Marcos. O pau do meu filho era bem maior e mais grosso. A cabeça larga forçou a entrada e eu gritei:

— Ahhhhhhh! Porra… dói… para…

Ele não parou. Foi entrando centímetro por centímetro, abrindo meu cu como nunca tinha sido aberto. Eu choramingava de dor, as unhas cravadas no lençol:

— Ahh… é grande demais… ahhhh… filho…

Quando enfim enfiou quase tudo, ele parou um segundo e falou:

— Relaxa… respira… agora é meu.

Começou a meter devagar. Cada estocada doía, o cu ardia e queimava, esticado ao máximo em volta daquele pau grosso. Eu gemia misturando dor e um prazer estranho que ia crescendo:

— Ahh… ahh… dói… mas não para… ahhhh…

Ele aumentou o ritmo aos poucos. As mãos grandes seguravam minha cintura e ele fodia meu cu com força cada vez maior. O barulho molhado e pesado enchia o quarto. Eu já não sabia se chorava de dor ou de prazer:

— Ahhhh… me fode… arromba o cu da sua mãe… ahhhhh!

Ele meteu fundo algumas vezes e gozou. Segurou meu quadril com força e descarregou jatos quentes e grossos lá dentro, gemendo alto enquanto enchía meu cu com a porra.

Quando ele tirou o pau, eu caí de lado na cama. O cu ficou aberto e latejando, a porra do meu filho escorrendo pela bunda e pela coxa. A buceta ainda pingava do orgasmo anterior. Eu estava destruída, ofegante, o corpo inteiro tremendo… e completamente marcada por ele.

Fiquei mais uns minutos na cama, ainda assimilando o que tinha acabado de acontecer. Depois me levantei, fui me limpar direito e me arrumei pra voltar pra casa principal da fazenda.

Marcos e Dona Lurdes voltaram pouco depois. Almoçamos todos juntos. O Leandro e eu nos olhávamos de vez em quando. Era um olhar diferente agora. Já não era só um segredo. Era algo maior, algo que tinha começado de verdade naquele final de semana.

Depois do almoço a Larissa e o Hugo chegaram nos buscar. Nos despedimos do Marcos. Ele falou que ficaria por lá mais alguns dias se recuperando. Entramos no carro e voltamos pra Belo Horizonte.

Assim que entramos em casa, o Leandro fechou a porta atrás de nós e falou baixo:

— Mãe… agora é só nós dois.

Meu coração acelerou na hora.

A noite chegou com aquele calor forte típico da cidade. Mesmo assim, eu sabia que o dia seguinte prometia ser ainda mais intenso. Ia gravar o anal com o Wallace… e o pau dele era maior que o do meu filho. Não sabia direito o que ia sentir. Só sabia que não tinha mais volta.

Deitei na cama e acabei adormecendo rápido, o corpo ainda marcado pelo que tinha vivido nas últimas horas.

Visão de Leandro:

A segunda-feira enfim chegou. Fui pra escola. Durante um intervalo das aulas chamei o MG e o Rayan pro canto e falei baixo:

— Tenho algo pra contar pra vocês.

O MG perguntou:

— Fala, garoto.

O Rayan completou:

— Que foi, caralho?

Eu olhei em volta e disse ainda mais baixo:

— Eu e minha mãe… a gente transou.

Rayan arregalou os olhos:

— O quê?!

O MG soltou:

— Caralho…

Eu continuei:

— Rolou até anal.

Rayan falou, a voz rouca de excitação:

— Cara… eu tô imaginando aquela gostosa de quatro pra você…

O MG perguntou:

— E como foi?

Eu respondi, ainda com o gosto da noite passada na cabeça:

— Incrível. Ela é uma gostosa extremamente excitante. Foi como realizar um sonho.

Completei:

— Vou falar com o Wallace depois. Ele vai enlouquecer.

Encerramos o assunto rápido quando uns colegas se aproximaram.

Após a escola segui até o sobrado. Chegando lá, o MG me puxou de lado e falou:

— Você não pode nos colocar na parada não…

Eu perguntei:

— Que parada?

Ele completou:

— De comer a sua mãe.

O Rayan entrou na conversa:

— Seria incrível…

Foi quando o Wallace apareceu e perguntou:

— Seria incrível o quê?

Rayan respondeu, sorrindo:

— Pai, você não é o único aqui que já comeu a gostosa da Andressa.

Wallace olhou pra mim e falou, sorrindo de canto:

— Você comeu ela, garoto? Bem que eu sabia que ela tinha gostado de um pau preto…

Ele se aproximou mais e continuou:

— A Bruna passou o script da nossa gravação de anal mais tarde. Mas eu tenho uma ideia melhor… e você vai me ajudar.

Rayan perguntou:

— Ajudar como?

Wallace respondeu seco:

— Garoto, hoje você vai gravar comigo e com a sua mãe.

Ele saiu logo em seguida.

Pouco depois eu, o Rayan e o MG ficamos só assistindo uma gravação que o Wallace fazia com uma ruiva gostosa.

A menina era alta, seios firmes, bunda redonda. Wallace a colocou de quatro e começou a foder a buceta dela com força. O pau dele entrava e saía molhado enquanto ela gemia alto. Depois a virou, abriu as pernas e meteu fundo. Em seguida passou pro anal: cuspiu, enfiou a cabeça devagar e depois meteu tudo. A ruiva gritou, o corpo tremer, enquanto ele a fodia sem piedade. Nós três só assistíamos. O MG filmava, eu e o Rayan ficamos do lado, vendo cada estocada. A gravação durou bastante. Quando acabou, a ruiva estava destruída, ofegante, a bunda vermelha e o corpo suado.

A hora da gravação do anal com a minha mãe tinha chegado. Eu, o MG, o Rayan, o Wallace e o resto da equipe fomos na frente pra casa onde tínhamos gravado anteriormente. Ajudamos a instalar as câmeras no quarto e conferimos se os ângulos estavam bons.

Pouco depois minha mãe e a Bruna chegaram juntas. As duas foram pro quarto que tinha virado camarim. Wallace foi atrás delas e me chamou. Entrei.

Ele foi direto ao ponto:

— Andressa, quero incluir um novo ator na parada. Vamos fazer o anal e a DP.

Ela perguntou, estranhando:

— Outro ator?

Ele completou:

— Sim. Vai ser bom pra mim e pra você. Vai dar um bom engajamento.

Ela perguntou de novo:

— Qual vai ser o outro ator?

Wallace me olhou e respondeu:

— O seu filho.

Minha mãe arregalou os olhos e ficou calada. Bruna falou na hora:

— O Leandro? Você está louco. Ele nunca gravou um vídeo… e ele é filho dela, amor.

Foi então que minha mãe, ainda olhando pra mim, falou baixo:

— Eu aceito… mas e se alguém ver o vídeo?

Wallace respondeu:

— Eu já tenho tudo em mente.

Ele me pegou pelo braço e me levou pra outro quarto. Assim que fechou a porta, falou sorrindo:

— Parabéns, garoto. Você vai gravar um pornô com a sua mãe.

Me sentou numa cadeira, começou a colar umas tatuagens falsas no meu pescoço e nos braços e colocou uma peruca preta no meu cabelo. Quando terminou, me entregou um papel e disse:

— Estamos prontos. Toma seu script.

Se levantou e falou:

— Vamos. Mas antes… se veste.

Eu o segui até o quarto. O título do vídeo era:

“MILF gostosa e o seu primeiro anal e DP com o genro e o sogro da sua filha”.

A cena começou. Wallace entrou na cozinha enquanto minha mãe estava na pia com um copo d’água na mão. Ela falou, no personagem:

— Você aqui de novo…?

Ele respondeu, já se aproximando:

— Vim pelo seu cu, sua loira safada.

Prensou ela contra a pia e continuou:

— Você vai amar dar esse cu virgem.

Puxou ela pelo braço e a levou pro quarto. Lá, retirou o vestido curto dela de uma vez. Minha mãe ficou nua. Wallace a colocou de quatro na cama, cuspiu no cu dela, posicionou o pau de 25 centímetros e começou a enfiar.

Ela gritou de dor e prazer misturados:

— Ahhhhhhh! Porra… é grande… ahhhh!

Ele foi entrando devagar, falando:

— Relaxa… respira… esse cu é meu agora.

Quando enfim meteu tudo, começou a foder com ritmo. Minha mãe gemia alto a cada estocada:

— Ahh… ahh… mais fundo… ahhhh…

Wallace acelerou. O barulho molhado enchia o quarto. Ela gozou forte, o corpo inteiro tremendo, gritando:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… caralho… ahhhhh!

Foi quando a Bruna gritou de fora:

— É a sua deixa!

Eu subi as escadas. O câmera me seguia. Abri a porta do quarto e falei, no personagem:

— Pai? Sogra? Vocês dois aqui…?

Wallace continuava fodendo o cu da minha mãe com força. Ela gemia descontrolada, ainda no meio do orgasmo. Ele a fodeu mais um pouco até ela gozar de novo, o corpo arrepiado, a voz rouca:

— Ahhhh… não para… ahhhhh!

Wallace olhou pra mim, ainda metendo, e falou atuando:

— Meu filho, vem comer sua sogra racista. Ela agora sabe quem manda nessa buceta branca.

Minha mãe, ofegante e destruída, falou entre gemidos:

— Eu amo os BBC…

Wallace me chamou:

— Vem. Pode vir. É a sua deixa.

Bruna olhou pra mim e falou:

— Pronto, Leandro?

Eu acenei com a cabeça. Ela gritou:

— Ação!

Me posicionei na frente da minha mãe, o pau duro apontado pra boca dela, e falei no personagem:

— Sempre sonhei em comer você, sogra…

Wallace, ainda com o pau enterrado no cu dela, completou:

— Está pronta pra levar pau de pai e filho? Dois paus pretos e grandes…

O sexo começou de verdade.

Eu enfiei o pau na boca da minha mãe. Ela engoliu com vontade, já acostumada com pau grande. Enquanto ela me chupava, Wallace fodia o cu dela com força, as estocadas profundas fazendo o corpo dela tremer. O barulho molhado dos dois lados enchia o quarto. Eu segurava a cabeça dela e metia na garganta, sentindo ela engasgar e salivar.

Depois de um tempo tirei o pau da boca dela, me posicionei atrás junto com o Wallace e enfiei na buceta molhada. Agora era DP de verdade: Wallace no cu e eu na buceta. Os dois paus grossos se esfregando por dentro dela, separados só por uma parede fina. Minha mãe gritou alto:

— Ahhhhhhhhh! Dois… dois paus… caralho… ahhhhh!

Nós dois começamos a meter no mesmo ritmo. Ela gemia descontrolada, a voz quebrando a cada estocada dupla:

— Ahh… ahh… me fode… arromba… ahhhhh!

Wallace falou, ofegante:

— Que cu apertado… porra…

Eu segurava a cintura dela e metia fundo na buceta:

— Sua sogra é uma puta… olha como ela engole os dois…

Ela gozou forte. O corpo inteiro tremeu entre a gente, a buceta e o cu apertando os dois paus ao mesmo tempo enquanto ela gritava:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… não para… ahhhhh! Caralho… ahhhhhhhhh!

Mesmo depois do orgasmo a gente continuou fodendo. Wallace tirou o pau do cu, eu tirei da buceta, e os dois nos posicionamos na frente dela. Ela ajoelhada, a boca aberta, os seios balançando. Nós dois batemos punheta rápido e gozamos juntos. Jatos quentes e grossos acertaram a bunda, as costas e o rosto dela. Esperma escorrendo pelo queixo, pingando nos seios, escorrendo pela bunda aberta e vermelha.

Minha mãe ficou ali de joelhos, ofegante, o rosto e o corpo cobertos de porra, ainda tremendo do orgasmo.

Ela se deitou na cama. Bruna falou, sorrindo:

— Parabéns. Vocês arrasaram.

Wallace completou, olhando pra mim:

— Boa estreia, garoto. Você tem futuro.

Fui até o outro quarto, tomei água e tentei me recompor. Pouco depois vi minha mãe entrar com uma bolsa na mão. Ela falou baixo:

— Tem doze mil aqui.

E completou:

— Vamos pra nossa casa.

Saímos juntos. A tarde e o início da noite foram estranhos. Ela estava cansada da gravação, mas não estava estranha como nas primeiras vezes. Fiz o jantar. Nós dois jantamos em silêncio e fomos dormir.

O calor estava grande. Eu não conseguia pegar no sono, rolava de um lado pro outro na cama. Foi quando ouvi a porta do meu quarto abrir. Era ela, de roupão.

Ela falou, a voz rouca:

— Eu preciso de sexo, filho. Estou morrendo de tesão.

Meu pau endureceu na hora dentro da cueca Ela me jogou na cama. Eu retirei a cueca de uma vez. Ela abriu o roupão e deixou cair no chão, revelando o corpo completamente nu: seios grandes e firmes, cintura marcada, a bunda empinada e a buceta já brilhando de tesão.

Subiu em cima de mim sem nenhuma delicadeza. Segurou meu pau, posicionou na entrada e desceu de uma vez, engolindo tudo. Começou a cavalgar descontrolada. Subia e descia com força, a bunda batendo pesada contra minhas coxas, os seios saltando na minha cara. Ela rebolava com vontade, usando meu pau só pro prazer dela. Os gemidos saíam altos e soltos:

— Ahh… ahh… assim… caralho…

Eu só segurava a cintura dela enquanto ela me fodia. Cada movimento dela me deixava mais duro, mais no limite. Ela acelerou ainda mais, a buceta apertando meu pau a cada descida. De repente ela jogou a cabeça pra trás e falou, a voz quebrada:

— Eu vou gozar…

O corpo dela tremeu inteiro. A buceta apertou meu pau com força e ela gritou:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… porra… ahhhhh!

O orgasmo dela foi longo e intenso. Ela continuou rebolando mesmo enquanto gozava, o líquido escorrendo pelo meu pau e molhando minhas bolas. Eu não aguentei. Segurei a bunda dela com as duas mãos e gozei fundo dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta da minha mãe.

Ela desabou no meu peito, ofegante, o corpo ainda tremendo. Ficamos ali abraçados, suados, o cheiro de sexo, porra e suor enchendo o quarto. Em poucos minutos os dois adormecemos juntos.

Mas tudo mudou na manhã seguinte.

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Comentários

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Top demais amigo, muito tesão, so falta a filha entrar na rola também

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Parte final do conto está repetido, não sei se ia ter algo mais ou apenas se atrapalhou e repetiu o mesmo trecho.

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